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Opinião

WILSON FUÁH -É hora de repensar tudo

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Quem ama de graça torna-se forte interiormente, pois ao entender que sobre cada ação errada ou acertada, amadurecemos afetivamente, aprendemos pouco a pouco a não abalar com as decepções, pois no dia-a-dia somos obrigados a desenvolve a habilidade de desejar mais amar que ser amado, mas muito só querem a segunda opção.

Aqueles que estão escravizados pela pressão de ser o melhor ou ser vencedor até quando não há competições, talvez o sejam porque ainda não entendeu que o verniz do brilho social não existe e serve apenas para camuflar a realidade, ou ainda não perceberam que as decepções amorosas ou financeiras estão ai para serem vividas e enfrentadas, é só usar o poder optativo que rompe os cárceres intelectuais e deixar de lado o abuso da visão preconceituosa de si mesmo. Somente uma mente humilde é capaz de gerar e receber a tolerância e a solidariedade.

Por onde andar, com certeza encontrará a possibilidade exercitar o momento prático das cooperações mútuas para minimizar as angústias dos outros e fortalecer as suas decisões, com a transfusão de amor ao próximo.

O isolamento por opção pode produzir a mais grave crise existencial da história individual da humanidade. A solidão só não estanca a união social, e para aqueles que já entenderam que a vida resume de decisões psicológicas participativas e que clama pela continuidade da própria existência coletiva.

Por toda parte desta cidade existem prisioneiros do mundo aleatório, vivem atrás de circunstancias e pactos sociais, porque se esquecem de que não existem portas fechas para aqueles que fazem a terapia em grupo em forma da caridade pura. Doar é o melhor remédio para atravessar a fronteira da imaginação espiritual, e por outro lado, ao acumular as ações no mundo das subtrações, constituirá em ponto para negativos para desenvolver a sua própria evolução.

Não deixe que o minuto inútil o transforme em referência ilusória, porque somente obedecendo à magia da vida e alimentando o espírito com orações verdadeiras, fortalecerá a ama e ressuscitará para sempre a sua esperança. Não se desespere e procure ajuda, pois sempre haverá alguém a lhe estender as mãos.

Muitos não colocam em prática o sentido real da caridade e mesmo que em seu caminhar encontre mãos pedintes e olhares tristes em busca de auxílios fingem que não veem e por isso jamais serão recompensados.

No momento em que uma pessoa consegue sair do estado de tristeza e comece a restabelecer a alegria de viver, é porque Deus lhe estendeu as mãos; e nesse momento que se perpetua a junção da iluminação da alma e a paz interior para entender o verdadeiro sentido da vida.

Seja qual for à causa ou a dependência pessoal, não será curada somente com ajuda daquilo que está dentro das caixinhas de “tarja preta”, porque para livrar-se da tristeza da alma, além da sua vontade própria, terá que buscar o auxílio divino, pois é através “dEle” que encontrará o caminho da paz e da luz.

Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

Fale com o Autor: [email protected]    

 

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Opinião

ANTÔNIO VALÉRIO – Cuidado! O Leão está de olho e você pode ter que devolver o Auxílio

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Durante o período da pandemia, milhões de trabalhadores estão sobrevivendo graças ao auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal. Sem dúvida, uma ajuda de extrema importância para quem realmente precisa. No entanto, nessa multidão, existem os oportunistas, aqueles que se aproveitam das brechas para tirar um ‘extra’. De olho nessa situação, o Governo decidiu mudar regras do auxílio e, em alguns casos, vai exigir a devolução do benefício via Declaração de Imposto de Renda no Exercício 2021 Ano-calendário 2020.

Fiquem atentos!

Com a edição da Lei 13.998 de 14 de maio de 2020, o Governo alterou normas no auxílio emergencial instituído pela Lei nº 13.982, de 02 de abril de 2020 em seu Art. 2º Letra C § 2-B. Dentre outros aspectos, destacamos a possível obrigação de alguns contribuintes terem que devolver o benefício, inclusive com a obrigação de apresentar a Declaração Anual de Ajuste exercício 2021 ano-calendário 2020.

Isso porque de acordo com o § 2º B da Lei 13.982, de 02 de abril de 2020, “O beneficiário do auxílio emergencial que receba, no ano-calendário de 2020, outros rendimentos tributáveis em valor superior ao valor da primeira faixa da tabela progressiva anual do Imposto de Renda Pessoa Física fica obrigado a apresentar a Declaração de Ajuste Anual relativa ao exercício de 2021 e deverá acrescentar ao imposto devido o valor do referido auxílio recebido por ele ou por seus dependentes”.

Atualmente, a faixa de limite de isenção anual é de R$ 22.847,76. Primeira Faixa da Tabela de IR-2020 Anual Vr 22.847,76

Ou seja, os contribuintes que receberem auxílio emergencial e ainda obtiverem outros rendimentos tributáveis cuja soma for superior ao limite de isenção “22.847,76”, está sujeito à aplicação da regra para devolução do auxílio.

Lembrando ainda que a omissão dessas informações de rendimentos, assim como a falta de apresentação da declaração, além de estar sujeito à multa de ofício, caracteriza crime contra ordem tributária “CTN”.

Então, em alguns casos, o benefício não é de graça e terá caraterística de um empréstimo sem cobrança de juros ou correção. “De pai para filho”

Fontes: Lei 13.998 de 14 de maio de 2020 e Lei nº 13.982, de 02 de abril de 2020.

Professor Antonio Valério R. Ferreira é Contador e Especialista na Área Tributária (CRC-MT 4.108/0-5)

 

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Opinião

FAISSAL CALIL – 5 de junho: 48º ano da Conferência de Estocolmo

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Em 1972, foi realizada a Conferência de Estocolmo com o objetivo de conscientizar a sociedade a melhorar a relação com o meio ambiente e assim atender as necessidades da população presente sem comprometer as gerações futuras.

Estamos no meio da Semana do Meio Ambiente e não encontro ação pública visando promover a preservação e convívio sustentável com a natureza. Entretanto, enxergo disponibilidade de recursos a ser utilizada em favor da conscientização da população.

Em meio da escassez , há que se aproveitar recursos de forma pragmática, onde incluo a verba de propaganda e publicidade de todos os poderes no objetivo da Educação Ambiental. Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Assim sendo, venho propor um aproveitamento de parte dessa verba não só em ações de conscientização da população, mas, também, inclusão de matéria nos bancos escolares. Nossa geração foi taxada como “o homem sendo o suicídio da natureza”. Não podemos permitir que nossos filhos perpetuem tal crime.

Convicto de que a publicidade para exaltar  nossas personalidades corre na contra mão dos reais benefícios que podemos legar ao povo, venho propor o esforço conjunto da sociedade, destacando os detentores de poder e formadores de opinião e lembrando JFK: “O laço essencial que nos une é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos. E todos somos mortais.”.

Faissal Calil é deputado estadual

 

 

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