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Economia

Volume de serviços cresce 0,2% de março para abril, diz IBGE

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O volume de serviços no Brasil apresentou um crescimento de 0,2% de março para abril deste ano. Esta é a segunda alta consecutiva do indicador, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, os serviços estão 7,2% acima do nível de fevereiro de 2020, ou seja, do patamar pré-pandemia, mas ainda se encontram 4,2% abaixo de novembro de 2014, o ponto mais alto da série histórica.

Os serviços também apresentaram altas de 9,4% em relação a abril de 2021, de 9,5% no acumulado do ano e de 12,8% no acumulado de 12 meses.

A alta de 0,2% na passagem de março para abril foi puxada por duas das cinco atividades pesquisadas: informação e comunicação (0,7%) e serviços prestados às famílias (1,9%).

Por outro lado, três atividades tiveram queda no período: transportes (-1,7%), profissionais, administrativos e complementares (-0,6%) e outros serviços (-1,6%).

O índice de atividades turísticas cresceu 2,5% em abril ante março. Com isso, o segmento de turismo se encontra 3,4% abaixo do patamar pré-pandemia.

A receita nominal dos serviços cresceu 0,9% de março para abril, 16,5% na comparação com abril de 2021, 15,7% no acumulado do ano e 17,8% no acumulado de 12 meses.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Veja como se preparar para os concursos do INSS e da Receita Federal

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INSS e Receita Federal: veja como estudar para concursos com 1.699 vagas
Marcelo Camargo (Agência Brasil)

INSS e Receita Federal: veja como estudar para concursos com 1.699 vagas

O Governo Federal autorizou, na última segunda-feira (13), a realização de dois concursos públicos. O  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderá oferecer 1 mil vagas para o cargo de técnico do seguro social, que exige nível médio, e a Receita Federal terá 699 vagas , sendo 469 para analista tributário e 230 para auditor fiscal, ambos postos que exigem nível superior. Os editais devem sair em seis meses, mas já é possível começar a se preparar para as seleções.

Os servidores do INSS e da Receita Federal têm escopos de trabalho bem diferentes. Mas há conteúdo programático em comum entre os concursos dos órgãos (veja abaixo). E as cobranças podem ser mais similares para os cargos de técnico do INSS e analista tributário da Receita Federal. Mesmo assim, os especialistas em preparação recomendam foco.

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“A matéria Língua Portuguesa é em média a matéria que mais reprova em concursos públicos, mas no caso do INSS a matéria que mais reprova é Direito Previdenciário, uma vez que é 60% da prova. É a matéria mais importante neste concurso, e nada do estudo vai ser aproveitado para o concurso da Receita Federal”, afirma Elias Santana, professor do Gran Cursos Online.

A remuneração inicial para o cargo de técnico do INSS é prevista em R$ 5.447. O de analista da Receita, em R$ 11.684.

Já a seleção para o cargo de auditor fiscal, com remuneração inicial estimada em R$ 11.684, possui o conteúdo programático mais extenso e complexo. Mesmo cobrando as mesmas disciplinas nos processos para seus dois cargos disponíveis, a Receita Federal exige níveis diferentes de conhecimento dos concurseiros. E é necessário decidir a qual posto vai concorrer, já que este ano as provas serão no mesmo dia.

“A escolha, eu recomendo que seja baseada muito no conhecimento do concurseiro a respeito das matérias que vão cair na prova. Se o candidato já está estudando há um tempo, passou da fase inicial do ciclo básico da área fiscal e está em um nível intermediário para avançado, dá para arriscar e começar a estudar as matérias mais complexas do cargo de auditor e prestar esse concurso, que tem uma remuneração maior. Agora, se o aluno é iniciante e está entre a fase básica para intermediária de estudos, é melhor prestar o concurso para analista”, explica Victor Tanaka, especialista em concursos públicos do Estratégia Concursos.

O que esperar

Segundo a professora Viviane Rocha, da Central de Concursos.

Bancas organizadoras – Para o concurso da Receita Federal, com vagas de auditor fiscal e analista tributário, as bancas consideradas são: Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fundação Carlos Chagas (FCC) e Cebraspe, antigo Cespe/UNB. Já o concurso do INSS para o cargo de técnico do seguro social deve ser organizado pelo Cebraspe.

Disciplinas cobradas – No concurso da Receita Federal, os candidatos aos dois cargos devem ser avaliados por questões de Língua Portuguesa; Inglês ou Espanhol; Direitos: Constitucional, Administrativo e Tributário; Contabilidade Geral (e Avançada, no cargo do cargo de auditor fiscal); Raciocínio Lógico; e Auditoria. Além disso, disciplinas específicas podem aparecer, com maior peso para nota, cobrando Legislação Aduaneira e Tributária, Comércio Internacional e Tecnologia da Informação. O concurso de analista tributário, no entanto, tem cobranças um pouco menos aprofundadas. No concurso do INSS para o cargo de técnico do Seguro Social, a prova deve solicitar conhecimentos de Língua Portuguesa; Direitos: Constitucional e Administrativo; Raciocínio Lógico; Informática; Lei 8.112/90 e, claro, Direito Previdenciário. Vale salientar que essas são disciplinas básicas e específicas importantes para os certames, que podem guiar o início dos estudos, mas outras podem e devem aparecer.

