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Zé Roberto Padilha, um coração dividido entre Fluminense e Santa Cruz

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Ponta participou de troca-troca dos Fla-Flus e depois seguiu carreira no Coral. Fluminense e Santa Cruz se enfrentam nesta quinta (25), pela Copa do Brasil

Zé Roberto Padilha, um coração dividido entre Fluminense e Santa Cruz

Créditos: Arquivo Pessoal

Quando Santa Cruz e Fluminense entrarem em campo nesta quinta-feira (25), pela Copa do Brasil, uma pessoa irá reviver com carinho os tempos de jogador: Zé Roberto Padilha. O ponta-esquerda, que integrou o famoso elenco da Máquina Tricolor na década de 1970, também marcou época com a camisa tricolor pernambucana. Se nas Laranjeiras o jogador foi três vezes campeão carioca (1971, 1973 e 1975), no Coral ele foi integrante do elenco que terminou na quinta colocação do Brasileiro de 1978.

Natural de Três Rios (RJ), o ponta esquerda se destacou no América (da cidade interiorana do Rio de Janeiro) e ganhou visibilidade ao chegar nas Laranjeiras na gestão de Francisco Horta. Ao lado de nomes como Rivellino, PC Caju e Mário Sérgio, Zé Roberto passou cinco anos defendendo a camisa tricolor antes de ser envolvido no famoso troca-troca com o rival Flamengo. O ex-jogador – que já escreveu sete livros desde sua aposentadoria – entrou no esquema contra a sua vontade, mas garante que as mágoas já ficaram para trás.

– Fiquei muito chateado, sou tricolor de coração e não fui consultado. Jogava por amor à camisa, de repente virei profissional. Hoje, assimilo melhor. Três dos meus quatro filhos são Flamengo, o outro é Botafogo, e eles se orgulham do pai ter vestido o manto sagrado – disse Zé Roberto à reportagem da CBF.

Era hora, então, de se acostumar às cores rubro-negras. Zé Roberto permaneceu no Flamengo de 1976 até o final de 1977, quando surgiu a oportunidade de atuar no Santa Cruz. A proposta coral tornou-se irrecusável quando Flávio, irmão do ponta que atuava no São Cristóvão (RJ), também entrou no pacote. O Grêmio foi outro clube a demonstrar interesse em contar com o ex-Fluminense, mas o acerto com a equipe de Recife frustrou os planos tricolores.

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Zé Roberto Padilha, um coração dividido entre Fluminense e Santa Cruz

Zé Roberto (agachado, à direita de Rivellino) passou cinco anos no Fluminense
Créditos: Arquivo Pessoal

– Não havia empresários. Nossos pais e cunhados cuidavam das negociações. Tudo era muito mais família. Grêmio e Santa Cruz disputaram nosso passe. O que pesou para Recife, para você ter ideia do tamanho que a família tinha no negócio, foi o fato de o Santa Cruz contratar o meu irmão, Flávio, que jogava no São Cristóvão. E jogava muito! Nunca tinha deixado a família e a sua ida comigo amenizou isto. O Grêmio, então, foi a Minas buscar a opção B, que jogava no América-MG. Seu nome? Éder Aleixo. Nem preciso dizer o que aconteceu depois, coisas do destino – completou.

O Santa Cruz vinha em alta no fim da década de 1970: bicampeão do Campeonato Pernambucano em 1977/1978, o clube coral terminou o Brasileiro de 1978 com uma campanha histórica na quinta posição. Zé Roberto, contudo, acabou ficando de fora de parte da trajetória no torneio nacional por uma lesão no joelho – e inclusive não esteve cam campo no confronto contra a equipe de Laranjeiras. Em partida no Arruda, no dia 10 de junho, os tricolores pernambucanos venceram por 1 a 0 com gol de Joãozinho – este é até os dias de hoje, o único triunfo coral sobre o Fluminense em jogos oficiais.

Na última quarta-feira (17), o Fluminense saiu na frente na quarta fase da Copa do Brasil ao vencer o Santa Cruz por 2 a 0, no Maracanã, com gols de Gilberto e Luciano. O tricolor pernambucano precisa vencer por três ou mais gols de diferença no Arruda para garantir a classificação às oitavas de final.

Confira outros trechos do bate-papo com Zé Roberto Padilha:

– No Santa Cruz, você fez parte daquele elenco que fez história com o quinto lugar no Brasileiro de 78. Pra você, qual era o grande diferencial daquela equipe?

Nunes. Com 20 anos, fazia gol de tudo quanto era jeito. Bastava chegar à linha de fundo e cruzar, sem olhar, que ele dava um jeito de guardar. E Evaristo Macedo foi o maior técnico que tive quando ele dirigia o Santa Cruz.

