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VW Nivus Comfortline: versão mostra que está na medida certa

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VW Nivus
Carlos Guimarães/iG

VW Nivus Comfortline: rodas de aro 16 e sem faróis de neblina entre as diferenças para a versão topo de linha Highline

A onda dos SUVs invadiu de vez o mercado e agora há quem esteja disposto a parecer que está andando em um deles, mas com a sensação de guiar um hatch. O VW Nivus está no meio termo entre um utilitário esportivo, cupê e um dois volumes não apenas na aparência.Depois de ter experimentado o carro na cidade, na estrada e até em trechos de terra, ficou claro que o acerto tanto do conjunto mecânico quanto do estrutural é um dos pontos altos.

Para quem gosta de dirigir, estar ao volante de algo que tem aparência de um SUV, mas anda como um hatch bem acertado é uma grata surpresa. Numa comparação com o Polo, o VW Nivus tem algumas vantagens, como o vão livre do solo (17,6 cm ante 14,9) e o espaço interno, inclusive o porta-malas (415 litros ante 300).

Há também o jeito mais estiloso, que é mantido na versão mais simples Comfortline (a partir de R$ 85.890), equipada com o essencial do conforto custando mais de R$ 12 mil a menos que a topo de linha.

As rodas são de aro 16 com pneus 205/60R e não 17 como na Highline. Os logos são cromados, em vez de ter acabamento escurecido. E não há faróis auxiliares de neblina nas extremidades do para-choque dianteiro entre as diferenças. Mas, para quem não liga para muitos detalhes, o Comfortlime cumpre bem o seu papel de ser uma espécie de SUV descolado.

Atrás, as lanternas fumês são as mesmas da versão mais equipada, assim como o conjunto mecânico. Ao dar a partida, a única diferença é ter que girar a chave no contato em vez de apertar um botão no painel. Além disso, no Comfortline , o ar-condicionado é analógico no lugar do digital e o cluster não pode ser configurado conforme o gosto do freguês, como no Highline .

O novo volante multifuncional também é quase o mesmo do Highline, exceto pelo revestimento de couro. Entre os itens de série do Comfortline há banco traseiro com encosto bipartido, câmera de ré, computador de bordo, luzes diurnas e central multimídia com tela de 6,5 polegadas.

Se quiser a nova VW Play, com tela de 10,1 polegadas, que vem com alguns aplicativos embutidos (entre os quais o Waze), é preciso levar o pacote opcional que sai por R$ 3.520 e e inclui também o controle de velocidade de cruzeiro adaptativo e as hastes atrás do volante para trocas de marcas sequenciais.

Andando no asfalto, o Nivus Comfortline mostra a qualidade de aliar bom desempenho com baixo consumo, além de ser ágil nas manobras. O motor 1.0 turbo, de três cilindros, com câmbio automático sequencial de seis marchas deixou claro que tem fôlego suficiente para ultrapasagens seguras. Seus 128 cv e 20,4 kgfm a meros 2.000 rpm se traduzem em respostas rápidas aos comandos do acelerador. De acordo com a fabricante, para ir de 0 a 100 km/h, o carro precisa de bons 10 segundos.

A direção é precisa em velocidade e leve ao estacionar. E a suspensão trabalha bem tanto para absorver as irregularidades do piso quanto para manter o carro estável nas curvas, inclusive, em estradas de terra. Levantamos poeira em alguns trechos e comprovamos que o Nivus vai bem na terra, contanto que você passe apenas por caminhos de terra batida e com obstáculos fáceis de serem superados, longe de trilhas e lamaçais.

Para quem vai pegar estrada, o tanque de 52 litros pode ficar pequeno, limitando a autonomia. Mesmo assim conforme dados do Inmetro, o Nivus Comfortline pode rodar 489 km com etanol e 686 km com gasolina na estrada, fazendo 9,4 km/l e 13,2 km/l, respectivamente. Na cidade, faz 7,7 km/l com etanol e 10,7 km/l com gasolina.

No interior, há espaço para cinco ocupantes e suas respectivas bagagens. Bom é que quem vai sentado no banco traseiro conta com saídas do ar-condicionado, o que contribui com o conforto, mas a distância entre-eixos é praticamente igual a do Polo ( 2,57 m). Entretanto, o acabamento é de bom gosto, com aplique preto brilhante no painel e tecido de boa qualidade nos bancos.

Conclusão
A versão Comfortline do VW Nivus se mostrou na medida certa, até por poder ter a nova central VW Play como opcional. Bem acertado, estiloso e sem gastar muito combustível, o carro é um dos mais interessantes que temos no mercado hoje em dia, levando em conta a questão da relação entre custo e benefício.

