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Internacional

Vídeo: Homem salva bebê, três garotas e uma jovem de incêndio nos EUA

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Nicholas Bostic salvou um bebê, três garotas e uma jovem de uma casa em chamas nos EUA
Reprodução 19/07/2022

Nicholas Bostic salvou um bebê, três garotas e uma jovem de uma casa em chamas nos EUA

Um bebê, três garotas e uma jovem de 18 anos foram retiradas em segurança de uma casa em chamas nos EUA por um estranho, que em dado momento do resgate chegou a pular de uma janela no segundo andar com uma delas nos braços — tudo em menos de 15 minutos e antes da chegada dos bombeiros.

O feito foi de Nicholas Bostic, de 25 anos, que, desde então, vem repercutindo entre internautas. A polícia de Lafayette, em Indiana, divulgou um vídeo em suas redes sociais que mostra o momento do resgate.

“O que ele não entende é que suas ações não foram comuns, foram extraordinárias”, disse o tenente Randy Sherer, do Departamento de Polícia de Lafayette. “Ele desceu as escadas para salvar aquela garotinha quando pensou que era impossível momentos antes. Ele sabia que estava arriscando sua vida. Só há uma maneira de definir isso: corajoso e heroico”.

Segundo o Washington Post, Nicholas estava a caminho de abastecer o carro na última semana quando foi surpreendido pelo incêndio. Em vez de seguir seu caminho, contudo, ele optou por estacionar e ajudar como pudesse. Nicholas relatou que se aproximou do imóvel e sua primeira ação foi tentar se certificar se havia alguém lá dentro. Por isso, buscou uma entrada na casa e viu que poderia entrar na residência pela porta dos fundos.

A princípio, não escutou qualquer resposta. Pouco depois, entretanto, assim que se preparava para ir embora, viu uma jovem de 18 anos no topo da escada acompanhada por outras vítimas menores, suas irmãs Shaylee, de 13 anos, e Kaleia (1), além de uma amiga de sua irmã, Livian Knifley (13). No entanto, entre aquele grupo faltava uma menina, que a mais velha não sabia onde estava.

De acordo com Nicholas, Seionna Barrett estava buscando Kaylani, de 6 anos, chamada carinhosamente de Baby K. De imediato, Seionna pediu ajuda para salvá-la. Rapidamente, Nicholas tratou de localizar a menina, conforme seguiu o som de seu choro, já que a visão estava prejudicada pela fumaça.

Por fim, ao encontrá-la, voltou ao segundo andar pois o primeiro estava consumido pelas chamas e se jogou da janela com Baby K nos braços, deixando apenas seu próprio corpo sofrer o impacto no solo, de forma que pudesse protegê-la o máximo possível.

“Eu a enrolei no meu braço como uma bola de futebol, então senti meu caminho de volta pelas escadas”, relatou ele ao Washington Post. “Estava extremamente quente e esfumaçado, e era doloroso respirar. A única luz que eu podia ver vinha dos quartos do andar de cima. Então eu fui até lá”.

As sobreviventes e o jovem foram socorridos a um hospital. Nicholas teve inalação de fumaça e queimaduras de primeiro grau em algumas partes do corpo. Os pais das meninas demonstraram gratidão a ele conforme foram chamados pelas autoridades até a casa, destruída pelo fogo. Ainda não foi determinada a causa do incêndio.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Casa de Trump: juiz pede que Justiça divulgue argumentos para operação

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Departamento de Justiça dos EUA se opõe à divulgação dos argumentos usados na operação
Reprodução/Twitter

Departamento de Justiça dos EUA se opõe à divulgação dos argumentos usados na operação

Um juiz federal determinou que o Departamento de Justiça dos EUA entregue uma versão editada dos argumentos usados para pedir a operação de busca e apreensão na casa do  ex-presidente Donald Trump na Flórida, no começo do mês.

O departamento se opõe à divulgação dos termos, alegando que isso vai atrapalhar um inquérito em curso — por outro lado, um grupo de empresas de comunicação defende a revelação, por considerar que é de “interesse público”. Trump, ao menos em público, diz não se opor.

Segundo o juiz Bruce Reinhart, que conduz o processo, há ao menos alguns trechos do documento que podem ser revelados — ele disse não estar convencido de que todo o teor precisa ser mantido em sigilo, e que não cabe a ele decidir se o conteúdo liberado fará alguma diferença para o público. Essa edição, afirmou Reinhart, deve ser realizada pelo próprio Departamento de Justiça e entregue a ele até a próxima quinta-feira. Não há uma data para a eventual liberação do documento.

Antes da audiência, o departamento afirmava que a divulgação dos argumentos que motivaram a busca “vai esfriar cooperações futuras com testemunhas, cuja ajuda pode ser requisitada ao longo da investigação”.

“O fato de que esse inquérito inclui materiais altamente sigilosos reforça a necessidade de proteger a integridade da investigação e exacerba os potenciais danos se essas informações forem divulgadas de forma prematura ou imprópria”, escreveu o Departamento de Justiça, em argumentação prévia.

