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VW T-Cross 2021 ganha multimídia do Nivus e parte de R$ 91.660

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VW T-Cross 2021: SUV agora vem com a mesma centra VW Play que equipa do Nivus em todas as versões

A Volkswagen apresenta oficialmente a linha 2021 do T-Cross 2021. Sem mudanças na gama de versões, a novidade fica por conta dos novos equipamentos de série e a central multimídia vinda do Nivus. Os preços da nova linha partem de R$ 91.660.

Na linha 2021, o sistema de frenagem automática pós-colisão, monitor de pressão dos pneus e a regulagem de altura dos faróis passam a ser padrão em todos os T-Cross 2021 . Outra novidade presente em toda a linha é a central multimídia VW Play, que fez a sua estreia mundial no Nivus . Com tela de 10,1″, traz a opção de instalar aplicativos diretamente no aparelho, além de contar com conectividade sem fio por meio do sistema Apple CarPlay.

Nas versões 200 TSI (manual e automática de seis marchas), a lista de opcionais passa a incluir as rodas Manila de 17″ com acabamento diamantado na cor preta, antes exclusivas do topo de linha Highline. Já a versão Comfortline do SUV da VW passa a trazer as mesmas rodas Manila com detalhes em preto como item de série, além do sistema detector de fadiga do motorista.

Mais detalhes do VW T-Cross 2021

As versões 200 TSI e Comfortline seguem equipadas com o motor 1.0 TSI de até 128 cv, enquanto a topo de linha Highline usa o 1.4 TSI de até 150 cv, sempre combinado ao câmbio automático de seis marchas.

Até a linha 2020, os T-Cross 200 TSI com câmbio automático e manual ficavam posicionados na mesma faixa de preços do Nivus, que vai de R$ 85.890 até R$ 98.290. Com o lançamento da linha 2021, o 200 TSI automático ficou R$ 2.500 mais caro e agora parte de R$ 99.090.

Já para o público PcD, a Volkswagen ainda está atendendo às encomendas da linha 2020 e a versão Sense 2021 do T-Cross será apresentada posteriormente.Confira abaixo como ficaram os preços do VW T-Cross 2021 .

Versão Linha 2020 Linha 2021 Aumento
200 TSI MT R$ 88.790 R$ 91.660 R$ 2.870
200 TSI AT R$ 96.590 R$ 99.090 R$ 2.500
Comfortline 200 TSI AT R$ 110.260 R$ 112.120 R$ 1.860
Highline 250 TSI AT R$ 118.690 R$ 120.600 R$ 1.910
Fonte: IG CARROS

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Cinco variações do Chevrolet Vectra que não tivemos no Brasil

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Lançado na Europa em 1988 como o substituto do Opel Ascona (como era conhecido o Monza no mercado europeu), o Opel Vectra acabou se tornando um produto internacional, sendo vendido também com as marcas Holden (Austrália) e Chevrolet (América Latina).

No mercado europeu, o modelo de porte médio-grande seria produzido em três gerações e ficaria em linha até 2008. No Brasil, o Vectra chegou em 1993, com produção na fábrica de São Caetano do Sul (SP). O modelo estava disponível apenas na carroceria sedã e com motores 2.0 de 8 e 16 válvulas.

Mas não tivemos por aqui a terceira geração do carro europeu, já que o nome Vectra acabou sendo usado entre 2005 e 2011 por um sedã e hatch baseados no médio Astra. Também passaram longe do Brasil outras variações de carroceria como a station wagon e a notchback , e os carros equipados com motores V6. Confira alguns Vectra que nunca chegaram às concessionárias brasileiras.

 1- Vectra Turbo 4×4

Opel Vectra Turbo 4x4
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Opel Vectra Turbo 4×4: até mais interessante que o GSi que tivemos no Brasil, com motor aspirado de 150 cavalos, o mesmo do cupê Calibra


O Opel Vectra de primeira geração teve uma curiosa versão que combinava o sistema de tração 4×4 com uma versão turbo do motor 2.0 16V usado no GSi vendido no Brasil, que era capaz de desenvolver 204 cv.