Ficha técnica

VW Nivus

Preço: a partir de R$ 8‎5.890 

Motor: 1.0, quatro cilindros, flex, turbo

Potência: 128 cv (E) / 116 cv (G) a 5.500 rpm

Torque: 20,4 kgfm a 2.000 rpm

Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / sólido (traseiros)

Pneus: 205/55 R16

Dimensões: 4,27 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,49 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 415 litros

Consumo gasolina: 7,7 km/l (cidade) / 9,4 km/l (estrada), com etanol e 10,7 cidade e 13,2 km/l na estrada, com gasolina

0 a 100 km/h: 10 segundos

Velocidade máxima: 189 km/h

Fonte: IG CARROS

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SSC Tuatara atinge 508,73 km/h e é carro de produção mais veloz do mundo

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SSC Tuatara
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SSC Tuatara passa a ser o supercarro mais veloz produzido hoje em dia, superando o Koenigsegg Agera RS, que atingiu 447,19 km/h


O supercarro americano SSC Tuatara é o carro de produção mais rápido do mundo, anunciou o fabricante nesta segunda-feira (19). Equipado com um motor 5.9 V8 biturbo que chega a 1.774 cv quando abastecido com o etanol “E85”, o modelo atingiu a velocidade de 508,73 km/h.


Esta foi a velocidade média obtida no teste. Na primeira passagem, o Tuatara registrou a máxima de 484,53 km/h, enquanto a segunda prova atingiu 532,93 km/h. O recorde foi obtido na Route 160, uma rodovia nos arredores de Las Vegas (EUA) no último dia 10 de outubro. Segundo o piloto Oliver Webb, que guiou a máquina na façanha, a velocidade poderia ter sido ainda maior se não fosse a influência dos ventos cruzados.

Para garantir que o recorde seria incontestável, o teste foi realizado propositalmente em via pública, com um carro de produção equipado com pneus e combustível de rua e um sistema certificado de GPS para a registro de velocidade.


Além do recorde de velocidade máxima, o Tuatara quebrou ainda os recordes de “maior velocidade em uma milha em via pública” (503,92 km/h), “maior velocidade em um quelômetro em via pública” (517,16 km/h) e “velocidade mais alta obtida em via pública (532,93 km/h). Confira o vídeo abaixo para ter uma ideia de como o supercarro acelera.



Fonte: IG CARROS

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Depois da Kombi, Volkswagen poderá apostar em Fusca elétrico

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Volkswagen Fusca
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Volkswagen Fusca pode voltar ao mercado, mas apenas movido a eletricidade, como parte da nova família com a plataforma MEB


A Volkswagen segue com os seus planos para a produção de uma recriação atual da Kombi. Recentemente, a montadora alemã anunciou investimentos para a compra de 800 robôs da empresa suíça ABB, que serão empregados na modernização da fábrica de Hanover (Alemanha) para a produção da versão de produção utilitário elétrico ID. Buzz, a partir de 2022.


Já que a interpretação para o Século XXI da Kombi “Corujinha” está perto de se tornar um carro de produção, não podemos descartar a possibilidade de uma recriação do Fusca. Atual presidente do conselho de administração do Grupo Volkswagen , Herbert Diess chegou a comentar esta possibilidade em 2017, numa entrevista para a publicação britânica Autocar .

Assim como a versão de produção do ID. Buzz, o novo Fusca poderia ser baseado sobre a plataforma MEB, criada especialmente para os elétricos da Volkswagen.


Do tipo modular, tem se mostrado extremamente versátil. Além do hatch pioneiro ID.3 e do SUV ID.4, ambos já em produção, a plataforma MEB já serviu de base para uma série de conceitos que vão da station wagon ID. Space Vizzion ao ID. Buzz, passando pelo buggy ID. Buggy .

Apesar de a Volkswagen ter investido no ano passado em uma campanha publicitária de despedida do nome, o Fusca é um produto muito icônico para ser descartado “para sempre” pela marca. Como mostra a trejetória do modelo ao longo da história.Confira abaixo o vídeo da nova família de elétricos da VW.


Apesar de ter sido descontinuado na Europa em 1979, o modelo original seguiu em produção no México até 2003. Em 1997, o Golf serviu de base para o 1º Fusca “moderno” (o New Beetle), que em 2011 foi substituído pelo carro que seria vendido no Brasil com o nome de Volkswagen Fusca.

Fonte: IG CARROS

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