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Você sabe o que é Assessment e qual sua funcionalidade no universo corporativo?

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Conhecer os colaboradores que estão em sua empresa é fundamental e estratégico. Quando falamos do universo corporativo , as empresas sempre estão buscando o melhor perfil para preencher vagas estratégicas ou saber como desenvolver o profissional. Daí surge a necessidade de fazer um Assessment profissional (avaliação) . Mas, afinal, o que significa essa avaliação que tanto se fala atualmente?

Assessment é uma  ferramenta importante que permite a empresa avaliar o seu colaborador ou ao profissional maior autoconhecimento e consciência sobre suas competências e seu estilo de agir e seus reflexos dentro e fora do ambiente profissional.

Ferramentas como: DISC, Eneagrama, MBTI, Testes Comportamentais, Grafologia, entrevistas Estruturadas são algumas das inúmeras ferramentas utilizadas nesta avaliação. 

Os objetivos desta avaliação são diversos: identificas o estilo de liderança, plano de sucessão, desenvolvimento de softs skills (habilidades), movimentações internas, desenvolver equipes de Alta performance, aumentar o nível de autoconhecimento de cada colaborador, seleção de pessoas, etc.

Outra aplicação muito comum do assessment em processos de coaching e de mentoria, facilitando com que o coachee (cliente) ou mentorado tenham maior ciência dos seus gap´s e na possibilidade de desenvolvê-los rumo aos seus objetivos pessoais ou profissionais.

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Em programas de treinamento e desenvolvimento de liderança permite Identificar líderes, utilizar o ponto forte de cada colaborador e desenvolver as suas fraquezas são os fatores determinantes para ter uma equipe de sucesso. Um líder que consegue diferencias perfis e saber gerir por estilo comportamental será mais assertivo na tomada de decisão e utilizar as potencialidades do seu time.

Quanto custa?

Vai variar das ferramentas utilizadas na avaliação e da experiência do profissional que está conduzindo o processo. Mas acredito que bem menos do que a falta de clareza de saber para onde ir ou até mesmo o custo de colocar contratar e treinar a pessoa que não tenha o perfil para aquela posição.

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Fonte: IG Economia
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EUA e China tranquilizam mercados com assinatura de acordo; saiba o que muda

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IstoÉ Dinheiro

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Estados Unidos e China assinaram fase 1 de acordo comercial

A sombra de uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo pairou sobre os quatro cantos da Terra por 18 meses. A paz só foi selada na quarta-feira 15, com as assinaturas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do vice-premiê chinês, Liu He. É a primeira fase de um acordo entre as maiores potências. A expectativa mais otimista é que a partir de agora as tensões se dissipem, reabrindo espaço para o crescimento global.

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Ao longo de 2019, a disputa entre as partes foi largamente considerada o motivo principal para a desaceleração da economia mundial. Se não resolvida, afetaria diretamente o desempenho do comércio entre todos os países. Os reflexos mais foram sentidos pelos protagonistas, com a indústria dos EUA entrando em recessão e a China com crescimento anual de 6% — o menor em décadas. Fora da briga, mas sofrendo efeitos diretos, a poderosa Alemanha ficou na berlinda de uma recessão.

Com a assinatura no dia 15, as tarifas médias das importações de ambos os lados ficarão em torno de 20%. Antes da disputa, os EUA cobravam em média de 3% e a China, 8%. O principal ponto do acordo de oito partes diz respeito ao compromisso chinês de comprar US$ 200 bilhões a mais em produtos e serviços do EUA, em dois anos, em relação aos US$ 186 bilhões que importou do país em 2017 (ver tabela).

Com isso, Trump poderá comemorar a diminuição do desequilíbrio da balança comercial entre os dois países. Como contrapartida, os americanos vão reduzir de 15% para 7,5% o valor das tarifas relativas a US$ 120 bilhões de importações chinesas, voltando atrás de um grande aumento que havia sido divulgado em setembro do último ano. Outras taxas, anunciadas anteriormente, de 25% em relação a US$ 250 bilhões de produtos continuam de pé e podem servir como arma de negociação para uma possível fase dois do acordo.

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A notícia do compromisso firmado trouxe otimismo aos mercados, ainda que de forma moderada. O impacto pode ser até negativo para o Brasil, que tende a perder exportações para a China, Apesar desse risco, houve mais entusiasmo que pressimismo por aqui.

“A situação agora é melhor do que há um mês. Ela se clareou, pois a disputa não era principalmente comercial e sim de hegemonia tecnológica”, afirma Alvaro Bandeira, economista-chefe do banco digital Modalmais. “Os EUA sempre tiveram déficit comercial com a China e isso não parecia um problema até perceberem que a nação asiática estava encurtando a diferença tecnológica entre os dois países. Com relação a isso, o acordo avança muito pouco”.

Até agora, os chineses apenas se comprometeram a endurecer as regras de proteção de patentes e de direitos autorais, além de exigir menor transferência tecnológica para empresas que se instalarem no país. Outro ponto importante é evitar a desvalorização monetária como forma de tornar as suas exportações mais competitivas. É difícil prever como tudo isso funcionará na prática.

Já os EUA prometem não ser tão restritivos na compra de produtos eletrônicos chineses. No entanto, ainda há dúvida se Trump afrouxará o cerco em relação à Huawei — companhia que promete dominar a implementação das redes de quinta geração de telefonia móvel em todo o mundo. O líder norte-americano pressiona países aliados, como a Grã-Bretanha e o Brasil, a não incluir a chinesa em seus projetos de 5G.

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Efeito cascata Enquanto o mundo respira menos tenso, no Brasil resta a incerteza sobre o impacto do acerto no que diz respeito a uma garantia chinesa de aumento de US$ 32 bilhões, em dois anos, na compra de produtos agrícolas dos EUA. Isso significa que exportações brasileiras serão substituídas por americanas naquele que é o principal mercado consumidor de nossos produtos. Em especial, em relação à soja — que chegou a 62 milhões de toneladas embarcadas à China em 2019. Durante a guerra comercial, os EUA perderam 20 milhões de toneladas enviadas à China, volume que pode voltar a ser alcançado, às custas do Brasil.

Analistas ouvidos pela DINHEIRO falam em impacto limitado e de curto prazo. “A soja brasileira é muito competitiva”, diz Thiago Neves Pereira, economista-sênior da Macro Gestão de Capitais. “Como o mercado é muito globalizado, podemos compensar vendendo a outros países.” Há ainda uma expectativa de forte demanda de soja na China em dois anos, à medida que os rebanhos do país forem recompostos após terem sido dizimados pela gripe suína africana. Com mais animais para alimentar, as importações e preços da soja devem subir.

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Agora, com ânimos acalmados, Trump e o presidente chinês Xi Jiping, devem colher o capital político do acordo e perspectivas mais otimistas na economia. Pelo menos, até os dois países entrarem em choque de novo. Motivos para isso não faltarão.

Fonte: IG Economia
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Preço do etanol pode cair R$ 0,20 com venda direta aos postos, diz Bolsonaro

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bolsonaro disse que preço do etanol pode cair 20 centavos com venda direta aos postos, sem distribuidores

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta quinta-feira (16), que as usinas passem a entregar o etanol diretamente aos postos de combustível. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, o capitão reformado disse que a previsão é que, sem a necessidade de passar por um distribuidor, o valor do etanol cairá ao menos R$ 0,20.

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“A nossa previsão é que o preço caia pelo menos R$ 0,20 o litro do etanol , porque evita o que a gente chama de passeio do álcool. Ele sai da refinaria anda 100, 200, 300 km. Depois volta para 300 km para ficar dez quilômetros da usina. Não tem cabimento isso daí”, disse Bolsonaro.

Horas antes, o presidente havia recebido em seu gabinete produtores de etanol do Nordeste, que defenderam a venda direta . Bolsonaro voltou a dizer que está trabalhando para que a Câmara e o Senado revoguem uma resolução da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que obriga os usineiros a entregarem o combustível a uma distribuidora .

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“É uma resolução. Não pode vender da usina para o posto de combustível . Por que isso? Tem que ter um intermediário no caminho, um distribuidor. Estamos trabalhando nesse sentido. Conversei com Rodrigo Maia a este respeito. Não conversei com o Davi Alcolumbre ainda. Eles são os donos da pauta lá e, se Deus quiser, a gente vai romper essa barreira lá”, afirmou.

Fonte: IG Economia
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