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Voltz lança triciclo elétrico focado em serviços de entrega no Brasil

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O Voltz Miles é um triciclo elétrico com baú tem motor com potência compatível com o da Honda CG 125
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O Voltz Miles é um triciclo elétrico com baú tem motor com potência compatível com o da Honda CG 125

Com os preços dos combustíveis cada vez mais caros, empresas de delivery vêm apostando com todas as forças em veículos elétricos, ou que fogem da gasolina, etanol ou diesel.

Uma delas é a Voltz que lançou o Miles , um triciclo elétrico fabricado no Brasil com o propósito de atender a pessoas físicas e grandes empresas que necessitem de um veículo compacto e com boa capacidade de carga.

De acordo com a fabricante, o veículo é equipado com um baú para transportar 750 litros ou oito galões de água e ainda suficientemente espaçoso para acomodar cinco botijões de gás e capacidade de carga para 290 kg.

A fabricante não informa as especificações técnicas do motor, mas cita em seu site que o tricilo tem potência compatível ao de um propulsor a combustão de 125 cc , o mesmo de uma moto Honda CG . Ao todo, o triciclo pesa 306 kg.

Nas dimensões, o Miles  mede 2.410 mm de comprimento, 1.230 mm de altura x 1.270 mm de largura e 1.500 mm de entre-eixos. Já o vão livre é de 155 mm.

Cada bateria conta com até 50 km de autonomia, dependendo do terreno, do peso da carga e do clima, de acordo com a Voltz e no Miles vão até duas baterias resultando em até 100 km de autonomia.

De acordo com a firma, ele pode ser carregado em qualquer tomada comum e conta com carregador bivolt que pode ser plugado tanto em fontes de 110V ou 220V .

Para conduzir o veículo, o piloto precisa ter carteira de habilitação na categoria A, igual a moto comum e é preciso licenciá-lo como qualquer outro veículo a motor convencional, sendo feito diretamente nos departamentos de trânsito de cada cidade.

Voltz explica que o veículo está sendo montado na planta de sua fábrica localizada na cidade de Manaus (AM), que será oficialmente inaugurada no final deste mês de maio. O preço é de R$ 32.000 , sem o frete.

Fonte: IG CARROS

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Volvo inaugura mais um carregador rápido para eletrificados em SP

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Ao todo, dois veículos podem ser recarregados simultaneamente, de acordo com a Volvo
Guilherme Menezes/ iG Carros

Ao todo, dois veículos podem ser recarregados simultaneamente, de acordo com a Volvo

A Volvo acaba de estrear seu segundo carregador rápido para carros elétricos, na cidade litorânea de São Sebastião (SP). Essa é a primeira fase, que contará com um total de 13 carregadores, com estimativa para serem completamente instalados até meados de setembro de 2022.

Os novos carregadores vão ligar os corredores do Litoral Norte de SP, o corredor que vai até o Vale do Paraíba e Rio de Janeiro, depois ao que vai até Belo Horizonte (MG), assim como o que irá até Curitiba (PR) e para as cidades do interior de SP.

Entretanto, depois da conclusão desta etapa, terão mais quatro etapas (completando cinco, ao todo). Segundo apuramos com João Oliveira, Diretor de Operações da Volvo do Brasil , a fabricante vai analisar o resultado da conclusão da primeira etapa para determinar prazos e locais para as etapas dois e três.

Aprendemos rapidamente como se utiliza o equipamento, que faz recarga de 80% do total em 35 minutos
Guilherme Menezes/ iG Carros

Aprendemos rapidamente como se utiliza o equipamento, que faz recarga de 80% do total em 35 minutos

Todos os carregadores da Volvo são (e serão) gratuitos para o motorista. A fabricante está, constantemente, à procura de comodatários para os equipamentos , que custam próximo de R$ 1 milhão, entre peças e instalação. Os estabelecimentos serão os que custearão as recargas (com custos de até R$ 80), enquanto a Volvo cuidará da manutenção dos equipamentos.

Ainda pelo o que apurou a reportagem de iG Carros , isso tem despertado interesse das empresas que cedem os espaços, uma vez que, apesar de arcarem com os gastos de energia, serão beneficiados de forma indireta.

De todo modo, a Volvo acredita que, a partir do momento que o mercado já estiver mais desenvolvido, não será mais possível oferecer esse benefício da gratuidade — do mesmo modo que não se abastece carro a combustão sem custo.

A fabricante acredita que é de extrema importância que, o quanto antes, as fabricantes e outras empresas se mobilizem para, ao máximo, preencher o Brasil com os carregadores rápidos . Todos eles têm 150 kWh, o que permite recarga de até 80% em até 35 minutos.

O motivo é fomentar o mercado dos carros elétricos e híbridos plug-in que, para a Volvo, são o futuro da mobilidade. Além do mais, a ideia é que a ação seja colaborativa.

Ou seja, independentemente de quem instalou o carregador , ele poderá ser utilizado por qualquer carro, de qualquer marca, de modo a beneficiar tanto os consumidores, quanto os fabricantes.

O endereço do ponto de recarga recém lançado é Av. Dr. Manoel Hipólito do Rego, 2500 Praia do Arrastão – São Sebastião/SP.

Fonte: IG CARROS

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Honda NC 750X: DCT ou manual?

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A Honda NC 750X com câmbio convencional e sem acessórios
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A Honda NC 750X com câmbio convencional e sem acessórios

Paro no semáforo com a Honda NC 750X e um motociclista para ao lado, já perguntando: “Essa aí não tem embreagem, certo?” De tão polido que ele foi ao perguntar, resisti ao impulso de responder: “Pelo contrário, ela tem não só uma, mas duas embreagens!”

Apesar de ser verdade, achei que não teria tempo de explicar melhor antes que o semáforo ficasse verde e limitei-me a dizer, apenas, que sim, mas, na verdade, o que ela não tem é apenas o manete da embreagem . E, é claro, não tem, também, o pedal do câmbio.

Sem entrar em uma explicação mais precisa, com muitos detalhes técnicos, na prática é como dizer que existem dois câmbios na Honda NC 750X DCT , um para as marchas ímpares e outro para as marchas pares, e que cada um deles tem sua própria embreagem. Então, são dois câmbios e duas embreagens, dentro da mesma carcaça.

No câmbio DCT da Honda NC 750X, tanto o acionamento das embreagens quanto a troca de marchas são feitos automaticamente, como em um câmbio automático convencional de um automóvel, mas é possível fazer as trocas de forma manual, utilizando-se os comandos do punho esquerdo do guidão. Com o dedo indicador, as marchas sobem, com o polegar, as marchas descem.

Mas, no final das contas, qual é o sistema mais adequado para uma motocicleta, o automático DCT ou o manual, convencional? A Honda NC 750X pode ter os dois sistemas, com o câmbio M/T a motocicleta é produzida em Manaus, AM, e, com o DCT, é importada do Japão.

Na hora de escolher o melhor sistema para cada tipo de utilização, ou mesmo de acordo com o gosto do comprador, o valor total do investimento na compra de cada uma leva em conta essa diferença de origem, já que, obviamente, a versão importada tem maior valor, não apenas pelo sistema mais caro, mas também pelos custos da importação.

Manual ou automática? O dilema na escolha da Honda NC 750X
Gabriel Marazzi

Manual ou automática? O dilema na escolha da Honda NC 750X

Apesar do porte de um modelo trail, Honda NC 750X é uma motocicleta urbana, com um bom compromisso, também, para viagens. Ou seja, é uma motocicleta muito versátil, com características diversas, caracterizada como crossover.

Assim sendo, para uma utilização mais urbana, no dia a dia, o câmbio DCT é uma mão na roda, tornando a motocicleta bem mais ágil e fácil de ser pilotada. Se for para um uso mais intenso em estradas, o câmbio convencional pode ser mais adequado, principalmente por tornar a motocicleta mais acessível.

Na sua mais recente renovação, a Honda NC 750X ganhou acelerador eletrônico e, com ele, vieram os modos eletrônicos de pilotagem, que, se selecionados adequadamente, facilitam muito a pilotagem. São três modos de pilotagem pré-selecionados (Rain, Standard e Sport), mais um programável pelo piloto (User). O controle de tração é outro facilitador que veio com o novo sistema, ajustável em três níveis.

A Honda NC 750X tornou-se muito versátil, tanto na cidade quanto na estrada
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A Honda NC 750X tornou-se muito versátil, tanto na cidade quanto na estrada

A escolha, então, entre a Honda NC 750X M/T e a Honda NC 750X DCT , dependerá da principal utilização da motocicleta, do gosto do dono e, principalmente, da vontade de gastar uma graninha a mais para ter um produto mais equipado.

A NC M/T custa, por sugestão do fabricante, R$ 49.700, enquanto que a versão DCT custa R$ 59.668. Sim, uma diferença de praticamente R$ 10 mil. Os valores pedidos nos diversos pontos de venda espalhados pelo país podem ser um pouco diferentes, tanto devido ao valor do frete, adicionado ao valor da motocicleta, e à situação de mercado, devido à oferta e a demanda.

Vale consultar, também, a boa lista de equipamentos opcionais, vendidos como acessórios originais Honda , como as maletas laterais, o baú traseiro de 38 litros, o cavalete central, parabrisa mais alto, ponto de energia USB no compartimento de carga, suporte traseiro, protetor de carenagem e faróis auxiliares. Tudo isso por cerca de mais uns R$ 20 mil. Depois, é só escolher uma e sair por aí.

Fonte: IG CARROS

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