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Política Nacional

XP/Ipespe: Lula lidera com 44%, Bolsonaro registra 35% e Ciro tem 9%

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Lula segue na liderança na corrida presidencial
Reproduçaõ/ montagem IG – 06/04/2022

Lula segue na liderança na corrida presidencial

Nova pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira (25) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança pelo Planalto, com 44% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece o presidente Jair Bolsonaro (PL) , com 35%.

Em seguida, estão os nomes do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 9%, da senadora Simone Tebet (MDB), com 4%, e de André Janones (Avante), com 2%.

Pablo Marçal (Pros) e Luiz Felipe d’Avila (Novo) tiveram 1%. Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Luciano Bivar (União Brasil), Eymael (DC) e Leonardo Péricles (UP) foram mencionados pelos entrevistados, mas não chegaram a 1% das intenções.

Brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados somam 4%. Já os que não sabem ou não responderam, representam 2%.

Confira, abaixo, as intenções de voto para o 1º turno na pesquisa estimulada:


  • Lula (PT) – 44%
  • Jair Bolsonaro (PL) – 35%
  • Ciro Gomes (PDT) – 9%
  • Simone Tebet (MDB) – 4%
  • André Janones (Avante) – 2%
  • Pablo Marçal (Pros) – 1%
  • Felipe D’Ávila (Novo) – 1%
  • Vera Lúcia (PSTU) – 0%
  • Sofia Manzano (PCB) – 0%
  • Luciano Bivar (União Brasil) – 0%
  • Eymael (DC) – 0%
  • Leonardo Péricles (UP) – 0%
  • Branco/Nulo/Nenhum/Não iria votar – 4%
  • Não sabe/não respondeu– 2%

Segundo turno

Nos cenários testados pelo instituto para um segundo turno, o petista continua liderando as intenções em todas as opções que aparece, contra Bolsonaro, Ciro e Tebet.

De acordo com a pesquisa, em uma disputa de Ciro e Bolsonaro, o ex-ministro venceria o atual presidente. Já se Bolsonaro disputasse o cargo com Tebet, o chefe do Executivo sairia vencedor.

Veja os resultados da pesquisa estimulada:

Cenário 1

  • Lula – 53%
  • Bolsonaro – 36%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 11%

Cenário 2

  • Lula – 53%
  • Ciro Gomes – 29%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 19%

Cenário 3

  • Lula – 55%
  • Tebet – 23%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 22%

Cenário 4

  • Ciro Gomes – 46%
  • Bolsonaro – 41%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 13%

Cenário 5

  • Bolsonaro – 41%
  • Tebet – 39%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 21%

Para realizar a pesquisa, o instituto ouviu 2.000 pessoas por telefone, entre os dias 20 e 22 de julho. Os dados, encomendados pela XP Investimentos, foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-08220/2022. A margem de erro, segundo a empresa, é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,45%.

Alguns resultados não totalizam 100% na porcentagem devido ao arredondamento ou por múltiplas alternativas de resposta.

*Em atualização

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Justiça Eleitoral recebe 28 mil registros de candidatura às eleições

Publicado

A Justiça Eleitoral recebeu pelo menos 28 mil registros de candidaturas às eleições de outubro. O prazo para o recebimento de registros terminou às 19h.

Os dados foram atualizados às 19h21 e estão disponíveis na plataforma DivulgaCand, administrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números ainda não estão consolidados e podem sofrer nova atualização.

Com o fim do prazo, foram recebidos 12 registros de candidaturas à Presidência; vice-presidente (12); governador (223); vice-governador (223); senador (231); 1º Suplente de senador (232); 2º suplente de senador (233); Deputado Federal (10.258); Deputado Estadual (16.161) e Deputado Distrital (591).

Após os candidatos serem aprovados nas convenções partidárias, o pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é uma formalidade para verificar se os candidatos têm alguma restrição legal e se podem concorrer ao pleito.

Com o recebimento dos pedidos, as solicitações de candidaturas serão publicadas pelo tribunal. Em seguida, será aberto prazo de cinco dias para que candidatos e partidos adversários e o Ministério Público Eleitoral (MPE) possam impugnar os pedidos.

