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VW Taos Highline 2022:  SUV é melhor que Compass e Corolla Cross?

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VW Taos Highline: um dos principais destaques fica por conta dos faróis de LED e do filete iluminado da grade frontal
Carlos Guimarães

VW Taos Highline: um dos principais destaques fica por conta dos faróis de LED e do filete iluminado da grade frontal

Demorou, mas a Volkswagen decidiu entrar no pareo duro entre os SUVs médios, segmento que virou a menina dos olhos das fabricantes em tempos em que a margem de lucro se tornou ainda mais importante para enfrentar a forte crise econômica, mudanças para eletrificação, falta de insumos que afetam a produção, entre outros fatores.

Vindo da Argentina, o VW Taos chega com a difícil missão de enfrentar rivais de peso e com muito mais tradição entre os SUVs médios. O principal deles é o Jeep Compass (R$ 210.260 na versão S270T), líder disparado de vendas no terreno de SUVs médios, com 39.220 unidades entre janeiro e julho, conforme o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), ante 15.379 do segundo colocado, o Toyota Corolla Cross (R$ 162.690, o XRE 2.0 flex).

Na versão Highline, o VW Taos (R$ 182.385) vem com um pacote interessante de itens de série que inclui ar-condicionado digital bizone, carregador de celular por indução, detectores de ponto cego e de pedestre, faróis com lâmpadas de LED e que iluminam conforme o trajeto percorrido e central multimídia VW Play com tela de alta resolução, mas embora tenha pareamento sem fio ainda não vêm com internet nativa, como no Compass.

E isso não é apenas um indício de que o Jeep topo de linha, com motor turboflex, pode vir com equipamentos ainda mais sofisticados que o VW. De fato, se você faz questão do máximo de comodidade e sofisticação, vai encontar apenas no Compass S itens como partida remota, controle de diversas funções do carro por aplicativo de celular, tampa do porta-malas motorizada, GPS com informação do trânsito em tempo real, entre outros.

Mas, diante dos concorrentes, o VW Taos tem o espaço interno como aliado, tanto para os ocupantes quanto para suas respectivas bagagens. A distância entre-eixos de 2,68 metros é um pouco maior que a do Jeep e do Toyota (2,64 m em ambos). Significativa mesmo é a diferença de volume no porta-malas do VW, de 498 litros, ante 440 l do Corolla Cross e 410 do Compass.

Acelerando no dia a dia

VW Taos tem boa relação peso/torque ajuda na agilidade do carro, que acelera de a 0 a 100 km/h em 9,3 segundos
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VW Taos tem boa relação peso/torque ajuda na agilidade do carro, que acelera de a 0 a 100 km/h em 9,3 segundos


Ao acelerar, o VW Taos se mostra bem acertado, com boa relação peso/torque de 55 kg/kgfm (ante 57,8 kg/kgfm do Jeep e 66,4 kg/kgfm do Toyota) e uma combinação entre altura e vão livre do solo que fica um meio termo e acaba sendo o ideal para um SUV médio da sua categoria.

Isso porque, com 18,5cm de distância do chão (ante baixos 16,1 cm do Corolla Cross e nada desprezíveis 20 cm do Compass) o VW consegue ter boa estabilidade nas curvas e, ao mesmo tempo, enfrentar obstáculos leves pelo caminho, como valetas, lombadas e alguns buracos em piso de terra.

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O motor 1.4 turboflex é bem conhecido e se destaca pela boa dose de força desde as primeiras marcações do contagiros. São 25,5 kgfm a meros 1.500 rpm, ante 21,4 kgfm a altos 4.400 rpm do Toyota e 27,5 kgfm a 1.750 rpm do Jeep. O câmbio de seis marchas funciona bem, assim como o do Compass, mas é diferente do CVT do Corolla Cross , que simula 10 marchas e não tem trancos entre as trocas.

Quanto ao consumo, o Corolla Cross é o campeão de economia em qualquer situação, se forem levados em conta os dados do Inmetro, com o VW Taos equivalente a Jeep Compass na cidade e um pouco mais econômico na estrada. Com gasolina, o Toyota faz 11,5 km/l em trecho urbano conta 10,2 km/l do VW e do Jeep. Em rodovia, os números passam para 12,8 km/l, 12,5 km/l e 11,7 km/l, respectivamente.

