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Opinião

WILSON FUÁH – As infinitas opções

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Como é bom viver sob a leveza de poder comemorar as pequenas vitórias e  falar das coisas boas que estão a acontecer em sua vida, elas serão fatores de incentivos àqueles que estão ao nosso lado, pois o mundo está carente de alegria e de pessoas otimistas.

O importante é saber que cada dia tem a sua história, o que você é hoje, será sempre diferente do que você será amanhã, por isso não devemos ficar estagnados, deixando que apenas uma questão permaneça a nos machucar por muito tempo e por valores tão pequenos.

Que bom poder mudar a cada amanhecer, e sentir-se livre para escolher as opções que a vida nos oferece. Tem pessoa que leva a vida muito a sério e não faz nada para quebrar essa rigidez, esquecendo que nos pequenos prazeres ou nas pequenas coisas é que realmente conseguimos grandes estímulos, por isso, devemos ir atrás dos nossos sonhos, principalmente daqueles que estão guardados a quatros chaves, não tenha medo de seguir em frente, pois tudo que conquistar ou perde, são atitudes que podem ser julgadas por alguém.

A felicidade é um estado transitório, e por isso, qualquer realização mesmos que pequena, é bem melhor do que qualquer privação de não querer realizá-la, por medo ou por achar que um simples prazer não valha a pena, pois é nesse estágio que pode está o grande poder de interrupção dos nossos grandes estímulos. Tenha certeza que em cada novo amanhecer será bem recebido na possibilidade de um novo recomeçar ou apenas continuar a nossa história de vida.
Com efeito, cada palavra que propagamos, não é apenas uma simples forma de expressão, pois tudo que dizemos, produz uma tendência particularizada em toda extensão onde ela é ouvida. Mas essa particularidade tem a tendência de manifestar-se em nossa própria mente e em nossa alma, e essa nossa vontade manifestada passa a fazer parte do nosso plano do desejo, e envolve a formação do nosso caráter, influenciando também em todas as nossas faculdades mentais, é bom saber, que todos esses fatores externos e internos, produzirão efeitos materiais positivos que ajudarão muito a chegar onde queremos, o importante é confiar em todas as possibilidades de mudanças.

Os vencedores ao propagarem as suas vitórias,  estão colocando energia positiva no ar, e estas, trarão novas possibilidades para que novas vidas vitoriosas estejam entre nós, pois a inveja só nos atinge, quando damos valor aos conselheiros derrotados ou quando fazemos das críticas destrutivas um espelho para guiar os nossos desejos futuros.

Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

Fale com o Autor: [email protected]    

 

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Opinião

LEONARDO CAMPOS – Uma Ordem a serviço da advocacia e da sociedade

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O futuro mudou. Da noite para o dia, muito daquilo que entendíamos como normal deixou de existir. E, mais uma vez, a OAB-MT assumiu seu papel de vanguarda na sociedade, sem deixar em nenhum segundo de exercer sua função primordial, a defesa intransigente do exercício da advocacia e da Constituição Federal. E é no caput do artigo 5º da nossa carta magna, que trata dos direitos individuais, que encontramos nosso norte, o do direito à vida.

Desde que a pandemia da Covid-19 mudou por completo nosso cotidiano, temos buscado assegurar que os reflexos deste terrível mal não impedissem o livre exercício da advocacia e que nenhum cidadão fosse deixado para trás pelo Poder Público. Em poucos, mas duros meses, foram mais de 70 ações desencadeadas que, com toda a certeza, minimizaram os efeitos perversos da doença para milhares de pessoas.

Os advogados e advogadas puderam sentir que não estavam sozinhos nesta batalha. A OAB-MT se empenhou ao máximo para atender todas as necessidades que os novos tempos, que o novo normal, trouxeram para nossas vidas. Asseguramos o reconhecimento público da essencialidade do nosso serviço, fizemos uma interlocução direta com os tribunais, de forma a assegurar a prestação jurisdicional, cobramos a efetividade do cumprimento dos mandados judiciais e a abertura gradual dos fóruns de Mato Grosso.

Além disso, fizemos uma campanha de vacinação para os profissionais contra o H1N1, distribuímos kits com álcool em gel e máscaras de proteção, artigos essenciais nos dias de hoje, reforçamos nossos canais de atendimento online, lançamos cursos gratuitos, ofertamos auxílio psicológico e os auxílios CAA+Assistência e CAA+União.

Nosso trabalho não se cingiu apenas à advocacia. Como em todos os principais capítulos da história do nosso país, a OAB-MT se fez presente, como fio condutor, como interlocutor da população com a administração pública, cobrando resultados, apontando caminhos, participando ativamente da busca pelo cumprimento dos direitos individuais e sociais de cada cidadão, como a saúde, o trabalho e a proteção.

Em agosto, comemoramos o mês da advocacia. Mesmo diante deste cenário, não poderíamos deixar de homenagear os homens e mulheres que todos os dias, por meio do seu trabalho, asseguram a continuidade do nosso estado democrático de direito. A advocacia é indispensável para nosso funcionamento enquanto país e nenhuma pandemia mudará isso. Seguiremos juntos nesta batalha.

E essa parceria vai assegurar que os advogados e advogadas sigam sua missão. Que continuem a atuar com a mesma galhardia na defesa de cada cidadão. Que sigam nas trincheiras, lutando pelas garantias constitucionais de cada pessoa, na linha de frente da batalha por uma sociedade mais justa e fraterna.

Não podemos nos esquecer em nenhum momento das milhares de vidas perdidas para esta doença tão nefasta. Que cada pessoa que perdeu um amigo, um ente querido saiba que a OAB em nome de toda a advocacia se solidariza por estas mortes, em especial aos advogados e advogadas que infelizmente se foram, vítimas deste vírus que em breve iremos derrotar.

Quando tudo isso passar, tenho a convicção de que o espaço que a história destinará à Ordem dos Advogados do Brasil e à advocacia como um todo de quem não fugiu de suas responsabilidades, que não se furtou em defender cada uma das prerrogativas da advocacia e que, seguindo a Constituição, lutou incansavelmente na defesa da vida de cada cidadão.

Parabéns, guerreiros e guerreiras. Seguiremos juntos nesta jornada!

*Leonardo Campos, presidente da OAB-MT

 

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Opinião

LUIZ CARLOS AMORIM – Pai todos os dias

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Mais um Dia dos Pais se aproximando e isso deixa mais vivo na memória que minha filharada está tão longe, que a casa está vazia e isso dá uma saudade danada. Fernanda mora em Nice, na França, embora esta semana esteja na Grécia. Estivemos morando em Lisboa, este ano, mas não pudemos visitar Fernanda, tão perto, em decorrência da pandemia do coronavírus. Daniela está em Lisboa e ela e Pierre também viajam bastante, mas não podem viajar este ano, para vir ao Brasil e trazer o nosso neto Rio, pelo mesmo motivo que não pudemos visitar a filhota que mora na França: a pandemia de covid 19. Mataria dois coelhos com uma só cajadada: poderia ter a filhota aqui e o neto também.

No ano passado também moramos em Lisboa, por sete meses, eu e Stela, para ficar perto do neto recém-nascido e Fernanda esteve lá, para visitar a todos nós e paparicar o sobrinho e afilhado, que ela é a Dinda.

A filharada faz muita falta, não só nesta época. E o Dia dos Pais não só aumenta a saudade, mas me faz pensar no privilégio de ser pai. É interessante que até algum tempo atrás, quando era um pouco mais jovem, eu achava que era um ótimo pai. Mas o tempo foi passando, a gente começa a ver tudo com mais clareza e comecei a tomar consciência de que não fui aquilo tudo como pai das minhas filhotas.

Queria ter ficado mais tempo com elas, queria ter vivido mais a infância delas, queria ter aprendido mais com Fernanda e com Daniela, queria ter trabalhado menos e vivido mais a adolescência delas. Queria ter aprendido com elas a dar mais carinho, a expressar melhor os sentimentos, queria ter sido mais pai. Queria não ter ficado longe delas por dois anos, por causa do trabalho, vendo a família só no fim de semana. Isso faz falta, muita, e a vida não vai me devolver nem um dia.

Sei que fizemos alguma coisa certa, eu e Stela, pois nossas meninas são pessoas educadas, inteligentes e capazes, assim como solidárias e carismáticas. Mas sei também que eu poderia ter sido um pai melhor.

Então, o grande presente que tenho, sempre, em qualquer dia, até no Dia dos Pais, é ter sido pai de pessoas de almas e corações tão grandes e abençoados. O tempo de vê-las crescer foi o tempo mais feliz da minha vida. Agora tenho a abençoada oportunidade de ter o meu neto. Presentes incomensuráveis que os filhos podem nos dar.E neste Dia dos Pais e em todos os outros dias eu agradeço por isso.

PS.: Já passou tanto tempo, mais de trinta anos, mas ainda não consigo escrever sobre a perda de nossa pequena Vanessa, que se foi muito rápido, no dia seguinte ao de sua chegada. Ainda dói muito.

Luiz Carlos Amorim – Editor de conteúdo do portal do Grupo Literário A ILHA

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