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Economia

Votorantim Cimentos inicia produção de argamassa em Cuiabá

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Décima fábrica da Votomassa no Brasil fortalece atuação no mercado mato-grossense de argamassas colantes para diferentes tipos de aplicações

A Votorantim Cimentos, líder em materiais de construção, já está operando em Cuiabá (MT) sua nova linha de produção de argamassas com a marca Votomassa. Com essa expansão, a Votorantim Cimentos amplia sua atuação para atender o Estado do Mato Grosso.

A unidade, integrada à fábrica de cimento da companhia em Cuiabá, tem capacidade de produção de 120 mil toneladas por ano de argamassas colantes para diferentes tipos de aplicações em pisos e paredes, áreas internas e externas, de cerâmicas, porcelanatos e outros materiais. Serão produzidos cinco tipos de argamassa (ACI, ACII, ACIII, PSP e PI) que serão destinadas para o mercado mato-grossense, todas com a qualidade da Votorantim Cimentos.

Destaque para a Votomassa Porcelanato Interno (PI) que é indicada para assentamento de revestimentos cerâmicos e porcelanatos de tamanho até 60cm x 60cm. Já aArgamassa Piso Sobre Piso (PSP) é a argamassa multiuso da Votomassa, indicada para revestimentos cerâmicos, porcelanatos e pedras decorativas, faz sobreposição de revestimentos cerâmicos em áreas internas e externas.

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A Votorantim Cimentos investiu R$ 11 milhões na nova linha de produção, que segue padrões de qualidade mundiais para a fabricação de argamassa. Com processos automatizados, a linha possui balanças de alta precisão que garantem a qualidade do produto e equipamentos com baixo consumo de energia. A construção do empreendimento foi executada em quatro meses e gerou 80 empregos diretos durante as obras.

“A diversificação de portfólio é uma estratégia importante para a criação de valor na companhia. Nossa meta é potencializar a capacidade instalada e investir em produtos e soluções que vão além do cimento. Aumentar a oferta de produtos de qualidade na região, como é o caso da Votomassa, reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento do estado e com os nossos clientes”, afirma o gerente geral de Argamassa da Votorantim Cimentos, Carlos Vicente Flores Escalona.

A nova linha de produção em Cuiabá é a décima fábrica de argamassas da Votorantim Cimentos no Brasil. Com a inauguração, a empresa totaliza 2,36 milhões de toneladas de capacidade de produção de argamassa por ano. Suas outras fábricas estão nas cidades de Barueri, Cajamar e Limeira (todas no Estado de São Paulo), Camaçari (BA), Esteio (RS), Rio Branco do Sul (PR), Sobradinho (DF), Pecém (CE) e Itaú de Minas (MG).

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Sobre a Votorantim Cimentos

Fundada em 1933, a Votorantim Cimentos se tornou uma das maiores empresas globais do setor. O portfólio de materiais de construção vai além dos cimentos e inclui concretos, argamassas e agregados, além de insumos agrícolas. São quase 12 mil empregados e uma receita líquida de R$ 12,6 bilhões em 2018. As unidades da Votorantim Cimentos estão estrategicamente próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e presente em 11 países: Argentina, Brasil, Bolívia, Canadá, Luxemburgo, Marrocos, Espanha, Tunísia, Turquia, Estados Unidos e Uruguai. Se no passado a Votorantim Cimentos tinha orgulho de ter contribuído para o desenvolvimento e industrialização do país, hoje a empresa constrói o futuro com parcerias, inovação e sustentabilidade, sempre focada em seu propósito: a vida é feita para durar. Mais informações emwww.votorantimcimentos.com.br.

 

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Economia

Guedes participa amanhã de abertura do Fórum Econômico em Davos

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Representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial, que reúne líderes, chefes de Estado e empresários em Davos, na Suíça, o ministro da Economia, Paulo Guedes, participará amanhã (20) à noite (horário local) da abertura do evento. De terça-feira (21) a quinta-feira (23), o ministro falará em painéis e terá encontros com presidentes de multinacionais.

