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Política MT

Vereador vai pedir liberação do partido para não apoiar reeleição de Emanuel Pinheiro

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Sargento Joelson enfrenta processo na Justiça devido à CPI do Paletó e quer liberação do Solidariedade para apoiar outro candidato

O vereador Sargento Joelson, (Solidariedade), em fala ao portal O Documento, teceu duras críticas ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), por conta de ter sido processado por danos morais pelo prefeito da Capital. O parlamentar argumenta que foi processado porque fez o seu trabalho na CPI do Paletó. “O prefeito tem problema com o Ministério Público, com o Gaeco, com a Câmara, e vem se preocupar com um vereador que apenas fez o seu trabalho”, disse.

Sargento Joelson, inclusive, adiantou que vai pedir para ser liberado pelo seu partido, que está no arco de aliança de apoio à reeleição do prefeito Emanuel Pinheiro, para apoiar outro candidato ao Alencastro. “Acho que o prefeito está perdendo o tempo dele comigo. Vou recorrer da decisão e também vou fazer um pedido ao meu partido, para que me libere. Eu não tenho condições morais de estar com Emanuel Pinheiro”, declarou.

Sobre a ação na justiça por danos morais, o parlamentar disse que recebeu com tranquilidade. “Vindo do prefeito Emanuel Pinheiro a gente pode esperar qualquer coisa. Eu fiz apenas o meu trabalho. Naquele momento esse vídeo fazia parte do trabalho que fiz na CPI do paletó. Era referência ao relatório que eu fiz na CPI do paletó”, adiantou.

Sargento Joelson disse que foi muito pressionado quando da apresentação do relatório da CPI do Paletó, cujo episódio ficou conhecido nacionalmente com as imagens que mostram Emanuel Pinheiro enchendo os bolsos do paletó de dinheiro em gabinete no Palácio Paiaguás, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa. Na época, o prefeito cuiabano era deputado estadual.

“No período de apresentação do relatório eu sofri muita pressão, ligações, fake News para todo lado. Eu fiz uma fala dizendo que não precisava de nada disso, era só o prefeito resolver comigo do jeito que ele entendia ser melhor. E aí agora ele entra com essa ação por danos morais. Ele está se preocupando com um vereador que apenas fez o seu trabalho. Pede R$ 50 mil e tem outra ação do irmão dele, do Popó, que também tá pedindo R$ 50 mil”, adiantou.

O vereador garante que vê com muita tranquilidade os dois processos. “Nós vamos nos defender porque nós estávamos em sessão cumprindo o nosso trabalho na Câmara. O vereador tem a imunidade da fala em plenário, então vou responder tranquilamente”.

 

 

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Política MT

“Em MT, sai Arcanjo e entram os financistas do agro”, dispara Euclides Ribeiro

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Candidato ao Senado pelo Avante criticou os “barões do agro” que tomam as terras dos produtores para financiar políticos

“Não quero tomar cerveja ou vinho com governador, quero tomar café no gabinete do Mauro Mendes. Quero uma relação institucional com ele, não essa relação pessoal e íntima que ele tem com outros políticos. Quero trabalhar pelo Estado, e não trabalhar para grupos políticos”, disparou o candidato ao Senado, Euclides Ribeiro (Avante) durante entrevista ao programa Passando a Limpo, do jornalista, Agnelo Corbelino, de Rondonópolis.

Euclides afirmou que a troca de poder entre os mesmos grupos políticos que se revezam mandato após mandato em Mato Grosso prejudica o Estado e principalmente municípios com grande potencial de crescimento, como aconteceu em Rondonópolis.

“Vários grupos políticos prometeram trazer progresso para Rondonópolis, com a vinda de indústrias e empresas e o sonho de geração de emprego e renda para a população. Mas na verdade eles levaram progresso para o bolso deles”, apontou Euclides.

“Em Mato Grosso saiu Arcanjo e entraram os financistas da agricultura, que praticam agiotagem com produtores, cobram juros abusivos e pedem a terra como garantia. Aqui os grupos que governam o Estado são bancados pela velha política para defender o interesse de um seleto grupo”, criticou Euclides.

Candidato ao primeiro mandato, Euclides defende a proteção e o incentivo tanto dos produtores rurais, como do trabalhador chefe de família. Para isso, o carro chefe de sua campanha é o Programa “Nome Limpo”, uma proposta de Lei que prevê a renegociação de dívidas de pessoas físicas.

“Quero trabalhar para tornar Lei o Programa Nome Limpo. No Brasil mais de 70 milhões de pessoas são escravas do sistema financeiro e não conseguem voltar para o mercado consumidor por causa de suas dívidas. Em Mato Grosso esse número chega a 1 milhão. Precisamos acabar com estes juros extorsivos que tortura a população e corrói a suada renda do dia a dia”, finalizou.

O candidato do Avante ainda criticou a atuação de seu adversário, o senador “tampão” Carlos Fávaro, que no primeiro mês de Senado foi ao Governo pedir subsídios para o setor do algodão. “São R$6 bilhões de subsídios para setor de algodão, isso está errado. Quem vai pagar essa conta? Mais uma vez o mato-grossense. Isso é o que a velha política faz e vem fazendo em Mato Grosso, defendendo interesses de poucos grupos e excluindo a população”, disparou.

 

 

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Mauro Zaque diz estar pronto para o TJ, mas lembra que vaga ainda não foi aberta

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De acordo com o promotor, ainda é cedo para se discutir sobre o assunto prematuro

O promotor Mauro Zaque, do Ministério Público Estadual (MPE), disse em entrevista com jornalistas nesta segunda-feira (19), que por conta das delações premiadas, de outubro do ano passado até agora, já foram investidos cerca de R$ 40 milhões na segurança pública. “Tudo executado”, garantiu.

Mauro Zaque também falou das nove novas vagas para desembargadores no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, sendo duas dedicadas ao quinto constitucional, uma para membros do Ministério Público do Estado e outra para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O promotor do MPE disse que está preparado para o desafio. “Lógico, mas também tenho colegas de grande valor e competência e estão preparados também. Mas temos que ter a vaga, não há o que se falar em eventual disputa se não houve a vaga”, disse.

“Primeiro tem que abrir a vaga. Enquanto essa vaga não for aberta, tudo que se fala é especulação. A gente não tem parâmetro para avaliar quando, mas torço para que isso aconteça logo”, declarou.

No Ministério Público, há pelo menos seis membros do órgão – entre promotores e uma procuradora – que estão interessados na cadeira de desembargador.  Além de Mauro Zaque, no primeiro grupo estão os promotores de Justiça Arnaldo Justino, Adriano Augusto Streicher, Wesley Sanches Lacerda, Lindinalva Rodrigues e Márcia Furlan. No segundo, a procuradora é Eunice Helena Rodrigues.

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