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Veja os golpes pelo celular que mais fazem vítimas e como se proteger

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Quais são os cinco golpes mais comuns pelo celular e como se proteger
Luciano Rodrigues

Quais são os cinco golpes mais comuns pelo celular e como se proteger

Em um mundo cada vez mais conectado, uma vida sem celular parece irreal. Os smartphones se tornaram mais um acessório para quem precisa ter tudo na palma da mão. Mas o que parece ser a solução para quase todos os problemas também pode ser um problema.

Quem nunca recebeu aquela mensagem de promoção imperdível de amigos e familiares? Esse é um dos golpes mais comuns e, a partir disso, a vítima pode ter uma série de transtornos causados pelos criminosos através do acesso aos seus dados pessoais.

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Um relatório da empresa Axur, especializada em cibersegurança, constatou que em 2021 foi um dos piores anos da história no que se trata de proteção de dados pessoais no país. Mostrou ainda que a cada 8 segundos, uma tentativa de fraude digital foi realizada contra um consumidor brasileiro na primeira metade do ano passado.

“Os cibercriminosos utilizam de táticas em que o seu trabalho é mais de convencimento da vítima, para que a pessoa clique em links maliciosos, passe informações de códigos ou naveguem em sites tendenciosos, facilitando toda a sua ação”, explica Thiago Bordini, diretor de Inteligência Cibernética na Axur.

Veja abaixo os cinco golpes mais comuns:

1. Clonagem de WhatsApp

Nesse tipo de golpe, os criminosos “sequestram” o aplicativo do usuário e fazem mais vítimas. Tudo acontece no recebimento de uma mensagem com links de conhecidos e familiares sobre uma promoção imperdível, por vezes, com nomes de empresas populares.

Os criminosos fazem contato alegando serem de alguma empresa e solicitam o código recebido, por meio de SMS. Assim, a pessoa tem o seu WhatsApp clonado e o golpista se passa por ela para pedir dinheiro aos seus contatos e fazem novas vítimas. 

Enquanto executam toda a ação, o verdadeiro dono do aplicativo não consegue sequer utilizar o seu número, sendo impedido de alertar conhecidos que caiu num golpe.

Em alguns casos, os criminosos conseguem apenas clonar a lista de contatos e então se passam pela pessoa, alegando ter trocado de número de celular. Para dar mais veracidade, eles colocam foto da própria pessoa no perfil do WhatsApp, tornando toda ação mais realista.

2. Mensagem de SMS 

Os criminosos enviam códigos se passando por instituições financeiras ou atendentes de lojas de varejo, aproveitando-se da boa-fé da vítima, que acaba fornecendo os dados e tem o seu celular invadido. 

Nessa ação, os bandidos enviam mensagens ofertando empregos ou dizendo que a pessoa foi selecionada para participar de uma entrevista, assim como desconto para cursos profissionalizantes. 

É bastante comum também que a pessoa visada a cair no golpe receba um código de recuperação de sua conta do WhatsApp, dessa forma, o golpista consegue instalar o número em outro aparelho.  

3. Sites falsos e instalação de vírus

Através de sites falsos os criminosos conseguem fazer com que a pessoa instale um suposto antivírus em seu celular e conseguem invadir o smartphone. Eles criam páginas na web com nomes parecidos com os de órgãos ou empresas conhecidas, trocando alguns caracteres e até mesmo utilizando letras de grafias de outros países para deixar a falsa página na internet o mais fiel possível à verdadeira e não levantar desconfianças.

Ao navegar pela página da web sobe uma notificação de que o aparelho foi infectado com um vírus. Esse alerta induz o usuário clicar na opção de baixar um aplicativo “antivírus” para bloquear a ameaça, e assim o aparelho é infectado com códigos maliciosos. 

Nesse tipo de golpe, os criminosos insistem em mensagens alarmistas que induzem o usuário a executar a ação sem uma análise mais criteriosa.

4. Perfis Fakes

A invasão de perfis nas redes sociais têm se tornado frequente entre os usuários dos aplicativos mais acessados. Os criminosos enviam mensagens de SMS, WhatsApp e até mesmo e-mail solicitando que a pessoa confirme seus dados ou cliquem em um link para evitar um possível bloqueio da conta. Essa ação dá início ao golpe.

A partir do roubo do perfil os golpistas começam a fazer diversas publicações anunciando produtos à venda. Nesse tipo de ação, é comum que eles prefiram invadir perfis de influenciadores que tenham um grande volume de seguidores, pois é mais fácil conseguir levar as possíveis vítimas a depositarem dinheiro em suas contas, acreditando que estão comprando do verdadeiro dono do perfil.

