conecte-se conosco


Carros e Motos

Volvo atualiza multimídia adicionando Android Auto e Google Maps

Publicado

source
Volvo arrow-options
Divulgação

Volvo eleva o nível de conectividade como uma das medidas para modernizar a linha 2020, que terá XC40 elétrico

A Volvo acaba de revelar a atualização do sistema multimídia de seus carros, adicionando a função Android Auto e compatibilidade com o Google Maps. Outra novidade é que os condutores agora podem usar a voz para comandar as configurações climáticas, a navegação, além da reprodução de músicas e mensagens. A novidade estará em toda a linha de SUVs, que engloba o XC40, o XC60 e o XC90, a partir de 2020.

LEIA MAIS: Volvo XC40 é lançado em versão especial, com mais equipamentos

Os novos preços para os modelos que virão com a novidade ainda não foram divulgados (para saber se haverá algum reajuste). Por outro lado, a marca aposta no sucesso da nova tecnologia: “Finalmente, estamos dando a você a mesma experiência em seu carro com a qual você está acostumado no telefone, mas adaptado para uma interação segura enquanto dirige”, diz Henrik Green, executivo da Volvo .

LEIA MAIS: Caminhão autônomo da Volvo inicia transporte de carga na Suécia

Leia Também:  Prazo para adotar placas do Mercosul é adiado novamente

XC40 elétrico chegará ao Brasil

Volvo arrow-options
Divulgação

Volvo XC40 eletrificado será o único da categoria a permitir carregamento em tomadas de energia

O Volvo XC40 EV é o primeiro Volvo a se tornar zero emissões, já com as novas tecnologias de eletrificação e até a central multimídia atualizada. As primeiras informações divulgadas mostram que o modelo usará dois motores para enviar o movimento às quatro rodas, além de que, segundo a fabricante, oferecerá ainda mais segurança. Será lançado no dia 16 desse mês no exterior, mas ao Brasil chega só no ano que vem, conforme apurou a redação do iG Carros.

LEIA MAIS: Volvo lança XC90 T8 R-Design e prepara mais novidades

A Volvo diz que o XC40 elétrico apresentará um novo arranjo para os sistemas de auxílio ao condutor, com sensores que integram tecnologias de radar, câmera e ultrassom para permitir funções mais avançadas e sofisticadas. Além disso, foram reprojetadas as estruturas de colisão dianteira e traseira, com suportes para controlar os impactos sobre os motores elétricos em caso de colisão, que por sua vez evitam os incêndios.

Leia Também:  Toyota SW4 e Hilux 2020 estreiam com novos itens de segurança

Fonte: IG Carros
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Carros e Motos

Fim de linha para o Chevrolet Cobalt, o sedã da ex-nova classe média

Publicado

source
Chevrolet Cobalt cinza arrow-options
Divulgação

Cobalt 2019: as últimas versões já refletiam uma nova realidade e vinham mais bem equipadas

O Chevrolet Cobalt é o próximo carro a sumir das ruas brasileiras. A General Motors não confirma que vai tirá-lo de linha, mas uma coisa é certa: suas vendas nunca mais serão as mesmas. Na verdade, o Cobalt parece ter dobrado o Cabo da Boa Esperança, como se diz popularmente. Ou, para quem conhece geografia, ele passou pelo Cabo das Tormentas, que era o nome dado pelos portugueses àquele ponto no extremo sul da África, na época das grandes navegações.

LEIA MAIS: Chevrolet Cobalt perde versão mais cara e prepara a chegada do Onix Sedan

Em setembro, o Chevrolet Cobalt teve sua melhor venda no ano: 1.416 unidades. Em outubro caiu para 831. Em setembro, se chegar a 450 vai ser muito. Que diferença para os mais de 66.000 emplacamentos que registrou em 2012. Naquele ano, o Cobalt foi o 11º automóvel de passeio mais vendido do Brasil.

Tudo bem que faz sete anos que isso aconteceu, mas a culpa não é do Cobalt e muito menos da GM. A montadora até melhorou bastante o carro nesse período, dotando-o de tecnologias de conectividade e caprichando em seu conforto. O Cobalt também cumpriu seu papel, servindo às famílias (mais tarde aos taxistas) como um sedã espaçoso e confortável.

O que mudou foi o Brasil. Hoje não existe mais o sonho da nova classe média, a classe C que emergiu das classes D e E para dar um impulso histórico nas vendas da indústria automobilística. Pelo contrário, muitos voltaram para as classes D e E. Pior: alguns que nunca estiveram abaixo da classe C, também empobreceram. E multidões que habitavam as classe A e B, rainhas do consumo antes da era Cobalt, também perderam renda e hoje povoam a classe média brasileira.

Em 2011, o PIB per capita do Brasil era de US$ 13,3 mil. Em 2019, foi inferior a US$ 8.900. Segundo um estudo da Tendências Consultoria, nesse ritmo só em 2028 o pico do PIB per capita voltará ao nível de 2011. Em 2012, a classe média alta tinha uma renda entre R$ 641 e R$ 1.109. Em 2017, cinco anos depois, o pico dessa renda era de R$ 1.008, segundo o Bradesco. E quase 1 milhão de brasileiros havia caído das classes A e B para a classe C.

