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Internacional

Vídeo: Ucrânia usa motos silenciosas para surpreender tropas russas

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Combatente ucraniano utilizando uma motocicleta elétrica
Reprodução – 14.05.2022

Combatente ucraniano utilizando uma motocicleta elétrica

As forças militares ucranianas encomendaram e já estão usando motocicletas elétricas no combate aos invasores russos . Os veículos têm a vantagem de serem silenciosos e favorecerem a movimentação dos militares na guerra contra a Rússia.

Combatentes têm publicado imagens das motos nas redes sociais. Um dos vídeos mostra um militar da Legião Georgiana, uma unidade paramilitar de voluntários vindos da ex-república soviética da Geórgia, formada em 2014 para lutar em nome da Ucrânia.

Nas imagens, o legionário se locomove com uma motocicleta elétrica fornecida aos combatentes que defendem a Ucrânia. O piloto do veículo aparece com uniforme militar, usa capacete e carrega um fuzil.

“Esta bicicleta elétrica é super útil, pois pode operar silenciosamente nas linhas de frente ou mesmo atrás das linhas inimigas”, diz a legenda do vídeo.

As motos elétricas são fabricadas no próprio país, pela empresa ELEEK. A fabricante mostrou os veículos encomendados nas redes sociais e explicou que eles estão “cada vez melhores” graças ao “feedback dos militares” ucranianos.

A empresa também informou que, com as motos elétricas, as forças de resistência da Ucrânia já conseguiram ir a locais de forte tensão, ajudando os combatentes a executarem as suas tarefas com sucesso.

“Louvado seja o Senhor! Glória à Ucrânia! Glória às Forças Armadas da Ucrânia! Juntos para a vitória!”, finaliza a fabricante, em sua página no Facebook.

Vice-presidente do Conselho da Associação Ucraniana de Participantes do Mercado de Veículos Elétricos, Vadim Ignatov também usou as redes sociais para falar das motocicletas.

“Todos os desejos de nossos soldados, que surgiram durante o uso em combate, foram levados em consideração [para fabricar o segundo lote de motocicletas]”, escreveu Ignatov.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Brics: Brasil defende resolução pacífica para guerra na Ucrânia

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O Brasil defendeu hoje (19) em reunião virtual dos chanceleres do Brics a solução pacífica e negociada do conflito entre Rússia e Ucrânia e pediu urgência na busca de solução para a crise humanitária no país. Além disso, a representação diplomática do país ressaltou a necessidade de respeito ao Direito Internacional e aos princípios da Carta da Organização das Nações Unidas (ONU). A reunião resultou na declaração conjunta “Fortalecer a solidariedade e a cooperação do Brics, responder a novas realidades e desafios na situação internacional”.

Na primeira parte do encontro, que foi restrita aos chanceleres dos países do grupo, composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, os ministros manifestaram suas posições nacionais sobre a situação na Ucrânia, já defendidas em foros como a Assembleia Geral e o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Os chanceleres demonstraram ainda preocupação com a recuperação econômica e a estabilidade internacional. Eles destacaram os efeitos adversos da interrupção de cadeias produtivas e de graves ameaças à segurança alimentar e energética e aos objetivos de desenvolvimento sustentável.

“O Brasil ressaltou a importância que atribui à cooperação entre os países do agrupamento em áreas como economia e finanças, que resultaram na criação do Novo Banco de Desenvolvimento, assim como em outras áreas promissoras, a exemplo de comércio, saúde e vacinas, combate ao terrorismo e a crimes transnacionais e ciência, tecnologia e inovação”, apontou o Itamaraty em nota sobre o encontro.

Convidados

Na parte complementar, a convite da China, que ocupa atualmente a presidência do grupo, houve a participação também da Arábia Saudita, Argentina, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Nigéria, Senegal e Tailândia. A intenção foi ampliar o diálogo com outros países e demonstrar a vocação do grupo para fortalecer o papel das economias emergentes na governança global.

A declaração conjunta informa que o Brics continuará com o aprimoramento da estrutura de cooperação entre os países integrantes sob os três pilares: político e de segurança; economia e finanças; intercâmbios interpessoais e culturais. 

A iniciativa tem como objetivo acelerar a implementação da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável e para ampliar e aprofundar ainda mais a cooperação entre os países do Brics.

“Os ministros concordaram que, diante dos novos desafios e características emergentes, os países do Brics devem aumentar sua solidariedade e cooperação e trabalhar juntos para enfrentá-los”, disse o comunicado divulgado após a reunião.

Por meio da defesa do direito internacional, o documento reforça o compromisso do grupo com o multilateralismo, incluindo os propósitos e princípios consagrados na Carta da ONU e com o papel central das Nações Unidas em um sistema internacional, em que Estados soberanos cooperam para manter a paz e a segurança, promover o desenvolvimento sustentável, garantir a promoção e proteção da democracia, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todos, além de promover a cooperação baseada no espírito de respeito mútuo, justiça e igualdade.

China e Rússia realçaram a importância que conferem ao papel do Brasil, da Índia e da África do Sul nas relações internacionais, além de apoiarem suas aspirações de desempenharem papéis mais relevantes na ONU.

Pandemia

Sobre o combate à pandemia apoiaram o protagonismo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e defenderam que era “imperativo garantir a disponibilidade de diagnósticos, medicamentos, vacinas e produtos médicos essenciais seguros, eficazes, acessíveis e econômicos para pessoas de diferentes países, especialmente países em desenvolvimento, bem como a distribuição equitativa de vacinas e a vacinação rápida, para preencher a lacuna de imunização globalmente”.

