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VÍDEO: Idosa reage e acerta raquete de matar mosquito em ladrão; assista

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Idosa bate em assaltante com raquete de matar mosquito
Reprodução YouTube

Idosa bate em assaltante com raquete de matar mosquito

Uma idosa de 61 anos reagiu a um assalto em Goiânia, na última quarta-feira (24), utilizando uma raquete elétrica de matar mosquito. O ladrão fingiu ser um entregador e, sobre uma motocicleta, arrancou a corrente do pescoço da vítima, que reagiu. [Veja o vídeo abaixo]

O assaltante fugiu após ser atingido pela raquete. “Eu acho que ele sabia que eu estava sozinha e já tinha me visto, talvez do lado de fora. Ele avançou no meu pescoço e arrancou minha corrente”, conta a idosa ao G1.

O vídeo caputorado por uma câmera de segurança mostra o momento em que o motociclista se aproxima e aperta a campainha. Ele entrega um papel à vítima, que está dentro do portão, coloca o braço para dentro a fim de roubar a corrente e, após ser atingido pela raquete, foge.

A assessoria da Polícia Civil informou que o 8º Distrito Policial está investigando o assalto.

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VÍDEO: criança se emociona ao falar de solidão na pandemia e viraliza

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Olga Damas, de 10 anos, comoveu a internet ao expressar seus sentimentos durante o isolamento social
Jornal Bom Dia/Reprodução

Olga Damas, de 10 anos, comoveu a internet ao expressar seus sentimentos durante o isolamento social

Na mesma semana em que a vacinação das crianças contra a covid-19 gera polêmicas em diversos cantos do país, um vídeo de uma garotinha emocionada ao falar da solidão na pandemia está tomando as redes sociais.

Olga Damas, de 10 anos, concedia uma entrevista ao Jornal Bom Dia quando caiu no choro. A reportagem falava sobre o início da vacinação de crianças de 5 a 11 anos em Londrina. A menina explicava o quanto se sentiu sozinha durante o período de isolamento, em que ficou sem frequentar a escola.

“Nesses últimos dois anos eu não voltei para a escola. (…) E nesses últimos anos, eu acabei ficando muito sozinha, e eu não tinha amigos. E aí agora, eu sei que quando eu tomar a segunda dose, até a terceira, eu vou voltar para escola, vou fazer novos amigos e vou ser mais feliz.” Assista:

Olga ainda fez um apelo à população que ainda não se vacinou. “Por favor, se vacinem, não pensem só em vocês e sim em todas as crianças que estão aí nesse mundo, porque elas precisam da ajuda de vocês. Se vocês não se vacinarem, a gente vai sofrer mais do que vocês ainda.”

Repercussão nas redes

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A entrevista de Olga foi compartilhada no Twitter e rapidamente a internet viralizou o vídeo. Muitos perfis de grande alcance, como o da deputada Sâmia Bonfim (PSOL) e do apresentador João Luiz Pedrosa se solidazaram com os sentimentos dela. “Isso aqui me quebrou de um jeito…”, disse o apresentador.


Já a deputada aproveitou o vídeo para fazer uma crítica ao negacionismo e incentivar a vacinação infantil. ” Chega de tanto sofrimento e atraso gerado pelo negacionismo. Vai ter vacinação infantil sim! #VacinasSalvamVidas.”



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Caso Henry: advogada protocola queixa-crime contra defesa de Monique

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Monique Medeiros em julgamento
FOTO BRUNNO DANTAS-TJRJ

Monique Medeiros em julgamento

A advogada Flavia Fróes protocolou nesta segunda-feira uma queixa-crime contra a defesa de Monique Medeiros no caso onde ela é acusada de participar da morte do filho Henry, de 4 anos. A petição acusa de calúnia os advogados Thiago Minagé e Hugo Santos com base em um pedido de prisão domiciliar para Monique, pois a mesma alegou que se sentia ameaçada após uma visita de Flávia na cadeia.

O ex-companheiro de Monique e ex-vereador Jairinho também responde ao processo pelo homicídio e teria sido o pai dele, Jairo Santos de Souza, o coronel Jairo, que contratou Flávia para realizar uma investigação defensiva. De acordo com o documento, obtido pelo DIA, Flávia diz que a conduta dos advogados de Monique foi, em tese, “criminosa”, através de “ofensas proferidas contra sua honra” e de “insinuações infundadas e absurdas”, diz a petição. O Tribunal de Justiça do Rio disse que no processo principal, onde Monique Medeiros é ré, ainda não há movimentação que indique a juntada dessa petição.

No último dia 12, a defesa da mãe de Henry enviou um documento ao Tribunal de Justiça do Rio alegando que ela está “apavorada”. Em um trecho da petição, Monique diz que Flávia pediu para que ela assinasse um papel assumindo a culpa da morte do filho.

A petição protocolada pela defesa de Monique afirma que um dia após a visitação da advogada, a mãe de Henry teria sido transferida para o Instituto Penal Santo Expedito. Por este motivo, a defesa pediu prisão domiciliar já que ela não estaria segura em cárcere e sim vulnerável a ataques e ameaças.

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Procurada, a defesa da mãe de Henry disse que não irá se manifestar sobre a petição para não tirar o foco do julgamento de Monique, marcado para o dia 9 de fevereiro. Já o advogado de Jairinho, Braz Sant’Anna, diz que Flávia não faz parte da defesa do ex-vereador e já emitiu uma nota de repúdio após as acusações feitas contra a advogada. “Continuamos confiantes de que Jairinho não teve qualquer participação nos fatos narrados pela defesa de Monique e certos de que tudo será devidamente apurado e esclarecido”, disse.

O advogado Cláudio Dalledone, que defende Flávia Fróes, mulher que teria coagido Monique, disse que a declaração é mentirosa.

“Flávia esteve no presídio para falar com Monique Medeiros, já que desde outubro de 2021 ela foi contratada para proceder uma investigação defensiva – atividade, plenamente legal e consonante com as atribuições expressas pela Ordem dos Advogados do Brasil, que incluiu realização de oitivas e diligências investigatórias. Desta forma, Flávia Fróes foi colher informações com Monique sobre o histórico de saúde do garoto Henry”, disse Dalledone.

Ele segue afirmando que Flávia foi contratada por Jairo Souza Santos Júnior, pai de Jairinho, para única e exclusivamente promover a investigação defensiva. “Em nenhum momento, Flávia Fróes se identificou ou atuou como advogada de Dr. Jairinho, muito pelo contrario, se posicionou sempre como advogada do senhor Jairo Souza Santos Júnior – pai de Jairinho”.

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