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Opinião

ELUISE DORILEO – Você está na vibração do coronavírus?

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Parece estranho pensar assim, mas você sabia que o coronavírus tem uma vibração de 5.5hz…e morre acima de 25.5hz?

Mas o que nos coloca na vibração do coronavírus? Causas como cansaço, medo, tensão nervosa, tristeza  e raiva…Tudo isso nos coloca em uma vibração baixa.

E nesse momento quanto mais notícias sobre mortes e contaminação do Covid-19 nossa vibração fica muito baixa.

Sem contar locais que por si já tem uma vibração muito baixa como hospitais, bares, prisões, subterrâneos, matadouros onde a vibração cai a 20hz. Sendo que a  frequência da Terra agora é de 27,4hz. Por isso temos que ficar antenados para tentar manter nossa frequência numa vibração alta.

Quanto mais cai a nova vibração mais risco temos de nos contaminar, ou seja, é um perigo para nossa saúde. Nossas emoções influenciam diretamente nossas células e, por conseguinte, determinam a nossa frequência vibratória, pois no Universo, tudo é vibração.

Vibrar em alta frequência é o melhor antídoto que existe para aumentar nossa imunidade. Você sabia que o amor, a alegria e a paz estão acima dos 500 Hertz de frequência, enquanto o medo está abaixo dos 100 Hertz? Se vibrarmos no medo, estaremos dando as boas-vindas a este vírus e outras energias negativas.

Nosso pensamento comanda tudo. Foque em pensamento positivo. Como? Independente de onde você esteja, procure reservar, ao longo do dia, períodos de recolhimento interior. Medite, dance, cante alto, coma alimentos naturais como grãos, ouça músicas de natureza elevada como mantras e assista a filmes que o faça rir, tome sol, corra e beba água. Zele por compartilhar positividades com as pessoas. Quanto mais alta sua vibração, mais coisas boas você atrai.

E não se esqueça que a vibração baixa vem com dor de 0,1 a 2hz, o medo 0,2 a 2,2hz,

Irritação 0,9 a 6,8hz, Barulho 0,6 a 2,2hz, Orgulho 0,8 hz, Abandono 1,5hz e Sentimento de superioridade 1,9 hz.

Agora que você já sabe o que pode aumentar ou diminuir sua vibração. Mude de atitude e vibre muito alto e saia da frequência do coronavírus e qualquer coisa que não te faça bem.

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email [email protected]

 

 

 

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Opinião

GISELE NASCIMENTO – Recadastramento de pescadores

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Finalmente, foi lançado pelo Governo Federal, após uma longa espera de mais de 8 anos, o SisRGP 4.0, que é uma plataforma Informatizado de Registro da Atividade Pesqueira, para o Cadastro e Recadastramento de pessoas físicas no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), e sua operação teve início em agosto de 2021 no Estado do Pernambuco, e a partir de 1° de outubro do corrente ano, em todo o território nacional.

Uma das principais finalidades desse Sistema, é o auxílio no combate a fraudes, bem como a desburocratização do processo administrativo e efetivação dos direitos dos pescadores, no que tange à emissão do passaporte profissional, que é a carteira de pescador, a análise e liberação do pagamento do seguro-defeso, no período da Piracema, de forma célere e transparente, bem ainda, por meio dos cruzamento de informações, facilitar o acesso aos demais benefícios previdenciários, a exemplo, das aposentadorias, do benefício por incapacidade temporária (auxílio-doença) salário-maternidade, entre outros.

Necessário pontuar, que o recadastramento é obrigatório, e caso não seja realizado tempestivamente, de acordo com os prazos estipulados pelas Portarias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, resultará no cancelamento da licença do profissional.

Pertinente asseverar, que o recadastramento está sendo realizado por etapas, e por isso, os pescadores que têm carteiras deferidas, os que trabalham com o protocolo provisório, e aqueles que estão com as carteiras suspensas ou canceladas, ou ainda, aqueles que pretendem solicitar nova inscrição, devem ficar muito atentos aos prazos em andamento.

Esse novo sistema, tem por objetivo ainda, promover a regularização dos pescadores, mediante aperfeiçoamento das normativas, padronização dos fluxos processuais e aprimoramento do sistema.

Interessados, atentem-se, que a partir de 1º de novembro de 2021 começa a quarta e última etapa, com o início do cadastramento, em todo o país, para pescadores com protocolo de requerimento inicial da Licença de Pescador Profissional, ou aqueles em situação suspensa, e que tenham comprovante de protocolo de entrega do recurso administrativo realizado dentro do prazo estabelecido no ato da suspensão.

Essa etapa está prevista para encerrar em 30 de setembro de 2022.

Importante deixar bem claro, que a partir de agora, os procedimentos de cadastro e recadastramento serão realizados totalmente on-line, por meio do SisRGP 4.0.

