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Opinião

WILSON FUÁH – A realidade positiva

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A nossa história existencial é composta pelo nosso próprio valor humano, que influencia na realizado para o bem e para o mal, e que são trazidas das nossas raízes e dessa origem é que vem o nosso poder de esperança e crescimento intelectual e espiritual.

Os maiores conflitos durante a nossa formação é não assumir as batalhas interiores, e isso, é o primeiro passo para encontrar o nosso equilíbrio e abandonar os nossos defeitos, mas muitos seguem pela vida sem saber que ao exteriorizar os pensamentos sobre o nosso modo de viver, este, pode influenciar pessoas de forma positiva ou negativa, e numa integração contínua vão formando a realidade coletiva das pessoas que estão ao nosso lado.
A própria alegria de conquistas, combinada com a autoconfiança, pode atrair invejas em algumas pessoas e também tem o outro lado bom, que pode ser demonstrado como forma de poder ser visto como incentivos para outras pessoas, vejam que pela cidade existem pessoas caminhando sem rumo, e que por alguma razão, há muito tempo já  perderam a expectativa de evolução pessoal, e seguem vivendo apenas de arrependimentos, pois deixaram de acreditar nos seus projetos pessoais, e  com isso, a fé fica enfraquecida e a confiança em si próprio passa a depender de incentivos dos outros.
Mas, o importante é saber que basta estarmos vivos para termos problemas, e eles fazem parte de nossas vidas. Sem os problemas não teríamos parâmetros para valorizar as nossas vitórias.  Acima de tudo, devemos ter sempre a certeza que podemos ir muito além, a vida não termina ao fim de um dia, pois a cada amanhecer nascem com novos sonhos e as opções de conquistas vêm nos acordar para nos dizer que estamos vivos, é por isso que devemos estar atentos para reconhecer o nosso próprio valor e fazê-lo valer de fato.

Todos nós nascemos com o nosso código de honra, que são heranças existenciais dos nossos antepassados, mas durante o nosso viver sofremos influências que provocam mudanças, mas o importante é não perder a nossa essência: se elas não forem boas, temos a obrigação de corrigi-las, a perfeita visão periférica é que nos dará o poder de excluir da nossa vida tudo aquilo que pode estorvar ou bloquear os nossos caminhos.
O importante é manter no registro mental, de tudo que conquistamos e que por direito são nossos,  e que pela vida afora, são alcançados pelos nossos esforços e pelo desejo profundo de aumentar o nosso querer, só assim, os nossos sonhos materializarão como sendo nossos.

Tudo que se tornou nosso, (mesmo que seja uma pequena conquista), temos que vibrar de forma festiva e  positivamente, pois essas energias festivas nos traz felicidade e na profundeza do nosso coração trará sensação de prazer, pois acima de tudo somos seres emocionais, e isso, nos reforçará a possibilidade viver sob a forma de estarmos sob o controle físico e equilíbrio espiritual, e optarmos pela realidade positiva e vitoriosa.

Economista Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em   Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas. Fale com o Autor: [email protected]

         

 

 

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Opinião

ALFREDO DA MOTA MENEZES – Agro e momento

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Esteve em Mato Grosso membros do USDA, o Ministério de Agricultura dos EUA. Visitaram entidades do agronegócio, também fazendas de soja e milho. Saíram elogiando o que viram, dando ênfase ao trabalho do Imea, Instituto que trabalha com números do agro no estado.

Lá atrás, quando a produção de soja em MT cresceu muito, era constante a presença de gentes dos EUA no estado. Estavam espantados que, num lugar tão distante, tivesse um competidor à altura na produção dessa leguminosa.

Eles mostravam certa despreocupação com uma competição porque aqui a logística de transporte era deficitária. Melhorou um pouco desde aquele tempo com a chegada da ferrovia. Mas ainda léguas de distância com os meios de transportes de lá. Nos EUA não se transporta soja ou milho por carretas, praticamente tudo vai de trem ou hidrovia. Para eles a complicada situação de transporte daqui parece coisa de outro planeta.

Outra noticia do agro foi aquela de que MT está exportando DDG ou, uso esse termo, o bagaço do milho. Do milho se faz o etanol e o que sobra, DDG, serve para alimentar gado, aves, peixes e suínos. Pensava-se que o estado consumia todo o DDG que produz, mas apareceu a noticia de que uma parte, ainda pequena, também é exportada.