O que complica mais a vida do VW Taos na briga com o Jeep Compass é a autonomia , também segundo o Inmetro. Na cidade, com gasolina, o primeiro pode rodar 520 km, ante 612 km do rival. E na estrada, o VW anda 638 km com tanque de 47 litros e o Jeep 702 km com o de 60 l. Com etanol, a vantagem do Compass continua, com 432 km na cidade e 498 na estrada, ante 357 km e 459 do Taos, respecctivamente.

E quando o assunto é conforto e isolamento acústico os três estão em um bom nível. O Taos sempre se mostrou silencioso e com boa capacidade de absorver as irregularidades do piso. Vem com acabamento de boa qualidade e se destaca por detalhes como o filete de luz ambiente no painel de estilo arrojado e de bom gosto.

Conclusão

Na comparação com os dois principais rivais ( Compass e Corolla Cross ), o Taos aparece como um meio termo tanto que se refere ao preço quanto às questões ligadas ao desempenho, consumo e nível de equipamentos. Apenas o espaço interno do VW é o maior dos três, mais notadamente o porta-malas.

Bem equilibrado, o VW Taos também se destaca pela boa dirigibilidade, com os conjuntos mecânico e estrututal bem acertados e confiáveis. Resta apenas suas qualidades se refletirem nas vendas, ainda abaixo das registradas pelos concorrentes da Jeep e da Toyota.

Ficha técnica Motor: 1.4, quatro cilindros, turboflex Potência: 150 cv a 5.000 rpm Torque: 25,5 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: Automático, 6 marchas, tração dianteira Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço na traseira Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira Pneus: 215/55 R18 Dimensões: 4,46 m (comprimento) / 1,84 m (largura) / 1,63 m (altura), 2,68 m (entre-eixos) Tanque : 51 litros Porta-malas: 498 litros Consumo: 10,2 km/l (cidade) /12,5 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 9,3 segundos Vel. Max: 194 km/h

Fonte: IG CARROS

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Hyundai Creta 2022 quer voltar a ser líder na versão 1.0 Platinum

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Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso
Cauê Lira/iG Carros

Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso

Entre todos os carros de imprensa que guiei neste ano, o Hyundai Creta 2022 foi um dos que causou mais curiosidade nas pessoas. Ele chega às lojas nas versões Comfort 1.0 (R$ 107.490), Limited 1.0 (R$ 120.490), Platinum 1.0 (R$ 135.490) e Ultimate 2.0 (R$ 147.990), contando ainda com a versão Action 1.6 (R$ 94.690) que mantém o visual antigo.

Foi justamente neste ponto que a Hyundai mais investiu. Podemos dizer que o Creta 2022 teve uma das reestilizações mais profundas dos últimos anos, atualizando não apenas o design da dianteira e da traseira, como também o interior. 

O Creta ainda é montado sob a plataforma GB, a mesma que equipou o sedã  Elantra por muitos anos. O visual traz inspirações claras do Palisade , SUV de grande porte que faz sucesso nos Estados Unidos. 

Os faróis dianteiros passam a ser divididos com uma parte maior abaixo e um filete mais estreito acima, em um arranjo inaugurado pela Fiat Toro no Brasil. O mais interessante é que este padrão continua na traseira.

O interior também está diferente, trazendo um ar mais sofisticado. Destaque para a central multimídia de 10,25 polegadas, a maior da categoria, e o novo seletor de modo de condução com quatro opções: econômico, normal, personalizado e esportivo.

Motores

Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada
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Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada

Na linha 2022, os motores do Creta estão dispostos da seguinte forma. A versão Action sem facelift mantém o motor 1.6 aspirado de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas. Os modelos Comfort , Limited e Platinum contam com o motor 1.0 turbo GDi de 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque.

Quem olha para os números sem enxergar o contexto pode imaginar que o Creta regrediu ao apostar em um motor de apenas um litro de cilindrada com potência declarada em níveis inferiores. Mas a verdade é que o SUV nunca esteve tão bom de andar.

O antigo motor 1.6 desenvolve seus 16,5 kgfm de torque em 4.500 rotações, enquanto o motor 1.0 turbo precisa de apenas 1.500 rotações para entregar o torque cheio de 17,5 kgfm de torque. Sendo assim, temos um SUV muito mais ágil  aos comandos do motorista no pedal, além de ter ficado mais eficiente.

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Com o novo 1.0 turbo, o SUV ficou muito mais espertinho para encarar subidas e saídas de semáforo. O grande destaque fica por conta do câmbio automático de seis marchas , que tem trocas suaves e inteligentes, de acordo com o modo de condução escolhido pelo motorista.

O casamento entre o motor 1.0 turbo e o câmbio é feliz, proporcionando bom desempenho para a versão. O consumo, segundo o Inmetro, é de 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, além de marcar 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

A versão mais cara do Creta, a Ultimate , mantém o motor 2.0 aspirado, que ganhou 1 cv na comparação com o modelo anterior. Agora são 167 cv de potência a 6.200 rpm e 20,5 kgfm de torque a 4.700 rpm, com câmbio automático de seis marchas. Em algumas semanas, teremos essa versão em nossa garagem para um veredito sobre ela.

Conforto

Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno
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Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno

O Creta Platinium ainda conta com várias câmeras espalhadas pela carroceria, que formam uma visualização 360° na central multimídia. Trata-se de um ótimo recurso para evitar ‘raladas’ indesejadas no estacionamento do prédio.

O porta-malas que antes tinha 431 litros agora passa a ter 422. Isso porque os engenheiros optaram por recuar o banco traseiro e dar mais espaço para os joelhos.

Veredito

O Hyundai Creta quer voltar à liderança do segmento, posto que atingiu em 2018 ao superar o Honda HR-V por mil unidades nas vendas. Em 2022 também terá que enfrentar o novo SUV compacto da Honda.

Apesar da polêmica a respeito do visual – principalmente pelo formato dos faróis dianteiros – o modelo renovado deve repetir a história do HB20 e performar bem nas concessionárias. Vale lembrar que o hatch também sofreu críticas pelo visual ao ser lançado em 2019, mas foi o carro mais vendido do Brasil em setembro de 2021.

Hyundai Creta Platinum Motor: 1.0, turbo, flex Potência: 120 cv a 6.000 rpm Torque: 17,5 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: automática, seis marchas Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), discos sólidos (traseira) Proporções: 4,30 metros (comprimento), 1,79 m (largura), 1,63 m (altura), 2.61 m (entre-eixos) Pneus: 215/60 R17 Porta-malas: 422 litros Consumo etanol: 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada Consumo gasolina: 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada

Fonte: IG CARROS

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Toyota lança Hilux GR Sport no Japão antes da picape chegar ao Brasil

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Toyota GR Sport terá entre as rivais a Chevrolet S10 Z71, que chegará às lojas da GM em novembro próximo
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Toyota GR Sport terá entre as rivais a Chevrolet S10 Z71, que chegará às lojas da GM em novembro próximo

Após dois meses da Toyota ter apresentado na Tailândia a nova geração da picape Hilux GR-Sport, agora foi a vez do Japão anunciar a sua versão assinada pela Gazoo Racing que ao contrário da versão tailandesa, a japonesa está mais sútil, sem adesivos.

Na parte frontal, a nova Hilux GR Sport conta com para-choque diferenciado e pintado na cor da carroceria e com entrada de ar inferior mais larga e a grade com o nome “Toyota”.

Outra diferença está nos estribos e rodas de 18 polegadas duas tonalidades em dois tons – que cobrem pinças de freios vermelhas e retrovisores externos com pintura escurecida.

Na parte interna, que também ganhou pouca notoriedade em relação à versão convencional o que se destaca são: painel de instrumentos com detalhes em vermelho, forrações dos bancos e volante com couro e costura vermelha, apoios de cabeça com o logo GR Sport.

Para o mercado japonês, o novo Hilux GR-Sport tem o motor 2.4 turbodiesel de apenas 150 cv. Na Tailândia, ele usa o turbodiesel 2.8 de 204 cv.

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E no Brasil?

Projeção da Chevrolet S10 Z71 que chega no mês que vem e que será rival da Toyota Hilux GR-Sport
Projeção: Kleber Silva

Projeção da Chevrolet S10 Z71 que chega no mês que vem e que será rival da Toyota Hilux GR-Sport

Como o utilitário atende ao mercado global, por aqui o a Toyota Hilux GR Sport virá da Argentina que mantém livre acordo de comercio de bens automotivos. Ainda não há informações oficiais sobre a previsão de chegada, mas espera-se que o modelo desembarque já no início do ano que vem.

Entre as principais rivais com apelo esportivo a picape da marca japonesa terá a Chevrolet S10 Z71 , que começa a chegar às lojas em novembro. Além dela há também a Nissan Frontier X-Gear , que já está disponível no mercado brasileiro, trazida da Argentina. E a  Ford Ranger Storm , que começou as er vendida no Brasil desde 2020.


Fonte: IG CARROS

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