Por outro lado, empresas de comunicação, como o New York Times, a CNN e a Associated Press, que integram a ação que pede a divulgação, afirmam que o público dos EUA tem um “claro e poderoso interesse” em compreender o inquérito.

“O acesso do público a estes documentos promoverá a compreensão desta historicamente significante e sem precedentes execução de uma operação de busca na residência de um ex-presidente”, diz o texto da ação.

Jay Bratt, representante do departamento na audiência desta quinta-feira, disse que se o juiz decidir a favor das empresas de comunicação, estará fornecendo um “mapa” das investigações. Segundo ele, o documento que motivou a busca detalha como os procuradores poderiam achar provas relacionadas ao crime de obstrução em Mar-a-Lago.

Já a posição de Donald Trump é menos clara: em uma publicação em sua rede social, o Truth, ele disse que não se opunha à divulgação de documentos das investigações, mas seus advogados não participam como uma das partes na ação analisada nesta quinta-feira. Em um pedido à parte, o grupo conservador Judicial Watch declarou que o sigilo apenas vai “provocar mais especulação, incertezas, vazamentos e intrigas políticas”.

“As tensões precisam ser substituídas por soluções, e rápido”, disse o grupo na ação própria. “O segredo em torno do mandado de busca, e a argumentação que levou à sua emissão, provocaram convulsões nesta nação, com intrigas e especulações danosas que apenas aumentarão conforme a verdade for mantida longe do público”.

Documentos sigilosos Desde a operação de busca e apreensão do FBI na mansão de Trump na Flórida, o Departamento de Justiça tenta evitar a divulgação de detalhes sobre os objetivos dos agentes em Mar-a-Lago e, especialmente, sobre que foi apreendido.

Naquele dia 8 de agosto foram recolhidos 11 conjuntos de documentos sigilosos, armazenados em cerca de 20 caixas, que teoricamente não deveriam estar na residência privada de um ex-presidente. Segundo o jornal Washington Post, alguns desses documentos estariam relacionados a questões de segurança nuclear dos EUA, mas não se sabe se eles estavam entre os itens incluídos na investigação.

Na sexta-feira passada, foi divulgado o mandado de busca: ali, foi revelado que o ex-presidente está sendo investigado por três possíveis violações das leis dos EUA. A primeira suspeita recai sobre a Lei de Espionagem, que considera ilegal reter, sem autorização, informações de segurança nacional que podem prejudicar os Estados Unidos ou auxiliar um adversário estrangeiro. A segunda violação é relacionada a um estatuto associado à remoção ilegal de materiais do governo.

A terceira diz respeito a uma lei que torna crime a destruição ou ocultação de um documento para obstruir uma investigação do governo — este, segundo especialistas, seria o ponto que poderia complicar mais a vida de Trump diante da Justiça, uma vez que depende de um número menor de evidências.

Uma batida policial na casa de um ex-presidente americano não é algo corriqueiro, e a aprovação veio do próprio secretário de Justiça dos EUA, Merrick Garland — diferentemente do Brasil, o ocupante do cargo tem poderes para ordenar investigações, acumulando função similar à de um procurador-geral.

Desde a busca, aliados do ex-presidente elevaram o tom das críticas ao FBI e ao juiz Reinhart, afirmando, sem provas, que as ações têm motivações políticas, com o objetivo de atingir o Partido Republicano antes das eleições legislativas de novembro e de acabar com o projeto de Trump de concorrer à Casa Branca em 2024. Entre as muitas teorias da conspiração, a de que os agentes do FBI plantaram provas contra Trump durante a ação, uma acusação sem qualquer evidência.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Argélia: incêndios florestais matam ao menos 38 pessoas

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Incêndio na Argélia
Reprodução/Twitter

Incêndio na Argélia

Ao menos 38 pessoas, incluindo 13 crianças e adolescentes, morreram durante os incêndios florestais que atingem a região nordeste da Argélia, informou a Defesa Civil nacional nesta quinta-feira (18).

O primeiro-ministro do país, Aymen Ben Abderrahmane, visitou a província de El Tarf, próximo à fronteira com a Tunísia.

Fontes locais contatadas pela ANSA afirmam que a situação na região é “catastrófica” e que ainda há desaparecidos em várias áreas atingidas pelas chamas.

Um dos locais mais afetados, com “centenas de hectares destruídos” é o Parque Nacional El Kala, uma das maiores reservas naturais da Argélia.

Conforme o site local “TSA”, a maior parte das vítimas está em El Tarf, com 30 mortes ao todo, incluindo 10 crianças. Além disso, há 161 feridos e 21 deles foram internados em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Seis mortes foram registradas na província de Souk Ahras, sendo dois menores de idade, e outra duas pessoas – uma mulher e uma criança – morreram asfixiadas dentro de casa na vila de Ouled Messaoud, na província de Sétif.

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