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Deleção de coronel da PM pode complicar influente promotor de Justiça; caso envolve escutas clandestinas

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Delação sobre escutas clandestinas pode afetar membro do Ministério Público Estadual (MPE)

A delação premiada de um coronel da Polícia Militar, segundo fonte da coluna, seria nitroglicerina pura contra influente e respeitado promotor de Justiça de Mato Grosso. De acordo com a mesma fonte, o coronel revelou à Justiça que ele supostamente recebia ordens do capa preta do Ministério Público para gravar, sem autorização judicial, autoridades e agentes públicos, envolvidos em crimes do colarinho branco. “A delação dele (coronel) é muito forte. Não tenho dúvida alguma que será devastadora contra esse membro do MP”, confidenciou.

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“Verba secreta” do Gaeco chegou a ser usada para comprar cães, afirma cabo PM

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Em depoimento sobre a “Grampolândia Pantaneira” ao juiz Marcos Faleiros, da 11ª Vara Criminal, o cabo da Polícia Militar Gerson Correa revelou entre tantos fatos nebulosos, um que chamou bastante atenção. Promotores de Justiça teriam usado dinheiro das chamadas “verbas secretas” do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), para coisas inusitadas como consertos de moto e até para comprar cachorro.

Essas verbas são destinadas a cobrir despesas operacionais em procedimentos investigatórios reservados que exigem sigilo, porém há um controle do seu uso por meio de prestação de contas. “Vi Célio Wilson consertar moto particular com dinheiro da verba secreta. Marcos Regenold comprou cães, Marco Aurélio comprou rastreador. Vai me dizer que isso não é desvio de finalidade?”, questionou o militar ao citar nome de promotores de Justiça. Em tempo, o procurador-geral de Justiça José Antônio Borges determinou a instauração de procedimento administrativo para investigar o possível desvio de verbas relatadas pelo cabo Gerson.

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Deputada se diz vítima e quer providências do Ministério Público sobre grampolândia

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Alvo dos grampos, Janaina Riva quer convocar chefe do MPE

Vítima da dos grampos ilegais, a deputada estadual Janaína Riva (MDB), reagiu em plenário sobre o suposto desvio de finalidade e a apropriação de uma verba secreta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), bem como do suposto patrocínio do Ministério Público Estadual (MPE), à chamada “Grampolândia Pantaneira”. Ela quer explicações sobre a conduta do MPE na condução das apurações de responsabilidades pelas interceptações telefônicas ilegais no Estado. “De forma vergonhosa, ouvimos que o Ministério Público patrocinou o equipamento para grampear políticos em Mato Grosso. A Polícia Militar, de forma deliberada e por orientação de promotores, acatou o pedido de barriga de aluguel, grampeando deputados, autoridades, o vice-governador e, inclusive, eu. Fiquei imaginando se isso fosse dentro da Assembleia. Ia estar cheio de policial aqui levando o servidor com pedido de afastamento do parlamentar sem ninguém querer saber se o parlamentar tinha ou não relação com o servidor, ou se ele sabia ou não. Quando se trata da Assembleia, é desse jeito que funciona”, afirmou.

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