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VW Passat SLE: versão topo de linha não era a preferida na época

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VW Passat LSE: Versão que não era tão procurada, mesmo trazendo equipamentos inéditos em períodos de importações fechadas

O VW Passat foi um dos maiores sucessos da marca alemã, mundialmente falando. O médio alemão conseguiu mostrar toda a versatilidade da marca em diferentes mercados. Conjunto sólido, design genial de Giorgetto Giugiaro e robustez mecânica sempre foram palavras-chave para seu grande êxito.

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No Brasil, o VW Passat chegou em 1974. Na época vale lembrar que a marca enfatizava as qualidades dos motores boxer refrigerados a ar em detrimento dos refrigerados a água da concorrência. Os folhetos de propaganda deixam claro que essa era uma escolha da Volkswagen, já que todos os modelos vendidos naquele momento usavam aquela configuração mecânica.

Mas o Volkswagen Passat chegaria para mudar – definitivamente – a história. Após um período inicial ele foi bem aceito pelo público e logo passou a liderar o segmento, com a já falada confiabilidade mecânica e conjunto excepcional, além de acerto visual.

O modelo tinha versões para todos os gostos e bolsos. Desde a básica até a esportiva conquistou o público de forma definitiva. A versão TS, lançada em 1976, trazia um aspecto esportivo e logo conquistou o público jovem com desempenho e design.

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Mas hoje é dia de falar da versão de topo: o Passat LSE , que chegou às lojas no final de 1977. O diferencial era a carroceria de quatro portas, interior mais luxuoso, inclusive com ar-condicionado, um acessório incomum, e a frente de quatro faróis do TS.

O ano de 1979 trouxe uma mudança visual. Quatro anos mais tarde um novo facelift colocou o Passat em sintonia com o mercado. Novas versões foram lançadas nessa época, com destaque para a GLS e GTS Pointer. A LSE seguia no mercado atendendo quem buscava um quê a mais.

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A dirigibilidade do VW Passat se destaca. O Motor MD-270 trazia bielas mais longas e torque generoso para rodar bem na cidade e na estrada. Além disso a ergonomia e câmbio com engates precisos se tornaram um sinônimo dos modelos Volkswagen na época. Nos vemos na próxima semana.

Fonte: IG CARROS

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Fabricantes estudam adiamento do ESP obrigatório para depois de 2022

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Sistema ESP, ou controle eletrônico de estabilidade, evita que o carro fique fora de controle em mudanças bruscas de direção

Por conta da crise econômica, da queda abrupta no faturamento e do aumento de custos ligados a questões como alta do dólar, grande ociosidade, despesas logísticas, entre outros, as fabricantes já estudam adiar a obrigatoriedade do controle eletrônico de estabilidade (ESP) para além de 2022 combinado com os novos índices de emissões, conforme disse à reportagem de iG Carros o presidente da Anfavea, Luis Carlos Moraes.

Depois de algumas idas de vindas, o controle eletrônico de estabilidade (ESP) já passou a equipar apenas todos os lançamentos a partir deste ano. E está previsto que todos os carros produzidos no Brasil devem ter o item a partir de 2022. Mas isso pode mudar, conforme o andamento das conversas que já estão em curso no setor automotivo.

O ESP, ou simplesmente controle de estabilidade e tração – funciona por meio de sensores e modulo eletrônico formando um sistema que evita derrapagens e saídas de frente e traseira, ajudando a manter o carro sob controle em pisos escorregadios ou quando existe um certo abuso da velocidade nas curvas. Atua cortando a potência do motor e freando cada roda individualmente, para gerar força oposta no lado que está derrapando.

Etapas do Proconve também podem ser adiadas

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As novas normas de emissões de poluentes também podem ser adiadas em dois ou três anos, de acordo com a Anfavea

Agora, em janeiro último, também passou a ser obrigatório o cinto de três pontos e o encosto de cabeça para todos os ocupantes. Mas, ainda conforme a Anfavea, as fabricantes também querem adiar em dois ou três anos as próximas etapas do Proconve para veículos leves e pesados.

Entre outras justificativas, a entidade explicou que não é apenas por uma questão econômica, uma vez que o setor prevê uma queda de 40% na sua receita em 2020, mas também por causa da pandemia. Isso porque os testes de desenvolvimento foram prejudicados pela quarentena e se mantém num ritmo abaixo do ideal para proteção dos profissionais que atuam tanto em laboratório quanto no campo de provas.

Conforme Moraes, a crise vem afetando todos os campos profissionais, inclusive a indústria automotiva e a sugestão do adiamento não afeta o compromisso das fabricantes com o meio ambiente, já que tem havido esforços com resultados mensuráveis nos 40 anos.
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Fonte: IG CARROS

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Recordista de recalls no Brasil é carro de R$ 1,2 milhão

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Mercedes-Benz Classe G 63 AMG é o jipe mais bruto e potente da sua categoria. Mas anda com alguns problemas

Um levantamento realizado pelo aplicativo Papa Recalls com base em dados do 1º semestre deste ano aponta que o utilitário Mercedes-AMG G 63, que é avaliado em R$ 1,2 milhão na tabela Fipe, foi o modelo com maior número de recalls no mercado brasileiro.

De acordo com o aplicativo, que alerta o motorista se o automóvel cadastrado tem algum chamado para recalls , os proprietários do 4×4 de luxo foram convocados para correção de defeitos nas portas dianteiras, turbocompressor, módulo de travamento diferencial traseiro e trava de segurança infantil traseira.

Os três primeiros lugares entre as marcas que mais realizaram campanhas para a substituição de peças defeituosas foram ocupados por Mercedes Benz (seis), BMW (quatro), Porsche (quatro) e Fiat (três). Juntas, responderam por metade de todos os chamados.

No caso da BMW e Fiat, um dos chamados de cada montadora foram direcionados para a troca de airbags defeituosos em seus recalls . “No primeiro semestre de 2020, esse dispositivo de segurança esteve presente em 8 convocações diante de um total 34 ações de recall, envolvendo 7 montadoras”, destacou Vinícius Melo, CEO do Papa Recall .

Fonte: IG CARROS

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