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Witzel diz que manifestante é “maconheiro” após ser chamado de fascista

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Homem careca de terno sorrindo para câmera arrow-options
Marcelo Camargo/ABr

Wilson Witzel comemorou o fato de 37 vidas terem sido salvas na operação

 Durante a solenidade de inauguração do Laranjeiras Presente na manhã desta sexta-feira (6), o governador Wilson Witzel se irritou com a manifestação de um homem em meio à multidão que o chamou de fascista .

“Olha o maconheiro aí falando! Vocês não vão mais ter lugar aqui, não. Aqui vocês não vão mais fumar. Seus maconheiros! Acabou esta brincadeira. Agora vocês vão ter que fumar em outro lugar, não aqui!”, bradou o governador, sendo aplaudido pelos convidados.

Witzel afirmou que quer que usuários de drogas como maconha e cocaína identificados pela polícia sejam condenados a catar lixo na praia. A sugestão foi feita por ele em entrevista à atriz Antonia Fontenelle em 5 de agosto. As declarações surgem após Witzel ter dito que conduziria imediatamente para a delegacia ” quem fuma maconha na praia ou usa qualquer entorpecente ” na última semana. Ele lembrou o artigo 28 da Lei Federal 11.343 para justificar a medida.

Leia também: Governador do Rio, Wilson Witzel diz que quer suceder Bolsonaro na presidência

O texto prevê que quem adquirir, guardar ou transportar substância entorpecentes para consumo pessoal fica a sujeito a penas de advertência, medida educativa de comparecimento a programa ou curso e prestação de serviços à comunidade. A norma não estabelece penas de prisão (ou privação de liberdade) nesses casos.

“Nós estamos trabalhando junto aos juízes para que essa prestação de serviço à comunidade seja catar lixo na areia da praia. Então, será uma atividade muito importante ter lá um apenado que é usuário de substância entorpecente”.

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Nacional

TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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Nacional

Incêndio atinge área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu

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Jaburu
Divulgação/Corpo de Bombeiros do DF

Segundo o Corpo de Bombeiros, chamas estão sob controle.

Um incêndio atingiu a área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu, em Brasília. A instalação é a residência oficial do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. As chamas atingiram o local nesta segunda-feira (28).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo está sob controle no momento. Mais de cinco equipes da corporação estão trabalhando no combate às chamas.

A assessoria do a corporação disse ainda que a área atingida pelas chamas é extensa. Entretanto, ainda não foi possível fazer uma avaliação dos estragos. Ainda não se sabe quais foram as causas do incêndio.

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