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Wilson Santos nega interesse em assumir liderança do governo na ALMT e defende permanência de Dilmar

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Tucano, que já exerceu a função no governo Pedro Taques, também negou que foi convidado para atuar novamente como líder

O deputado Wilson Santos (PSDB), em conversa com jornalistas no Palácio Paiaguás, durante assinatura de termo de cooperação entre o governo do estado e prefeituras para a construção de três mil novas unidades habitacionais em 25 cidades do interior, disse que a decisão do governo federal em condicionar o auxílio aos estados e municípios, por conta da pandemia, ao não aumento salarial dos servidores públicos até dezembro de 2021, é normal. Santos falou ainda dos professores interinos e afirmou que não está pronto para desenvolver, mais uma vez, o papel de líder de governo.

“A condicionante do governo federal é normal.  É uma decisão federal onde as 27 unidades da federação, os 5.570 municípios, vão obedecer”, disse o parlamentar.

Quanto assumir a liderança de governo no Parlamento, caso o deputado Dilmar Dal´Bosco (DEM), entregue o cargo depois da votação da reforma da previdência, Wilson Santos descartou. “Não estou pronto. Essa missão é do nosso líder Dilmar Dal´Bosco, em nenhum momento foi oferecido a mim essa liderança, em nenhum momento eu solicitei essa liderança, é um cargo muito pesado, espero que o deputado Dilmar continue exercendo como vem fazendo, de maneira eficiente e de maneira produtiva não só para o governo, mas para a sociedade”, declarou.

Sobre os professores interinos, Wilson Santos argumenta que o governo abriu a possibilidade do diálogo. “Mais dia menos dia vamos encontrar uma saída. É uma situação grave a dos professores interinos, merece sensibilidade social”, afirmou.

Conforme o parlamentar, os deputados também farão sugestões ao governo. “Nós vamos fazer sugestões também, estou acreditando que conseguiremos dar uma resposta positiva dentro da legalidade. O que nós não podemos é empurrar este ou aquele secretário para um ato de improbidade, que daí tem a perda do cargo, a reparação financeira ao erário, o bloqueio de bens e perda dos direitos políticos”, disse.

Segundo Wilson Santos, esse assunto merece cautela. “Não vamos assinar embaixo um ato de improbidade, mas vamos continuar dialogando com a Casa Civil até encontrarmos um entendimento que possa, nesse momento de pandemia, vir ao encontro das necessidades desses 2.400 professores interinos”.

O tucano sugere um voucher aos professores interinos. “Minha sugestão é que a gente faça um voucher, através da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, e que depois esse dinheiro adiantado possa ser descontado dos professores mês a mês. Mas nesse momento eles precisam desse socorro financeiro”, completou.

 

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Quem conhece o Pinóquio sabe do que ele é capaz. Além de mentiroso ainda é falso e traíra.

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Ulysses Moraes realiza fiscalizações em locais que estão armazenados materiais hospitalares e EPIs

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Foto: Fernanda Elisa Trindade / Assessoria de Gabinete

Na manhã desta quinta-feira (25), o deputado Ulysses Moraes realizou uma fiscalização no Ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá, local onde alguns materiais hospitalares do Estado de Mato Grosso estão armazenados. O parlamentar fiscalizou também outros locais onde se encontram o estoque de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para o combate à Covid-19 no estado.

“Após receber algumas informações, fomos até lá para verificar do que se tratava. E sim é real, esses materiais existem e estão lá armazenados. Precisávamos saber para onde estavam sendo destinados e quando serão seriam entregues”, disse Moraes.

De acordo com a Secretaria de Saúde Estadual (SES-MT), esses equipamentos estão armazenados no ginásio porque foram comprados em grande quantidade. E segundo as informações, são destinados para as unidades hospitalares do estado, na medida em que os gestores realizam o pedido.

“Fomos ainda em outros locais de Cuiabá, onde estão estocados os EPIs e detectamos que alguns materiais estão lá desde abril. Tem desde luvas, macacões, máscaras até respiradores. O local é grande e realmente tem muitos equipamentos de proteção armazenados”, destacou o parlamentar.

Vale ressaltar que após essas fiscalizações, o deputado irá pedir os detalhes sobre o controle desses materiais. Ulysses Moraes quer entender para onde estão sendo distribuídos, quando estão sendo enviados e qual volume exato do que está chegando.

“Precisamos ficar de olhos abertos nisso, porque estou recebendo inúmeras denúncias dos profissionais da saúde de vários municípios sobre a falta de EPIs e materiais hospitalares, sendo que tem muito material estocado”, finalizou o deputado. 

Fonte: ALMT

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Deputados adiam votação da reforma da previdência para a próxima semana

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Um pedido de vista durante sessão extraordinária no início da tarde desta quinta-feira (25), compartilhada por oito deputados, adiou para a próxima segunda-feira (29), a votação do Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, a PEC da Previdência dos servidores públicos de Mato Grosso, e do Projeto de Lei Complementar 06/2020, que trata da previdência complementar. A PEC da previdência dominou as discussões durante toda a sessão. Os deputados querem garantir emendas ao projeto governamental.

Pela manhã, na segunda-feira (29), os deputados estaduais fazem uma sessão extraordinária para votar os vetos em tramitação na Casa de Leis. São 21vetos governamentais que precisam de votação, os vetos 19/2020, 20/2020, 21/2020, 22/2020, 23/2020, 24/2020, 25/2020, 26/2020, 27/2020, 28/2020, 29/2020, 30/2020, 31/2020 32/2020 33/2020 34/2020 35/2020, 36/2020, 37/2020, 38/2020 e 39/2020. À tarde, às 17 horas, sessão extraordinária para votar a PEC e o PLC que tratam da previdência do funcionalismo público estadual.

Depois de suprimir o Grande Expediente e entrar direto na votação da PEC, o deputado estadual Sílvio Fávero (PSL), pediu vista da mensagem governamental que foi concedida de forma compartilhada também para os deputados Valdir Barranco, Lúdio Cabral, João Batista, Dilmar Dal´Bosco, Carlos Avalone, Elizeu Nascimento e Paulo Araújo.

O deputado Valdir Barranco (PT), durante discussão da matéria, disse que a PEC “é cruel com os servidores”. “Entendo que o governador tinha que ter protelado essa decisão por conta da pandemia. Sou contra na sua integralidade, em favor dos servidores públicos, que não aguentam mais ver retirado do lombo todas as conquistas que tiveram até agora”, disse o parlamentar.

A deputada Janaína Riva (MDB), também discutindo a matéria, destacou que “os acordos republicanos que estamos buscando visam trazer menos danos ao servidor público. Não queremos bagunçar a votação, queremos algo viável para o governo e para o servidor. Com a aprovação da alíquota, anteriormente, já aprovamos uma diferenciação para os aposentados e pensionistas. Isso já trouxe um superávit para a previdência”, destacou a parlamentar.

O Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, em votação nesta quinta-feira (25), tem parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), acatando as emendas 16 ,18 e 36. Agora os deputados discutem novas emendas para apresentar na segunda fase de discussão da matéria.  O deputado Lúdio Cabral, em discussão durante a votação, fez questão de destacar que “as regras de transição para todos os servidores precisam ser asseguradas através de um debate justo e transparente. Do contrário, será mais uma apunhalada do governo”, disse o parlamentar.

Fonte: ALMT

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