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Economia

Você concorda? Deputados discutem criar um prêmio máximo para Mega-Sena

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Divulgação/ Paulo Pinto

Proposta limita valor do primeiro prêmio mas aumenta ganhos de quem acerta a quina

Um Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados propõe estabelecer um valor máximo  para o prêmio da Mega-Sena e determinar que o dinheiro excedente seja destinado aos vencedores da quina, ou seja, aqueles apostadores que acertaram cinco das seis dezenas sorteadas.

Na proposta, se não houver vencedor no sorteio dos seis números, a premiação a partir deste teto estabelecido, seria dividida entre aqueles que fizeram a quina.

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O  Projeto de Lei 2.981/19, de autoria do deputado  Chiquinho Brazão (Avante-RJ), será o tema da audiência que a Comissão de Finanças e Tributação da Casa realiza nesta quinta-feira (5), em Brasília.

Conforme o texto, o limite do prêmio da Mega-Sena corresponderia a 30 milhões de vezes o valor da aposta simples, de seis números. Quando o texto foi apresentado, o valor do bilhete era de R$ 3,50 e por isso o projeto cita um teto de R$ 105 milhões. 

Caso o valor atual do bilhete simples, que é de R$ 4,50, seja considerado, o prêmio máximo da Mega-Sena passaria a ser de R$ 135 milhões. Segundo um levantamento da agência de notícias da Câmara dos Deputados, pelo menos 18 dos 20 maiores prêmios da Mega-Sena até hoje superaram esse montante.

A Mega da Virada de 2019, que já recebe apostas desde 11 de novembro, tem um prêmio estimado em R$ 300 milhões, bem acima do teto proposto, e com o mesmo valor do bilhete.  

“O objetivo é democratizar e socializar os prêmios da Mega-Sena”, disse o autor da proposta, deputado Chiquinho Brazão.

“Os valores arrecadados seriam mais bem empregados se contemplassem um número maior de pessoas, o que é plenamente conciliável com a manutenção da atratividade do prêmio principal”, argumenta o deputado.

Dinheiro da aposta não serve só para premiar: quem ganha com recurso da loteria?

“Entendemos que o aumento da premiação destinada aos segundos colocados quando o prêmio da Mega-Sena atingir R$ 105 milhões ou quando não houver acertador na sena, aumentará o número de apostadores, porque verão suas chances de ganho majoradas”, afirma Brazão na justificativa do Projeto de Lei.

Outro ponto de vista

Para a deputada Alê Silva (PSL-MG), no entanto, o argumento é questionável. “Recebemos manifestações bem embasadas que mostram o contrário”, relata.

Segundo a parlamentar, uma nota técnica mostra que a redução nas vendas do produto, afetará diretamente a receita para financiamento de ações e políticas públicas em áreas prioritárias como seguridade social, esporte, cultura, educação, segurança pública e saúde.

“Nada mais justo e democrático que abrir o debate”, pondera Alê Silva, que solicitou a realização da audiência desta quinta-feira (5).

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Foram convidados para discutir o assunto na audiência o deputado Chiquinho Brazão, o relator do projeto, Vinícius Farah (MDB-RJ), representantes do Ministério da Economia e da Caixa Econômica Federal. A reunião acontecerá a partir das 9 horas, no plenário 4 da Câmara dos Deputados.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O projeto propõe alterações no Decreto-Lei 6.259, de 1944,  que regulamenta o serviço o de loterias no Brasil.

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Economia

Auxílio de R$ 300: Governo deve divulgar calendário nesta segunda (28)

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Brasil Econômico

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenxzoni, disse que calendário do auxílio de R$ 300 seria divulgado até esta segunda

O governo deve divulgar nesta segunda-feira (28) o  calendário do auxílio emergencial de R$ 300. Até agora, apenas o público do Bolsa Família teve acesso às datas de pagamentos da prorrogação. A expectativa é que nesta segunda, as datas para o resto do público inscrito no auxílio sejam disponibilizadas pelo Ministério da Cidadania.


Quem definiu a data de divulgação do calendário do auxílio de R$ 300 foi o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. “A gente pretende, no máximo até segunda-feira, fazer a publicação (do calendário)”, disse Lorenzoni na quinta-feira (24), disse em uma reunião em Palmas, no Tocantins.

Sobre a diferença entre a divulgação do calendário de pagamentos do auxílio, que acontece primeiro para os beneficiários do Bolsa Família, o ministro disse que “desde o início a gente sempre manteve o cronograma do Bolsa Família, porque são 14 milhões e 274 mil famílias que são as famílias mais vulneráveis do Brasil”.

Nem todos os beneficiários do auxílio emergencial receberão todas as parcelas. O programa será interrompido em dezembro. Assim,  apenas os beneficiários que começaram a receber o auxílio em abril receberão todas as partes da renda emergencial.

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Economia

Após vazamentos, Bolsonaro acha que secretários de Guedes são infiltrados do PT

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Brasil Econômico

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Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes: presidente desconfia que secretários da Economia são petistas

Após secretários do ministro  Paulo Guedes vazarem propostas econômicas impopulares – como a de  congelamento de aposentadorias – o presidente  Jair Bolsonaro desconfia que os funcionários do Ministério da Economia sejam “infiltrados do PT”. É o que mostra uma reportagem publicada neste domingo (27) no site da revista Veja.


Segundo a reportagem, Bolsonaro fez o comentário em uma conversa recente com um aliado, no Palácio do Planalto. “Esses caras ficam vazando tudo. Esses caras trabalhavam com o PT. O Waldery, o Guaranys… Isso tudo é petista e querem me ferrar”, disse o presidente.

Os dois secretários citados pelo presidente são  Waldery Rodrigues e Marcelo Guaranys, ambos servidores públicos de carreira.

Atual secretário-executivo da Economia, Marcelo Guaranys  foi diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) durante o governo Dilma Rousseff. Já  Waldery Rodrigues foi pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e exerceu diversos cargos nas equipes econômicas de governos anteriores.

Foi Waldery que divulgou à imprensa o plano de  congelamento de aposentadorias como forma de bancar o novo programa social do governo Bolsonaro, que deve substituir o Bolsa Família.

No Twitter, houve reação contrária à desconfiança do presidente. Confira:










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