conecte-se conosco


Turismo

Walking tour em Tel Aviv: passeio a pé é forma divertida de conhecer a cidade

Publicado

source

Tel Aviv, ou Telavive, é a segunda maior cidade de Israel e abriga 443 mil habitantes num território de 52 km². Conhecida pela mistura de passado e modernidade , a cidade é uma ótima pedida para quem viajar à Terra Santa.

Em uma rápida pesquisa é possível encontrar diversos roteiros sobre o que fazer em Tel Aviv. Porém, nenhum deles te proporcionará um walking tour (passeio a pé) pelo município de Tel Aviv-Yafo.

Como forma de incentivar o turismo no país, a embaixada de Israel no Brasil separou um roteiro de Tel Aviv a pé com imersão na culinária e muita história local. Confira abaixo os principais pontos desse passeio:

Tour de degustação no Carmel Market

carmel market, tel aviv arrow-options
shutterstock

O Carmel Market, maior mercado ao ar livre de Tel Aviv, é um dos pontos do walking tour gratuito.

Nada melhor do que começar a walking tour pela culinária local. A primeira parada é no Carmel Market. Esse tour de degustação permite que os visitantes descubram o vibrante “Shuk Há’Carmel”, maior mercado ao ar livre de Tel Aviv, que oferece aos participantes a chance de interagir com locais e até degustar iguarias típicas.

Leia Também:  O que fazer com as milhas da Avianca se a empresa não voar mais?

Quem estiver na cidade e se interessar pelo passeio o ponto de encontro é na Rua Allenby, nº 58 – terças-feiras às 10h. Lembrando que os tours gratuitos são guiados em inglês e não precisam de inscrição prévia para participação.

Tour em Sarona, o caldeirão cultural da culinária israelense

sarona arrow-options
shutterstock

Sarona é o maior mercado coberto de Tel Aviv e mescla culinária e modernidade

Diferentemente do Camel Market, Sarona é o maior mercado coberto de Tel Aviv. Lá os visitantes encontram de opções gourmet a pratos locais. Os restaurantes, cerca de 90, ficam um ao lado do outro, sendo possível experimentar uma entrada de frutos do mar e, em seguida, um picante pad thai (prato de macarrão e arroz frito) ou um suculento hambúrguer. Também há grande concentração de lojas e outras atrações.

O ponto de encontro para o Tour em Sarona é o Centro de Visitantes Sarona, Rua Avraham Albert Mendler 14 – Sextas-feiras às 11h.

Tour urbano por Neve Tzedek

Neve Tzedek foi o primeiro bairro judeu fora da antiga cidade portuária de Jaffa. No tour urbano o turista tem a oportunidade de explorar a Trilha da Independência na Rothschild Boulevard, as primeiras casas Bauhaus e toda a riqueza de Neve Tzedek.

O bairro, inclusive, tornou-se recentemente um lugar popular entre artistas, que se encaixa perfeitamente com a arquitetura restaurada do bairro oriental.

O tour inclui uma visita gratuita ao museu de arte Nahum Gutman, com obras do pintor e escultor israelense, e que funciona em uma antiga residência de escritores renomados. Ponto de encontro: Centro de Informações Turísticas, Rothschild Boulevard nº 11 – Terças-feiras às 10h.

Tour pela Arquitetura Bauhaus

arquitetura bauhaus arrow-options
shutterstock

Arquitetura Bauhaus é muito difundida na Alemanha, mas também está presente em Tel Aviv que já foi chamada de “cidade branca”

Em uma pequena área nos entornos da Rothschild Boulevard, é possível conhecer a história de Tel Aviv e como se desenvolveu até se tornar a cidade de estilo eclético e com “edifícios dos sonhos”, uma de suas características mais marcantes hoje.

Um destaque desse passeio é admirar os prédios com arquitetura Bauhaus , a maior quantidade fora da Alemanha, que lhe rendeu o apelido de “Cidade Branca” e a nomeação como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2003. 

Ponto de encontro:  Rothschild Boulevard, nº46, (esquina com Rua Shadal) – Sábados às 11h. (Foto: Sivan Ozen).

Leia também: Muita história e belas paisagens: Veja o que fazer em Israel

O que achou do walking tour para conhecer a cidade de Tel Aviv? Comente abaixo.

Fonte: IG Turismo
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Turismo

Fuja das roubadas: saiba o que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba

Publicado

source

Não existe nada mais frustrante do que planejar uma viagem, chegar ao destino e ele não ser exatamente como você imaginou. Essa situação acontece com muita frequência e como as férias de fim de ano estão se aproximando, seria incrível se alguns destinos tivessem dicas sobre o que não fazer (para evitar a fadiga).

Leia também: Conheça as praias paradisíacas para conhecer no litoral norte de São Paulo

Pensando nessa questão, o iG Turismo juntamente com alguns viajantes, montou uma breve lista de o que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba , no litoral norte de São Paulo. As dicas podem te ajudar a se livrar de furadas e aprender a aproveitar os melhores pontos da viagem.

