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Vinho madeira: conheça 4 lugares para degustar a bebida

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Vinho madeira: conheça 4 lugares para degustar a bebida
Redação EdiCase

Vinho madeira: conheça 4 lugares para degustar a bebida

Nas vinícolas da Ilha da Madeira é possível experimentar um dos vinhos mais famosos do mundo

Por Lisia Minelli

A Ilha da Madeira, região autônoma de Portugal situada em meio ao Oceano Atlântico, produz uma das bebidas mais famosas do mundo: o vinho Madeira. De sabor especial e teor alcoólico elevado, funciona perfeitamente como aperitivo ou digestivo e, cada vez mais, é utilizada em harmonizações diversas, devido à sua versatilidade e qualidade.

Degustar uma boa taça de vinho Madeira pode ser uma experiência inesquecível. E, para isso, a melhor opção é visitar algumas das vinícolas produtoras, que mantêm adegas e bar de vinhos espalhados pela ilha. Confira quatro lugares para degustar esse icônico vinho!

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1. Blandy’s Wine Lodge

Uma das mais antigas empresas produtoras de vinho Madeira, com mais de 200 anos, reúne um museu sobre os vinhos produzidos pela Madeira Wine Company e um excelente bar de vinhos. São mais de 650 barris e cubas que armazenam os vinhos, que estão envelhecendo em um método tradicional conhecido como “canteiro”.

Além do tradicional vinho Madeira, esta propriedade também produz vinhos de mesa de bastante sucesso, com a marca Atlantis, um branco, um rosé e um branco reserva. Por estar localizada bem no centro da cidade do Funchal, onde até hoje funcionam as adegas da empresa, o local é ideal para os turistas visitarem e degustarem os seus vinhos.

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2. Justinos’s Madeira

É uma das mais antigas empresas produtoras e exportadoras de vinho Madeira e possui uma das maiores reservas vitivinícolas da Ilha da Madeira, composta por vinhos de elevada qualidade e envelhecidos em cascos de carvalho. Para provar os vinhos da Justino’s, é necessário ir até Caniço, a cerca de dez quilômetros da cidade de Funchal.

3. Quinta do Barbusano

Localizada na costa norte da Madeira, este produtor de vinho merece uma visita. A Quinta do Barbusano possui vinhas de diversas castas e produz vinhos brancos, rosés e tintos. O local investe em uma oferta turística com visitas, aperitivos e até refeições para acompanhar a degustação dos vinhos. Na época das vindimas, além das visitas guiadas, é possível fazer a pisa das uvas.

4. Terra Bona

Também situada na costa norte da Madeira, em Boaventura, esta propriedade possui uma beleza única entre a Floresta Laurissilva e o mar, além de um sistema de produção de vinhas ambientalmente sustentável. A Terra Bona possui dois vinhos brancos que se destacam: um em barricas de carvalho francês e o outro em barricas de terracota.

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Fonte: IG GENTE

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Sem convites desde 2019, Rosamaria Murtinho reclama da falta papéis na TV

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DA ISTOÉ

Rosamaria Murtinho ficou conhecida por vários papéis na dramaturgia, como Zuleica na primeira versão de “Pantanal” e Margot em “Chocolate com Pimenta”.

Contudo, aos 86 anos, a atriz revela que não é chamada para trabalhar desde 2019. A entrevista, para o Extra, foi publicada nesta quarta-feira (10). “Estou doida para que me chamem para alguma coisa. Estou com 86 anos e posso fazer perfeitamente papéis de mulheres mais velhas. Tenho o rosto marcado pelo tempo, e isso é um valor. Não entendo por que chamam atrizes mais novas para fazer esse tipo de personagem usando maquiagem”, comentou.

Foi em Pantanal, inclusive, que ela participou do que chamou de “a maior cena da carreira” dela. “Imagina: a personagem precisa contar para o marido que o filho está morto depois de ser envolvido por uma cobra”, relembrou.

“A Zuleica da primeira versão era uma mulher sem grandes conflitos. Acho que a mudança para uma personagem preta traz novas camadas, já que tem a questão do racismo na trama. A Aline Borges, atriz que faz a personagem agora, chegou a me procurar, querendo falar comigo. Estou gostando muito de ver essa história. É uma grande novela, que marcou uma época”, disse.

A artista, que é casada com o ator Mauro Mendonça, falou sobre o seu estado de saúde. “Depressão é coisa muito séria. Só quem já passou por isso sabe o que é. E acho importante falar, porque as pessoas precisam se cuidar. Quem passa por isso precisa sempre de ajuda dos outros. Na vida, a gente só nasce e morre sozinho. Mas agora já estou melhor”, analisou.

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Paula Thomaz e marido travam batalha judicial com Glória Perez

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GABRIEL LIMA
DO METRÓPOLES

A série Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez trouxe de volta aos noticiários o crime que chocou o país na década de 1990.

Entre tantas revelações e esclarecimentos, uma delas é que Paula Thomaz, que na época era casada com Guilherme de Pádua e com quem tem um filho, trava uma briga judicial com Glória Perez. A informação é de Gabriel Vacquer, do portal Notícias da TV, do Uol.

Quem entrou na Justiça foi o marido de Paula, o advogado Sérgio Rodrigues Peixoto, com quem ela é casada desde 2001.

O defensor tenta impedir que o apartamento onde moram, no Rio de Janeiro, seja penhorado para pagar uma dívida de 250 salários mínimos, aproximadamente R$ 300 mil, de sua mulher com a autora de novelas. Ele também alega que Paula já pagou pelo crime, ao cumprir um sexto da pena, previamente definida em 18 anos, por bom comportamento.

A Justiça considerou que o imóvel em que Paula e Peixoto moram seria suficiente para pagar a dívida. O valor é referente à condenação de Paula Thomaz no processo movido por Glória Perez em 2005, mas que só foi decidido em 2017. A mãe de Daniella pedia danos morais, além do reembolso do velório e enterro da jovem atriz.

De acordo com os autos do processo, acessados pelo Notícias da TV antes de se tornar segredo de Justiça, Peixoto alega que o apartamento é o único bem que o casal tem no momento e, caso seja penhorado, eles não teriam outro lugar para morar. Como Paula e o advogado estão casados há mais de 10 anos, a mulher tem direito a 50% dos bens do marido, o que inclui o imóvel.

A última movimentação do caso, que corre na 1ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), foi na última semana, quando Afonso Henrique Ferreira foi designado para ser o relator do caso. Ele tem tempo indeterminado para analisar o processo e, enquanto isso, o apartamento não pode ser colocado à venda.

 

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