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Xiaomi 11 Lite 5G NE chega ao Brasil por menos da metade do valor do Mi 11

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Xiaomi 11 Lite 5G NE azul
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 11 Lite 5G NE azul

A Xiaomi lançou nesta quinta-feira (28) o Xiaomi 11 Lite 5G NE no Brasil. O smartphone é a versão mais leve do  Mi 11 – a  linha Mi mudou de nome recentemente, se transformando na linha Xiaomi.

De acordo com a Xiaomi, o modelo é o celular com 5G mais leve e mais fino da marca, pesando 158g e com 6,81 mm de espessura. A empresa posiciona o celular como um carro-chefe, mas as especificações são menos poderosas que as do restante da linha.

Detalhes do Xiaomi 11 Lite 5G NE

O Xiaomi 11 Lite 5G NE chega com processador Qualcomm Snapdragon 778G, acompanhado de 8 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno. A bateria é de 4.250 mAh, e o carregador de 33W vem na caixa.

Xiaomi 11 Lite 5G NE preto
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 11 Lite 5G NE preto

A tela é AMOLED de 6.55 polegadas, com taxa de atualização de 90 Hz adaptável. O smartphone vem com interface MIUI 12.5, baseada no Android 11, e tem suporte a pagamentos por NFC.

Na parte traseira do celular, há um conjunto triplo de câmeras, composto por lente principal de 64 MP, ultra angular de 8MP e telemacro de 8MP. A principal e a ultra angular, assim como a câmera frontal (20 MP), têm o recurso de modo noturno, prometendo boas imagens mesmo com baixa luz.

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Design do Xiaomi 11 Lite 5G NE

Por ser o celular 5G mais leve e fino da empresa, um dos principais destaques do modelo é o seu design. No Brasil, o Xiaomi 11 Lite 5G NE chega em três opções de cores: azul, preto fosco e branco brilhante.

Xiaomi 11 Lite 5G NE branco
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 11 Lite 5G NE branco

“Esse celular está muito atrelado a estilo, a atitude. Não tem como não relacionar ele com moda. Há muito tempo, o público pede um aparelho mais leve, mais compacto”, comenta Thiago Araripe, gerente de marketing da Xiaomi Brasil, em entrevista ao iG.

Thiago afirma que, justamente pelo design estiloso do smartphone, ele é mais comprado por mulheres no exterior. “A gente não quer atrelar esse telefone ao público feminino mas, querendo ou não, ele acaba chamando mais a atenção das mulheres. Esse é o nosso primeiro smartphone no Brasil que a maior parte do público vai ser feminino, a gente já tem identificado essa característica nos outros países em que ele já existe”, afirma.

Preço e disponibilidade

O Xiaomi 11 Lite 5G NE chega ao Brasil nesta quinta-feira e tem preço sugerido de R$ 3.999,99 – o Mi 11 padrão custa R$ 9.199,99 na loja oficial. No evento, a Xiaomi também apresentou seu primeiro tablet no Brasil e novos fones de ouvido sem fio –  confira tudo sobre eles aqui.

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Bolsonaristas usam Telegram para impulsionar vídeos ocultados no YouTube

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App do telegram (imagem: Ivan Radic/Flickr)
App do telegram (imagem: Ivan Radic/Flickr)

Um estudo publicado pelo jornal O Globo revela que a rede bolsonarista no Telegram, principal concorrente do WhatsApp, usa o mensageiro para impulsionar canais de YouTube alinhados ao presidente da República que ocultaram vídeos. Isso ocorre quando o autor do conteúdo teme uma sanção da plataforma.

Os pesquisadores reuniram 4 milhões de mensagens de 150 grupos considerados como alinhados ao presidente Jair Bolsonaro no Telegram, entre janeiro e outubro deste ano. O grupo identificou uma grande onda de compartilhamento de links para canais bolsonaristas no YouTube.

Bolsonaristas usam Telegram para driblar YouTube

Segundo o levantamento do estudo divulgado pelo O Globo , o YouTube apresentou a maior quantidade de compartilhamento de links, com 440.756 URLs transmitidas pelo Telegram. “O coração do bolsonarismo está no YouTube, porque é onde está o dinheiro, é onde eles conseguem se remunerar”, destaca Leonardo Nascimento, pesquisador da UFBA. Nascimento é coordenador da pesquisa ao lado de Letícia Cesarino (UFSC) e Paulo Fonseca (UFBA).

Uma das hipóteses dos pesquisadores é de que o Telegram, que ganhou ainda mais usuários brasileiros — especialmente depois que o WhatsApp sofreu o apagão de outubro —, tem sido usado por bolsonaristas para impulsionar vídeos que foram ocultados por apoiadores do presidente no YouTube. Ocultar um conteúdo significa “escondê-lo” do público geral, o que restringe, por sua vez, sua circulação.

Isso significa que o vídeo gera menos receita a seu criador. Nesse sentido, o Telegram entra como uma forma de tentar driblar o sistema: o compartilhamento do link permite que o conteúdo continue a circular e gerar dinheiro por meio de anúncios. O mensageiro permite que sejam criados grupos com até 200 mil membros, além de canais com número ilimitado de inscritos. A página de Jair Bolsonaro, por exemplo, tem mais de 1 milhão de inscritos.

O principal meio de remuneração pelo YouTube são as visualizações: a plataforma do Google paga entre US$ 0,25 e US$ 4,50 a cada mil views alcançadas. Há cinco outras formas de receber por conteúdo, sendo elas receita com publicidade, superchat, inscrições pelo Premium — serviço de assinatura do site —, programa de membros e merchandising.

