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Veterinária alerta sobre os perigos dos acessórios para pets

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Os animais de estimação são cada vez mais vistos e tratados como verdadeiros membros da família . E, assim como fazem com crianças, muitos donos compram roupinhas , lacinhos , gravatas e outros adornos para enfeitar o pet . O problema é que, além de muitos cães e gatos não se sentirem confortáveis usando os itens, alguns podem fazer mal para eles. 

A médica veterinária Juliana Pajosse explica que “Roupas muito justas podem enforcar ou causar feridas no corpo do animal. Já o uso de roupas muito largas, pode fazer com que o animal se enrosque e acabe se machucando”. Se o animal for muito peludo, ainda é possível ocorrer a formação de nós na pelagem, que quando úmidos, acabam causando dermatite. 

cachorro vestido com roupinha arrow-options
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As roupinhas devem estar no tamanho adequado e confortáveis, caso contrário podem causar até dermatite no pet

Quando se trata dos laços, eles devem ser colocados corretamente, caso contrário é capaz de ficarem apertados ou muito presos à pele, causando sérios problemas. “Em casos extremos, prendem a circulação sanguínea e ocorre a necrose da região afetada. O laço também pode acabar sendo preso na orelha do animal, causando ferimentos graves”, explica a veterinária. 

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Os sapatinhos e meias devem ser evitados, pois o uso prolongado evita a troca de calor – que ocorre pelos coxins das patas – e a temperatura corpórea do animal acaba aumentando. O uso desses acessórios costuma ser recomendado apenas em casos patológicos

As gravatas e bandanas também precisam ser usadas com muita cautela. Esses acessórios costumam ficar presos na pelagem, causando nós e, posteriormente, dermatites. Juliana conta que as gravatinhas com elástico são as que mais causam injúrias nos pets. “Os casos mais comuns são animais que ficam com gravatas por muito tempo, o que geralmente causa ferimentos na pele.”

cachorro com gravata arrow-options
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A gravata com elástico é o acessório para pet que mais causa problemas

Para evitar qualquer tipo de problema é importante trocar todos os acessórios diariamente, ou seja, mesmo lacinhos e gravatas colocados em pet shop depois do banho ou da tosa devem ser retirados em um espaço curto de tempo. Se o pet é muito agitado e tem hábito de comer coisas, a atenção deve ser redobrada para evitar que ele engula qualquer adorno, o que pode resultar em uma cirurgia de emergência. 

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“É importante lembrar que animais sentem dor e desconforto, portanto, se algo aparenta ser desconfortável para nós humanos, provavelmente será também para os pets. O bom senso deve falar sempre mais alto”, alerta Juliana se referindo aos acessórios para pets

Fonte: Canal do Pet
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Reação de cadela a bicho de pelúcia feito com seu pelo é hilária

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O irmão de Jennifer Calabro Pecora mora em um apartamento que proíbe animais. Ele se sente muito sozinho, e por isso sua irmã decidiu presenteá-lo com algo que ele pudesse manter no imóvel: um bicho de pelúcia.

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Só que o presente é mais do que especial, já que foi feito com os pelos da cadela de Jennifer, Bat. A técnica já foi utilizada por outros tutores, principalmente de gatos, já que felinos soltam muito pelo. A intenção de Jennifer foi boa, apesar de o bichinho não ter saído exatamente muito bonito.

Bicho de pelúcia feito com pelo de cadela arrow-options
Facebook/ Jennifer Calabro Pecora

Bicho de pelúcia feito com pelo de cadela


O que mais surpreendeu a todos no grupo do Facebook em que ela postou o projeto foi a cara de sua cadela Bat. “Ou ela não ficou muito impressionada com as minhas habilidades manuais, ou está com medo de ser trocada pelo bichinho de pelúcia”, escreveu na legenda das fotos.