O próximo passo será o julgamento do registro pelo ministro que foi sorteado para relatar o processo, que deverá ser julgado até 12 de setembro.

Os candidatos não precisam estar com os registros aprovados para iniciarem a campanha eleitoral, que começa amanhã (16).

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política Nacional

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Política Nacional

RJ: defesa de Gabriel Monteiro entra com recurso na Câmara Municipal

Publicado

Após a suspensão do sigilo dos depoimentos prestados no Conselho de Ética da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, e da divulgação de imagens na imprensa, a defesa do vereador Gabriel Monteiro (PL) apresentou, hoje (15) recurso para apontar o que, no seu entender, caracteriza desrespeito à Constituição e à legislação infraconstitucional durante a instrução do processo.

O documento apresentado à Comissão de Justiça e Redação da Câmara aponta problemas como: vício de iniciativa, que causa a confusão entre relatoria e acusação; provas produzidas em desacordo com a ordem determinada pela Resolução 1133/09, que rege os processos disciplinares da Câmara; ilicitude das provas carreadas, vez que foram furtadas da residência do vereador; e reuniões com autoridades, como membros do Ministério Público e delegados de polícia, sem qualquer formalização.

A defesa de Monteiro enumerou vários pontos para serem analisados pela comissão. As alegações quanto à gravação de ato sexual com uma menor foram devidamente esclarecidas por depoimento prestado na polícia pela menor e sua responsável, que afirmaram que a mesma suprimiu sua idade real, informando ao parlamentar que tinha, à época, 18 anos de idade.

Em outro trecho, a defesa explica que “conforme publicado no Diário da Câmara, o relator propôs a retirada da acusação de assédio moral e sexual contra assessores de seu parecer final, sendo seguido por unanimidade pelos membros do Conselho. Desta forma, a acusação de assédio moral e sexual não pesa mais contra o parlamentar”.

A defesa escreveu ainda que “as afirmações da ex-assessora Luisa Caroline são fantasiosas e foram todas desmentidas durante o processo. A senhora Luisa Caroline faz parte de um conluio entre ex-funcionários do vereador e pessoas ligadas à máfia do reboque, que ofereceram quantia vultosa para que o parlamentar não divulgasse denúncias de crimes ocorridos dentro dos pátios da administração da empresa, o que provocou, inclusive, o encerramento de contrato da mesma com a prefeitura”.

Sobre as ações ocorridas no vídeo da Lapa, a defesa alega que “mesmo diante da dificuldade de ter como única prova um vídeo manipulado com interesse de prejudicar o parlamentar, juntado nos autos do processo disciplinar, ficou evidente pelas testemunhas que o vereador não se encontrava no local no momento dos fatos”.

Já em relação ao vídeo onde Gabriel Monteiro aparece com uma criança em um shopping, a responsável pela menor esclareceu, de forma evidente, que “os fatos indicam que a menor jamais fora exposta a qualquer constrangimento ou situação vexatória, e que a criança nutre carinho pelo parlamentar, que auxiliou ela e sua família em um momento de grave crise financeira”.

Por fim, a defesa de Monteiro esclarece que quanto à criança que aparece em um vídeo no salão de beleza, a mera suposição de que o parlamentar teria tido lascívia pela menor é infundada, “isso porque, conforme demonstrado durante a instrução, o vídeo permaneceu no ar por, pelo menos, 5 meses sem qualquer estranheza por parte das pessoas que assistiram. O vídeo foi gravado em um salão de beleza onde se encontrava, além de seus usuários, a mãe da menor, sendo certo que perceberiam qualquer ação incomum por parte do parlamentar”, concluiu a defesa do parlamentar.

O recurso da defesa de Gabriel Monteiro à Comissão de Justiça e Redação deve ser julgado na reunião da comissão na próxima quarta-feira, (17). Caso os integrantes da comissão considerem que os ritos foram corretos, a matéria deve entrar em pauta na sessão de quinta-feira (18).

Para cassar o mandato de Monteiro, são necessários 34 votos favoráveis dos 51 vereadores. Mas só 50 parlamentares podem participar da votação no plenário da Câmara, isso porque o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), está de licença.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política Nacional

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