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Opinião

WILSON FUÁH -O controle eletrônico veio para ficar

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Com a construção de avenidas tipo a Miguel Sutil, com viadutos e trincheiras, o transito de Cuiabá teve a sua velocidade média aumentada, além desta, várias outras avenidas, também melhoram o seu fluxo, com isso, aumentando também a possibilidade de acidentes, mas para que isso não ocorra o Poder Público Municipal, vem modernizando Sistema de Controle de Trânsito de forma a instalar os equipamentos eletrônicos, e com as instalações de equipamentos de monitoramento de trânsito na Capital, com implantando  redutor de velocidade eletronicamente, radares fixos e controle de avanço de sinal vermelho nos cruzamentos.

Com isso os infratores estão sendo punidos na forma da Lei, e para aqueles que respeitam a velocidade e não infringem a Lei de convivência no trânsito, estarão dirigindo mais seguros, por que: não furam sinal; não param nas faixas de pedestres; não fazem das avenidas uma pista de fórmula 1;  não trancam as ruas e avenidas, passando após os sinais fechados.
Os equipamentos eletrônicos reduzem significativamente os números de acidentes e melhora o fluxo do trânsito, isso é indiscutível, pois seria impossível colocar em cada cruzamento e em cada avenida um “amarelinho” com os seus talonários sendo preenchidos manualmente, além de aumentar a carga emocional entre os transgressores e os Inspetores de Trânsitos.  Os motoristas irresponsáveis, sabendo que não há fiscalização, produzem todo tipo de infrações: fura sinal e ultrapassa o limite de velocidade. Esses transgressores das leis de trânsito, de um momento para outro, de um simples condutor de veículo, podem transformar-se em um criminoso do trânsito, matando e se matando, o remédio é punir duramente aplicando multas pesadas e levando o transgressor a perda da CNH, pelas reincidências.
Cumprir regras está no esforço e na ação educacional de cada indivíduo, mesmo com leituras, informações publicitárias e punibilidades do CNT, são fatores determinantes que pode altera em muito, a evolução educacional nas ações de trânsitos, variando de pessoa para pessoa.

A punibilidade será aplicada aos transgressores,  porque as regras existem para serem cumpridas, e quem as cumprir, jamais será penalizado, apenas aqueles que desrespeitam o Código Nacional de Trânsito são multados.
Para não ser multado, basta que o motorista dirija com cuidado e com respeito. Alguém que dirige dentro das normas de trânsito algum dia foi multado? Alguém que nunca furou sinal algum dia foi multado?

Alguém que respeita a velocidade máxima fixada, algum dia foi multado?

O registro eletrônico de uma infração é mais preciso e eficaz, também porque não tem qualquer tipo de emoção envolvida. Com certeza a tendência natural será o aumento da utilização dos equipamentos na fiscalização e do uso da mão de obra humana, passaram a desenvolver outras funções, ficando utilizadas  mais de planejamento e nas engenharias de trânsitos.
Nas grandes cidades os inspetores de trânsitos passaram  a ser apenas os organizadores do trânsito, e as suas ações são exercidas somente quando há um acidente ou mesmo como direcionador de desvio quando há uma catástrofe ou acidentes, cada vez mais as tecnologias estão substituindo os inspetores de trânsito. Os radares e outros equipamentos como,  as câmaras e aparelhos são os acessórios hoje usados no mundo inteiro, e  que, além de controlar a velocidade, controlam o avanço da faixa de pedestre, as conversões perigosas e o avanço de sinal, essa é também a realidade bem vinda em Cuiabá. Equipamento eletrônico é o que realmente controla o comportamento das pessoas, porque as infrações serão corrigidas através da dor no bolso, já as placas de sinalizações ficarão apenas como assessórios de orientações e direcionamentos, e as imagens também servem para análises dos peritos em caso de acidentes.

Os condutores de veículos ao saberem que as suas atitudes no trânsito estão sendo vigiadas, (o tempo todo, em todos os lugares), com certeza não cometerão infrações e o trânsito inteiro fluiria melhor, ou alguém acha que não?

Econ. Wilson Carlos Soares Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas. Fale com o Autor: [email protected]    

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Opinião

LICIO MALHEIROS – Projeto Transporte Escolar

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O Calcanhar de Aquiles, dos governos: Federal, Estadual e Municipal. Passa necessariamente pela questão da educação, que já vinha apresentando fortes sinais de desaceleração e baixo rendimento, em termos de ensino-aprendizagem.

Nessa relação, educador e educando os mesmos trocam de papéis o tempo todo: portanto o educando aprende ao passo que ensina e o educador ensina e aprende com o outro, desta forma ocorre feedback.

Em função da falta de políticas públicas voltadas a atender as necessidades prementes dos educandos; por falta de profissionais qualificados na educação, além de um elemento norteador da mesma, principalmente em município mais distantes da Capital. Um outro elemento norteador que ajuda aguçar ainda mais desinformações   nas regiões mais longínquas, passa necessariamente, pela falta do transporte escolar.

O transporte escolar é um meio de acesso à educação, frequência às aulas e redução dos índices de evasão escolar, pois possibilita aos alunos residentes em áreas sem unidade escolar a devida inclusão educacional.

