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Video:Câmeras de segurança flagraram ataque a estudante em shopping de Niterói

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Câmeras de segurança capturaram momento em que homem atacou jovem em shopping no RJ, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital
Imagem:Reprodução/Shopping Plaza

Câmeras de segurança capturaram momento em que homem atacou jovem em shopping no RJ, ela morreu antes mesmo de chegar ao hospital

Foi flagrado, por câmeras de segurança, o momento em que a estudante Vitórya Mota, de 22 anos, foi esfaqueada na praça de alimentação do Shopping Plaza, em Niterói , no Rio de Janeiro. De acordo com a polícia, o agressor, Matheus dos Santos, de 21 anos, comprou uma faca momentos antes do ataque. O enterro de Vitórya acontece às 15h30, no cemitério do Maruí, em Niterói.

Matheus aparece nas imagens conversando com a vítima. Identificado como um de seus colegas de sala no curso técnico de enfermagem, ele esfaqueia a vítima após ela tentar encerrar a conversa e se levantar.

As pessoas ao redor da cena começaram a correr e alguns homens fazem menção de se aproximar, desistindo rapidamente.

Vitórya, que permaneceu caída no chão já após o primeiro golpe, chegou a ser socorrida e levada ao Hospital Estadual Azevedo Lima, mas chegou morta à unidade. O crime aconteceu por volta das 13h12.

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Vitórya foi esfaqueada por não corresponder amorosamente o agressor
Reprodução Redes Sociais

Vitórya foi esfaqueada por não corresponder amorosamente o agressor

Matheus dos Santos foi preso em flagrante por policiais civis da 76ª DP, de Niterói, e a arma usada no ataque foi apreendida. O caso é tratado como feminicídio. Segundo as alegações iniciais, compartilhadas no comunicado, o autor do crime comprou a faca minutos antes de atacar a jovem, que trabalhava em uma cafeteria no shopping.

Eles apuraram que ele “nutria um amor não correspondido” pela mulher e que já havia se declarado para a moça.

Amigos e familiares fizeram homenagens e lamentaram a morte de Vitorya Melissa. Uma familiar publicou nas redes sociais: “Tiraram seus sonhos, minha afilhada vai com Deus, te amava como se fosse minha filha”. Uma colega que trabalhava no mesmo estabelecimento não consegue se conformar com a tragédia e pede que seja feita justiça por sua amiga.

“Não tenho palavras para expressar o ódio que estou sentindo. Quem conhecia a menina Vitórya sabe o quão doce e adorável ela era, estamos todos com o coração partido”, disse

No último post de Vitórya, ela divulgou uma mensagem reflexiva. “Estamos vivendo ou só correndo?”, questionou a estudante na publicação. Na mensagem, ainda está escrito: “Áudios acelerados, leituras, dinâmica, interações curtas, vida acelerada, entregas, tempo curto, ufa, mais um dia se foi”. Até a manhã desta quinta-feira (3), a postagem contou com 820 curtidas, 80 compartilhamentos e 768 comentários, a maior parte prestando solidariedade à família.

Em nota, o shopping Plaza Niterói “se solidarizou” com a família e amigos da jovem.

“Reiteramos que o Plaza Niterói repudia com veemência qualquer ato de violência e mais um crime de feminicídio ocorrido no país. O empreendimento está prestando toda a atenção e suporte necessários aos familiares e segue à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”, concluiu o comunicado.

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Ex-ministro de Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp morre aos 83 anos

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Morre Marco Antônio Raupp, aos 83 anos, ex-ministro de Ciência e Tecnologia
Divulgação/Unifesp

Morre Marco Antônio Raupp, aos 83 anos, ex-ministro de Ciência e Tecnologia

O ex-ministro de Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp morreu neste sábado, aos 83 anos. Ele ocupou o cargo por pouco mais de dois anos, entre janeiro de 2012 a março de 2014, no governo de Dilma Rousseff, do PT. Raupp, atualmente, era diretor-geral da Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), função que ocupava há quase oito anos.

Raupp já foi diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ele também presidiu a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Doutor em Matemática pela Universidade de Chicago, Raupp era livre-docente pela Universidade de São Paulo, onde foi professor associado no Instituto de Matemática e Estatística.

Ele dividiu sua vida profissional entre as atividades acadêmicas e a gestão de instituições de ciência e tecnologia, tornando-se defensor da integração entre a instituição de pesquisa e o setor produtivo.

Na AEB, levou seu conhecimento de tecnologia espacial e integrou ainda o Conselho Administrativo da Alcântara Cyclone Space (ACS).

Marco Antônio Raupp enfrentava nos últimos anos um tumor cerebral e morreu de insuficiência respiratória aguda, em decorrência do avanço da doença.

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Caso Lázaro Barbosa: Polícia Civil coloca sigilo de 5 anos sobre operação

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Caso Lázaro: Polícia Civil coloca sigilo de 5 anos sobre operação
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Caso Lázaro: Polícia Civil coloca sigilo de 5 anos sobre operação

A Polícia Civil de Goiás impôs sigilo de cinco anos aos dados da operação que culminou na morte do serial killer Lázaro Barbosa. Informações como os custos envolvidos e o efetivo deslocado para atuar nas buscas ao criminoso foram colocadas em caráter “reservado” por ora.

A restrição aos números da operação foi revelada em resposta a um pedido via Lei de Acesso à Informação (LAI) feito pelo jornal “Correio Braziliense”, endereçado às secretarias de Segurança Pública do Distrito Federal e de Goiás. A justificativa apresentada foi que a divulgação das informações neste momento colocaria em risco a instituição.

No pedido, foram questionados dados referentes ao valor investido na operação, o tamanho da área monitorada pelas autoridades nas buscas e os gastos com combustível por viaturas e helicópteros e informações. Também foram solicitadas informações sobre o efetivo de agentes deslocado para atuar no DF e arredores.

Segundo o documento citado pelo Correio, o delegado-geral adjunto Deusny Silva Filho argumentou que a divulgação das informações iria expor os equipamentos de que a instituição dispõe para investigação e operações policiais, a estratégia e os recursos usados, bem como projetos futuros.

“Outrossim, as informações não se restringem somente ao caso encerrado, mas fazem parte de toda a estrutura pertencente à Polícia Civil, usada em outras circunstâncias, e, também, a projetos que ainda nem foram implementados. A divulgação desses dados vulnerabiliza a instituição em sua função investigativa, pondo em risco a segurança e o sucesso de outras apurações”, diz o o texto.

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Lázaro Barbosa, de 32 anos, foi morto pela polícia no final de junho, após confronto com agentes que integravam a força-tarefa que tentava capturá-lo há 20 dias. Alvejado por quase 40 tiros, ele chegou a ser encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

Depois de sua morte, a polícia de Goiás começou a investigar a rede de apoio do matador de aluguel. As autoridades acreditam que o criminoso não agia sozinho. Segundo reportagem do Fantástico, da TV Globo, ele fazia parte de uma organização criminosa que reunia de fazendeiros a políticos da região.

“Nessa organização criminosa, a gente já levantou que pessoas importantes participam dela. Nós temos empresários, fazendeiros, políticos…”, disse a delegada Rafaela Azzi. Um dos suspeitos é o fazendeiro Elmi Caetano, que segundo as investigações teria escondido Lázaro em uma de suas propriedades.

Preso no decorrer das investigações, o fazendeiro foi solto na última semana, após a Justiça revogar sua prisão preventiva. Mesmo liberado, ele terá de usar tornozeleira eletrônica e se recolher à noite.

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