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Opinião

WILSON FUÁH -Somos o que somos

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Cada dia a vida nos oferece um prêmio e às vezes um castigo, por isso devemos comemorar as conquistas e aprender com as derrotas, como é bom dizer: não tenho nada a aprender hoje, porque o meu dia foi vitorioso.

Mas, nem tudo acontece seguindo pelos caminhos da nossa vontade, por isso, temos que estar preparados para aceitar os resultados das metas planejadas, pois ela vem sempre com a possibilidade de dois resultados, e são eles que nos darão o prazer de estar vivos, por isso não devemos assumir por antecipação os compromissos apenas com exclusividade do êxito, mas também, aceitar as coisas como elas precisam acontecer, só assim você terá os dias aceitáveis, acatando a realidade e as verdades da sua vida, sabendo que nem tudo que esperamos acontece como queremos.

Devemos entender que o que mais nos perturba, não são os fatos e os atores dos fatos, mas sim o julgamento que fazemos deles, temos que entender que em nossas vidas existem fatos que surgem e nos surpreendem, mas que não temos poder de interferir, porque somos surpreendidos o tempo todo, por isso é interessante, que em nosso viver, possamos saber usar as coisas que estão aos nossos alcances, porque muitas outras não estão.

Não devemos esquecer que no mundo em que vivemos está cheio de surpresas e que às vezes nos inspiram e outras vezes nos desanimam pelas etapas da vida, que estão cheias de obstáculos.

O importante é entender a vida como ela, é, deixá-la seguir em frente, por isso, temos que usar os nossos pensamentos e nossos impulsos para decidir pela vontade do “querer ou não querer” de tudo que está a nosso favor, e acima de tudo, saber usar as sequências dos nossos passos em busca dos objetivos propostos, e aproveitando das nossas  experiências que são necessárias e indispensáveis para o entendimento das viradas que a vida dá, e essa vontade de vencer deve estar ancorada em nossas crenças e na fé em Deus.

Devemos estar conscientes que existe uma força suprema e inteligente disposta a nos auxiliar através da fé, e que é infinitamente superior aos nossos medos, dúvidas e inseguranças, pois na verdade somos o que somos, pelo resultados  das nossas obras, do nossos trabalhos  e das ações positivas em busca do crescimento material e espiritual.

Econ. Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

Fale com o Autor: [email protected]    

                                          

    

 

 

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Opinião

LICIO MALHEIRO – O choro é livre

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É, inconcebível, inaceitável, imoral, vergonhoso, patético, sem noção, sem pudor, sem vergonha nenhuma na cara, e mais alguns adjetivos que talvez eu possa ter esquecido, para descrever uma atriz global, mais precisamente, Maria Flor, que, em um dia de fúria;  pelo fato, de terem tirado dela a teta em que mamara durante longos anos de sua vida como atriz, dos quais, a fez viver nababescamente em berço de ouro.

O choro é livre, agora, quando essa menina mimada, vai as redes sociais, e vomita tantos besteiróis, verdadeiros impropérios, usando termos chulos e vergonhosos, tanto, que em sua fala, foram necessários muitos ‘piiiiis’ par cortar os palavrões pesados ditos por ela, como se a mesma estivesse em sua casa.

O motivo do choro, tem como vertente, o corte das verbas públicas, por parte desse tirano e genocida Jair Messias Bolsonaro presidente do Brasil, que cortou da coitadinha Maria Flor sócia da empresa ‘Fina Flor Produtora de Filmes’, que desde 2013 recebia verbas do Ministério da Cultura por meio da Lei 8.685/93, que fornece recursos federais para “fomento à atividade audiovisual”, que até 2018 haviam recebido a bagatela de R$ de 10 milhões.

Coitadinha da atriz global Maria Flor, desde que, esse senhor Jair Messias Bolsonaro, assumiu a presidência do Brasil, cortou essa teta tão gostosa e saborosa dessa menina mimada, que até lambia os lábios, devido à grande quantidade de leite, que jorrava da teta da Lei de incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

Assim que tiraram o pirulito da boca dessa menina mimada Maria Flor, a mesma, teve um “xilique”, movida pelo ódio, pelo pavor de não ter mais coitadinha, o seu caviar, ostras de Coffin Bay, lagostas, sushi entre tantas outras iguarias.

O que Bolsonaro fez, foi um verdadeiro acinte, contra essa coitadinha que só queria manter sua sobrevivência, com um mínimo de dinheiro necessário.

Diante dessa tortura, psicológica, financeira, estrutural cometida por esse tirano Bolsonaro, ao cortar essas benesses dessa coitadinha, a mesma como forma de vingança, foi às redes sociais e desabafou contra esse presidente genocida, que quase tirou sua vida cortando as tetas provenientes da Lei Rouanet.