Agora, com o surgimento dessa doença maldita a Covid-19, as questões educacionais ficaram deixadas para segundo plano; em função da falta de aulas presenciais, que neste momento, é perfeitamente compreensivo, porém essa situação se agrava nos municípios mais longínquos da Capital, pela grande quantidade de propriedades rurais    existes e principalmente pela falta do transporte escolar,  um ônibus ou micro-ônibus.

Felizmente hoje, o parlamento estadual, mais precisamente a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em seus quadros, vem apresentando uma plêiade de parlamentares municipalistas, com visão altruísta e baseadas em visitações in loco por parte dos mesmos, para detectarem as regiões mais sofridas no interior.

As redes sociais hoje, representam papel de destaque no encaminhamento das informações; como acompanho pari passu as informações, deparei-me com uma informação, que talvez para nós da Capital, não surta tanto efeito, porém para a cidade de Barra do Garças e cidades circunvizinhas, está notícia por certo,  será  alvissareira.

O deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL), em suas redes sociais, deu ênfase, ao dizer ter destinado de sua emenda parlamentar o valor de R$ 280 mil, para aquisição de um micro-ônibus para o município de Barra do Garças – MT.

Foi além ao dizer “Reconheço a real necessidade do transporte escolar para facilitar o acesso e aprendizagem dos alunos que residem no campo é importante para fortalecer sua identidade cultural, principalmente das pessoas que no campo vivem e constroem suas histórias de vida”. Ele fecha sua fala, com uma frase de efeito “Investir em Educação é investir no futuro”.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

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Opinião

LUIS FERNANDO BOTELHO FERREIRA – Acorda, Brasil!

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Avaliando os últimos e recentes dados divulgados pelas Nações Unidas quanto ao ranking do Índice de Desenvolvimento Humano-IDH, deparamo-nos com a estagnação do Brasil na 84ª posição. Já quando olhamos somente para a desigualdade social, a nossa “Pátria amada” perde 17 posições. O alarme soa quando observamos que perdemos para países como Colombia, Chile e México!.

Em contrapartida a esses números, é sabido que possuímos a maior carga tributária do mundo, onde é divulgado o dígito de 36,2% do PIB como sendo da carga tributária. Porém isso reflete apenas se levarmos em conta o que os governos conseguem arrecadar. Se considerarmos o que os brasileiros deveriam pagar, essa aberração numérica chegaria a 47,9% do PIB. Você está espantado? Sim, os governos tentam ficar com aproximados 50% de toda a produção dos habitantes da Terra Brasilis.

Poderíamos até comemorar, pois uma arrecadação dessas faria com que fôssemos 9ª economia do mundo, no entanto nossos resultados são tão pífios que a muitos desanima. Apesar de todas essas montanhas e montanhas de recursos arrecadados, a maioria, “em troca”, continua a receber os piores serviços de saúde, educação, transporte, infraestrutura, dentre outros. Tudo isso parece exercício de retórica, pois o sofrimento do brasileiro é de domínio público, tendo este que trabalhar 5 meses por ano somente para manter a lenta caminhada desse elefante chamado Administração Pública, que está cada vez mais gorda e corrupta e que, dia-a-dia, busca intervir mais na vida do contribuinte. Estado faminto e habilidoso em criar, cada vez mais, burocracias e entraves, devolvendo quase nada de resultados, ou seja, todos os poderes em uma corrida incessante por verba, verba e mais verba.

Com uma inflação que transpôs a barreira dos dois dígitos, e além, devido à era Lula/Dilma, começou já nesses governos o desmoronamento do Castelo de Areia construído pela economia ideológica da esquerda, que, em piscar de olhos, passou da esperança à crise, sem sustentabilidade da nossa realidade. Castelo construído na base da irresponsabilidade e escândalos, como “nunca antes na história”; decorado pelas mãos e ações dos marqueteiros laranjas, todos presos. A Copa do mundo 2014, Olimpíadas 2016 e demais projetos faraônicos e mentirosos, ao arrepio de planejamento e recursos, não poderiam ter nos deixado outro legado e rastro que não o de um tsunami: obras públicas inacabadas (7.000 obras), sistemas educacional (aparelhado), de segurança, de saúde e de empresas públicas falidos! Está bom para você? Claro que não! Para limparmos isso tudo não bastará vontade, mas uma operação pós-guerra!

Hoje vemos asseclas desses ex-governantes falando de estufar o papo do quanto foi bom aqueles tempos. Fala sério! Que tempo? Hoje percebemos que foram tempos de desenvolvimento e fartura ilusórios, operados por gangsteres que nos roubaram, inclusive, a esperança. Se tivesse sido bom mesmo, estaríamos usufruindo até hoje. Alguém está, porem poucos privilegiados, veja o IDH.

Um verdadeiro plano desenvolvimentista tem que ser alicerçado em boas e viáveis estratégias. Consequentemente o sucesso será para gerações e atenderá aos interesses de todos os grupos sociais da nação. Não aceitemos mais que nosso futuro seja construído em areia como foi, mas sim em bases sólidas de VERDADES, para que consigamos atravessar, ao menos, uma ventania.

A diferença entre as nações pobres e ricas não está na dependência de recursos naturais nem da idade de sua descoberta, mas da responsabilidade de seus governantes e agentes públicos.

Luis Fernando Botelho Ferreira é servidor público municipal

 

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