De acordo com o estudo dos pesquisadores da UFBA e UFSC, o link mais popular compartilhado por bolsonaristas no Telegram foi de um vídeo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No conteúdo, o ministro e presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, fala em inglês e defende o processo eleitoral brasileiro, alvo de ataques de Jair Bolsonaro. O vídeo foi publicado em junho.

Mas calma. Não é bem o que você está pensando. A mobilização da base bolsonarista no Telegram foi para dar dislike na peça do TSE. O link para o vídeo foi compartilhado 576 vezes, no total. Uma das mensagens dizia o seguinte:

“Urgente. Barroso gravou mais 3 vídeos defendendo as urnas eletrônicas. Quem puder, dê o dislike nos 3. Divulguem (sic)”

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O segundo vídeo mais compartilhado por bolsonaristas no Telegram — com 535 envios — chama-se “Edge of Corruption”. Em inglês, o conteúdo lança ataques ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possível adversário de Bolsonaro nas eleições de 2022. Além disso, a gravação descreve o atual presidente da República como “democrático, honesto, humilde e corajoso”, acrescentando que ele livrou o Brasil da corrupção.

Outro vídeo, que pedia uma intervenção militar coordenada por Bolsonaro, ficou na terceira posição, com 455 compartilhamentos.

Em seguida, no ranking, a peça publicitária do Burger King sobre o mês do Orgulho LGBT+ foi alvo de uma campanha de dislikes dos apoiadores do presidente, e teve 419 compartilhamentos. Por último, a estreia do programa 4 em 4, dos influenciadores bolsonaristas Rodrigo Constantino, Guilherme Constantino, Ana Paula Henkel e Luís Ernesto Lacombe, teve 278 envios.

Sites como Terça Livre são mais compartilhados

Guilherme Felitti, dono da Novelo Data, afirma ao O Globo que o atalho encontrado para impulsionar vídeos só funciona devido à não interferência da plataforma do Google sobre o conteúdo que é produzido. Felitti monitora a atividade de canais bolsonaristas no YouTube, e reúne informações sobre vídeos apagados, ocultos e não-listados.

Felliti completa:

“Quando não está na mira do YouTube (por violações de conteúdo), uma das melhores estratégias é colocar o vídeo como não-listado. O vídeo continua rodando anúncios e sendo mandado para comunidades. A pessoa continua ganhando dinheiro de maneira ‘protegida'”

Isso já aconteceu quando um vídeo derrubado pelo YouTube foi “não-listado” pela *Jovem Pan* para tentar driblar o sistema de detecção da plataforma.

Ainda de acordo com o estudo, todos os sites mais compartilhados por apoiadores de Jair Bolsonaro no Telegram são hiperpartidários. São páginas conhecidas por espalhar desinformação, como o Jornal da Cidade Online — ele é o mais popular, com 56,7 mil links enviados.

Em seguida, vêm o Conexão Política (12,3 mil). O Terça Livre , que teve seu canal de YouTube suspenso pela Justiça. O fundador da página, Allan dos Santos, é investigado em dois inquéritos diferentes pelo Supremo Tribunal Federal.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o Google forneça o endereço de IP de todos os doadores que depositaram ao canal do Terça Livre no YouTube.

Bolsonaristas usam Telegram para impulsionar vídeos ocultados no YouTube

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Xiaomi Redmi K50 deve chegar com Snapdragon 8 Gen 1

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Redmi K40, antecessor do Redmi K50
Divulgação/Xiaomi

Redmi K40, antecessor do Redmi K50

O sucessor do  Redmi K40 já está sendo preparado. Segundo Digital Chat Station, que é conhecido por antecipar informações de lançamentos da Xiaomi, a companhia pode estrear a linha Redmi K50 com quatro modelos. Entre elas, está uma variante que seria lançada com o processador Qualcomm Snapdragon 8 Gen 1 na ficha técnica.

A nova geração tende a seguir a estratégia de 2021. Em fevereiro, a companhia anunciou três modelos do Redmi K40, incluindo as edições K40 Pro e K40 Pro+, que vieram com o Snapdragon 870 (edição convencional) e Snapdragon 888 (variantes Pro). Mais tarde, em abril, foi a vez do Gaming Edition, que traz o MediaTek Dimensity 1200.

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A aposta é de que dois desses quatro modelos sejam apresentados com chips da Qualcomm. Neste caso, um deles chegaria às lojas com o Snapdragon 8 Gen 1, processador que foi revelado na semana passada com filmagem em 8K HDR e 5G ultrarrápido. O outro viria com o Snapdragon 870, que marcou a sua estreia em janeiro.

As demais variantes seriam estreadas com chips MediaTek. De acordo com Digital Chat Station, a dupla identificada pelos codinomes Rubens e Matisse seria embalada com o Dimensity 7000 e com o Dimensity 9000, respectivamente. Os dois lançamentos ainda devem trazer câmera principal de 64 megapixels e telas de até 144 Hz. Ainda não há outras informações sobre os modelos com Snapdragon.

Redmi K50 deve ser lançado com MIUI 13

Os lançamentos ainda devem chegar às lojas com MIUI 13. É o que foi apontado pelo Xiaomiui na semana passada, que revelou quais celulares estão sendo testados internamente para serem atualizados para a nova versão da interface. Na relação, o Redmi K50 e o Xiaomi 12X aparecem entre os modelos que estão sendo preparados.

Os dois smartphones, no entanto, diferem dos demais em relação à versão do Android. Isto porque a dupla deve ser lançada com a MIUI 13 baseada no Android 11, edição do sistema operacional do Google lançada no ano passado. Já o Mi 11, Mi 10S, Mi Mix 4, Redmi K40, entre outros, estão cotados a receber a nova versão da interface tendo como base o Android 12 , que foi liberado em outubro. A expectativa é de que o Xiaomi Redmi K50 seja anunciado no começo de 2022.

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