O que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba #1: aquário de Ubatuba

aquário de ubatuba arrow-options
Reprodução/ Facebook

O aquário de ubatuba pode ser uma das decepções na viagem até o litoral norte

O aquário de Ubatuba está na lista de quase todos os turistas que visitam a praia do litoral norte paulista. Porém, o passeio pode ser um pouco frustrante. Isso é o que diz a jornalista Bruna Vieira que já visitou o local várias vezes.

“A única coisa interessante [do aquário] são os pinguins. E os ingressos são caros para o que o aquário oferece. Já fui algumas vezes e nem sempre tem todas as espécies que eles anunciam”, comenta.

Os ingressos de entrada para o aquário custam R$ 30,00 a inteira para adultos. A meia-entrada (R$ 15) contempla idosos, estudantes e pessoas entre 03 e 17 anos. Existem também quatro modelos de ingresso familiar: 2 adultos e 1 criança = R$ 70; 2 adultos e 2 crianças = R$ 85; 2 adultos e 3 crianças = R$ 100 e 2 adultos e 4 crianças = R$ 110.

O que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba #2: praias do centro

Bruna, que passou alguns meses morando na cidade, também aponta que a praia central de Caraguatatuba não é um dos pontos turísticos mais desejados. “Ela é suja, cheia de buracos e apesar dos anúncios por fora, quem mora lá mesmo nunca frequenta ali”, opina.

O problema das praias sujas também foi indicado pela cabelereira Jéssica Dias, que todos os anos no mês de janeiro, viaja com a família para a cidade. “A grande maioria [das praias] são ruins. As únicas praias boas de lá são da Cocanha, Pedra da Freira e a praia de Martín de Sá”.

O que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba #3: excursão para Praia do Porto Novo

praia do porto novo arrow-options
Reprodução/ aluguetemporada.com.br

Apraia do porto novo é afastada do “agito” de Caraguatatuba e não é recomendada por moradores

Ex-moradora da região, a tatuadora Giovanna Santanna Seabra também aponta a decepção com uma tradicional excursão para a praia do Porto Novo, em Caraguatatuba. “Sem ondas e sujinhas, além de longe do centro e do agito”, comentou à redação do iG Turismo .

O que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba #4: ir de uma praia à outra de carro

trânsito arrow-options
Reprodução

rodovia Tamoios é a única via de acesso ao litoral norte de São Paulo e sempre está congestionada no fim do ano

O problema universal das praias do litoral paulista no fim de ano é o trânsito. Muitas turistas resolvem passar o período de festas nas praias mais badaladas e acabam deixando um caos nas ruas.

A dica da jornalista Larissa Sant’ana é evitar ao máximo o carro. “Quando é alta temporada, pegar o carro para conhecer as praias de Ubatuba pode não ser uma boa ideia. Já fiquei duas horas para chegar numa praia que sem trânsito chegaria em 15 minutos. A dica é se hospedar em uma praia legal e ficar por lá mesmo”, comenta.

Leia Também:  Saiba o que fazer em Cananéia, a primeira vila fundada no Brasil

Fazer o trajeto Caraguá – Ilha Bela também não traz muitas alegrias. “É difícil ir para Ilha bela que tem um trânsito muito intenso”, comenta Jessica.

O que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba #5: tomar banho muito tarde

chuveiro arrow-options
Reprodução

A água costuma acabar cedo durante a alta temporada e a solução é tomar banho cedo

Quem já viajou para o litoral em época de festas sabe que a multidão de turistas causa uma pane na estrutura das cidades com falta de água, falta de comida nos supermercados e etc. E essa é uma dica valiosa para não passar perrengue.

“Nos feriados e final de ano muita gente vai para Ubatuba e a estrutura da cidade não dá conta. A água acaba sempre e geralmente na hora que geral tá voltando da praia (19h). Então a dica é voltar um pouco antes para garantir o banho”, lembra Larissa.

O que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba #6: voltar para São Paulo cedo

carro arrow-options
undefined

Voltar para SP nos horários de pico é uma das coisas sobre o que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba

O acesso ao litoral norte de São Paulo é complicado. A Rodovia dos Tamoios é cheia de curvas e rodeada de árvores, o que causa, às vezes, deslizamentos de terra que chegam a fechar o caminho por muitas horas – a estrada há passou 80 horas bloqueada. Então o jeito é ter paciência.

“Quando vamos para Caraguatatuba tem um problema da decida que ainda é por uma via antiga. Estão fazendo uma obra para melhorar, porém tem um trânsito intenso, pois as obras ainda não terminaram”, lembra Jéssica.

Mas e se eu estiver lá embaixo? Seja esperto e fuja do trânsito. “Não pegue estrada para voltar para São Paulo durante o dia. Depois do almoço e final da tarde é a hora que todo mundo sai e a viagem pode demorar mais de 10h. Sempre saio de madrugada, umas 3h e não pego transito nenhum”, finaliza Larissa.

