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WhatsApp será usado por Defesa Civil para enviar alertas de desastres

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WhatsApp receberá alertas de desastres
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp receberá alertas de desastres

O governo federal vai recorrer à tecnologia para tentar proteger vidas durante desastres. Em uma parceria anunciada nesta quarta-feira (29), o Ministério do Desenvolvimento Regional se juntou ao WhatsApp e à empresa de atendimento Robbu para criar um sistema de alertas de desastres por meio do mensageiro. A iniciativa estará disponível em todo o Brasil.

Daniel Ferreira, ministro do Desenvolvimento Regional, assinou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para dar continuidade ao desenvolvimento do projeto. A ferramenta deve estar disponível em no máximo 60 dias.

O cidadão precisará se cadastrar usando um número, link ou código. As demais etapas serão guiadas por um chatbot. Depois, o usuário poderá compartilhar sua localização ou fornecer outra de seu interesse.

Assim, ele receberá alertas para aquela região, dicas para se proteger e como sair do local caso haja um desastre. Até mesmo avisos de outros estados poderão ser enviados.

As informações serão fornecidas por municípios e estados, que ficam responsáveis por avaliar e transmitir os alertas de risco. A ideia é que situações como deslizamentos de terra, alagamentos e chuvas de granizo sejam avisadas aos moradores.

Defesa Civil usa SMS, Google e Telegram

O WhatsApp é um dos apps mais utilizados e presentes nos smartphones dos brasileiros. Faz todo o sentido recorrer a ele para alertas.

Atualmente, a Defesa Civil envia este tipo de mensagem por outros meios. O órgão conta com a Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), que se conecta a vários canais.

Um deles é o SMS, presente há décadas nos celulares. Para se cadastrar, é preciso enviar uma mensagem com o CEP da sua residência (ou do local de seu interesse) para o número 40199.

O governo também conta com um  bot no Telegram para enviar os alertas. Basta compartilhar a localização para receber a situação atual e se cadastrar para anúncios futuros.

A parceria mais recente foi firmada com o Google, no começo de junho de 2022. Com ela, buscas com palavras-chave relacionadas a desastres retornam alertas da Defesa Civil. O Google Maps também passou a apresentar essas informações ao navegar por uma região afetada.

Até mesmo as TVs por assinatura estão ligadas ao Idap. Desde 2019, elas podem transmitir alertas através de uma mensagem pop-up na tela.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Tecnologia

Xiaomi Mix Fold 2 pode trazer design do Z Fold 3 e câmeras Leica

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Xiaomi Mix Fold 2 será o sucessor do Mi Mix Fold, visto na imagem
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mix Fold 2 será o sucessor do Mi Mix Fold, visto na imagem

A Xiaomi está se preparando para oficializar o Mix Fold 2, seu novo smartphone dobrável.  A fabricante chinesa confirmou que o aparelho será apresentado ao público nesta quinta-feira (11). O modelo, que chegará como sucessor natural do Mi Mix Fold, lançado em 2021, pode trazer especificações de ponta, incluindo câmeras com otimizações da Leica, 12 GB de RAM e processador Snapdragon 8+ Gen 1.

Em sua conta no Weibo, uma espécie de Twitter da China, a Xiaomi divulgou uma imagem do que parece ser a dobradiça metálica do smartphone.

O pôster não revela muitas informações, exceto que a empresa adotará câmeras com tecnologias da Leica e que, possivelmente, teremos um design semelhante ao do Galaxy Z Fold 3, com um dispositivo que se dobra para dentro.

O que esperar do Mix Fold 2

O novo dobrável da Xiaomi pode trazer uma tela externa AMOLED de 6,5 polegadas com resolução de 2520×1080 pixels, enquanto o display interno deve somar 8 polegadas — ambos com taxa de atualização de 120 Hz.

Por dentro, espera-se um processador Snapdragon 8+ Gen 1, aliado a 12 GB de RAM e 512 GB ou 1 TB de armazenamento interno.

Na traseira, a fabricante chinesa pode inserir três câmeras, sendo a principal Sony IMX766 de 50 megapixels com suporte à estabilização óptica de imagem, a secundária ultrawide de 13 megapixels e a terciária telefoto (resolução desconhecida) com zoom óptico de 2x.

Não há informações sobre a capacidade da bateria, mas considerando que o modelo anterior trouxe 5.020 mAh, a tendência é que a Xiaomi mantenha ou aumente esse valor. O carregamento rápido, por outro lado, deve ficar nos 67 watts de potência.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Twitter diz que Michelle Bolsonaro não foi banida, mas sim um fake

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Conta que se passava por Michelle Bolsonaro foi suspensa
Isac Nóbrega/PR – 28.07.2022

Conta que se passava por Michelle Bolsonaro foi suspensa

O Twitter suspendeu nesta terça-feira (9) uma conta associada à primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, por identidade enganosa. “A referida conta (@mibolsonaro) foi suspensa por violar a Política de identidades enganosas e que induzem ao erro”, afirmou a rede social em nota ao portal iG.

A suspensão veio à tona no mesmo dia em que Michelle  usou seu perfil no Instagram para atacar religiões de matrizes africana  como o Candomblé. Diante disso, começou a circular nas redes sociais o boato de que a primeira-dama teria sido banida do Twitter por intolerância religiosa. Na verdade, a conta suspensa foi a de alguém que se passava por ela.

Michelle ataca Lula e religiões africanas

Nos Stories do Instagram, Michelle publicou nesta terça-feira um vídeo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebendo um banho de pipoca. A gravação foi feita no ano passado em um evento que ocorreu na Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador.

Ao compartilhar o vídeo, Michelle escreveu: “Isso pode, né! Eu falar de Deus, não”. A publicação original foi feita por Sonaira Fernandes, vereadora de São Paulo, e tem a seguinte legenda: “Lula já entregou sua alma para vencer essa eleição. Não lutamos contra a carne nem o sangue, mas contra os principados e potestades das trevas. O cristão tem que ter a coragem de falar de política hoje, para não ser proibido de falar de Jesus amanhã”.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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