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Opinião

WILSON FUÁH – A tristeza da alma

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Entristece a todos nós ao receber uma notícia sobre a morte de mais uma pessoa que desistiu da vida, e pela forma mais drástica que é o suicídio.
Todos nós durante a nossa vida, vamos acumulando pensamentos e sentimentos em nossas mentes que nos trazem alegrias e tristezas, em função das situações de vulnerabilidades, e essa nossa vulnerabilidade pode nos levar muitas vezes a perder forças, e não ter coragem para enfrentar os dessabores na vida, e deixar de ter persistência em nossos ideais, e as vezes o golpe duros produzidos pelos sentimentos negativos, pode levar uma pessoa a dar o salto para o fim da vida.
Muitas vezes nos achamos sós em relação aos pactos sócias e em relação a nós mesmos, e são nesses momentos, que as situações diversas fazem com que as pessoas passem a buscar uma fuga, e tentar isolar-se, passa viver de pensamentos fixos de que desparecer, fugir, partir para o fim e desistir de continuar vivendo, e decide para o drástico fim da vida.
Mas, é nessa hora que devemos estar ligados a luz divina, com auxílio das orações e atividades religiosas, pois somos partícula dela, a bendita criação de Deus, e através da fé, de repente como num toque de mágica, essa aproximação com as preces pode acalmar as coisas tristes e os desesperos que em certos momentos passamos e até parecem que não tem uma  saída, mas é nesse momento que temos que segurar na mão de Deus,  querendo ou não, é a presença Dele – que é o grande criador e protetor das nossas vidas, e que é maior garantia para superar a tristeza da alma.
Sempre haverá passagem difícil nos nossas rotinas, mas devemos ter coragem para enfrentar e ter criatividade para dar novos rumos pela vida, descobrir novas forças e integrar no convívio  pessoal e profissional, e deve estar preparados para receber as pancadas da vida e abrir o coração para distribuir e receber amor, que são ações necessárias a serem usadas e que estão dentro de nós mesmos.

É importantíssimo nesses momentos, não usar a solidão como refúgio,  basta estarmos livre para sabermos escutar, sentir e entender sabiamente, que viver é um presente diário dado por Deus, mas que só descobrimos quando o desembrulhamos, e a partir daí, passamos a saber  lidar com as suas surpresas que é inerente da vida.
Essa ausência de vida e do vazio nos sentimentos de amar, vira um superdimensionamento em relação aos transtornos que vida nos prega, são coisas difíceis de resolver e que nos deixam tristes, mas temos sempre que lembrar que muito, mais além das coisas ruins, existem coisas muito superiores que podem com certeza,  nos fazer muito feliz, no entanto, Deus na sua infinita bondade, nos mostra que somos valentes para continuar vivendo, enchendo-nos de esperança, força, coragem e sabedoria para continuarmos amando a vida de maneira sublime e não, simplesmente existindo, existindo por existir.
Nesses momentos de ausência de tudo, (material e espiritual), é o momento onde mais que nuca, onde devemos decidir pela ajuda da família, e em seguida buscar ajuda de profissionais especialistas na áreas de psicoterapia ou na busca religiosa amparada pelas forças da fé em Deus, talvez a religião seja o nosso maior refúgio, o importante é não viver de fugas ou isolamento, porque sempre haverá alguém para dar uma palavra amiga e uma mão amiga disposta a lhe amparar .
Sempre tem uma saída para tudo, mas o importante é não desistir nunca da vida, pois somos infinitamente superiores aos nossos problemas, e por isso, temos que nos colocar acima das coisas materiais e não desistir nunca de nós mesmo, amar a vida sempre é o melhor caminho, pratique caridade, pois esta é uma via de mão dupla, e a ajuda que dá, retornará em dobro, e essas ações participativas, com certeza  colocará  um fim na sua tristeza.

Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

Fale com o Autor: [email protected]    

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WILSON FUÁH – Choque de realidade

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A vida nos dá milhares de opções, mas se você passa por muitos sofrimentos, é um sinal que você está optando por muitos caminhos errados ou decisões erradas.
Somos parte de um todo, e por isso somos contagiados por vícios sociais. Vivemos a “era da depressão”, porque muitas pessoas optam pela solidão e esse estado de vazio, e com a desvalorização pessoal, com sequências de insucessos poderá levar a frustrações, e ao decidir por recursos materiais, em forma de alegrias artificiais (drogas lícitas e ilícitas) leva a ser alimentado por satisfação momentânea, mas ao ter um choque de realidade, esta  a faz com que  aumente a “onda” de insatisfação pessoal momentânea.
É muito importante entender que ao passar por “coitadinho”,  leva  a  acreditar que tudo esta errado, gerando a  insatisfação com o mundo, o que  fatalmente levará socializar o seu insucesso, na tentava  de responsabilizar aos  outros, projetando toda sua culpa as pessoas próximas ou situações recentes, o que acaba gerando a falsa ideia de que tudo esta errado e deve ser mudado: mudar de casa, mudar de amizade, mudar de relacionamento transformando o parceiro em  ex-amor ou ex-amigos, e algumas pessoas,  até de mudam de profissão  ou atividade profissional. Mas, essas mudanças não planejadas,  levará a viver uma vida de risco e achando que saltar no escuro é um ato de coragem e não de desespero.
Ao distanciar de você mesmo, a sua vida passa por inconstâncias nada agradáveis, até que assuma a realidade com inteligência e coragem, verá que ao dar o primeiro passo rumo aos objetivos possíveis, os sentimentos acanhados desaparecerão e ao contrário, se não houver objetivos definidos, a mente passa a ser habitada por perguntas acompanhadas de descrenças, passando a assumir a sua direção em forma de medo, e a sua vida segue por lamentos, passa a ser gerida por perguntas desnecessárias e estagnantes, como:

1 – “Como vou justificar o que fiz”? – mas você não fez.

2 – “Se eu errar o que vão pensar de mim”? – mas, você ainda não errou.

3 – “Será o que estão falando de mim pelo que fiz”? – mas você ainda não decidiu, por isso, ninguém está falando de você.

Ao tomar decisão progressivamente mais complexa, com certeza  o levará  ao insucesso ou ao sucesso, mas que fará  parte da sua história e do seu futuro, mas o importante é decidir sempre e dar o primeiro passo em direção em tudo àquilo que você pensa e acredita como certo.

Modificar o que está errado e seguir novos caminhos,  são ações que o  fará pensar e agir como um indivíduo capaz de desenvolver moralmente  e intelectualmente, ou seja, vai amadurecendo ao assumir todas as responsabilidades individuais pelo seus próprios atos.

Não viva de aparências, porque elas podem prejudicar as suas decisões, também é preciso combater o complexo de culpa, pois são dois desvios psicológicos  que  trazem  consequências graves ao seu crescimento pessoal.

Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.Fale com o Autor: [email protected]    

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Opinião

MANOEL DE BARROS – Redes Sociais, como elas podem te influenciar

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Redes sociais são produtos do nosso tempo, se antes o conteúdo era produzido por grandes estúdios e canais de TV, agora todos podem ser “criadores de conteúdo”, e claro, essa nova mídia passa a nos influenciar.

A televisão e o rádio sempre ditaram, em algum grau, costumes e pensamentos. Com horários definidos, esperávamos ansiosos por aquele programa no aparelho da sala. Agora a sala ficou obsoleta, e a grade de programação dura muito mais que 24 horas. Deixamos de ser guiados pela televisão e nos tornamos teleguiados pelos celulares, conforme a tela diminuiu, a influência só aumentou.

Sim, ganhamos artistas brilhantes, mantemos contato com amigos de infância, conseguimos compartilhar viagens e momentos especiais, revoluções e mudanças políticas emergiram desse novo mundo.

Isso é transformador, mas como tudo na vida, tem um custo. No momento em que combinar um almoço de família e o encontro de amigos deu lugar a criar um grupo de WhatsApp, provavelmente perdemos muito do que nos conectava.

De alguma forma nossa saúde emocional começa a ser pressionada pelas redes sociais.

Surgem os problemas de Internalização que dizem respeito a sintomas ansiosos, angústia e sofrimento alimentados por um feed de vidas supostamente perfeitas, as melhores viagens e corpos esculturais – isso gera, principalmente entre jovens, um medo de estar perdendo experiências, de fracasso e insuficiência.

Ninguém compartilha noites de estudo, filas no cartório ou idas ao hospital com os filhos – aqueles momentos da vida que não curtimos tanto. Com essa visão distorcida, a pessoa sofre sozinha em uma multidão de amigos virtuais.

As mudanças de Externalização são o padrão que o usuário atua – a sensação de anonimato e a falta de contato visual libera o comportamento agressivo, o bullying e nos faz esquecer qualquer regra de boa vizinhança. O tio que só quer discutir política, a divulgação de fotos íntimas e hostilidade aos que pensam diferente são formas de como isso aparece.

Então de um lado temos mais ansiedade e depressão e de outro, mais agressividade e intolerância, isso não descreve só a rede social, descreve o mundo real.

E você, como está sendo influenciado?

Manoel Vicente de Barros é Médico Psiquiatra em Cuiabá e atua no tratamento de Depressão e Ansiedade, CRM 8273, RQE 4866. 

 

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