Com este conjunto, o sedã acelerava de 0 a 100 km/h 6,8 segundos e atingia os 240 km/h. No Brasil, o Opel Vectra Turbo 4×4 ficou conhecido como o safety car do GP de San Marino de 1994, onde morreu o tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna .

 2- Vectra Caravan

Vectra
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Opel Vectra Caravan: a perua poderia ter vindo ao Brasil como um carro para família com apelo esportivo, diferente as minivans, como a Zafira


Uma das novidades da segunda geração do Vectra na Europa (onde foi lançado em 1995, um ano antes do Brasil) foi a carroceria Station Wagon.

Vendida com o nome de Vectra Caravan, seguiu como uma das opções da linha até o fim do modelo no mercado europeu.

3 – Vectra V6

Vectra
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Opel Vectra i500: imagine o deleite que é assumir o volante desse belo sedã com o V6 roncando forte, algo que ficamos apenas na vontade


No mercado brasileiro, o Vectra de segunda geração foi oferecido com motores 2.0 e 2.2, de 8 ou 16 válvulas. Mas nenhum deles com mais de quatro cilindros.

Essa era uma exclusividade do modelo europeu. o 2.5 V6 era a opção mais potente da linha e chegou a ser oferecido na edição limitada i500, calibrado para desenvolver 195 cv.

 4 – Vectra “C”

Vectra
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Opel Vectra “C” com essa pintura azul erada versão esportiva OPC, com desempenho de tirar o fôlego


A terceira geração do Vectra, conhecida também como Vectra “C”, foi mostrada na Europa em 2002, três anos antes do fim do Vectra “B” no Brasil.

Na época, uma das razões para a “não-vinda” desse carro ao mercado brasileiro foi o tamanho. Feito sobre uma nova base, o Vectra tinha se tornado um modelo de porte grande. A station Caravan era maior até do que a Chevrolet Omega Suprema feito no Brasil nos anos 1990.

 5 – Vectra “D”

Insignia
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Opel Insignia ficou sofisticado demais para o mercado no Brasil, onde a GM deixou de ter modelos baseados na linha Opel alemã


Na Europa, o Vectra foi substituído em 2008 pelo Opel Insignia . Mas em alguns mercados da América Latina a General Motors decidiu seguir usando o nome Chevrolet Vectra no novo modelo.

Essa decisão do grupo americano fez com que, entre 2009 e 2011, houvessem dois Chevrolet Vectra à venda no mercado latino: o europeu Insignia rebatizado e o brasileiro baseado no Astra.

Fonte: IG CARROS

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Preço da gasolina tem variação de 28% nos estados brasileiros

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Confira os preços da gasolina por região

O preço da gasolina registrou variação de até 28% na primeira quinzena de setembro, aponta o levantamento da Ticket Log, empresa de soluções de abastecimento e gestão de veículos. Segundo os dados divulgados hoje (25), o Acre registrou o maior valor do combustível fóssil, sendo encontrado a R$ 5,13 por litro. O menor preço é do Amapá, com média de R$ 4,00.

Todas as regiões do Brasil sofreram aumento no preço do combustível em setembro, na comparação com o mês anterior. A região Centro-Oeste tem a gasolina mais cara do Brasil, sendo encontrada pelo valor médio de R$ 4,62 por litro. Na Região Sul, o combustível é 5% mais barato, e pode ser adquirido por R$ 4,39 nas bombas.

Já o etanol teve flutuação de 58% nos preços entre estados brasileiros. Segundo a Ticket Log, o maior preço do combustível de cana-de-açúcar foi encontrado no Rio Grande do Sul, onde custa R$ 4,11 por litro. O menor valor foi encontrado em São Paulo, por R$ 2,68. O etanol custa, em média, R$ 3,55 por litro no Brasil.

O diesel convencional e o S-10 foram os combustíveis que apresentaram maior alta no período – 4,22% e 4% respectivamente. O diesel comum apresentou média de valor de R$ 3,742 nas bombas brasileiras e o diesel S-10 de R$ 3,78.

Preço da gasolina por região
Ticket Log

Preço da gasolina por região


Fonte: IG CARROS

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