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Economia

Vinho bom não é vinho caro! Confira dicas para acertar na escolha

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A grande variedade de rótulos, uvas, países de origem e preço podem gerar muita dúvida no momento de escolher qual vinho comprar. Quando a pessoa tem um conhecimento superficial, costuma acreditar que vinho bom é vinho caro, mas isso não é verdade. O que mais importa para a escolha certa é a combinação da bebida com a ocasião e o prato que será servido, além do tipo da uva com seu país de origem.

Separamos três dicas imperdíveis para te ajudar a comprar um vinho bom sem precisar gastar muito dinheiro.

1. Ocasião e prato a ser servido

O evento é um jantar? Um almoço de aniversário? Será servido peixe, carne, massa? Ter essas respostas antes de comprar o vinho é essencial para selecionar qual opção combina mais com a ocasião.

Vinhos que não são muito incorporados e possuem cores mais claras são leves e fáceis de beber, por isso costumam agradar a maioria das pessoas. Os espumantes e vinhos rosé geralmente estão mais presentes em comemorações ou dias quentes. Já os tintos e mais encorpados são mais indicados para jantares.

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Quando o assunto é harmonizar com o prato a ser servido, prefira espumantes e frisantes para acompanhar petiscos. Os tintos costumam harmonizar com carnes vermelhas e massas – vinhos da uva Malbec ajudam a dissolver a gordura da carne, por exemplo. Já os brancos e rosés vão bem com saladas, aves e frutos do mar.

2. Tipo da uva e país de origem

O vinho pode ser feito a partir de diferentes tipos de uva, cada uma delas tem uma característica especial e determinada necessidade de condições de solo e clima para uma boa safra. As mais famosas são:

Malbec (R$ 41,30 na Wine ): apesar de ter origem francesa, foram as vinícolas argentinas que se destacaram na produção desse vinho tinto, conhecido por ser concentrado e frutado.


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O vinho Punta Paramo é uma ótima opção de Malbec argetino

Tempranillo (R$ 26,18 na Wine): o maior cultivo dessa uva está na Espanha, da onde vêm os principais rótulos. Como esse tipo de uva se adapta facilmente, outros países comercializam o vinho que pode ser tinto ou rosé. Possui acidez média e corpo leve.

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O Toro Loco é uma ótima opção de vinho Tempranillo e tem ótimo valor de aquisição.

Merlot (R$ 65,73 na Wine ): essa uva se adapta com facilidade e vinhos dessa variedade são produzidos ao redor do mundo. Os rótulos produzidos no Brasil se destacam e são muito bem avaliados. Possui sabor acentuado e pouca acidez.


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O Miolo Reserva é um ótimo vinho brasileiro

Cabernet Sauvignon (R$55,93 na Wine ): é outra uva que se adapta com facilidade e é produzida em diferentes países, o que pode trazer sabores distintos. Os rótulos que se destacam são os chilenos, que possuem sabores marcantes e equilibrados.


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O Las Torres é um vinho chileno produzido com a uva Cabernet Sauvignon


3. Onde comprar

Armazenar o vinho em locais limpos e com a temperatura e luz adequadas é importante para manter a qualidade da bebida alcóolica. Por isso, não compre garrafas de procedência duvidosa, procure lojas especializadas ou importadoras. Em supermercados analise a área destinada para os vinhos, para só então comprar. Uma boa opção são compras online por sites como o da Wine .

Com essas dicas, a chance de acertar na escolha de um vinho bom é muito maior. Lembre-se, o valor nem sempre diz o que o vinho é.                

Fonte: IG Economia
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Economia

CNI: governo avançou na pauta de comércio exterior em sete meses

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Os primeiros sete meses do governo de Jair Bolsonaro registraram avanços na pauta de comércio exterior. A avaliação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que analisou 22 ações da agenda do governo para a área e constatou que 13 delas tiveram melhoras, o equivalente a 59%.

Entre os temas com avanço, os principais são a conclusão do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e o apoio do governo norte-americano à admissão do país à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O levantamento também citou como exemplos de melhora o fim da cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no câmbio sobre exportações e a assinatura do acordo com o Uruguai para evitar a bitributação.

A entidade listou ainda entre os avanços a publicação do decreto que amplia as atribuições do ombudsman de investimentos diretos (instrumento de consulta de investidores estrangeiros sobre a legislação e os processos administrativos no Brasil), a atualização das regras sobre preços de transferência para multinacionais (preços cobrados nas transações entre a sede de uma empresa no exterior e a filial brasileira) e a adesão do Brasil ao protocolo de Madri (tratado internacional que simplifica e reduz custos para o registro de marcas de empresas brasileiras em outros países).

