conecte-se conosco


Opinião

WILSON FUÁH – O segredo sagrado das atitudes

Publicado

Na verdade o mundo real é este em que vivemos e não adianta fazermos projeções fantasiosas. Devemos sim lapidar a pedra bruta que somos nós mesmos, não basta olhar para os nossos umbigos, mas sim, procurar cada vez mais,  tornar um cidadão livre e combatendo incessantemente as injustiças e  as maldades que existe ao nosso redor.

Não somos obrigados a seguir por caminhos que não conhecemos, a opção é nossa, por isso,  temos a possibilidade de decidir sempre pela aproximação, desarmando o coração e facilitando os relacionamentos, pois todos nós somos assim, mais ou menos iguais. Todos nós estamos por aqui em busca de objetivos aproximadamente idênticos, por isso, devemos alimentar os nossos cotidianos com fortes emoções do bem e do amor.

Viver é não só surpreender-se, mas também emocionar-se sempre com as conquistas e as  experiências sequenciais da vida. O importante é  entender que Deus nos dá uma vida, para sermos colecionadores de amor, e por isso, devemos exercitar o poder do “bem-que-querer”, e entender o “segredo e sagrado das nossas atitudes ” que está baseada na crença e na fé, pois sem fé, podemos troçar até em nossas próprias sombras e ao cair ficar olhando de baixo para cima, pois o tesouro que procuramos não esta no chão, mas lá nas alturas.

No exercício de viver o nosso dia-a-dia, as vezes somos alunos e outras vezes somos mestres, por isso, devemos deixar para os outros companheiros de viagem,  as nossas lições e exemplos de vida, mas, acima de tudo sermos admirados pelas nossas obras, sinta que os nossos sucessos veem dos nossos esforços e trarão benefícios advindos do nosso trabalho, saiba que as suas mãos e as  suas ações poderão a lhe ajudar a ser admirado ou execrado, mas o importante é passar as boas imagens e os bons exemplos, para ser imitado pelos outros.

Devemos entender que  os nossos “bens feitos”, sempre estão carregados de  demonstração da nossa  honradez e dos nossos bons propósitos de vida, seja um repassador de exemplos de conquistas e realizações, ensine e oriente as pessoas, desenvolver o poder de ser um grande espelho norteador, indicando  o que há de melhor da sua existência e repassando o máximo de indicativo para mostrar os melhores caminhos para as pessoas que depende de ti, semeie semente de esperança pela estrada que passar e entenderá o proposito de estar por aqui, e só assim, entenderá que a felicidade não está somente nas coisas, mas sim nas pessoas que fazem da aproximação uma troca de sentimentos  e de amor natural durante os ciclos de vida, então tá.

Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas. Fale com o Autor: [email protected]    

 

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Opinião

LUIZ CARLOS AMORIM – O dia do livro é todo dia

Publicado

O livro é uma das coisas mais importantes de sempre  e que precisamos comemorar e divulgar todos os dias. 29 de outubro é o Dia Nacional do Livro, este objeto mágico que pode trazer no seu interior um mundo de conhecimento, de fantasia, de imaginação. O guardião da história da humanidade, o registro de tudo o quanto o ser humano já fez neste mundão de Deus. O receptáculo de toda a inteligência do homem, até das teorias do que poderá vir a ser o futuro.
É bem verdade que não é tão popular quanto deveria, pelo menos no Brasil, pois ainda é caro para uma grande parcela do nosso povo, mas para quem gosta de ler há alternativas como as bibliotecas municipais, escolares, de clubes e associações, os sebos, etc. Neste ano de pandemia, quando foi preciso primar pelo isolamento social para prevenir a proliferação descontrolada da covid 19, a leitura foi e é uma das artes que nos ajuda a enfrentar tempos tão difíceis. Vendeu-se mais livros, notadamente pela internet, portanto estamos lendo mais. Pelo menos uma coisa boa resulta dessa tragédia mundial: passamos a ler um pouquinho mais.
E o avanço da tecnologia digital, o e-book, ou livro eletrônico, e os leitores eletrônicos – e-readers – ajudaram neste ano tão difícil, pois houve período em que tudo ficou fechado por meses, até as livrarias. A compra virtual foi uma opção valiosa. Vivemos, na verdade, uma revolução cultural. Há uma pequena legião de adeptos do livro electrônico, no mundo inteiro, embora o livro impresso continue firme na preferência de muitos. Até os mais ferrenhos defensores do livro impresso acabam se rendendo ao e-book, ao livro virtual, pois o trabalho acaba nos impondo o seu uso e acabamos aprendendo a usar os novos recursos. Sou revisor e editor, então acabei me acostumando a ler textos na tela do computador ou do tablet.
De qualquer maneira, o livro impresso, de papel, o tradicional livro como o conhecemos até agora continuará por muito tempo ainda. E por mais que ele mude, ainda continuará a se chamar livro e o objetivo de perenizar e divulgar a cultura e o conhecimento será o mesmo. Certeza é que o livro de papel pode conviver harmoniosamente com o livro eletrônico e vice-versa.
Com a tecnologia da informática a serviço da leitura, a tendência natural é que o hábito de ler se intensifique, pois além de muita obra disponibilizada em e-book na internet, de forma gratuita, além do livro tradicional e do livro digital, temos ainda o áudiolivro, que possibilita que os deficientes visuais sejam, também, consumidores de literatura. Aliás, o áudio é uma tendência em ascensão, há plataformas que disponibilizam programas de televisão, noticiários e toda uma gama de opções para se ouvir e a demanda é boa. Então ouvir livros já é uma realidade, não só para os deficientes visuais. Podemos “ouvir” livros enquanto dirigimos, enquanto caminhamos, corremos, fazemos exercícios físicos, etc.
Então talvez devamos comemorar tanta tecnologia a serviço da leitura, mesmo considerando que o livro físico, aquele que podemos folhear, rabiscar e ler sem dependência de nenhuma fonte de energia, a não ser a luz, que pode ser natural, e a vontade de ler, não será extinto. Ao contrário, ele continuará firme, mesmo com todas as outras formas de leitura que existem ou que porventura poderão vir a existir.
De maneira que rendo minha homenagem a esse objeto tão importante para o progresso das civilizações em todo o mundo. Vida longa para o livro, como quer que seja concebido.

Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor

Continue lendo

Opinião

FERNANDA TRINDADE – Cada pessoa que passa pela nossa vida tem uma razão

Publicado

Já parou para pensar quantas pessoas já passaram pela sua vida? Pessoas, quero aqui ressaltar, são aquelas que importam de verdade, como membros da família, amores, amizades, até mesmo colegas e conhecidos, mas que hoje, não estão mais na sua vida. As pessoas simplesmente passam pelo nosso caminho e o processo de entender isso é o que me intriga. Cada um tem um tempo na nossa vida e ninguém entra sem uma razão.

Admito que tenho dificuldades em entender porque tantas pessoas entram e saem das nossas vidas o tempo todo. Mas, hoje essa compreensão parece estar melhorando. Isso, porque entendi que nada na vida acontece por acaso, quem entra e quem sai do nosso convívio, sempre tem algo a nos ensinar, resta a nós entendermos o que é, e evoluirmos durante esse processo.

Uma vez, li uma frase que dizia mais ou menos assim: “algumas pessoas nunca nos deixam, nunca vão embora completamente, ainda que não estejam por perto. A sua essência fica, levam um pouco de nós e deixam um pouco de si”. Foi então que comecei a entender que todos nós temos um prazo de validade na vida de alguém.

E o melhor dessa viagem, chamada vida, é o que encontraremos nas estações futuras, ou seja, um mistério. Mas, são essas estações que passamos ou estamos passando que vão nos construindo emocionalmente.

Acho muito maluca essa reflexão, pode ser que para alguns seja algo muito simples, mas já parou para pensar que para outros é algo curioso. As pessoas somente passam pelas nossas vidas, até porque como diz Ana Vilela “a vida é trem bala e a gente é só passageiro prestes a partir”.  Da mesma forma que as pessoas passam pela minha vida, eu também passo pela vida das pessoas.

Muitos têm dificuldade de entender quando é o tempo de ir, de ficar, de voltar ou de partir. Esse discernimento só vem com o tempo e amadurecimento, porque isso envolve decisões íntimas de cada um. E está muito conectado a momentos, a aproveitar a vida de verdade, em sua plenitude.

Uma amiga que você tem contato direto na infância e adolescência, mas de repente ela muda de cidade e você perde a proximidade. Isso acontece com amigos da escola, colegas de profissão e muito mais.

O rito da morte, por exemplo, segue essa mesma lógica, de que as pessoas passam pelas nossas vidas. Em um dia está com ela e no outro acabou, não irá mais vê-la como no dia anterior.

O mesmo segue para relacionamentos amorosos. Existem pessoas que passam pelas nossas vidas por um tempo determinado, porém, depois de um período não faz mais sentido continuar com ela em nosso convívio. E isso, ao contrário do que pregam, não é um ato egoísta, e sim, um ato de amor. Um amor nutrido pelo sentimento de liberdade. Muitas vezes, a maior prova de amor que podemos dar a uma pessoa é não conviver mais com ela. E esse é um dos atos mais lindos e que admiro muito. Deixar o outro ir, é a maior prova de Amor. Há pessoas que amo profundamente e que nunca mais terão contato direto comigo no dia a dia, mas isso não reduz o amor, na realidade o frutifica. Sua ausência pode até doer, mas insistir na sua presença dói muito mais.

Agora, quando falo que isso me intriga, é porque ainda não consigo entender por completo o sentido dessas passagens. Você consegue? Quando olho para trás e vejo o quanto de pessoas que amo, gostava ou simplesmente admirava já passaram pela minha vida e que hoje não estão mais aqui, sinto um aperto no coração.

Mas perceba, isso tudo é um processo de transformação da vida, um processo de mudança, são momentos e faz parte da nossa construção enquanto ser humano. Através de toda essa turbulência, perceba que os fins são essenciais para nossa transformação e crescimento emocional.

E entenda, não levamos mágoa, frustração, nem o sentimento de decepção, mas sim o aprendizado de que a vida é curta demais para desperdiçarmos um segundo. De todas essas passagens levo apenas uma Gratidão Imensa. Ninguém passa na nossa vida por acaso, todos têm um motivo. E se você ainda não entendeu o motivo, é porque não chegou o momento.

Mais uma vez, não trago respostas, verdades ou certezas, mas sim compartilho reflexões.

Fernanda Trindade é jornalista em Cuiabá[email protected]

 

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana