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VW T-Cross supera Onix e lidera emplacamentos na quinzena

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VW T-Cross
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VW T-Cross consegue superar o campeão de vendas Chevrolet Onix na primeira metade de julho, segundo dados da Fenabrave

O VW T-Cross supera o Chevrolet Onix e fecha a 1ª quinzena de julho na liderança do ranking de emplacamentos, feito com base nos dados do Renavam. A vantagem foi de pouco mais de 300 carros: foram 4.595 unidades do SUV, ante as 4.286 do hatch compacto. Completa o pódio o Hyundai HB20, com 3.542 emplacamentos.

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Os SUVs, aliás, são o destaque da parcial do mês. Além do VW T-Cross , outros três utilitários esportivos também aparecem no top 10 de emplacamentos do período: Chevrolet Tracker (2.792) e os Jeep Compass (2.011) e Renegade (1.914).

Lançada no final de junho, a Fiat Strada de nova geração é outro modelo que se destacou na quinzena. Quarta colocada na classificação geral, o modelo somou 2.867 emplacamentos e ficou com a liderança isolada na categoria, com uma vantagem de mais de mil carros para a segunda colocada, a irmã maior Fiat Toro (1.820).

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Dentre as picapes médias, a Toyota Hilux somou 1.028 emplacamentos e roubou da Ford Ranger (919) a liderança. O ranking ainda traz os modelos Chevrolet S10 (819) e Mitsubishi L200 (504). Veja abaixo como ficou a lista dos 10 carros mais vendidos na 1ª quinzena de julho como o VW T-Cross na liderança.

1 – VW T-Cross: 4.595
2 – Chevrolet Onix: 4.286
3 – Hyundai HB20: 3.542
4 – Fiat Strada: 2.867
5 – Chevrolet Tracker: 2.792
6 – Chevrolet Onix Plus: 2.136
7 – Jeep Compass: 2.011
8 – Jeep Renegade: 1.914
9 – Fiat Argo: 1.886
10 – Ford Ka: 1.840

Fonte: IG CARROS

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Conheça regras de ouro para cuidar da pintura do carro

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pintura
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Verniz da pintura deve ser conservada com lavagem com produtos adequados e sem exposição direta do sol

Além da função estética, a pintura tem o papel de proteger a carroceria conta os efeitos dos ataques químicos sobre a lataria. Por este motivo, é importante que este acabamento seja protegido da melhor maneira possível.

Apser do verniz da pintura do carro   ter uma proteção contra os raios solares, sempre que possível evite deixar o veículo sob exposição direta. Ao notar que a carroceria está suja com fezes de passarinho ou seiva de árvore, faça a limpeza área afetada, já que as fezes de passarinho são ácidas e chegam a atacar o verniz da pintura. Caso o carro fique muito tempo parado em uma área sem cobertura, use uma capa própria, com ventilação e revestimento interno para evitar riscos.

Se o veículo circular com frequência por áreas litorâneas, a regra é fazer lavagens frequentes da carroceria para reduzir os efeitos da maresia. Mas esqueça produtos como sabão em pó ou algo do gênero. “Use um shampoo próprio para carro, que tem um pH mais neutro. Evite também aquelas máquinas de lavagem automática e o uso de lavadoras de alta pressão a uma distância muito pequena da lataria, o que pode danificar a pintura.

A ideia é usar a água apenas para molhar a carroceria. Sujeiras mais pesadas devem ser removidas com produtos específicos. Piche, por exemplo, pode ser retirado com uma solução de água e querosene na área afetada”, detalhou Ricardo Vettorazzi, gerente técnico da divisão de repintura da fabricante de tintas PPG.

No caso do polimento, Vettorazzi explica que é preciso ser feito com cuidado. “O ideal é fazer depois de dois ou três anos de uso do carro zero. É preciso lembrar que a cada polimento o verniz da pintura vai ficando mais fino e se perde essa camada de proteção “.

Por outro lado, a cristalização e a vitrificação da pintura, assim como o uso periódico de cera, são práticas que ajudam a preservar a pintura em bom estado por mais tempo. “Esses produtos e técnicas agem formando uma camada protetora sobre a pintura do carro , que dificulta a aderência da sujeira, e é interessante principalmente para carros de áreas litorâneas. O que varia em cada uma delas é a duração dessa camada”, finaliza o gerente da PPG.

Fonte: IG CARROS

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Fabricantes estudam adiamento do ESP obrigatório para depois de 2022

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Sistema ESP, ou controle eletrônico de estabilidade, evita que o carro fique fora de controle em mudanças bruscas de direção

Por conta da crise econômica, da queda abrupta no faturamento e do aumento de custos ligados a questões como alta do dólar, grande ociosidade, despesas logísticas, entre outros, as fabricantes já estudam adiar a obrigatoriedade do controle eletrônico de estabilidade (ESP) para além de 2022 combinado com os novos índices de emissões, conforme disse à reportagem de iG Carros o presidente da Anfavea, Luis Carlos Moraes.

Depois de algumas idas de vindas, o controle eletrônico de estabilidade (ESP) já passou a equipar apenas todos os lançamentos a partir deste ano. E está previsto que todos os carros produzidos no Brasil devem ter o item a partir de 2022. Mas isso pode mudar, conforme o andamento das conversas que já estão em curso no setor automotivo.

O ESP, ou simplesmente controle de estabilidade e tração – funciona por meio de sensores e modulo eletrônico formando um sistema que evita derrapagens e saídas de frente e traseira, ajudando a manter o carro sob controle em pisos escorregadios ou quando existe um certo abuso da velocidade nas curvas. Atua cortando a potência do motor e freando cada roda individualmente, para gerar força oposta no lado que está derrapando.

Etapas do Proconve também podem ser adiadas

trãnsito
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As novas normas de emissões de poluentes também podem ser adiadas em dois ou três anos, de acordo com a Anfavea

Agora, em janeiro último, também passou a ser obrigatório o cinto de três pontos e o encosto de cabeça para todos os ocupantes. Mas, ainda conforme a Anfavea, as fabricantes também querem adiar em dois ou três anos as próximas etapas do Proconve para veículos leves e pesados.

Entre outras justificativas, a entidade explicou que não é apenas por uma questão econômica, uma vez que o setor prevê uma queda de 40% na sua receita em 2020, mas também por causa da pandemia. Isso porque os testes de desenvolvimento foram prejudicados pela quarentena e se mantém num ritmo abaixo do ideal para proteção dos profissionais que atuam tanto em laboratório quanto no campo de provas.

Conforme Moraes, a crise vem afetando todos os campos profissionais, inclusive a indústria automotiva e a sugestão do adiamento não afeta o compromisso das fabricantes com o meio ambiente, já que tem havido esforços com resultados mensuráveis nos 40 anos.
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Fonte: IG CARROS

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