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Via SES, Estado habilita 12 empresas que disputarão a conclusão de obras do HC paralisadas há 28 anos

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Maquete do Hopital Central, cujs obras se iniciaram em 1982

O governo de Mato Grosso reabriu na sexta-feira (07) o processo de licitação referente à concorrência para a retomada da construção do Hospital Central, localizado em Cuiabá. Na sessão pública, 11 empresas se interessaram pela obra e foram credenciadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

De acordo com o aviso publicado em Diário Oficial, o pleito é na modalidade concorrência do tipo menor preço. Os documentos apresentados na habilitação serão digitalizados e disponibilizados, junto com aviso de resultado, no link: http://www.saude.mt.gov.br/licitacao-editais . Depois da divulgação dos resultados, será concedido o prazo de cinco dias úteis para interpor recurso.

A licitação é parte do novo projeto para a estrutura do Hospital Central, anunciado pelo Governo do Estado em novembro de 2019; o valor estimado para a construção é de R$ 102.021.392,78. Iniciada há 34 anos e ainda inacabada, a obra da unidade será concluída no prazo aproximado de 22 meses, conforme estimativa da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

“Reformulamos o projeto e vamos aproveitar nove mil metros de área construída e acrescentar outros 23 mil metros ao Hospital, que será o mais moderno de alta complexidade no estado de Mato Grosso. Esse sonho iniciado há 34 anos, e que beneficiará toda a população de Mato Grosso, se torna realidade com esse pleito”, comemorou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto de Figueiredo.

A unidade contará com aproximadamente 32.000 m² de área construída, sendo 9 mil da estrutura antiga e 23 mil de ampliação – isto é, construção nova. Também estão previstos 290 leitos para o hospital; destes, 60 leitos para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 230 leitos para enfermarias e cuidados intermediários e 10 salas de cirúrgicas.

Por meio da futura estrutura, a SES estima realizar 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames ao mês. A retomada da construção contemplará especialidades como Cardiologia, Neurologia, Vascular, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Urologia, Ginecologia, Infectologia, Pediatria e Cirurgia Geral.

Pacote de obras na saúde

A construção do Hospital Central, lançada em 1984, foi pensada com o objetivo de proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia, ortopedia e urgência e emergência de trauma. Contudo, devido ao corte de recursos do Governo Federal, a obra foi paralisada em 1987.

Em 1992, a construção do Hospital Central foi retomada pela gestão estadual, porém permaneceu inconclusa em razão de um desacordo entre o Governo Estadual e Federal. A obra voltou a ser retomada em 2004 pela gestão estadual, ocasião em que novamente foi paralisada.

Contudo, no ano de 2014, a Justiça Federal acatou parcialmente a solicitação do Ministério Público Federal (MPF) para a inclusão de recursos que viabilizassem o término do Hospital Central.

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No Nortão, Mendes declara apoio aberto a candidato a prefeito de Sinop do mesmo partido de Emanuel

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O governador Mauro Mendes (DEM), durante visita a Sinop,  onde esteve o presidente Jair Bolsonaro, sem partido, na cidade, declarou apoio para a sucessão da prefeita Rosana Martinelli (PL), que declinou da reeleição, ao deputado federal Juarez Costa, candidato do MDB.

“O Juarez é um grande deputado federal, já foi prefeito. É uma pessoa que tem a minha consideração, o meu respeito, por ter ajudado muito Mato Grosso, principalmente a região Norte”, afirmou.

Mendes disse que não tem dúvida de que Juarez, mais uma vez, será um bom prefeito para a cidade. “Não tenho dúvida nenhuma, se ele for escolhido prefeito de Sinop, vai ajudar muito a cidade. Tenho certeza de que ele será um grande prefeito, tem o nosso apoio”, completou.

O governador democrata afirmou que seu governo já fez muita coisa para a região. “Já fizemos muita coisa aqui nesta região e vamos fazer muito mais. Se preparem, já em 2021, Mato Grosso vai ter o maior número de investimentos de sua história, feitos com recursos próprios e outros recursos que vamos trazer”, declarou.

Mauro Mendes fez questão de esclarecer o episódio em que foi vaiado durante a visita presidencial em Sinop. “Você põe no meio de milhares de pessoas, 30 pessoas vaiando, é natural. Eu não tenho a pretensão de agradar cem por cento dos mato-grossenses que vivem neste Estado. E quem toma a decisão correta, agrada alguns e desagrada outros, e as minhas decisões sempre foram para a maioria. E quando você toma decisão para a maioria, desagrada a minoria”, disse.

Conforme Mendes, “não se conserta um Estado que estava quebrado igual Mato Grosso fazendo só pão com manteiga. Eu tinha que tomar decisões duras contra os produtores, contra o comércio, a indústria. Hoje, muitos já enxergam. Gestão se faz para a maioria, agora, se desagrada alguns, eles têm o direito de manifestar, de vaiar”.

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Deputado ligado a Bolsonaro diz que na campanha da vaga de senador não há favorito e que vê disputa ‘embolada’

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O deputado federal Nelson Barbudo (PSL), disse ao ODocumento que vê a disputa do Senado em Mato Grosso, para a vaga da ex-senadora Selma Arruda (Podemos), como embolada e que a escolha do futuro senador vai ficar entre os candidatos Reinaldo Moaraes, Nilson Leitão, coronel Fernanda, Carlos Fávaro ou Medeiros.

“Estamos ainda numa fase onde não podemos fazer campanha, mas está definido o quadro entre os candidatos ao Senado, por exemplo, com o Zé Medeiros, Nilson Leitão, Fernanda e Fávaro. Eu acho que vai girar em torno desses quatro. O Pedro Taques não mexe no tabuleiro na minha humilde opinião. Ele foi governador, mas pesa a forma como ele deixou o governo, com uma derrota expressiva”, comentou.

“Eu não apostaria hoje numa vitória expressiva entre esses quatro nomes”, disse Barbudo, que adiantou ainda não ter definido o seu apoio para o pleito. “Nós ainda estamos definindo. O Bolsonaro me chamou para conversar na próxima semana. Está ocorrendo um problema de infidelidade partidária, o PSL tem falado que irá utilizar-se dessa prerrogativa, também estou esperando a Estadual me chamar para a gente saber como vai ser a liberação para os apoios. Eu não sou presidente do PSL, para apoiar a coronel Fernanda eu preciso da liberação”.

Barbudo fez questão de adiantar que o seu relacionamento com o comando partidário é tranquilo. “Meu relacionamento com a Executiva é normal, nunca me indispus com ninguém. O relacionamento é normal, mas isso aí a gente tem que sentar e conversar. Não tenho indisposição com ninguém do PSL”, garantiu.

Questionado sobre o fato de o presidente Bolsonaro poder apoiar a candidatura do também federal José Medeiros (Podemos), Barbudo demonstrou surpresa e disse não acreditar. “Olha, sobre o Bolsonaro assumir a campanha do Medeiros, isso foi o deputado que falou. Precisamos ver acontecer primeiro né, eu acho que não. Até onde eu sei a palavra do Bolsonaro está dada para apoiar a coronel. Agora, eu acho muito estranho que o Zé Medeiros falou isso. Eu vi o Bolsonaro participar da live da Fernanda, agora, política é igual o céu, cada hora que você olha, as nuvens estão em um lugar”.

 

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