Portanto, faz sentido o fim do Cobalt. Esse carro foi pensado para a classe média emergente do início da década. Era um carro sem muito luxo, mas com duas propostas de motores: 1.4 de 97/102 cv (g/e) e 1.8 de 106/108 cv (g/e). Mais tarde, a potência do 1.4 subiu para 106 cv e do 1.8 foi para 111 cv (ambos com etanol). Para se ter uma ideia, a campanha de lançamento do Cobalt foi toda feita no Carrefour, um supermercado popular.

LEIA MAIS: Chevrolet lança linha 2020 da minivan Spin com nova versão Premier

Na verdade, o Cobalt havia nascido no EUA, na década anterior. Porém, quando ele foi substituído pelo Cruze no mercado americano, a GM do Brasil aproveitou para lançá-lo aqui. Mas não com a mesma base — a GM aproveitou apenas o nome, pois o Cobalt brasileiro usou a plataforma do Sonic (que não deu certo no mercado brasileiro) e da primeira geração do Onix/Prisma . Cobalt dava dignidade à classe média

Chevrolet Cobalt dava dignidade à classe média

Com um design simples, mas com suspensão macia, um motor razoável e outro mais potente, um porta-malas enorme (563 litros) e bom espaço interno (entre-eixos de 2,620 metros), o Cobalt era um carro que dava dignidade à nova classe média. Era possível ter um carro zero km maior sem ter que pagar uma fortuna.

Portanto, a trajetória do Chevrolet Cobalt foi honrosa, pois ele teve um sentido social, coisa que poucos carros têm. Lógico que, no fim das contas, o que todas as montadoras querem é ganhar dinheiro, mas são poucos os modelos que buscam atender às necessidades do povão. O Cobalt teve esse mérito.

Ao contrário do Cobalt, sua versão station wagon (ou monovolume, como prefere a GM), continua tendo vendas razoáveis. É verdade que em três meses elas caíram caíram de 3.100 para 2.300, mas a queda do Spin tem sido mais lenta. Também está marcado para morrer, mas ele nunca teve o papel social do Cobalt.

O que importa agora é que, num Brasil em que mais de 60 milhões de pessoas estão com o “nome sujo”, é impossível pensar em vender certos carros de forma financiada. Hoje, só quem tem dinheiro sobrando compra um carro zero km. Por isso, as ofertas de carros bons a preços populares são praticamente inexistentes. Por “bons” eu nem me refiro a carros com grandes qualidades técnicas, mas simplesmente àqueles que são espaçosos, razoavelmente confortáveis, com porta-malas grande e motor potente.

LEIA MAIS:  Chevrolet Cobalt e Nissan Versa: briga entre sedãs compactos

Nessa realidade, faz muito mais sentido à GM investir no Onix Plus, seu novo sedã, que subiu de categoria, em relação ao Prisma, justamente para ocupar um lugar que era dignamente defendido pelo Chevrolet Cobalt . Um carro que não deixará uma legião de fãs, mas que teve uma vida significativa.

Fonte: IG Carros
Continue lendo

Carros e Motos

Troller T4 2020 estreia com poucas novidades

Publicado

source

Motor Show

Troller T4 2020 arrow-options
Divulgação

Troller T4 2020 passa a ter detalhes pintados de preto brilhante entre as principais mudanças

As novas cores no exterior e interior são as únicas novidades da linha 2020 do Troller T4, que chega com preço de R$ 140.900 (pintura sólida) e R$ 141.778 (pintura metálica ou perolizada).

LEIA MAIS: Troller T4 2019: moldado em barro. Entramos na lama com o jipe

Na exterior, a o Troller T4  da linha 2020 ganhou a tonalidade Cinza Londres Escuro aplicada na grade dianteira, para-choque, teto, estribos, tampa de porta-malas e molduras. A mesma cor está presente no interior, no painel, console central, apoios de braços e molduras dos alto-falantes. Já as rodas de 17″ agora são pintadas em Preto Ebony.

Troller T4 2020 arrow-options
Divulgação

Trollet T4 vem com central multimídia com tela sensível ao toque e ar-condicionado digital com regulagem independente


O conjunto mecânico segue sem novidades. O motor é o 3.2 Duratorq diesel de cinco cilindros e 200 cv, enquanto o câmbio é manual de seis marchas. A tração é 4×4 com comando eletrônico e reduzida e o diferencial traseiro é do tipo autoblocante.

Leia Também:  Ducati Multistrada Enduro, a primeira da lista do Top 15

Na lista de equipamentos, o Troller T4 2020 traz preparação para snorkel, teto solar de vidro, lanternas traseiras de LED, bagageiro de teto, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia JBL com tela de 6,75″ e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, alarme e preparação para navegador off-road .

LEIA MAIS: Troller lança versão T4 Trail, que traz mais acessórios off-road

O Troller T4 da linha 2020 segue sem airbags ou freios ABS, já que está enquadrado como um veículo off-road e está isento de sair de fábrica com os itens de segurança.

Troller T4 2020 arrow-options
Divulgação

Troller T4 2020 mantém o mesmo aspecto da linha anterior, exceto pelas novas cores adotadas a partir de agora


Fonte: IG Carros
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana