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VW Saveiro Robust foi feita para aguentar o tranco

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Rafael Poci Déa

VW Saveiro Robust é a versão para o trabalho na cidade

A Volkswagen Saveiro segue um clássico da nossa indústria, já somando 37 anos de mercado. A picape compacta chegou à linha 2020 nas versões Robust Cabine Simples (R$ 53.150), Robust Cabine Dupla (R$ 66.240), Trendline CS (R$ 65.090) e Cross CD (R$ 85.860). Voltada para o trabalho, a versão de entrada divide a preferência do público com a Fiat Strada Working (a partir de R$ 52.990), a Chevrolet Montana LS (R$ 55.190) e a Renault Duster Oroch Express (R$ 66.550).

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A tímida lista de equipamentos inclui faróis com máscara negra, tomada 12V, preparação para som/antena de teto, suporte para celular com entrada USB, banco do motorista ajustável em altura e o indispensável protetor de caçamba. O pacote “Robust Completo (R$ 7.440) adiciona ar-condicionado, direção hidráulica, grade protetora da janela traseira, iluminação do compartimento de carga, brake light, vidros e travas elétricos.

A única pintura metálica disponível é a prata Sirius (R$ 1.600). Completa, a Saveiro Robust CS sai por R$ 62.190 – quase o valor da Trendline CS (R$ 65.090), que já oferece de fábrica ar-condicionado, direção hidráulica, rádio ‘Media Plus’ com Bluetooth, MP3 Player, entradas USB, SD-Card e auxiliar, além dos para-choques na cor da carroceria. Ou seja, esta Robust é para ser comprada “pelada” mesmo.

Uma das novidades da família Robust 2020 está no novo painel alinhado ao dos irmãos Gol/Voyage, substituindo o antigo com saídas de ar circulares. A cabine surpreende pelo acabamento com elementos texturizados e pelo bom isolamento acústico. A posição de dirigir agrada, mas o ajuste de altura do banco do motorista não é milimétrico, tampouco a coluna de direção regulável em altura/profundidade. A ergonomia também ficaria melhor com os retrovisores elétricos.

A VW Saveiro mede 4,474 m de comprimento e 2,753 m de entre-eixos, enquanto a Strada Working 4,409 m e 2,718 m, respectivamente. Na ponta da fita métrica, a Montana LS possui 4,514 m e 2,669 m. O Duster Oroch Express é comercializado só na carroceria cabine dupla e quatro portas, com 4,936 m e 2,829 m, só para comparar.

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A Saveiro continua boa de guiar. O desempenho do motor 1.6 8V (EA111) nos baixos e médios giros aliado ao baixo peso, de 1.028 kg, coopera na dirigibilidade. Embora “livre de emoções”, a Saveiro Robust CS anda com desenvoltura, sendo mais potente e forte que Montana LS (até 99 cv e 13 kgfm) e Strada Working (88 cv e 12,5 kgfm). Só perde do utilitário da Renault (120 cv e 16,2 kgfm). O câmbio manual de cinco marchas da Volks (MQ200) tem engates leves e muito precisos. Já a direção hidráulica tem o peso correto ao trafegar acima dos 80 km/h.

As suspensões bem calibradas transmitem conforto. Mesmo de caçamba vazia, a dinâmica não fica comprometida, apesar do “pula-pula” ser inevitável, dependendo da qualidade do asfalto. As rodas de ferro de 15” vestem calotas e pneus 205/60, enquanto outro ponto positivo está nos freios, com discos ventilados na frente e sólidos atrás – Strada Working e Oroch Express têm discos tambor no eixo traseiro. Isso ajuda a picapinha da Volks a frear bem mesmo carregada (ainda conta com EBD, a distribuição da força de frenagem).

E a caçamba?

O compartimento de carga de 924 litros acomoda até 712 quilos e estão disponíveis o já citado protetor de caçamba e quatro ganchos de fixação. Faltam capota marítima e sensores de estacionamento. A tampa da caçamba tem amortecedores que impedem que ela desabe ao ser aberta e facilita seu fechamento.

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Enfim, esta versão de entrada pode não oferecer muitos luxos, mas cumpre o papel a que se destina com uma dirigibilidade acima da média. Não à toa, a despeito da idade avançada do projeto – defeito também da líder de vendas Strada – a VW Saveiro continua cobiçada por uma boa fatia dos consumidores.

