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Política MT

Embalado pela popularidade do pai, Emanuelzinho lidera com folga em Cuiabá e VG; Coronel Assis é a sensação

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Com quase 70% de aprovação popular, prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), puxa pra cima, reeleição do filho, Emanuelzinho Pinheiro Neto, mesmo partido

Se as eleições para deputado federal fossem hoje, o jovem Emanuelzinho Pinheiro Neto (MDB), filho do prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro, mesmo partido, alcançaria 5,1% das intenções de votos em Cuiabá e Várzea Grande. A nova rodada da Percent começou a ser publicada na última quinta-feira (12) pela TV Cuiabá e portal ODOCUMENTO.

Em segundo lugar, figura o também atual deputado federal, José Medeiros (PL), com 3,4% das citações. Pela pesquisa quantitativa, Medeiros tende a se reeleger com tranquilidade no dia 2 de outubro.

No entanto, a sensação do momento é o ex-comandante da Polícia Militar, Coronel Assis (União Brasil). Sem nunca ter disputado qualquer cargo eletivo, o homem que já comandou o temido BOPE, divisão especial da PM, cravou 2,2% de preferência popular. Em se mantendo a boa performance, Assis deve ganhar a segunda vaga de deputado federal do União Brasil.

Com 2% das citações, outros três nomes se destacaram na Percent. São eles: Nelson Barbudo (PL), Sargento Joelson (Cidadania) e Carlos Bezerra (MDB). Vale ressaltar a capilaridade de Barbudo em todo estado. Ele “pingou” em mais de 80 municípios, conforme pesquisa estadual realizada em março, o que pode levá-lo ao topo da lista como campeão de votos, em 2022.

Ex-comandante da PM, Coronel Assis (União Brasil), é a bola da vez entre os fiéis escudeiros do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL)

A deputada federal, Rosa Neide (PT), abocanhou 1,5%, seguida por Fábio Garcia (União Brasil), Gisela Simona (União Brasil) e Coronel Fernanda (PL), ambos lembrados por 1% dos entrevistados.

“Pelo apurado, o União Brasil, PL e MDB levam vantagem na disputa pelas oito vagas à Câmara Federal. Acredito que entre os militares, o Coronel Assis é o nome mais forte e deve brigar pela segunda vaga lá na legenda do governador, Mauro Mendes”, avaliou Ronye Steffan, sócio-propriatário da Percent.

Metodologia

A Percent aplicou a técnica “survey de opinião” com 1.000 entrevistados por telefone em Cuiabá e Várzea Grande. A coleta de dados se deu entre os dias 27 de abril a 3 de maio. A margem de erro de é 3,10% para mais ou para menos. Seguindo os ditames da Lei Eleitoral, a pesquisa foi devidamente registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral sob o número MT-06721/2022.

Deputado federal, Emanuelzinho Pinheiro Neto (MDB), deve ser o campeão de votos em Cuiabá e VG, revela Percent

 

 

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8 Comentários

8 Comments

  1. Cuiabano disse:

    As únicas chapa que TALVEZ e repito TALVEZ possam fazer duas vagas é a do PL e MDB. O UNIÃO faz Fábio Garcia, Republicanos 1, PT 1, PSB 1, daí pra frente a sobra. Parêntese aqui no PSB, 3 ou 4 lutando por uma vaga. Mulher de Zé do Pátio, Allan Kardec e Sargento Joelson

  2. Julio Cesar disse:

    Popularidade do pai? Kkkk
    Coitado …
    Kkkkk

  3. Edy marcos disse:

    Telefone, tá bom! O pobre e trabalhador é a maioria é nenhum desses nos representa.

  4. Nisaldo Sobrinho disse:

    Enquanto não aprendermos votar, vamos continuar nesse atraso e não adianta reclamar desses políticos que aí estão não.

  5. José A Silva disse:

    É o velho ditado: me diga com quem andas…… mas fazer o que. Quem gosta de m…da, b…tá é. Popularidade? Esmeraldas falsas? Dinheiro em vestes? Uma afronta! Um tapa na cara na sociedade de bem. E um prêmio à turma oposta. Eu, em uma situação assim, tão vexatória, fico extremamente envergonhado, no lugar de quem não tem ou não sabe o que é isso.

  6. Carlos disse:

    Voto de cabresto deveria ser o título da matéria, infelizmente a população continua vendendo sua representação e elegendo a velha política.

  7. Geraldo Pereira disse:

    Infelizmente, ainda vemos esse Mané, flagrado com o paletó recheado de corrupção, empurrando o Paletozinho goela abaixo do eleitor menos esclarecido.

  8. Geraldo Pereira disse:

    Opa…
    Não pode falar em PALETOZINHO aqui? Ah tá… é Manezinho. Ô povo infeliz que elege esse tipo de gente.

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Prefeito de Várzea Grande defende liberação da obra do BRT: “População quer solução”

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Kalil Baracat afirmou que várzea-grandenses não podem ficar mais tempo esperando pelo modal

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, defendeu a liberação das obras para a implantação do BRT na região metropolitana, que foram suspensas por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) – a pedido da Prefeitura de Cuiabá.

Durante evento do aniversário de Várzea Grande, na segunda-feira (16.05), o gestor afirmou que os várzea-grandenses não podem esperar ainda mais por uma solução de mobilidade urbana que já deveria ter sido entregue na Copa do Mundo de 2014.

“Várzea Grande foi muito prejudicada e a população quer uma solução para esse imbróglio. Não podemos esperar mais”, afirmou.