Como estudar já

As dicas são do Gran Cursos Online.

Estude o conteúdo dos últimos editais dos concursos com atenção às normas atualizadas.

Se você já estiver bem nas disciplinas que caíram nos últimos concursos e optar por arriscar a inclusão de mais alguma disciplina, uma sugestão é Tecnologia da Informação; no caso dos concursos da Receita Federal.

Foque na resolução de questões das bancas mais cogitadas para ambos os concursos.

A prova deve ser realizada ainda neste ano, portanto, o tempo é muito curto para se preparar para concursos deste nível de dificuldade. A regra máxima é aproveitar cada minuto e manter o foco nos estudos. Se possível, guarde as férias no trabalho para os últimos dias antes da prova e, claro, dedique-se nos feriados e finais de semana.

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Economia

G7 pretende ampliar sanções à Rússia

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G7 reforça compromisso com sanções contra Rússia
dpa/picture alliance

G7 reforça compromisso com sanções contra Rússia

Os líderes dos países que compõem o  G7 reforçaram seu compromisso em manter e até ampliar as sanções contra a Rússia e destacam sua parceria com a Ucrânia no texto da declaração final do encontro divulgado nesta segunda-feira (27).

“Estamos determinados em reduzir as receitas da Rússia, incluindo aquelas que provêm do ouro. Continuaremos com o nosso uso mirado de sanções coordenadas por todo o tempo que for necessário, agindo de maneira uníssona em cada fase”, ressaltam os chefes de governo e Estado da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

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Ainda no texto, as nações afirmam que têm o compromisso de “ajudar a Ucrânia para o fim da guerra da Rússia, a manter a soberania e a integridade territorial, a defender-se e a escolher o seu futuro”.

“Permanecemos inflexíveis no compromisso para ter sanções coordenadas e sem precedentes em resposta à agressão russa.

Estamos empenhados em aumentar a pressão sobre o regime do presidente [Vladimir] Putin e seus cúmplices em Belarus”, pontua ainda.

Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, o regime de Minsk vem permitindo a entrada de soldados russos no território ucraniano além de enviar armas para os militares e permitir lançamentos de mísseis contra cidades governadas por Kiev.

Os líderes também voltam a culpar Moscou por conta da crise de segurança alimentar que é sentida no mundo todo, dizendo que a Rússia tem “enorme responsabilidade” na situação atual. A declaração pedem que o Kremlin “cesse urgentemente, sem condições, os seus ataques às infraestruturas agrícolas e de transporte e permita a livre passagem do transporte agrícola dos portos ucranianos no Mar Negro”.

As afirmações referem-se a dois pontos principais: o primeiro é que, com o controle dos militares russos de todos os portos ucranianos, milhões de toneladas de grãos colhidos no país em guerra estão bloqueados porque não há passagem por via marítima; o segundo são as acusações de Kiev de que os soldados – por ordem do governo de Vladimir Putin – estão roubando cargas ucranianas e exportando como se fossem russas.

Antes da guerra, a Ucrânia produzia cerca de 65 milhões de toneladas de grãos e estima-se que cerca de 20 milhões de toneladas estejam paradas nos silos do país.

“O ataque não provocado da Rússia na Ucrânia está criando obstáculos em sua capacidade de produção, levando a um forte aumento de preços e ao aumento da insegurança alimentar global para milhões de pessoas, especialmente, as mais vulneráveis”, pontua ainda.

Os líderes ainda pedem que Moscou “mande de volta imediatamente” os ucranianos que foram obrigados a ir para cidades russas após suas cidades terem sido tomadas por militares.

A declaração final ainda destaca que o G7 “continuará a garantir apoio financeiro, humanitário, militar, diplomático e estará ao lado da Ucrânia até que seja necessário”.

“Continuaremos a coordenar para prover material, treinamento, logística, inteligência e apoio econômico para treinar as suas forças armadas”, acrescentam, em texto que reflete o que havia sido anunciado na última semana pelo Reino Unido, de que os treinamentos seriam reforçados pelos países aliados.

O G7 e a União Europeia lideram a imposição de sanções contra o governo de Putin como forma de tentar enfraquecer a economia russa e forçar a paralisação da guerra. No entanto, até o momento, os esforços não foram suficientes para isso. Mesmo impondo punições sem precedentes, Moscou continua a bombardear as áreas leste e sul da Ucrânia para torná-las independentes de Kiev e ligadas aos russos.

E, em um sinal de provocação, Putin ordenou um ataque em Kiev neste domingo (26) enquanto os líderes do G7 estavam reunidos na Alemanha.

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