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Xbox One chega ao fim: Microsoft cancelou a fabricação da linha

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Xbox One não é mais fabricado desde 2020 (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Fim da linha para o Xbox One. A Microsoft decidiu encerrar a fabricação de todos os modelos atuais do console ainda no mercado – neste caso, apenas o Xbox One S, que não tem entrada para discos, que ainda era feito e vendido normalmente. A novidade é que essa decisão foi tomada no final de 2020, sem comunicar ninguém, e só agora estamos sabendo, após uma declaração da empresa ao The Verge.

A ideia agora, obviamente, é se focar na produção e comercialização da nova geração – Xbox Series S e Xbox Series X, que seguem vendendo muito bem, inclusive. Cindy Walker, diretora geral do marketing da linha Xbox nos EUA, confirmou as informações ao The Verge , informando ainda que os últimos consoles que estão no mercado disponíveis para venda também são os últimos existentes.

Desta forma, o ano de 2021 foi usado para reforçar a fabricação dos consoles mais recentes, desocupando espaço antes ocupado pelo Xbox One e também direcionando recursos para as unidades dos aparelhos de nova geração.

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Sony fez caminho contrário

A novidade vem um dia depois de a Sony anunciar um plano contrário: a empresa japonesa afirmou que ainda vai fabricar um milhão de unidades do PS4 ao longo de 2022, para suprir um pouco a demanda de consoles da marca, enquanto o PS5 segue com falta de estoque e poucas peças disponíveis nas fábricas.

Já com essa estratégia a Microsoft planeja focar seus esforços, de fato, na nova geração. Vale lembrar que o Xbox Series X também enfrenta problemas de estoque no mundo todo, mas o Xbox Series S costuma ser encontrado com certa facilidade, e seu preço equivale ao de um PS4 em alguns territórios, como no Brasil.

Com informações: The Verge .

Xbox One chega ao fim: Microsoft cancelou a fabricação da linha de consoles

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Claro tem melhor internet móvel, enquanto Vivo lidera fixa, diz estudo

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Pessoas com celulares em mãos
Bruno Ignacio

Pessoas com celulares em mãos

Um levantamento feito pela consultoria norte-americana Ookla mostra que a Claro tem a maior velocidade de internet móvel no Brasil. A empresa mantém a liderança em relação ao ano anterior, com 71,16 Mbps de velocidade em celulares.

O valor é muito superior à segunda colocação, ocupada pela Vivo (31,9 Mbps). TIM (28,2 Mbps) e Oi (21,64 Mbps) completam o ranking entre as maiores operadores de internet móvel do país.

Considerando a entrada do 5G no Brasil, o ranking se altera, mas a Claro ainda mantém a liderança. A operadora tem performance de 71,1 Mbps, enquanto a TIM tem 56,2 Mbps e a Vivo registrou 55,9 Mbps.

A pesquisa ainda colocou a Vivo na liderança em internet fixa. Segundo a Ookla, a empresa oferece 105,4 Mbps de velocidade, o melhor índice no Brasil.

A Oi está segundo e a Claro na terceira colocação. Ambas possuem 99,62 Mbps e 98,44 Mbps registrados, respectivamente.

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Considerando a latência, a TIM ocupa o menor índice em telefonia móvel, com 27 milissegundos. Claro (28 ms), Vivo (30 ms) e Oi (32 ms) aparecem nas colocações abaixo. Já em internet fixa, a Oi registou o melhor índice, com 4 ms. Vivo (5 ms) e Claro (12 ms) completam o ranking.

Queda de posição

Com os resultados apurados pela consultoria, o Brasil caiu duas posições no ranking de melhor rede de internet móvel do mundo. O país ocupava a 76ª em 2020 e, agora, ocupa a 78ª. O levantamento considera a rede de 138 países.

No quesito rede fixa, o Brasil está melhor posicionado. A média do país, segundo o levantamento, foi de 85 Mbps, o que nos coloca na 35ª posição no ranking mundial.

Brasília tem a melhor internet

A Ookla divulgou ainda um levantamento sobre a rede de internet nas capitais brasileiras. Brasília obteve melhor resultado tanto em internet fixa (105 Mbps) quanto em móvel (35 Mbps).

Já São Paulo, considerada a cidade mais tecnológica do país, ocupa a quarta posição em internet móvel (26,12 Mbps) e a sexta em internet fixa (93 Mbps). O Rio de Janeiro se colocou na terceira posição em rede móvel (26,23 Mbps) e na oitava colocação em fixa (89 Mbps).

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Instagram mira em OnlyFans e libera assinaturas pagas para criadores

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Instagram mira em OnlyFans e libera assinaturas pagas para alguns criadores
Felipe Vinha

Instagram mira em OnlyFans e libera assinaturas pagas para alguns criadores

O Instagram está testando modelos de assinaturas pagas em algumas contas nos EUA, no melhor estilo “OnlyFans”, e espera poder expandir a possibilidade para mais criadores em breve. A novidade está presente nos aplicativos de Android e iOS, permitindo que o usuário pague para assinar e consumir conteúdo exclusivo, em três possibilidades distintas.

De acordo com o Instagram, o criador pode decidir seu preço na hora de ativar o botão de assinatura. A partir daí o usuário tem a possibilidade de consumir três tipos de conteúdo exclusivo:

  • Lives exclusivas para inscritos pagos;
  • Stories que só podem ser vistos por quem assinar o perfil, com Sticker exclusivos;
  • Insígnias que ficam ao lado do nome da pessoa que comenta no perfil ou envia mensagem no inbox do criador.

O serviço é similar ao já existente no Facebook , que também deixa que usuários assinem páginas de criadores e contribuam com dinheiro. Na rede azul há alguns requisitos para ter o botão de inscritos: ter 10 mil seguidores, 600 mil minutos de vídeos vistos e ao menos cinco vídeos ativos na página.

Ainda não se sabe quais serão os requisitos para ter o botão de inscritos no perfil do Instagram, nem mesmo quando ele será liberado para um número maior de usuários.

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Quem tem acesso no momento?

Um grupo de 10 influenciadores nos Estados Unidos já contam com o botão de inscrição paga. São pessoas com números de seguidores variáveis – de 60 mil a 500 mil – e também de assuntos diversos.

Alan Chikin Chow, por exemplo, é um ator e escritor asiático. As atletas Jordan Chiles e Sedona Prince também fazem parte do seleto grupo. Outros presentes são Lonnie IIV, Don Allen Stevenson III, Bunny Michael, Jack Jerry, Elliott Norris, Kelsey Cook e Aliza.

Curiosamente, ao entrar nestes perfis aqui do Brasil, nem mesmo o botão de inscrição está disponível, caso o usuário queira testar para ver como funciona. Resta mesmo aguardar para ver se e quando será liberado por aqui.

Outro detalhe que pode passar batido é que, segundo um dos criadores participantes, Elliott Norris, todo o dinheiro arrecadado pela assinatura vai para o dono do perfil, sem uma porcentagem dividida com o Facebook ou Meta. Norris comentou a respeito ao responde a pergunta de um fã brasileiro. Não se sabe se isso ainda é apenas durante a fase de testes ou se vai funcionar desta forma também quando o produto for lançado para o público geral.

Com informações: 9to5Mac .

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