– Uma memória favorita dos tempos da Máquina Tricolor?

O Torneio de Paris de 1975. Eu e Carlos Alberto Pintinho atravessamos o campo para pegar um autógrafo do Cruyff. Foi a atração, o 10 do Paris Saint-Germain para disputar o torneio. Um ano antes, ele tinha eliminado o Brasil com sua Laranja Mecânica.

– Como avalia o cenário das duas equipes atualmente? Acha que a disputa na Copa do Brasil ainda está em aberto, já que o jogo de hoje será no Arruda?

Vou torcer pelo empate. Amo os dois de paixão, fizeram parte da minha vida.

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Fonte: CBF
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Copa Verde: Cuiabá perde do Goiás, mas pode reverter situação na volta, dia 2, em Cuiabá

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O Cuiabá tem a chance, ainda, de decidir a vaga em casa

JORGE MACIEL

Um gol do uruguaio Leandro Barcia, no segudo tempo, deu vantagem ao Goiás, que abriu vantagem no confronto de ida pelas semifinais da Copa Verde. O placar foi de 1 a 0, em jogo realizado na noite desta quarta-feira (18), no Estádio Hailé Pinheiro, a Serrinha.

O Cuiabá até que foi perigoso em parte do jogo, mas o Esmeraldino se mostrou mais objetivo. A jogada do gol do Verdão veio em uma cobrança de falta de Thalles – bola na cabeça de Leandro Barcia e depois para as redes do time mato-grossense, aos 14 minutos do 2º Tempo.

O jogo de volta está programado para o dia 2 de outubro na Arena Pantanal,  em Cuiabá. O time esmeraldino joga pelo empate para chegar à decisão.

Na outra semifinais, terá dois jogos entre Paysandu e Remo.

Ficha Técnica – Goiás 1×0 Cuiabá

Local – Estádio Hailé Pinheiro

Renda – R$ 12.540,00

Público – 1.463 pagantes

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Arbitro: Felipe Duarte (ES)

Assistência: Leonardo Mendonça (ES) e Ramires Santos (ES)

Goiás – Marcelo Rangel; Kevin, Heron, Iago Mendonça e Jefferson; Breno, Geovane, Renatinho (Kaio)) e Allan Ruschel (Thalles); Rafinha (Zeca) e Leandro Barcia. Técnico: Ney Franco

Cuiabá – Victor Souza; Toty, Leandro Souza (Léo), Anderson Conceição e Paulinho; Marino, Moisés, Rodolfo e Todinho; Jefinho (Escudero) e Mateus Anderson. Técnico: Itamar Schulle

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Copa Verde: Cuiabá encara nesta 4ª o Goiás, na Serrinha, no jogo de ida

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A primeira partida acontece em Goiás, na Serrinha, nesta quarta

JORGE MACIEL – FUTEBOLPRESS

O Cuiabá faz contra o Goiás, nesta quarta-feira, às 18 horas, seu primeiro duelo contra o Goiás, em partida válida pela terceira rodada e semifinais da Copa Verde. O Cuiabá chegou às semi eliminando o Costa Rica (MS), e o Goiás despachou o Luverdense. O jogo será no Estádio da Serrinha, em Goiânia.

RADIO ODOC LIGADA !

A rádio ODOC transmite com exclusividade a partida, com a jornada iniciando às 17:30h, em cadeia com a Rádio Goiás.

Mesmo sem ser prioridade 1 para o Dourado, o técnico Itamar Schulle parece decidido a disputar a Copa Verde e conseguir o segundo título do clube na competição. Para o jogo, ele terá como reforços o volante Escobar e o atacante Todinho. É possível a estreia de Moises, meia que veio do  Luverdense e o atacante Jefinho, contratado junto ao ABC (RN). O time será praticamente o mesmo que venceu o Costa Rica (MS).

Em soma de confrontos entre o Dourado e o Esmeraldino, o time goiano leva larga vantagem no histórico: o Goiás e Cuiabá jogaram quatro vezes,

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COPA VERDE – SEMIFINAIS

Data: 18/09/2019

Horário: 18 h (MT)

Local: Serrinha (Goiânia)

Goiás-GO

Marcelo Rangel;
Daniel Guedes (Kevin), Paulo Ricardo, Iago Mendonça e Alan Ruschel; Geovane, Breno e Marlone (Miguel Figueira);Rafinha (Kaio), Rafael Moura e Leandro Barcia. Técnico: Lauro Martins

Cuiabá:

Victor Souza;

Léo, Leandro Souza, Anderson Conceição e Paulinho(Danilo); Escobar, Jean Patrick e Escudero; Felipe Marques, Junior Todinho e Jefinho(Rodolfo).

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