Coitada, com toda razão ela teria que esbravejar, cortaram milhões de reais  dela, inconformada, ela desabafa dizendo “O que eu não consigo entender por que a Dilma, sofreu impeachment, pedaladas fiscais,  o que, no meu c…., na minha b……, são pedaladas fiscais, o Bolsonaro, está no poder há 2 anos, 1 ano e pouco, 18 meses, 17 meses, não sabendo, matemática cadê você, ……………………………., o Rodrigo Maia, não sabe se vai pedir o impeachment,………….. …………………, estamos com militares  em pleno século XXI, cheio de militares homens velhos, brancos escrotos, que não vê o outro, que deixa gente morrer, isso aqui é a zona do c……….., que o Bolsonaro faz com o nosso país……………………”, na verdade, a fala dessa atriz, consiste em um verdadeiro discurso de ódio, o mesmo é publicado, sem sofrer nenhuma represália ou punição, por parte dos poderes constituídos.

Quem ouviu na integra, esse vídeo macabro, percebeu nessa menina não apenas descontrole emocional, como intelectual, moral e por aí vai. Pelas palavras chulas proferidas por ela, denota claramente se tratar de uma atriz, com viés mais voltado à pornochanchada, por esta fala em um veículo de mídia conceituado como o Instagram, é lamentável que esses veículos de comunicação aceitem e publiquem, tantos besteiróis ditos por essa atriz inconformada.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

 

 

 

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ALBERTO SCALOPPE – A triste retrospectiva ambiental de 2020

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O ano de 2020 ficará marcado pelo esvaziamento dos compromissos do Brasil para a preservação e conservação do que é o fundamental para a vida humana no mundo. O meio ambiente que conhecemos e que sustenta a nossa existência.

O presidente da República esvaziou o Conselho da Amazônia retirando-o do Ministério do Meio Ambiente, afastando as representações da sociedade que garantiam a participação democrática. Também enfraqueceu as articulações interministeriais do Ibama e Funai com representantes da sociedade civil, entre eles povos indígenas, quilombolas, pescadores e comunidades tradicionais, que estão inseridos na realidade da região. Além disso, desdenhou dos incentivos internacionais para o Fundo Amazônia para a preservação e combate ao desmatamento e militarizou o conselho que, em seguida, nada ou pouco fez para combater as queimadas criminosas que avançaram sobre a Amazônia legal.

A política de desmatamento do governo federal, capitaneada pelo presidente Bolsonaro, praticada pela subserviência do Ministério do Meio Ambiente, utilizando-se oportunisticamente da pandemia para “passar a boiada”, desconstruir o ordenamento jurídico ambiental, legitimar o avanço do desmatamento com posturas de ausências e outras de natureza simbólica.

As agressões ambientais trouxeram insegurança às relações internacionais, prejudicando compromissos com o Mercosul e com a União Europeia. Dessa forma, colocou em risco a entrada de investimentos, inclusive em momento de crise econômica. Não são poucos os pronunciamentos de governos, certificadores e compradores.

Neste cenário, o Pantanal, a maior planície alagada do mundo, sofreu a perda de 40% do bioma com as queimadas (ICV/INPE), colapsando o equilíbrio da biodiversidade e das populações tradicionais, muito ocasionado pelas posturas governamentais de proteção e atraso na resposta. A incursão do titular do Ministério do Meio Ambiente na destruição do arcabouço de normas ambientais reflete o alinhamento do governo aos interesses de poucos, daqueles que concentram o poder econômico, que objetivam essencial e friamente o lucro e não o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e conservação do meio ambiente.

No entanto, a política de poucos para poucos não prosperará e cada vez mais a sociedade cobrará equilíbrio sócio econômico ambiental do setor privado. E esperamos que este siga as suas lideranças mais conscientes. A Confederação Nacional das Indústrias encomendou uma pesquisa na qual 77% das pessoas entrevistadas manifestaram a preocupação com a necessidade de aumentar as áreas de conservação. E para 93% dos entrevistados, preservar a Amazônia é essencial à economia.

Em sintonia com os interesses difusos e coletivos, o judiciário vem pouco a pouco admitindo e assegurando os pleitos de proteção ao meio ambiente. A gestão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciada em 2020, definiu como prioridade para os próximos dois anos a proteção aos direitos humanos e ao meio ambiente.

Verificando que o Poder Judiciário recebeu mais de 24 mil casos de danos ambientais, 16 mil crimes contra a flora, mais de 11 mil ações civis públicas em relação a 8 mil crimes ambientais, o CNJ instituiu o Observatório do Meio Ambiente para alinhar o debate jurídico ambiental e fortalecer a garantia aos direitos difusos e coletivos.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso possui um dos maiores contingentes de ações ambientais, com mais de 13 mil processos, atrás apenas do Tribunal de Justiça do Pará. Os dados apresentados pelo CNJ identificam o aumento crescente de demandas ambientais após a edição do Código Florestal e, exponencialmente, nos últimos 4 anos, com média de 2 mil ações anuais por danos ambientais.

Estar na vanguarda do desenvolvimento é ser sustentável. É preciso estar em conformidade com as normas ambientais e gerar crescimento econômico respeitando a resiliência da natureza.

Depois de tantas ações negativas em 2020, esperamos que a proteção ambiental seja a tônica para este novo ano, desafiando a sociedade a pensar mais no coletivo, nos bens imateriais, na responsabilidade socioambiental e nas perspectivas sustentáveis de vida.

*Alberto Scaloppe é advogado

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