Fonte: Canal do Pet
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Yorkshire, poodle e outras raças são predispostas a problemas hepáticos

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Assim como acontece com os humanos, o fígado dos cães cumpre várias funções: é essencial para a digestão, absorção, metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas, e armazenamento da maioria dos nutrientes no organismo. Assim, o mau funcionamento desse órgão pode causar desordens metabólicas sérias, resultando na alteração da utilização dos nutrientes. 

cachorro deitado ao lado do pote de comida arrow-options
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Perda de apetite está entre os sintomas dos problemas hepáticos

A boa notícia para donos de cachorros com problemas hepáticos é que o fígado dispõe de uma capacidade de regeneração extraordinária e a nutrição pode auxiliar no tratamento dos pets debilitados. 

Leia também: Doenças comuns que são causadas pela má alimentação do animal

Para que o tratamento seja feito da forma correta e o cachorro hepático tenha uma dieta adequada com a sua condição, o dono precisa ficar atento nos sinais. Os sintomas mais comuns são:

  • Náusea e vômito;
  • Perda de apetite e perda de peso;
  • Má-digestão e desnutrição;
  • Diarreia;
  • Fezes pálidas (mais claras que o comum);
  • Ascite (acúmulo de líquido no abdome);
  • Icterícia ;
  • Encefalopatia hepática;
  • Distúrbios de coagulação sanguínea;
  • Hipermetabolismo;
  • Hipoalbuminemia.

Além disso, outro ponto que o tutor precisa ficar atento é a raça do pet . Algumas de cães e gatos apresentam predisposição para doenças hepáticas. São elas:

  • Cães: cocker spaniel, yorkshire terrier, west highland white terrier, doberman, pinscher, maltês, labrador retriever, dálmata e poodle.
  • Gatos: persa, siamês, abissínios e himalaios. 

A importância da nutrição no tratamento de hepatopatias

O suporte nutricional desempenha papel chave no tratamento de animais com doença hepática, a fim de se evitar a desnutrição, consequência muito comum em pacientes com hepatopatias e que pode levar o animal ao óbito. Por isso, é determinante manter o estado nutricional de pacientes que possuam algum tipo de doença hepática.

As principais abrodagens nutricionais para pets hepatopatas são: 

  • Proteínas: não necessariamente se deve reduzir os teores protéicos da dieta de um paciente com doença hepática. O fornecimento de um alimento com proteína de alta qualidade é fundamental para se evitar desnutrição e permitir a regeneração hepática. O correto é tentar manter a quantidade de proteínas o mais próximo possível dos níveis normais. A restrição protéica só deve ser instituída caso o animal apresente sinais de encefalopatia hepática. 
  • Gordura: a dieta deve ser rica em calorias e a restrição da gordura deve ser considerada apenas em casos de colestase severa.
  • Fibras: quantidades moderadas de fibra dietética contribuem com a redução da absorção de amonia pelo intestino grosso.
  • Antioxidantes: o aumento do zinco e outros antioxidantes como o selênio e vitamina E minimizam o estresse oxidativo que ocorre nas hepatopatias, aumentando a proteção das células contra os radicais livres.
  • Balanço eletrolítico: a redução do sódio auxilia na prevenção do extravasamento de líquidos por causa da hipertensão portal e o nível adequado de potássio previne a hipocalemia, que pode contribuir com a anorexia e encefalopatia hepática.
  • Número de refeições diárias: é recomendado pelo menos 5 refeições diárias, pois isso favorece a adequada metabolização de nutrientes pelo fígado e sua recuperação.
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O uso de alimentação natural pode ajudar

O uso de um alimento natural (AN) formulado e balanceado para atender as demandas nutricionais de hepatopatas pode ser muito interessante, já que a desnutrição está intimamente relacionada com a perda de apetite dos animais com problemas no fígado. Isso porque a AN acaba tendo maior sabor e incentivam o consumo.

Além disso, o uso de alimentação natural permite escolher ingredientes de altíssima qualidade, com alto valor biológico e ajustado para as preferencias individuais de cada paciente.

Existem vários tipos de doenças hepáticas e o correto diagnóstico ajuda a direcionar o perfil nutricional adequado para a recuperação de cada paciente. Por isso, a orientação de um médico veterinário nutrólogo deverá ser considerada.

Fonte: Canal do Pet
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