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Política Nacional

Voto impresso é ‘modernização e aperfeiçoamento’ do sistema eleitoral, diz Girão

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Em pronunciamento, nesta quinta-feira (5), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) manifestou apoio ao retorno do voto impresso no sistema eleitoral do país e classificou de “interferência política” a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Roberto Barroso, de debater com líderes partidários da Câmara dos Deputados, segundo o senador com o intuito de influenciar a comissão especial da Câmara que analisa proposta de emenda à Constituição (PEC) para modificar o sistema de votação.

 — E de alguma forma conseguiu influenciar, porque as lideranças partidárias tiraram membros da comissão especial que eram favoráveis ao voto auditável, por outros que não têm tanta firmeza nesse posicionamento. Então, foi uma manobra que ocorreu, uma interferência, e isso não é saudável. Nós sabemos que existe aí todo um establishment lutando contra o voto auditável. Pelo que temos visto e acompanhado em alguns debates, ele propicia, no mínimo, uma maior segurança e transparência nas apurações das eleições — declarou.

Girão disse que fake news propagam a ideia de que  “voto auditável é volta ao passado”. Ele declarou que o processo tem objetivo de aperfeiçoar o sistema atual, que já existe há mais de 25 anos. Segundo ele, alguns especialistas, durante audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, afirmaram que as urnas eletrônicas são suscetíveis à fraude.

 Então, eu penso que se nós podemos aperfeiçoar, dar mais transparência e segurança, por que não fazer isso? Por que toda essa preocupação e polêmica em relação a esse tema? Eu acredito que isso irá dar confiança a quem vota, como maior credibilidade a quem está sendo votado — afirmou Girão

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Apoio a Eduardo Leite cresce no PSDB para Presidência em 2022

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Eduardo Leite (PSDB-RS)
Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

Eduardo Leite (PSDB-RS)

Eduardo Leite (PSDB-RS) tem ganhado apoio do partido para candidatura à Presidência da República. O governador gaúcho é visto como o candidato ideal para a chamada terceira via nas eleições de 2022 por apoiadores.

De acordo com o UOL , Leite é enxergado como um possível conciliador de partidos de centro e centro-direita em uma chapa futura, algo que, de acordo com seus apoiadores, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) , teria mais dificuldade para conseguir. Doria é o principal nome da sigla para ser lançado como candidato nas eleições do ano que vem e concorrente do gaúcho.

A postura de conciliação e imagem pacifista de Leite tem sido destaque para conquistar apoiadores dentro do partido. A terceira via , para os aliados, precisa reunir eleitores críticos ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e à esquerda.

“O perfil dele [Leite] é o perfil que a gente espera nesse momento de polarização no Brasil e na política, um país que tomou um rumo de ‘nós contra eles’. O Eduardo representa o inverso. Ele tem sua posição muito clara, mas tem sensibilidade e governa para todos, entende que agregar é muito mais importante do que dividir”, disse o deputado federal Lucas Redecker (PSDB-RS), presidente do PSDB-RS. Redecker também é uma das principais vozes da sigla a fazer oposição a Bolsonaro.

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Ainda de acordo com o jornal, nomes que fazem parte do partido e apoiam Leite afirmam que Doria não seria o nome certo para lidar com o centro, dizendo que ele se envolveu em cisões no partido em níveis nacional e estadual e poderia criar rupturas na composição da candidatura ao centro.

“Leite é muito conciliador. A maneira como ele se comporta, busca sempre ter um discurso de distensionar, da sensatez. É isso que o Brasil precisa, de um momento de respirar e estabelecer convivência entre os desiguais. Ele se elegeu e foi conversar com a oposição mais ferrenha”, disse o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB).

Na última segunda-feira (13), Leite ganhou apoio oficial do PSDB mineiro, que tem a segunda maior banca do partido na Câmara dos Deputados, atrás apenas de São Paulo. De acordo com o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), o motivo da aprovação também é o tom “pacificador” do gaúcho, além do desentendimento de Doria com o ex-governador Aécio Neves . Isso porque, em fevereiro, Doria tentou expulsar Neves, que hoje é deputado do partido .

“A base do partido em Minas tem um respeito muito grande pelo ex-governador [Aécio] e, em consequência, adotou Leite. Soma-se a isso a percepção de que, diante da imensa responsabilidade de contribuir para construir a terceira via, Leite é aquele que parece possuir, pelo temperamento e pela maneira de fazer política, maiores condições de unir, inclusive outros partidos”, acrescentou Abi-Ackel.

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Política Nacional

PSDB faz prévias neste domingo e Doria e Eduardo Leite disputam preferência para candidatura ao Planalto

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As prévias tucanas começam neste domingo com o governador de São Paulo, João Doria, à frente de seu principal adversário interno, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. A vantagem se dá pelos apoios já anunciados ao paulista em viagens feitas pelo país nos últimos meses. Até aqui, Doria soma, em tese, um terço do eleitorado do PSDB. Outros 10% fecharam com Leite — o restante segue em aberto, assim como a disputa interna, que promete ser acirrada.

“Se tivermos oportunidade de vencer, além de dialogar com vários outros partidos, vamos buscar uma mulher para ser vice na chapa do PSDB na Presidência da República”, garantiu Doria. No mesmo evento, ele assinou um compromisso para ampliar a participação das mulheres na política.

Na última semana, o governador de São Paulo intensificou sua agenda, com participações em eventos cada vez mais frequentes. Ele tem adotado uma postura pública com discursos mais firmes contra a corrupção e a favor de privatizações. Amanhã (20), Doria estará em Brasília para oficializar sua candidatura à Presidência nas prévias do PSDB.

Rejeição menor

Ainda que atrás de Doria no momento, Eduardo Leite tem menos rejeição dentro e fora do partido, o que o coloca, segundo aliados, com chances reais de crescimento. Prefeitos tucanos de Santa Catarina, por exemplo, foram até o gaúcho para incentivá-lo. O estado é considerado o mais bolsonarista do país.

De perfil mais discreto e menos crítico a Jair Bolsonaro, Leite tem, ao menos por enquanto, mais aliados no Congresso. Dos sete senadores, dois são considerados bolsonaristas — Roberto Rocha (MA) e Rodrigo Cunha (AL) — e, por isso, mais avessos a Doria.

Entre os demais, apenas Izalci Lucas (DF) declarou apoio ao paulista. Ele receberá Doria em almoço após o ato de inscrição, amanhã, em Brasília. Se Tasso desistir, a tendência é que apoie Leite e leve com ele os votos de Plínio Valério (AM) e Mara Gabrilli (SP).

Pelo calendário definido pela Executiva Nacional, os postulantes a presidenciável em 2022 terão pela frente dois meses de campanha. O primeiro turno está marcado para 20 de novembro.

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