Assim, que migrarem para essa plataforma 100% digital, os pescadores contarão com funcionalidades e facilidades, tais como edição de dados, impressão de segundas vias de licença profissional, sem a necessidade de deslocamento presencial, até uma unidade física para requisitar um ou mais serviços públicos relacionados à atividade pesqueira.

Doravante, para ter acesso a tais serviços pelo SisRGP, o pescador deverá, preliminarmente, efetuar a prova de vida, que será feito pelo GOV.BR, e para tal, deverá, obrigatoriamente, caso não tenha, criar uma senha de acesso.

Cabe asseverar, que é de responsabilidade do interessado manter seus dados cadastrais atualizados junto ao Sistema Informatizado do Registro Geral da Atividade Pesqueira, assim como perante à Receita Federal.

Em síntese, o recadastramento é obrigatório e, caso não seja realizado dentro do prazo, resultará no cancelamento da licença do pescador, sendo por isso, muito importante que ele esteja assessorado por profissionais habilitados, que poderão sanar às dificuldades acerca do cadastro/recadastramento, como forma de continuar tendo acesso às políticas do Governo Federal.

Ainda mais porque, nem todos têm familiaridade com as ferramentas digitais, muito menos ainda, acesso à internet e aparelhos eletrônicos adequados aptos a operar às exigências para à concretização dos serviços supracitados, bem como efetivação do protocolo do seguro-defeso e manutenção do Relatório de Exercício da Atividade Pesqueira – REAP, etc.

Gisele Nascimento é advogada.

 

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Opinião

ONOFRE RIBEIRO – Quanto nos transformamos?

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Em março de 2020 nossa vida seguia o ritmo de sempre. Em abril de 2020 nossa vida entrou em pânico. O vírus corona entrou em nossas vidas pelas portas da frente e do fundo, pelas janelas e estava no ar. Vieram os lockdowns, os confinamentos em casa, as máscaras. Mas o pior de todos veio junto e ainda nos atormenta: o medo!

Na primeira semana perdi para o corona o meu irmão Nego. Tratado de dengue num hospital de Brasília. Em 24 horas morreu sem saber do que se tratava. Ao meu redor amigos e amigas caíram vítimas do tal vírus.

Pessoalmente, Carmem e eu nos mudamos pra fazenda, em Acorizal e lá nos confinamos longe da família. Quase sem visitas e o receio permanente de sermos contaminados ou de contaminar alguém. Afastei-me dos programas de rádio e de televisão que participava. Passei a gravar em áudio e vídeo e enviava por whatsapp. Tive a felicidade de obter uma internet de excelente qualidade com a Titânia Telecom, de Cuiabá.  Com a internet pude me manter conectado com o mundo. Carmem pôde seguir os seus grupos de oração e as lives da família de Brasília. O whattsap virou o seu aliado de todas as horas.

Passei a ter tempo de sobra. Na verdade, devo confessar que nunca tive tempo sobrando. Sempre persegui ocupações e  tarefas. De repente, pude acordar depois das 8 horas e o mundo não estar nem aí pra mim. Opa! Comecei a tomar consciência de mim. Fui cuidar de plantas, de galinhas. Retomei leituras interrompidas. Tive a oportunidade de pesquisar filmes interessantes. Uns com a cara de transformações anteriores. E outros, com a cara do futuro.

Mas acima de tudo, tornei-me um permanente pesquisador de temas nos milhões de canais do Youtube. Descobri coisas fantásticas. Especialmente gente como eu em busca de respostas e produzindo vídeos desafiadores ao raciocínio clássico. Encontrei gente fantástica com ideias completamente novas. Descobri ângulos novos para velhas coisas e descobri que o fim do mundo anunciado pelo corona virus nada mais era do que uma simples passagem no tempo. Como tantas já havidas. E o seu humano sobreviveu ao gelo da pré-história, aos dinossauros, às guerras infinitas, à fome, ao dilúvio, etc.

Se é assim, então estamos atravessando apenas mais uma virada da história humana neste planeta.

Hoje, 18 meses depois do começo de tudo, passamos por infinitas mudanças e transformações. Já não somos mais os mesmos. Nos descobrimos como pessoas. Descobrimos a nós mesmos. A nossa família. A nossa casa. Os nossos filhos. O cachorro.  O gato. O pássaro. O vizinho. Alguns objetos viraram companhia de todos os dias. A velha sandália havaiana. A velha bermuda. Aquela camiseta desbotada. O guarda-roupas com muitas roupas, passando da conta da necessidade. O cheiro do café feito por nós mesmos. O velho ovo frito amigo de tantas horas. O bolinho de chuva tão simpático e saboroso com o cafezinho fumaçando. O almoço quentinho com cheiro de cozinha da casa da mãe. As músicas. Os velhos cds tão esquecidos com tantas músicas do espírito. Tanta vida voltando a viver!

Encerro este artigo deixando no ar a indagação que estendo aos leitores: quem somos nós agora? O quanto mudamos? Se depender de mim descrever todas as mudanças daria uma longa prosa….

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso – [email protected]    www.onofreribeiro.com.br

 

 

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