FICHA TÉCNICA

Volkswagen Saveiro Robust Cabine Simples

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Preço básico: R$ 53.150
Carro avaliado: R$ 62.190
Motor: 4 cilindros em linha 1.6, 8V
Cilindrada: 1598 cm 3
Combustível: flex
Potência: 101 (g) e 104 cv (e) a 5.250 rpm
Torque: 15,4 kgfm (g) e 15,6 kgfm a 2.500 rpm
Câmbio: manual, cinco marchas
Direção: hidráulica
Suspensão: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e disco sólido (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,474 m (c), 1,713 m (l), 1,562 m (a)
Entre-eixos: 2,753 m
Pneus: 205/60 R15
Caçamba: 924 litros
Tanque: 55 litros
Peso: 1.028 kg
0-100 km/h: 10s5 (e)
Velocidade máxima: 176 km/h (e)
Consumo cidade: 10,8 km/l (g) e 7,5 km/l (e)
Consumo estrada: 12,4 km/l (g) e 8,8 km/l (e)
Emissão de CO 2 : 117 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: C (Picape Compacta)

Fonte: IG Carros
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JAC lança rival do Compass, em versão única, com motor 1.5 turbo e câmbio CVT

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JAC T60 chega com conjunto moderno e boa lista de equipamentos de série como atributos para encarar os rivais

A JAC lança o SUV médio T60 no Brasil a partir de R$ 99.990. O carro chega para disputar um lugar de destaque no mesmo segmento do Jeep Compass, o líder absoluto de vendas, com 54.524 unidades entre janeiro e novembro, de acordo com o balanço da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Como principal atributo na briga com os rivais, o modelo da marca chinesa conta com a relação entre custo e benefício.

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Na lista de itens de série, o JAC T60 conta com controles eletrônicos e estabilidade e tração, monitoramento da pressão dos pneus, botão de partida, multimídia com tela de 10,25 polegadas, freio de estacionamento elétrico, câmera de 360° e painel de instrumentos digital com tela TFT entre outros equipamentos.

Como opcional, a fabricante oferece para o SUV médio o pacote com teto solar elétrico e bancos revestidos de couro por R$ 5 mil extras, o que leva o preço para R$ 104.990.

O JAC T60 da linha 2020 vem com motor 1.5 turbo, com injeção direta da gasolina e rende 168 cv e razoáveis 21,4 kgfm a 2.000 rpm. No sistema de transmissão está incluído o câmbio automático CVT , que simula seis marchas e a tração é dianteira. São números para acelerar de 0 a 100 km/h e, 9,6 segundos e atingir 195 km/h, diz a fabricante.

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A reportagem de iG Carros está no lançamento do JAC T60 da linha 2020 e logo terá maios detalhes da novidade, inclusive as primeiras impressões ao dirigir.  

Fonte: IG Carros
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Yamaha R15, “Irmã” menor da R3, traz visual mais esportivo na linha 2020

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Yamaha R15: Pequena esportiva carenada seria a única da categoria no Brasil, na faixa das 150 – 160 cc

A Yamaha R15 acaba de chegar em sua linha 2020 na Índia, com novas cores e grafismos. Agora, vem com rodas de liga leve azuis e esquema de cores de corrida com a mesma cor na carenagem. Com preço de 1,45,300 Rúpias Indianas (R$ 8.484, em conversão direta), a esportiva carenada é da família da R3, vendida no Brasil por R$ 23.990. Se viesse ao mercado brasileiro, poderia sair por pouco mais que os R$ 11.190 cobrados pela Fazer 150. Entretanto, questionada pela redação do iG Carros, a Yamaha do Brasil afirma que essa moto não virá.

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A moto herda o mesmo design agressivo e esguio, com linhas fortes e pontiagudas, de “irmãs” maiores como a Yamaha R3 , em uma família que ainda tem modelos de 250 cc a 1.000 cc. Por outro lado, os outros componentes da Yamaha R15 seguem inalterados da linha 2019. O motor é o monocilíndrico de 155 cc (o mesmo da nova Yamaha NMax), mas com 18,6 cv e 1,4 kgfm. Isso não é muito menos que os 21,5 cv e 2,1 kgfm da Fazer 250 (R$ 15.990), que pesa 16 kg a mais (137 kg ante 153 kg).

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Painel é totalmente digital e mostra os dados de forma que o piloto interprete com facilidade

A lista de equipamentos para um bom desempenho segue. Entre eles, o sistema Assist & Slipper Clutch, visto apenas em motores grandes na Ásia. O recurso auxiliar faz o funcionamento da embreagem mais leve, para que o piloto tenha mais conforto ao operá-la, enquanto a embreagem deslizante faz o câmbio mais suave, principalmente em reduções de marcha em rotações mais altas. Na dianteira a suspensão é do tipo invertida, enquanto a traseira conta com sistema monoshock com ajustes na pré-carga da mola.

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Entre outros equipamentos, a Yamaha R15 traz luzes dianteiras e traseiras em LED, além painel de instrumentos totalmente digital, inclusive o velocímetro e conta-giros. Já o tanque de combustível tem capacidade para 11 litros, o que deve gerar autonomia na casa dos 350 km, segundo dados do fabricante. Os pneus têm medidas de 100/80 na dianteira e 140/70 na traseira. Nos ‘contras’, vale lembrar a falta dos freios ABS.

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Fonte: IG Carros
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