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WhatsApp e TSE criam canal para denunciar disparos em massa

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WhatsApp e TSE estabelecem parceria
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp e TSE estabelecem parceria

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quinta-feira (27) que o aplicativo de mensagens WhatsApp vai criar um canal para que brasileiros denunciem disparos em massa de mensagens na plataforma. Em meio às tentativas infrutíferas de comunicação com o aplicativo Telegram , a Corte também anunciou que será colocado no ar um robô de conversas da Justiça Eleitoral no WhatsApp.

A medida foi anunciada após uma reunião entre o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e o chefe do WhatsApp, Will Cathcart, para debater as ações que serão implementadas pelo aplicativo de mensagens para combater notícias falsas e apoiar o processo eleitoral no Brasil para as Eleições 2022.

Além do canal de denúncias sobre disparos em massa, prática que é proibida pela lei eleitoral, a parceria entre WhatsApp e TSE prevê ainda o acesso a serviços da Justiça Eleitoral, como consulta ao local de votação e acesso a informações sobre candidatos. De acordo com a assessoria de imprensa da Corte, na conversa, o WhatsApp também informou que não implementará novas funcionalidades no Brasil que possam impactar de forma significativa o uso da plataforma até o fim das eleições.

A parceria entre o TSE e o WhatsApp faz parte do Programa de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal, que tornou-se permanente em agosto de 2021 para assegurar a perenidade dos esforços de enfrentamento dos desafios complexos apresentados pelo fenômeno da desinformação. Em 2020, a autoridade eleitoral e o WhatsApp já haviam firmado uma parceria inédita que apresentou resultados muito positivos para a integridade do processo eleitoral.

Na contramão do WhatsApp, o Telegram não possui representação jurídica nem endereço no Brasil e jamais respondeu às tentativas de notificação feitas pelo Poder Judiciário desde 2018. No intuito de prevenir o impacto das fake news nas eleições, a Justiça Eleitoral já estuda, inclusive, entrar em ação contra o aplicativo de mensagens Telegram, considerado por especialistas atualmente a fronteira digital mais fértil para a desinformação.

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Twitter lança nova forma de usuários ganharem dinheiro na rede social

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Twitter lança Super Follows Spaces
Unsplash

Twitter lança Super Follows Spaces

O Twitter anunciou nesta quinta-feira (19) mais uma forma de criadores de conteúdo ganharem dinheiro através da rede social. Trata-se do Super Follow Spaces.

O Super Follow é o recurso da plataforma que permite que usuários paguem para serem “super seguidores” de criadores de conteúdo, recebendo publicações exclusivas. Agora, a ferramenta foi expandida para as salas de áudio Spaces.

Isso significa que criadores de conteúdo podem criar Spaces exclusivos para conversarem com quem assina seus perfis. Confira:

O Super Follow Spaces já está disponível para todas as pessoas que têm o Super Follow acionado em suas contas do Twitter.

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Elon Musk diz que vai monitorar Amazônia, mas sua empresa não faz isso

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Elon Musk e Jair Bolsonaro se encontram nesta sexta-feira (20)
Reprodução/YouTube – 20.05.2022

Elon Musk e Jair Bolsonaro se encontram nesta sexta-feira (20)

Em encontro com o presidente Jair Bolsonaro, o empresário Elon Musk afirmou que sua empresa SpaceX, através da internet via satélite Starlink, vai monitorar a Amazônia. Quando perguntando sobre como essa operação garantiria a preservação ambiental na região, Musk falou apenas da conectividade.

“Você pode produzir muitas imagens e vídeos para tentar entender o que está acontecendo. Você precisa dessa conectividade”, afirmou.

Mas o que a tecnologia da Starlink permite é somente conexão remota e envio de fotos e vídeos, como qualquer troca de arquivos, por exemplo, via Whatsapp.

Apenas o monitoramento – ou seja, uso de sistemas que façam a interpretação das imagens captadas a partir de um profundo conhecimento da área – permite a preservação, afirmam especialistas.

Esse monitoramento, cujos sistemas no Brasil têm enorme respaldo científico internacional, mostra que o desmatamento avança na Amazônia, ao contrário do que o presidente Bolsonaro sugeriu. “Contamos com Elon Musk para que a Amazônia seja conhecida por todos, no Brasil e no mundo. Mostrar a exuberância dessa região, como ela é preservada por nós e quanto malefício causa para nós aqueles que difundem mentiras sobre essa região”, afirmou o presidente.

Bolsonaro ainda disse que o acordo entre o governo federal e a SpaceX é “o início de um namoro que com certeza será um casamento”. O governo não informou como essa parceria seria viabilizada nem que contrapartidas exigiria.

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