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Várzea Grande

Virgínia Mendes e Lucimar Campos entregam cobertores para as comunidades do Carrapicho e Jardim Alá

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O programa Aconchego do Governo do Estado, chegou ao município de Várzea Grande, para entrega de 17 mil cobertores as famílias carentes credenciadas pelos Centros de Referências de Assistência Social. As entregas simbólicas ocorreram nos bairros Carrapicho, Jardim Alá e Aterro Sanitário, na tarde de ontem (17). As famílias receberam os cobertores das mãos da primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, da prefeita municipal de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, da secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria de Carvalho, do vice-prefeito José Hazama, de vereadores e lideranças comunitárias.

A primeira-dama Virgínia Mendes, vem acompanhando pessoalmente a entrega de cobertores aos municípios polos do estado e ressaltou a importância do afeto e da atenção para aqueles que mais precisam de ajuda. “Mais do que entregar os cobertores é importante dar atenção às famílias, levar amor, aquecer a alma. Todos precisam de alguma forma de ajuda, mas muitos querem apenas um pouco de atenção e carinho. E o Programa Aconchego tem este objetivo levar atenção acima de tudo, aos moradores do Estado em situação de vulnerabilidade social. No total, serão entregues 100 mil cobertores aos 141 municípios, que irão beneficiar famílias que se enquadram em situação de extrema vulnerabilidade”, disse Virgínia Mendes.

A prefeita Lucimar Sacre de Campos disse que a iniciativa do Governo do Estado é louvável e que governa com sucesso por meio de parcerias. “Essa iniciativa é mais uma parceria que vem dando certo porque os municípios são integrantes da ação. É essencial a união de esforços para ajudar quem mais precisa. Temos em nossos territórios a ação das secretarias de Assistência Social que mapeia e conhece a sua população que vive a margem da vulnerabilidade social e as credenciam para participarem de programas sociais. O Estado sozinho não conseguiria atender a todas as demandas existentes. Se cada um fizer sua parte conseguiremos chegar a um número maior de pessoas assistidas. O cobertor significa dignidade, amor e atenção. O Programa Aconchego é o calor humano. Somamos para dar uma melhor qualidade de vida a todos os mato grossenses e várzea-grandenses melhorando a vida de muitas pessoas”, ressaltou a prefeita. 

A prefeita, Lucimar Sacre de Campos, destacou também que a cooperação entre Estado e a Prefeitura. “Essa ação vem ao encontro a tudo àquilo que buscamos oportunizar aos nossos munícipes pela Assistência Social. A entrega de cobertores pode parecer simples, mas muitas vezes o resgate das famílias em situação de vulnerabilidade precisa começar pelas estruturas mais básicas”, disse.

A prefeita agradeceu a iniciativa da primeira-dama, Virgínia Mendes por escolher Várzea Grande para receber a doação. “Neste tempo de inverno, nós sabemos da importância e da diferença que um cobertor fará nas noites daqueles que mais precisam. Acredito que esta seja a nossa função a frente do poder público, poder levar um pouco mais de conforto e humanização as pessoas”, sublinha.

Virgínia Mendes disse que todos os esforços possíveis foram feitos para acontecer a campanha de inverno no Estado de Mato Grosso. “Esta doação expressiva vai fazer muita diferença no dia a dia das famílias. Os cobertores oportunizarão um inverno mais aconchegante a centenas de famílias várzea-grandenses. Nos preocupamos muito com o bem estar da população. Os cobertores foram adquiridos pelo governo do Estado e faz parte das políticas públicas de amparo a famílias em situação de risco, uma das principais plataformas da gestão Mauro Mendes”, enfatiza a primeira-dama.

O representante do Legislativo Municipal, Carlino Neto, disse que a comunidade do Carrapicho comemora os investimentos recebidos pela prefeitura municipal. E que hoje as famílias da região têm felicidade e autoestima. A presença da primeira-dama do Estado com “Programa Aconchego” em nossa comunidade é um ato de justiça social aos desfavorecidos. “Não são todos que carregam consigo o sentimento de solidariedade. E, a primeira-dama juntamente com a prefeita mostrou que é possível tornar uma simples ação, em um ato capaz de amenizar o frio de quem mais necessita. O momento é de agradecimento em nome do legislativo municipal e da comunidade do Carrapicho”, pontua o vereador.