Os ministros reconheceram ainda a importância das discussões em andamento na OMC sobre as propostas relevantes de isenção de Direitos de Propriedade Intelectual (PI), como também a capacitação e o fortalecimento da produção local de vacinas e outros equipamentos de saúde, principalmente nos países em desenvolvimento.

“Ressaltaram a necessidade de continuar a fortalecer a cooperação no desenvolvimento, nos métodos de testagem, na terapêutica, na pesquisa, produção e reconhecimento de vacinas, na pesquisa sobre sua eficácia e segurança à luz de novas variantes do vírus covid-19, e no reconhecimento do documento nacional de vacinação contra a covid-19 e nas respectivas testagens, especialmente para fins de viagens internacionais, bem como o compartilhamento de conhecimento sobre a medicina tradicional entre os países do Brics”, indicou o documento.

Pesquisa

Os chanceleres apoiaram ainda o lançamento do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas do Bics, o estabelecimento do Sistema Integrado de Alerta Precoce do Brics para prevenir riscos de doenças infecciosas em massa e a adoção do Memorando de Entendimento sobre Cooperação no campo da Regulação de Produtos Médicos para Uso Humano.

Economia

O comunicado defende também que é crucial para os países garantirem o desenvolvimento sustentável como forma de governança econômica global e lembra o apoio do grupo à ampliação e ao fortalecimento da participação de mercados emergentes e países em desenvolvimento (EMDCs) na tomada de decisões econômicas internacionais e nos processos de definição de normas.

O Brics reforçou o apoio ao papel de liderança do G20 na governança econômica global e destacou que este grupo deve permanecer sem alterações e responder aos atuais desafios globais. 

“Conclamaram a comunidade internacional a promover parcerias, sublinhando que é imperativo fortalecer a coordenação macropolítica para tirar a economia mundial da crise e moldar uma recuperação econômica pós-pandemia forte, sustentável, equilibrada e inclusiva. Instaram os principais países desenvolvidos a adotarem políticas econômicas responsáveis, ao mesmo tempo em que gerenciam as repercussões dessas políticas, para evitar impactos severos nos países em desenvolvimento”, indicou o texto do documento.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Internacional

‘Gafe’ de George W. Bush provoca indignação entre iraquianos

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O ex-presidente americano George W. Bush, que ordenou a invasão ao Iraque em 2003, comentou sobre os seus 75 anos ao perceber a falha
Reprodução/redes sociais

O ex-presidente americano George W. Bush, que ordenou a invasão ao Iraque em 2003, comentou sobre os seus 75 anos ao perceber a falha

Uma “gafe” que já está sendo considerada como um das mais graves já cometidas pelo ex-presidente dos EUA, George W. Bush , na qual falou de uma “invasão totalmente injustificada e brutal do Iraque”, quando queria se referir à Ucrânia, provocou reações de indignação entre os iraquianos, que viveram de perto a violência da invasão e da violência que se seguiu a ela e deixou mais de 100 mil mortos.

A fala foi registrada durante um discurso sobre democracia no Texas, quando criticava a invasão russa da Ucrânia e como o modelo político conduzido por Vladimir Putin eliminou a oposição e o sistema de pesos e contrapesos. Em seguida, veio a fala controversa.

“E a decisão de um homem de lançar uma invasão totalmente injustificada e brutal do Iraque… Quero dizer, da Ucrânia”, disse, se corrigindo e atribuíndo o erro à sua idade, 75 anos.

A platéia reagiu com gargalhadas, mas, no Iraque, a fala não foi interpretada tão positivamente.

“O fantasma da invasão do Iraque e de sua destruição persegue a Bush filho. Seu subconsciente o expôs”, escreveu, no Twitter, o jornalista iraquiano Omar al-Janabi. “Sim, se trata de uma invasão brutal e injustificada que continuará a ser seu pior pesadelo.”

O vídeo também foi amplamente divulgado pela imprensa árabe, com repercussão negativa, mas as autoridades iraquianas ainda não se pronunciaram.

Motivada por denúncias de que o governo de Saddam Hussein possuíam armas de destruição em massa, a invasão do Iraque pela coalizão internacional liderada pelos EUA, em março de 2003, se inseriu no contexto da chamada Guerra ao Terror, iniciada após os ataques de 11 de Setembro de 2001. O regime de Saddam caiu pouco depois da chegada das tropas a Bagdá, mas o país mergulhou em uma onda de desestabilização política e social vista até os dias de hoje.

As armas de destruição em massa jamais foram encontradas, Saddam foi executado, e a nação viu as históricas divisões religiosas e sociais evoluírem para um violento conflito armado. O país também serviu de “berço” para várias organizações terroristas, como o grupo hoje autointitulado Estado Islâmico, que chegou a controlar parte considerável do território iraquiano na década passada.

De acordo com a ONG Iraq Body Count, 122.438 civis morreram entre o início da invasão, em março de 2003, e 2011, quando terminou oficialmente a presença militar americana no país — hoje, estima-se que 2,5 mil militares dos EUA estejam no Iraque, mas sem desempenharem funções de combate, uma presença que, de acordo com representantes do Pentágono, não deve chegar ao fim tão cedo.

“Conforme olhamos para o futuro, qualquer nível de ajuste no Iraque precisará ser feito como um resultado de consultas com o governo do Iraque”, afirmou, em março, Kenneth McKenzie, então chefe do Comando Central dos EUA. “E apenas concluímos um diálogo estratégico há alguns meses, acreditamos que ela [presença militar] vai continuar”. 

*Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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