Leia também: 10 opções de praias em SP para fazer um bate e volta no fim de semana

Você pode se perguntar “Com tudo isso sobre o que não fazer em Caraguatatuba e Ubatuba , é tudo tão ruim assim?”. A resposta é não. Todo destino tem seus perrengues, assim como suas belezas, e saber quais sãos as furadas evita perder tempo e ajuda a aproveitar melhor a cidade. 

Fonte: IG Turismo
Continue lendo

Turismo

Noruega quente e Mônaco para todos: veja mitos e verdades sobre 4 destinos

Publicado

source

Nunca se deixe enganar pelas fofocas a respeito de destinos turísticos pelo mundo. Principalmente no caso de lugares famosos, existem diversos mitos e verdades que podem mais atrapalhar do que ajudar sua experiência.

Leia também: 11 atrações turísticas tão famosas quanto decepcionantes

Turista pensativa sobre fundo amarelo arrow-options
shutterstock

Já se perguntou quais os mitos e verdades de destinos como a Noruega ou a Jordânia? Pois é hora de tirar as dúvidas

Com essa lista, você conseguirá distinguir alguns desses mitos e verdades sobre destinos de todo o mundo, indo desde a Noruega, no gélido extremo norte do planeta, até as ilhas Seychelles, arquipélago tropical no Oceano Índico.

Mitos e verdades sobre a Noruega: um país sempre frio?

Pessoas nadando em praia na Noruega arrow-options
shutterstock

Mitos e verdades no turismo: a Noruega pode ser bem fria no inverno, mas também oferece calor no verão

Sim, é verdade: explorar os pontos turísticos da Noruega pode ser um teste de resistência climática para os turistas, especialmente durante o inverno, quando os termômetros no país podem cair até -40ºC em algumas regiões.

Mas isso não quer dizer que o país viva num estado permanente de congelamento. Durante o verão, as temperaturas ficam bem mais amenas, podendo inclusive bater na casa dos 30ºC nas regiões mais ao sul da Noruega – um clima ideal para aproveitar uma praia.

Leia Também:  Os 10 destinos mais em conta para quem pretende viajar em julho

Mitos e verdades sobre Mônaco: só para os ricos?

Vista panorâmica de Monaco a partir das montanhas arrow-options
shutterstock

Mitos e verdades no turismo: Mônaco pode ser um destino luxuoso, mas também pode ser aproveitado sem gastar muito

Quando se fala em viagem pelo mundo de alto custo, Mônaco é um dos primeiros destinos que aparecem na imaginação dos turistas. Mas fazer uma viagem para lá sem gastar uma fortuna também é possível e pode se mostrar uma ótima decisão.

Existem diversos hotéis três estrelas com preços equivalentes ao de outras capitais europeias, museus com entradas acessíveis, passeios e pontos turísticos gratuitos e restaurantes com bom custo-benefício. Além disso, devido a seu tamanho, o país pode facilmente ser explorado a pé, barateando os custos da viagem ainda mais.

Leia também: Confira 10 mitos e verdades sobre fazer uma viagem de navio

Mitos e verdades sobre as ilhas Seychelles: o arquipélago de lua de mel?

Famoso entre os casais à procura de um paraíso para a lua de mel, não se pode negar que o arquipélago de Seychelles acabou ficando associado a esse tipo de viagem. Contudo, essas ilhas do Oceano Índico também oferecem estrutura completa para famílias e grupos de amigos.

Isso vale principalmente para os amantes da natureza, que contarão com uma estrutura de hospedagem completa próxima de um ecossistema bastante preservado e diverso, com animais únicos como as tartarugas gigantes e atividades como mergulho,  snorkeling e passeios de barco.

Mitos e verdades sobre a Jordânia: o país de uma atração só?

Ruína de anfiteatro romano em Jerash arrow-options
shutterstock

Mitos e verdades no turismo: a Jordânia também reserva outras surpresas, como as ruínas romanas de Jerash

A cidade histórica de Petra talvez seja o atrativo turístico mais famoso da Jordânia, mas não é o único. A começar pelo fato de que existem diversas atrações para se explorar no caminho de dois dias até uma das 7 maravilhas do mundo moderno.

Outros atrativos do país incluem o Monte Nebo e Madaba, cidade onde fica um mosaico do mapa de Jerusalém e da Terra Santa, o Mar Morto, o Wadi Rum, também conhecido como Vale da Lua, as ruínas romanas de Jerash e a capital do país, Amã.

Leia também: YouTuber dá dicas do que fazer numa viagem pelo mundo para explorar as suas 7 maravilhas

Com os mitos e verdades sobre esses destinos esclarecidos, você já pode programar uma viagem de verão para a noruega ou um tour ecológico pelas ilhas Seychelles sem medo de errar.

Fonte: IG Turismo
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana