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Wilson Santos “ajusta bloco” de oposição a Emanuel na Câmara Municipal, de olho na sucessão 2020

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Guimarães, Dilemário, Renivaldo, Wellaton, Wilson (centro) e Abílio: davassar, impedir, constranger a administração municipal de forma ainda mais contundente a partir de agora (foto: Facebook)

JORGE MACIEL

O prefeito Emanuel Pinheiro não terá oposição fácil de administrar e nem paz nos próximos 20 meses. Sentinelas, os vereadores de oposição vêm desde o início da gestão instigando a administração. Felipe Wellaton (PV), por exemplo, a três de mandato, propôs a CPI do Paletó – referência às imagens do prefeito recebendo dinheiro do chefe de Gabinete do ex-governador Silval Barbosa -; depois, Abílio Júnior (PSC) foi protagonista de um escândalo no canteiro de obras do Novo Pronto Socorro;  suplente elevado à condição de titular da cadeira, Diego Guimarães (Progressistas) tem sido duro nas críticas a Emanuel; e Dilemário Alencar (PROS), crítico ácido do governo municipal, vê erros em todas ações de Pinheiro.

Derrotado nas eleições municipais passadas pelo próprio Emanuel, o deputado estadual Wilson Santos (PSDB) convenceu o também tucano Renivaldo Nascimento e o seu cunhado, Marcelo Bussik (PSB), a se unir ao bloco de ações contra a administração municipal, com a ordem de “não dar sossego a Emanuel. A ideia, segundo falam na Câmara Municipal, é atrapalhar e criar problemas para “desconcentrar” o gestor municipal, mantendo-o ocupado com defesas e desviando-o dos afazeres administrativos da cidade.

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Nesta semana de Páscoa, sob a liderança do deputado Wilson, Renivaldo, Dilemário, Wellaton, Diego e Bussik deixaram de lado as tradições pascoais e foram a uma churrascaria para fortalecer ainda mais o grupo.

Sob a égide do deputado tucano, as conversas giraram em torno de encontrarem fórmulas e brechas para minar o prefeito de todo jeito. “Criar e tentar instalar CPIs, convocar secretários para se explicar na tribuna, cobrar feitos e não feitos”, disse um curioso, que ouviu a conversa.

Sem quadros ainda para a sucessão municipal, o PSDB que se fortalecer com um bloco de oposição consistente na Câmara Municipal, para, que sabe, relançar Wilson Santos candidato a prefeito no ano que vem.

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Esses idiotas não percebem que essa oposição Eleitoreira fora de eleição que Desconcentra o Prefeito traz consequências Negativas para a Cidade de Cuiabá. Para o Povo Cuiabano. E o Povo Cuiabano deve ser inteligente para estar Contra esse tipo de Gente! Só pensam no Mandato, não contribuem com a cidade.
Haja paciência com esses abutres!

Política MT

Malouf admite ter administrado caixa 2 na campanha de Taques junto com ex-secretário

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De acordo com o empresário, ele recebeu R$ 260 mil de R$ 3 milhões investidos na campanha

O empresário Alan Malouf admitiu em depoimento prestado nesta segunda-feira (19) à delegada Ana Cristina Mendes na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que foi o responsável ao lado do ex-secretário Júlio Modesto por operar caixa 2 na campanha eleitoral de 2014 que elegeu Pedro Taques (PSDB) governador do estado. O depoimento faz parte da ação penal que apura irregularidades na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) por meio de pagamento de propina por empresários em troca licitações para construção e reforma de escolas no valor de R$ 56 milhões.

Ele informou que o grupo seria composto por três núcleos: de agentes públicos, de operações e de empresários. Estes último, eram responsáveis por angariar o recurso, de forma ilegal, para a campanha de Taques. Modesto, segundo Malouf, era o responsável por recolher o dinheiro junto aos empresários para pagar as dívidas da campanha.

Malouf afirmou ainda que aceitou participara do esquema apenas pra tentar recuperar o dinheiro que havia investido na campanha do tucano. “Dos “R$ 10 milhões investidos na campanha, recebi somente R$ 260 mil, sendo R$ 3 milhões meus e o restante de mais 3 empresários”.

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Questionado se Taques sabia do esquema, o empresário garantiu que sim. “Pedro Taques sabia, inclusive da Seduc, é natural ele negar”.

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MP vê crime de coação de ex-secretário contra delegado e juiz envia inquérito para a Sétima Vara

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Flávio Stringueta chegou a registrar um boletim de ocorrência contra Rogers por ameaça de morte em 2017

O juiz João Bosco Soares da Silva, da Décima Vara Criminal, encaminhou para a Sétima Vara Criminal de Cuiabá um inquérito que investiga o delegado Rogers Jarbas por crime de coação no curso de processo por supostamente tentar atrapalhar as investigações sobre o esquema de grampo ilegais que ficou conhecido por “Grampolandia Pantaneira” quando ela atuava com secretário estadual de Segurança Pública.

Em março do ano passado, Jarbas foi acusado pelo delegado Flávio Stringueta de ameaça de morte no estacionamento de um supermercado em Cuiabá. Stringueta atuou na investigação do caso dos grampos.

“No tocante aos fatos ocorridos nas dependências do Supermercado Big Lar, constata-se a presença de indícios suficientes a caracterizar a prática do crime de coação ao curso do processo, cujo inquérito primitivo tramita perante o Superior Tribunal de Justiça em razão da avocação do feito que apura a denominada ‘Grampolândia Pantaneira’, onde um dos investigados é a pessoa de Rogers. Chega-se a esta conclusão (de que a tipificação adequada é de coação ao curso do processo) a partir das informações colhidas no curso da investigação, a revelar que a investida do ex-secretário Rogers em tentar conversar com o Flávio Stringueta teve como plano de fundo o fato deste último ter atuado diretamente no caso dos ‘grampos clandestinos’ (na modalidade barriga de aluguel), ocorridos no berço do Poder Executivo deste Estado”, diz trecho do parecer no Ministério Público Estadual (MPE).

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Roger Jarbas foi preso em setembro de 2017, durante a dedflagração da “Operação Esdras”, por suposta tentativa de atrapalhar as investigações sobre os grampos ilegais em Mato Grosso. Há indícios de que o ex-secretário, além de tentar atrapalhar a investigação, também cometeu abuso de autoridade, usurpação de função pública, denúncia caluniosa e prevaricação.

Além de Roger Jarbas, foram presos o coronel Airton Siqueira (secretário de Justiça e Direitos Humanos), coronel da PM Evandro Alexandre Lesco, Helen Christy Carvalho Dias Lesco (mulher de Lesco), Paulo Taques (ex-secretário chefe da Casa Civil), o sargento PM João Ricardo Soler e o empresário José Marilson.

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