Para a dona de casa, Vera Lúcia Rondon, da comunidade do Carrapicho, a iniciativa vem possibilitar mais calor e conforto às famílias que tanto precisam. “Com certeza vem em boa hora, afinal, o período é de frio e o cobertor nos ajuda nas noites geladas”, afirma.

“É com alegria que nossos associados recebem estes cobertores que fará muita diferença dentro dos lares destas pessoas humildes”, afirma a presidente da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizável de Mato Grosso Sustentável – Asmats – Cidinha Nascimento.

Na comunidade do Carrapicho foram entregues 500 cobertores, ato realizado na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Antônio Lino de Campos. Já no bairro Jardim Alá 900 cobertores foram doados cujo ato ocorreu na EMEB Gonçalo Domingos de Campos – CAIC – , já na Associação de Catadores foram distribuídos 200 cobertores para os associados. Ao todo, totalizou a entrega de 1600 cobertores, de 17 mil que serão distribuídos nas quatros regiões de Várzea Grande, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social – CRAS.

A ação de entrega dos cobertores também contou com apresentações culturais promovida pelos estudantes da Escola de Tempo Ampliado – ETA – e do projeto social “Juventude Ativa”.

Por: Cláudia Joséh – Secom/VG

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Várzea Grande

Casa de Artes é ponto de referência e de apoio para artesãos de Várzea Grande

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Um ponto de referência e de apoio para o artesão várzea-grandense divulgar e comercializar seu produto. Esse é o principal objetivo da Casa de Artes de Várzea Grande, que funciona na Avenida Couto Magalhães, no centro da cidade. Atualmente, 182 artesãos estão cadastrados para divulgar e comercializar seus artesanatos no local.

A Casa de Artes também é um ponto para divulgação e preservação da memória e cultura várzea-grandense.  No local, está exposta uma infinidade de produtos artesanais, entre eles artigos em crochê, bordados, barro, cerâmicas, parafina, artigos religiosos, pintura em tela e em madeira, peças em tear, como redes, xales, caminhos de mesa, jogo americano, capas de almofadas, entre outros. No local, também são produzidas e comercializadas as tradicionais redes várzea-grandenses, confeccionadas manualmente em tear. O modo de fazer a rede pode ser observado nas mãos das irmãs redeiras Giva e Juirce, que confeccionam as peças no local.

Além das redeiras, a Casa de Artes conta também com três costureiras, que confeccionam cortinas, panos de prato, toalhas de mesa e banho, jogos americanos, entre outros, para serem comercializados ali mesmo.

O espaço conta ainda com um museu que abriga peças históricas, como a mesa e as cadeiras que foram usadas na primeira reunião da Câmara de Vereadores de Várzea Grande. Tem também fotografias e recortes de jornais com várias personalidades políticas e momentos importantes da cidade. Abriga ainda réplicas das igrejas Nossa Senhora da Guia e Passagem da Conceição.

A Casa de Artes também oferece cursos de violão, pintura em tela e tecido. Por conta da pandemia, o número de cursos foi reduzido. Para quem se interessar em fazer um dos cursos é só procurar a Casa de Artes.

A gerente da Casa de Artes, Neyva Ribeiro de Oliveira Souza, explica que o espaço de cultura está aberto para visitação e comercialização dos produtos. “Estamos de portas abertas para receber toda a sociedade, principalmente os artesãos. Existem muitos artesãos talentosos que dependem desse apoio para divulgar seus trabalhos”.

Neyva Ribeiro destaca ainda que o artesanato exposto na Casa de Artes já foi comercializado e levado para vários estados do Brasil e até mesmo fora do país. “Aqui tem muitas opções para presentear. Muitos turistas se encantam com o nosso artesanato e compram para presentear amigos e parentes”, informa.

O superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, ressalta que a cultura e as tradições várzea-grandenses se mantêm vivas na Casa de Artes. “Nós fazemos uma importante parceria com os artesãos e, com apoio total do prefeito Kalil Baracat e o secretário Silvio Fidelis, estamos propagando a nossa cultura, que é muito rica e precisa ser preservada”.

O atendimento na casa de artes da Avenida Couto Magalhães é de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h. Além do espaço na Avenida Couto Magalhães, a Casa de Artes tem também mais dois pontos fixos, um no Várzea Grande Shopping e outro na Prefeitura Municipal.

Patrimônio Cultural

O modo de fazer a rede é registrado como Patrimônio Cultural de Mato Grosso pela Lei 9.936/2013 e a profissão de Redeira é registrada como patrimônio cultural e imaterial de Várzea Grande pela Lei 4.391/2018. Também é reconhecida como artesanato de tradição cultural pelo Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Várzea Grande

Lagoa do Jacaré, no bairro Cristo Rei, recebe mutirão de limpeza

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Considerada uma área de preservação ambiental, a Lagoa do Jacaré – localizada na região do grande Cristo Rei – tem sofrido com a falta de conscientização de pessoas e empresas que realizam descarte de resíduos sólidos nas margens da lagoa, causando a poluição e degradação do local, o que tem obrigado o poder público a realizar, regularmente, mutirões de limpeza para amenizar os problemas causados por essa ação.

Seguindo todos os protocolos de segurança à Covid-19, foi executada, neste fim de semana, uma força-tarefa envolvendo equipes das secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Sustentável, Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Secretaria de Educação, Esporte, Lazer e Turismo, Rotary Clube, além de voluntários, que atuaram em diversos pontos da lagoa.  

 “A Lagoa do Jacaré é uma importante área de preservação ambiental que há décadas vem sentindo o seu agravamento em decorrência da falta de conscientização de caçambeiros e da população local, que utiliza esse espaço como depósito de lixo, contribuindo para a degradação ambiental. Muitas ações já foram feitas e o resultado não tem sido satisfatório, porém se não houver comprometimento de todos, implementação de investimentos em infraestrutura, conscientização da população e punição das pessoas que contribuem com esse ato criminoso, a questão não será solucionada”, explicou o secretário de Meio Ambiente, Fernando da Silva Sé.

Para a gerente de Educação Ambiental, Selma Guimarães Souza, para que as ações de revitalização da Lagoa do Jacaré surtam efeitos, é necessário que haja o engajamento de todos os envolvidos e, principalmente, a necessidade de um novo modelo de educação ambiental, que começa na escola, passando para a família e envolvendo toda a comunidade para um bem comum. “O poder público faz a sua parte, mas também necessita do apoio dos moradores que devem fazer o dever de casa e de, também, serem os fiscalizadores de ações provocadas por terceiros, que contribuem para a poluição de uma área de preservação tão importante para a região do grande Cristo Rei”.

Selma Guimarães disse ainda que um projeto de revitalização também está sendo desenvolvido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio do Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos, em parceria com Secretaria de Estado de Educação (Seduc) – Cefapro (Centro de Formação de Professores) e a Universidade de Várzea Grande – Univag. “Essa equipe estará trabalhando na coleta da água e realizando estudos na microbacia da Lagoa do Jacaré. O resultado do diagnóstico ambiental dará suporte para a elaboração dos projetos de arquitetura e urbanismo, que prevê a realização de um parque no local”, adiantou.

O gerente da Administração Regional do Cristo Rei, Aluísio Fernandes de Oliveira, disse que essa é a terceira ação que a Prefeitura Municipal e parceiros realizam na Lagoa do Jacaré. “Desde o início do ano, equipes da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana vêm atuando nesta localidade, com a utilização de máquinas pesadas, como trator e caminhão para a retirada do material descartado pela população. O trabalho tem sido intenso, mas ainda falta a conscientização de muitas pessoas que ainda insistem em fazer desta área um bolsão de lixo. Nós vamos continuar trabalhando para diminuir essa questão e tornar esse espaço um ambiente de lazer para esta população, porém sem a participação efetiva da comunidade, o nosso trabalho será em vão“, pontuou o gerente.

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