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Pendências

A CNI classificou seis ações como pendentes, que aguardam atos do Poder Executivo para serem concluídas. A primeira é a edição do decreto presidencial que põe fim ao acordo marítimo entre o Brasil e o Chile. Segundo a confederação, o atual acordo prejudica o comércio bilateral com fretes até 40% mais caros e limita a competição na oferta de navios.

As demais ações consideradas pendentes são os decretos que recriam a Câmara de Comércio Exterior (Camex); o Comitê Nacional de Facilitação de Comércio (Confac), previsto no Acordo de Facilitação do Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC); o Comitê Nacional de Promoção Comercial (Copcom); e o Comitê Gestor do Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras (SEM Barreiras).

Apesar dos avanços na maioria das ações, o levantamento constatou que houve retrocesso em três temas (14%). O primeiro é a falta de recursos orçamentários para o desenvolvimento do módulo de importação do Portal Único de Comércio Exterior e para a manutenção do módulo de exportação já existente. Ferramenta mais importante do comércio exterior brasileiro, o portal é usado rotineiramente pelas 25 mil empresas exportadoras e 44 mil importadoras em todo o país.

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O segundo retrocesso foi provocado pela mudança na regra de análise dos direitos antidumping (imposição de tarifas para empresas e produtos de outros países que praticam concorrência desleal com os equivalentes nacionais). Segundo a CNI, as alterações ocorreram sem consulta pública prévia.

A CNI também considerou ter havido retrocesso no processo de revisão da tarifa externa comum (TEC) do Mercosul. Conforme a confederação, a Coalização Empresarial Brasileira (CEB) encaminhou carta ao Ministério da Economia reforçando o pedido para que haja diálogo com o setor produtivo em relação ao assunto. Nesses casos, a OCDE recomenda a realização de consultas públicas e a elaboração de análises de impacto regulatório antes da adoção de normas que possam afetar o setor privado.

 

 
Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC
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Economia

Azul promete derrubar duopólio Latam-Gol e baratear passagens no Brasil

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IstoÉ

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Divulgação/Azul

Azul promete derrubar duopólio Latam-Gol e baratear as passagens no Brasil

A Azul parece determinada a alterar o quadro atual da aviação brasileira, controlada pela Latam e Gol, que detêm, juntas, cerca de 70% do mercado nacional. Desde a quebra da Avianca, em maio, assistia-se a uma elevação crescente do preço das passagens, além da interrupção de alguns voos domésticos que eram operados exclusivamente pela companhia. Com a reviravolta provocada pela Azul o negócio da aviação pode entrar num ciclo virtuoso de competição e satisfação para o consumidor.

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O foco inicial da disputa é a ponte aérea , quarta rota doméstica com maior movimentação no mundo – tem ocupação média de 81% entre as 20 mais movimentadas. A ponte aérea representa 17% das viagens de negócios no País e entre maio e junho de 2019 os preços da passagem chegaram a subir 86% em comparação com 2018. No próximo dia 29, a Azul fará seu primeiro voo nessa rota.

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Tarifas promocionais

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Marcos Alves

“Com a gente na ponte aérea, a concorrência vai aumentar e eles vão ter de melhorar o produto” John Rodgerson, presidente da Azul

“O duopólio (Latam e Gol ) está querendo manter Congonhas fechado. Com a gente na ponte aérea, a concorrência vai aumentar e eles vão ter de melhorar o produto”, disse o presidente da Azul, John Rodgerson, em conferência telefônica com jornalistas.

A empresa assumiu quinze licenças de voo (slots) que pertenciam à Avianca e realocou outras 19 de Porto Alegre e Curitiba. Dessa forma, ela vai oferecer 34 voos diários entre Rio e São Paulo, um a cada 50 minutos, e utilizará cinco aviões Embraer E195 nessa rota. Isso dará uma importante vantagem para a Azul no primeiro mês de operação, quando a pista principal do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, ficará fechada para obras de manutenção. Por conta disso, as aeronaves só poderão pousar na pista auxiliar.

Gol e Latam , que operam aviões Airbus e Boeing, estarão impedidas de aterrissar nessa pista por questões de segurança e seus vôos serão desviados para o Galeão. Em setembro, apenas os Embraer E195 da Azul, com capacidade para 118 passageiros, descerão no Santos Dumont.

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Como estratégia de entrada na ponte aérea, a Azul vai voar com tarifas promocionais a partir de R$ 99. O menor preço disponível para o voo inaugural, porém, é de R$ 168. Segundo levantamento da Kayak, maior ferramenta mundial de busca de viagens, diante do anúncio das novas tarifas, o preço médio da passagem da ponte aérea baixou 42% de um dia para o outro, de R$ 610 para R$ 354 no trecho São Paulo-Rio de Janeiro. É uma boa notícia. Espera-se que essa vantagem não seja apenas momentânea e favoreça a vida do consumidor daqui para frente.

Fonte: IG Economia
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