Segundo o Ministério da Economia, as apresentações de Guedes se concentrarão em dois aspectos: a redução do déficit fiscal no primeiro ano de governo e o aprofundamento das reformas estruturais que, segundo ele, ajudarão a economia a recuperar-se e acelerará a criação de empregos.

O ministro chegou à Suíça na sexta-feira (17) e passa o fim de semana em Zurique, sem compromissos oficiais. Na quinta-feira (16), Guedes participou de reunião na Mont Pelerin Society, na Universidade de Stanford, na Califórnia. A entidade é conhecida como um centro de pensamento de ideias liberais. Ele partiu dos Estados Unidos diretamente para o Fórum Econômico.

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, não participará da edição deste ano do encontro em Davos. O BC não informou os motivos para a decisão. No ano passado, Campos Neto, que só tomou posse no comando do Banco Central em março, dois meses depois do Fórum Econômico Mundial, integrou a delegação brasileira na condição de convidado.

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Da Suíça, o ministro deverá ir para Nova Délhi, capital da Índia, onde se encontrará com o presidente Jair Bolsonaro, que visitará o país asiático entre os dias 24 e 27. O Ministério da Economia ainda não confirmou se Guedes emendará as duas viagens. Caso vá à Índia, o ministro só retornará a Brasília no dia 28. Segundo o Itamaraty, a viagem terá como destaque a assinatura de 10 a 12 acordos comerciais entre Brasil e Índia.

O presidente Jair Bolsonaro tinha anunciado, no início do mês, que iria ao Fórum Econômico. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o cancelamento da viagem não foi provocado exclusivamente por questões de segurança. Aspectos econômicos, políticos e internacionais, como o agravamento das tensões no Oriente Médio, contribuíram para a decisão.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Economia
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Economia

Feriados em dias úteis podem gerar perda de R$ 20 bilhões este ano

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À exceção das atividades econômicas ligadas ao turismo, o comércio nacional deve ter neste ano prejuízo de cerca de R$ 19,6 bilhões com os feriados que caem em dias úteis, 12% a mais que as perdas registradas em 2019, que ficaram em torno de R$ 17,4 bilhões. A estimativa foi divulgada nesta sexta-feira (17) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A entidade diz que os feriados em dias úteis reduzem o nível de atividade do comércio que, por outro lado, pode enfrentar aumento dos custos de operação.

De acordo com o economista da CNC Fabio Bentes, por causa das horas extras que têm de ser pagas aos empregados, a folha de pagamento é a principal fonte dos prejuízos impostos ao comércio pelos feriados. “O peso relativamente elevado da folha de pagamentos na atividade comercial acaba comprimindo as margens de operação do setor” por causa do fechamento das lojas, ou da diminuição do fluxo de consumidores, disse Bentes. Ele acrescentou que isso acaba ocorrendo mesmo que as vendas sejam parcialmente compensadas nos dias imediatamente anteriores ou posteriores aos feriados. 

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Bentes destacou que o único feriado que não impactará o setor do comércio é o da Proclamação da República, em 15 de novembro, que cairá em um domingo.

Segundo a CNC, cada feriado diminui a rentabilidade média do setor do comércio, incluindo varejo e atacado, em 8,4%. Para os segmentos de hiper e supermercados, lojas de utilidades domésticas e de vestuário e calçados, que respondem, juntos, por 56% do emprego no varejo nacional, as taxas de perdas mensais atingem11,5%, 11,6% e 16,7%, respectivamente.

Os estados que tendem a concentrar 57% das perdas estimadas são São Paulo (menos R$ 5,62 bilhões), Minas Gerais (-R$ 2,09 bilhões), Rio de Janeiro (-R$ 2,06 bilhões) e Paraná (-R$ 1,42 bilhão).

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia
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