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VW Tiguan estreia novo visual e vira semiautônomo

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VW Tiguan
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VW Tiguan ganha nova frente e fica mais próximo da linguagem visual dos lançamentos mais recentes da marca no mundo

Lançado no exterior em 2016, o VW Tiguan da segunda geração acaba de passar pela sua primeira restilização visual, que veio acompanhada da adoção de novos equipamentos como o sistema de direção semiautônomo.Na Europa, começa a ser vendido ainda este ano. No Brasil, o mais provável é que chegue em 2021.

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As principais mudanças externas no VW Tiguan ficaram concentradas na dianteira, que ganhou novas grade, para-choque e faróis de LED. Na traseira, além das lanternas com novo arranjo de luzes, o logotipo com o nome Tiguan passou a ficar posicionado sob o logo “VW”, seguindo o padrão estabelecido pelo Golf de 8ª geração.

No interior, além das alterações de acabamento, a montadora alemã trocou o volante multifuncional (que adotou o mesmo desenho de Nivus e novo Golf ) e mexeu também nos controles de ventilação (abandonando os comandos giratórios) e na central multimídia, de nova geração e disponível em variações com telas de 8″ ou 10,25″.

Pela primeira vez, o SUV começa a ser oferecido com o Travel Assist, sistema de direção semiautônomo que fez a sua estreia no ano passado, no Passat, e permite que o veículo freie, acelere e controle a direção sozinho em velocidades de até 210 km/h.

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As vendas do VW Tiguan reestilizado começam em breve no mercado europeu, trazendo novidades como a versão esportiva R (equipada com um motor 2.0 TSI de 320 cv) e uma variação híbrida plug-in de 245 cv. Já a variação Allspace, de entre-eixos mais longo e que é feita no México para as Américas, estreia apenas em 2021. A marca ainda não revelou se vai haver mudanças na mecânica.

Fonte: IG CARROS

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Nova gasolina começa a ser produzida no Brasil. Veja os tipos à venda no País

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Gasolina
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A nova gasolina promete beneficiar ainda mais os níveis de consumo, durabilidade e desempenho do motor

A nova gasolina, com as novas especificações estabelecidas em janeiro pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), começa a ser produzida no Brasil. Com formulação mais próxima do combustível vendido nos mercados europeus e americano, o combustível irá permitir ganhos em eficiência e desempenho dos motores, segundo especialistas.

Apesar do início da produção da nova gasolina , as distribuidoras terão até 60 dias para se livrar dos estoques antigos, enquanto nos postos este prazo termina no dia 3 de novembro. As principais novidades estão no estabelecimento do valor mínimo de massa específica para 715,0 kg/m³ (que irá impactar na redução do consumo de combustível em até 5% e dificultar a adulteração) e do valor mínimo para a temperatura de destilação em 50% (T50) para a gasolina A, de 77,0 °C (que irá resultar em um aquecimento mais rápido do motor).

Outra mudança está no método de medição da octanagem da gasolina, que até então era feita pelo padrão chamado IAD. Neste padrão, a octanagem da gasolina brasileira era de 87 IAD (comum e aditivada) e 91 IAD (premium). A partir deste mês, o Brasil passa a usar o padrão RON (mesmo adotado na Europa). Com isso, a gasolina brasileira passa a ser classificada com no mínimo 92 RON (comum e a aditivada) e 97 RON (premium). A partir de 1º de janeiro de 2022, a comum passa a ter como parâmetro mínimo 93 RON.

Vale lembrar que quanto maior a octanagem, maior a capacidade da gasolina de resistir à detonação, evitando o fenômeno chamado de batida de pino. Por esse motivo, o uso de combustíveis de octanagem mais alta é recomendado para extrair o melhor desempenho de motores de esportivos, carros preparados e de motores com taxa de compressão alta (acima de 10:1).

De resto, as especificações seguem inalteradas. A gasolina sem adição de etanol segue sendo produzida pela Petrobras, que repassa o produto para as distribuidoras, onde é feita a adição do etanol anidro. A comum e a aditivada seguem exatamente as mesmas regras em termos de percentual máximo de etanol (27%).

Gasolina
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Quanto maior a octanagem e a qualidade, maior a capacidade da gasolina de evitar a batida de pino e a contaminação dos fluidos do motor

A diferença nesta última fica por conta da adição de aditivos para manter o motor limpo e remover a sujeira formada no sistema de alimentação de combustível. O reflexo é um consumo menor e um desempenho superior do que em um propulsor acostumado a receber apenas a gasolina comum.

Já a premium (máximo de 25% de etanol ), na verdade, é mais de uma: a Shell V-Power Racing tem 98 octanas RON, enquanto a Ipiranga Octapro e a Podium tem 102 RON. Só que a premium da BR tem uma composição de enxofre de 30 ppm, abaixo do padrão de 50 ppm determinado pela legislação. Quanto menor do teor de enxofre, mais “limpa” a gasolina é em termos de emissões de poluentes e menor é a formação de sujeira dentro do propulsor.

Embora seja mais cara de produzir do que a gasolina “antiga”, a Petrobras destacou em nota que ainda não é possível falar em impactos positivos ou negativos nos preços, já que a empresa é responsável por 30% do preço final da gasolina na bomba. Mas no último dia 31 de julho, a empresa petrolífera anunciou uma redução de 4% no preço de venda do combustível para as distribuidoras.

Brasil x exterior

Gasolina
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Será que no exterior a gasolina tem mais qualidade do que a brasileira?

Nos países da União Europeia, a gasolina comum tem uma octanagem mínima de 95 RON. Desde 2009, a legislação determina que o percentual máximo de enxofre no combustível seja de 10 ppm, valor que é cinco vezes menor do que o da gasolina comum brasileira. Já em relação à adição de etanol anidro, o máximo permitido por lei atualmente é de 10%, embora já exista um estudo para aumentar esse percentual para 20%.

Já nos Estados Unidos, em comparação com a nova gasolina brasileira, é permitido a venda de gasolina com até 15% de etanol por litro e há um limite de enxofre de 10 ppm. Por lá é seguido o padrão de octanas IAD e são oferecidos na bomba três tipos de combustível: Regular (87 IAD), Midgrade (88-90 IAD) e Premium (91-94 IAD).

Fonte: IG CARROS

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Jeep lança linha 2021 de Renegade e Compass com nova versão a diesel

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Renegade
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Jeep Compass e Renegade 2021: versão Moab agora é a mais em conta com motor a diesel à venda no Brasil hoje em dia

A Jeep lança a linha 2021 dos SUVs Renegade e Compass no Brasil com poucas novidades. Entre as principais está a nova versão Moab do compacto, equipada com motor 2,0 turbodiesel, central multimídia Uconnect de 7″, ganchos traseiro e dianteiro, ar-condicionado dual zone e sensor de estacionamento, entre outros itens. Passa a ser mais em conta com esse conjunto mecânico, partindo de R$ 136.900.

O nome faz referência ao deserto de Moab, no estado norte-americano de Utah, onde acontece anualmente na época da Páscoa um evento criado por entusiastas de veículos off-road e que se tornou para a Jeep um autêntico laboratório ao ar livre para o desempenho fora de estrada. Estará disponível a partir de em meados deste mês nas cores Verde Recon, Branco Ambiente, Prata Billet, Cinza Antique e Preto Carbon.

Ainda na linha Renegade , a versão Limited 1.8 flex recebe com teto solar panorâmico Command View de série e dois packs de opcionais da Sport agora chegam com redução de preço, oferecido a partir de R$ 119.990. Outra mudança é a cor Verde Recon passa a ser opção para a versão Sport e Night Eagle e o Cinza Antique será oferecido também para as versões 1.8 AT e STD 1.8 AT.

Na versão Sport do Renegade há redução de preços dos packs de opcionais Uconnect (tela de 7″ com ar-condicionado dual zone e sensor traseiro), que cai de R$ 4.000 para R$ 1.000, e do pack Night Eagle (mesmo conteúdo do anterior acrescido do visual all black), que passa de R$5.450 para R$1.500.

No caso do Jeep Compass , as principais novidades ficam por conta das rodas para versão Longitude, nova cor Marrom Arizona de acabamento do interior na Limited e banco elétrico de passageiro na Série S. Além disso, o SUV continua sendo oferecido com ar-condicionado dual zone, bancos em couro, sistema de som premium Beats, além de teto solar panorâmico e elétrico Command View entre os itens disponíveis. Veja abaixo como ficaram os preços da linha 2021.

– Jeep Renegade 1.8 Flex AT6 R$ 69.999

– Jeep Renegade STD 1.8 Flex AT6 R$ 79.990

– Jeep Renegade Sport 1.8 Flex AT6 R$ 94.890

– Jeep Renegade Longitude 1.8 Flex AT6 R$ 109.990

– Jeep Renegade Limited 1.8 Flex AT6 R$ 119.990

– Jeep Renegade Moab 2.0 Diesel AT9 R$ 136.990

– Jeep Renegade Longitude 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 146.990

– Jeep Renegade Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 158.290

– Jeep Compass Sport 2.0 Flex AT6 R$ 126.290

– Jeep Compass Longitude 2.0 Flex AT6 R$ 139.690

– Jeep Compass Limited 2.0 Flex AT6 R$ 159.390

– Jeep Compass Longitude 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 176.990

– Jeep Compass Limited 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 196.690

– Jeep Compass Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4×4 R$ 196.690

– Jeep Compass Série S 2.0 Diesel AT9 4×4 R$ 213.190

Fonte: IG CARROS

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