Anos atrás, pessoas envolvidas com a agropecuária no estado, ao visitarem os EUA, falavam que o caminho de MT seria produzir etanol do milho. Muitos achavam isso impossível aqui no estado, que o caminho para etanol seria o de cana de açúcar.

 

Não se plantava cana nos EUA, por isso lá produziam etanol do milho. Aqui seria diferente. Erro de avaliação enorme. Hoje praticamente todo etanol, como nos EUA, vem do milho. E o DDG, além de alimentar animais, agora também começa a ser exportado.

 

Mais uma. Tem um vídeo que corre por ai mostrando visitas de gentes da Aprosoja em escolas de crianças no estado. Estariam indo a esses lugares para falar das coisas do campo e mostrarem o que estariam fazendo para preservar o meio ambiente. Mexida interessante. Tentam conquistar mentes ainda em idade escolar. Em tese, no futuro, eles não olhariam para a produção no campo como algo que pode machucar o meio ambiente no estado.

Tem que se preocupar mesmo com essa questão. O exterior está de olho no que se faz aqui no campo. Erros com o assunto meio ambiente é ter portas fechadas no mundo para a venda de produtos daqui.

Esse foi, e não poderia continuar sendo, o calcanhar de Aquiles do agro exportador. Nem a China quer mais afrontar a questão ambiental. Não quer se mostrar um estranho nesse assunto de interesse mundial. Se insistir pode até perder compradores de seus produtos. É o mundo globalizado, MT cada dia mais se encaixa dentro dessa realidade.

Alfredo da Mota Menezes é analista político

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Opinião

TIAGO ABREU – 11 de agosto, Dia do Magistrado

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Apenas cinco anos após a Proclamação da Independência do Brasil, eram criados os primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais no país, por meio de lei sancionada e promulgada pelo imperador D. Pedro I. Eles iriam funcionar em São Paulo, no Largo do São Francisco – onde está até hoje -, e em Olinda, Pernambuco, depois transferido para Recife. O dia: 11 de agosto de 1827.

As duas instituições foram pioneiras no ensino jurídico do país, abrindo caminho para a criação de inúmeras outras e se tornando polos intelectuais na época do Brasil império. Interessante notar que, aqui em Mato Grosso, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) teve como uma de suas cellulas matter a Faculdade de Direito, criada em 1934, que se uniu ao Instituto de Ciências e Letras de Cuiabá, de 1966.

Os cursos de Direito, portanto, além de ter importância fundamental na consolidação do Estado Nacional que nasceu a partir da declaração da independência, se tornariam ambientes de onde sairiam não só advogados, magistrados e juristas, mas também diplomatas, escritores, parlamentares e estadistas. Para além do âmbito intelectual, neste dia 11 de agosto há que se ressaltar a importância social dos magistrados, cuja formação baseada em valores que são universais lhes impõem desafios diários. Já que ao julgar, não se exige do juiz somente seus conhecimentos jurídicos, mas, sobretudo, bom senso para que ele decida da melhor maneira produzindo a tão almejada justiça. Tal atribuição coloca sobre os ombros dos magistrados uma grande responsabilidade.

Recentemente, a pesquisa “JUSBarômetro SP: A visão da Sociedade sobre a Justiça”, realizada pela Associação Paulista dos Magistrados (Apamagis), revelou que entre os três poderes da República, o Judiciário é o que goza de maior confiança. Enquanto 44% dos entrevistados confiam na Justiça Brasileira, apenas 27% confiam no Congresso Nacional, e 57% disseram não confiar no Executivo Federal. O que revela que o jurisdicionado confia no Poder Judiciário.

O resultado da enquete acima destacada nos encoraja e aponta que estamos no caminho certo. Contudo, ainda faltam no país magistrados, estrutura e servidores. Os dados mostram que é preciso avançar quanto ao acesso à Justiça e isso passa, claro, pelo aumento do número de magistrados e da estrutura do Poder Judiciário, mas também pelo apoio à educação e à formação jurídica de qualidade, baseada em conhecimentos sólidos e valores essenciais como ética e humanismo.

Nesse sentido, apesar dos desafios que o Poder Judiciário enfrentará, temos a convicção de que conseguiremos com êxito superar os obstáculos que a sociedade brasileira vem a cada dia exigindo da magistratura. Parabéns a todos os magistrados do estado de Mato Grosso e aos demais operadores do direito, como advogados, delegados, defensores, procuradores, promotores, entre outros, que garantem a manutenção do Estado Democrático de Direito ao exercerem as suas funções no sistema de justiça brasileiro.

Tiago Abreu é juiz de Direito, presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM)

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