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Workshop debate desafios e perspectivas para aquicultura ornamental

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A Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria com o Sebrae Nacional, realizaram, nesta quarta-feira (11), a abertura do I Workshop Nacional de Ordenamento da Aquicultura Ornamental. O evento segue até amanhã (12) e conta a participação de produtores, pesquisadores, lojistas e associações ligadas ao setor.

O objetivo do workshop é debater as principais dificuldades e perspectivas para a aquicultura ornamental e, assim, promover o ordenamento da cadeia produtiva dos organismos aquáticos ornamentais no Brasil.

Em discurso de abertura, o secretário de Aquicultura e Pesca do Mapa, Jorge Seif Júnior, destacou a importância da iniciativa por ser um setor muito forte no Brasil, além de um mercado que atrai muitos investimentos.

“Esse é um evento que nos orgulha muito. O setor de aquariofilia no Brasil é pujante. O país é uma potência tanto na questão do consumo, quanto na questão da criação desse peixe para exportação. Por isso, queremos fortalecer o mercado já solidificado, é um mercado já existente que tem se retraído nos últimos anos, mas que tem todo potencial interno e externo de geração de renda para o nosso país”, disse. 

O secretário ressaltou ainda que a reunião é resultado da consulta pública feita anteriormente pelo Ministério e que havia agradado o setor. “Aproveitarmos essa oportunidade de estar com o setor e fazer novos regramentos, facilitar a vida do produtor e poder expandir a geração de renda, de oportunidades”. 

O Diretor-Presidente do Sebrae, Carlos Melles, enfatizou o momento atual que o Brasil vive. “Acho que o Brasil vive uma fase mais pé no chão e para isso é preciso ser mais liberal, para ser liberal é necessária muita responsabilidade”, disse.

Para o chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Alexandre Aires, é necessário que ciência e ordenamento andem juntos para, consequentemente, garantir o desenvolvimento produtivo, o fortalecimento da atividade e o desenvolvimento tecnológico do agro. 

“Então, que a gente possa juntar forças, não só a Embrapa, que é pequena em relação a esse desafio que é imenso, mas as universidades. Nós precisamos trazer para esse campo as universidades. E pensar a atividade tem toda a questão lúdica, mas uma questão lúdica que gera muito emprego e gera muito negócio”, falou.

Durante o evento, serão abordados temas relacionados à aquicultura, como ações para o setor, produção de novas espécies nativas e de espécies marinhas e o impacto da aquicultura ornamental no desenvolvimento territorial.

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O secretário de Aquicultura e Pesca do Mapa, Jorge Seif Júnior, destacou que o setor é muito forte no Brasil

 

Informações à Imprensa[email protected]

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Publicada relação de produtos da agricultura familiar com bônus em agosto

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Açaí – iStock/Mapa

A relação dos produtos do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) com direito ao desconto em agosto nas operações de crédito nas instituições financeiras já está disponível.  A lista com os produtos e os estados contemplados tem validade de 10 de agosto a 9 de setembro deste ano, conforme a Portaria nº 27, da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Os produtos com bônus são: açaí, banana, borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana-de-açúcar, castanha de caju, feijão caupi, maracujá, mel de abelha e raiz de mandioca.

Para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

Os estados que integram a lista deste mês são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e Sergipe.

O recebimento de bônus do PGPAF ocorre quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa.

Para mais informações entre em contato com a equipe técnica pelos endereços eletrônicos: [email protected] ou [email protected].

 

Informações à imprensa
Inez De Podestà
[email protected] 

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O Boletim do Suíno de julho está disponível em nosso site!

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Cepea, 07/08/2020 – Nesta edição, confira:

 

Mercado em julho
Os valores do suíno vivo iniciaram um movimento de recuperação em todas as praças acompanhadas pelo Cepea em julho. As altas nas cotações foram intensificadas pela baixa oferta de animais em peso ideal para abate. Leia mais.

 

Preços e exportações
Após registrar recorde em maio, os embarques de carne suína in natura, atingiram, em julho, o segundo maior volume de toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. No último mês, o Brasil exportou 90,2 mil toneladas de carne suína, apenas 500 toneladas a menos do que em maio. Leia mais.

 

Relação de troca e insumos
Em julho, os preços do suíno vivo atingiram as máximas nominais da série do Cepea em todas as regiões acompanhadas – em algumas praças, os valores também registraram recordes reais. Assim, ao longo do mês, o poder de compra de produtores frente aos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, aumentou. Leia mais.

Carnes concorrentes
Assim como a carne suína, as duas principais substitutas, a bovina e de frango, se valorizaram em julho. No entanto, a forte elevação nos preços do suíno vivo, que tem impulsionado as cotações de todo o setor, fez com que a alta no valor da carcaça suína superasse a das concorrentes. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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