Kalil defendeu que o Governo do Estado recorra da decisão do TCU (o que já está sendo feito), já que todos os trâmites legais foram cumpridos e basta dar a ordem de serviço para que o modal comece a ser construído.

“Cuiabá não teve a obra, pois fecharam onde ia passar o trilho, e a cidade continuou normalmente. Várzea Grande não, porque já tem parte concluída. A cidade de Várzea Grande é obrigada a pagar essa fatura alta? Não concordo”, disparou.

Junto com o governador Mauro Mendes e outras autoridades, Kalil Baracat também esteve em Brasília na última semana para buscar a liberação das obras do BRT.

Estudos subsidiam BRT

A decisão de substituir o VLT pelo BRT foi tomada pelo governador Mauro Mendes após a conclusão de estudos técnicos do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Os estudos concluíram que o VLT seria insustentável, custaria muito mais que o BRT, demoraria até seis anos para ser concluído e contaria com uma tarifa superior a R$ 5, além de todos os problemas jurídicos envolvidos na obra.

Já o BRT, conforme a análise técnica, custaria metade do preço do VLT, pode ficar pronto em até dois anos após o início das obras, terá tarifa pouco acima de R$ 3, é não-poluente pelo uso de baterias recarregáveis e oferece maior flexibilidade para expansão de rotas, beneficiando milhares de usuários a mais.

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Projeto de senador de MT prevê uso de R$ 60 bilhões para reduzir contas de luz

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O senador Fábio Garcia (União Brasil) vai apresentar um projeto de lei (PL) que estabeleça regras claras sobre a devolução do crédito tributário hoje em poder das distribuidoras de energia. O crédito estimado em R$ 60 bilhões pertence aos consumidores, conforme reconheceu o Supremo Tribunal Federal, e pode ser usado para reduzir o recente reajuste de 22,5% nas contas dos consumidores mato-grossenses.

O senador também solicitou revisões tarifárias extraordinárias, por estado, com objetivos específicos de aproveitar a máxima capacidade de compensação de crédito das distribuidoras para baixar o preço da energia elétrica. No caso de Mato Grosso, o reajuste poderia ser significativamente reduzido com a compensação integral dos créditos tributários estimados em R$ 1,2 bi.

Autor do requerimento para a audiência pública sobre energia elétrica, que ocorreu nesta terça-feira (17) na Comissão de Infraestrutura do Senado, o senador disse que atuará na linha de frente pela aprovação rápida deste projeto, que na verdade interessa ao conjunto dos consumidores brasileiros.

“Com base nas informações obtidas durante a audiência no Senado, vou apresentar um projeto de lei para normatizar esta devolução, regularizando esta situação o mais rapidamente possível. Estou trabalhando para que o cidadão receba de volta através da redução dos reajustes, o valor desse imposto que ele pagou a mais, de forma indevida, durante muito tempo”, assegurou o senador.

Durante a audiência, o senador defendeu o levantamento dos créditos tarifários já disponíveis, pagos pelo consumidor, e da capacidade das distribuidoras de compensarem esses créditos existentes dentro do ciclo tarifário. O parlamentar também disse que, acertada a distribuição desses créditos, a Aneel deveria incorporar essa perspectiva imediatamente, já na revisão tarifária, de forma a compensar os valores pagos a mais pelo consumidor.

A audiência promovida por Garcia, reuniu representantes do Ministério das Minas e Energia, Aneel, Receita Federal, representantes das companhias de energia, de entidades de defesa do consumidor e especialistas de diferentes setores. O centro das discussões foi o alto custo da energia elétrica brasileira e estratégias para a devolução dos R$ 60 bilhões de créditos tributários gerados pelo pagamento indevido, pelo consumidor brasileiro, do PIS/Cofins na base do ICMS, por um período de pelo menos quatro anos.

“Não há dúvidas de que esses valores devem ser retornados ao cidadão, que efetivamente pagou a mais por algo que não deveria, por anos, e não às distribuidoras ou a outros atores deste processo. Acredito que isso já esteja pacificado aqui, nesta reunião. Afinal, foi o cidadão quem pagou, em sua conta de energia, uma tributação indevida por tanto tempo”, afirmou o parlamentar de Mato Grosso.

Para o senador, o principal objetivo da audiência pública foi dar um direcionamento para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que o órgão efetive a devolução dos recursos pagos pelo consumidor, reduzindo as tarifas atuais.

“O que fizemos, nesta produtiva audiência, foi dar um direcionamento a Aneel para que ela, de fato, em toda ou qualquer revisão tarifária, utilize a máxima capacidade de compensação do crédito em poder das distribuidoras, incluindo não só os tributos já compensados e não repassados ao consumidor, como a projeção tarifária dos tributos que a agência será capaz de compensar”, esclareceu.

Segundo dados oficiais, o valor dos créditos tributários gerados por conta do pagamento indevido de taxas gira em torno de R$ 60 bilhões, sendo que R$ 48 bilhões já estão habilitados para a devolução, mas até agora somente R$ 13 bilhões foram transferidos. Segundo a Aneel, está sendo realizada uma consulta pública para saber, das distribuidoras de energia, qual a melhor maneira de efetivar essa devolução, prevalecendo, por enquanto, o retorno integral do valor.

“Sobre essa questão da devolução dos créditos, as distribuidoras deveriam usar o ‘caixa’ que conseguiram acumular ao longo dos anos, principalmente pela alta da inflação, e antecipar a compensação desse crédito ao consumidor, mediante, quem sabe, uma compensação por parte da Aneel ou do Governo federal”, sugeriu Fábio Garcia.

Participaram da audiência representantes do Ministério de Minas e Energia; da Aneel; da Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE); da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace); da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e da Receita Federal.

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