5. Aplicativos fraudulentos 

Falsos aplicativos também têm sido utilizados como forma de golpe. Os cibercriminosos agem tomando conta da identidade visual de marcas para enganar os consumidores. 

Segundo o relatório da Axur, 97% dos aplicativos fraudulentos identificados no ano de 2021 são voltados para os usuários Android. Esses aplicativos, por vezes, são instalados pelo próprio dono do celular por meio de sites hospedados fora da sua loja de aplicativos oficial.

Os criminosos utilizam toda a identidade visual de marcas famosas e prometem promoções, preços e condições imperdíveis de pagamento para roubarem informações dos usuários. Uma vez que o celular é infectado, conseguem armazenar o que é digitado, fotos e vídeos.

Saiba como se proteger 

  • Desconfiar de promoções muito apelativas e chamativas. O ideal é não comprar na pressa e avaliar com muito cuidado antes de fechar qualquer negócio;
  • Verificar a veracidade das informações recebidas por mensagem de texto ou WhatsApp. Ligar para a pessoa ou empresa que esteja solicitando informações é uma pratica de cuidadosa também;
  • Nunca repassar para terceiros códigos recebidos por SMS ou e-mail. Ao passar esse tipo de informação, os golpistas conseguem clonar o aplicativo de WhatsApp da vítima;
  • Habilitar a função de confirmação de login em duas etapas ou autenticação de dois fatores nos aplicativos. Esse tipo de ação ajuda na proteção caso seja vítima de tentativa de invasão. Essa habilitação irá solicitar mais de uma senha senha ou formas de checagem de identidade;
  • Quando for realizar compras online, confira mais de uma vez se está realmente no site oficial da loja. Caso desconfie de alguma pergunta no site ou dos preços, procure outros meios de contato com a marca para ter mais segurança;
  • Só fazer download de aplicativos na loja oficial do seu sistema operacional. Evite baixar programas em páginas da Web. 

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Instagram bate recorde e se torna segundo app mais popular no Brasil

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Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros
Unsplash/Kate Torline

Instagram atinge quase meta das telas iniciais de smartphones brasileiros

O Instagram bateu seu recorde histórico e alcançou a tela inicial de quase metade dos smartphones brasileiros, de acordo com a pesquisa “Panorama Mobile Time/Opinion Box: Uso de Apps no Brasil”, lançada nesta semana.

Agora, a rede social aparece na página inicial de 46% dos celulares brasileiros, contra 41% no mesmo período do ano passado. Com isso, o Instagram perde apenas para o WhatsApp, que se manteve na liderança marcando presença na página princiapal de 55% dos celulares brasileiros – o único a ultrapassar a metade.

De acordo com a pesquisa, a força do Instagram está sobretudo no público jovem e feminino. Entre pessoas de 16 a 29 anos, 60% mantêm o app na página inicial do celular; 44% dos que têm entre 30 e 49 anos mantêm o Instagram em destaque, contra 31% dos que tem mais de 50 anos. Nos celulares de mulheres, a rede social aparece na página inicial de 49%, contra 42% dos homens.

Além de popular, o Instagram também tem ganhado em engajamento no Brasil. Entre 2021 e 2022, subiu de 25% para 30% a proporção de brasileiros que têm o aplicativo como o escolhido para passar a maior parte de seu tempo online. Nesse quesito, a rede social está tecnicamente empatada com o WhatsApp, que atingiu 33% neste ano.

Já no quesito aplicativo mais vezes aberto ao longo do dia, o mensageiro continua na liderança isolada. Para 55% dos brasileiros, o WhatsApp é o app mais aberto, contra 16% do Instagram, 7% do Facebook e 3% do YouTube.

Além do Instagram, outro aplicativo que tem crescido em popularidade e marcado presença na página inicial dos celulares brasileiros é o Telegram. Atualmente, ele está em 13% das telas principais, contra 9% no ano passado. No período, ele ultrapassou Uber, YouTube, Nubank e outros.

Confira a seguir os 10 aplicativos que mais aparecem na tela inicial dos smartphones brasileiros:

  1. WhatsApp – 55% – estável em relação a 2021
  2. Instagram – 46% – alta em relação a 2021
  3. Facebook – 36% – queda em relação a 2021
  4. Telegram – 13% – alta em relação a 2021
  5. Nubank – 12% – estável em relação a 2021
  6. YouTube – 12% – estável em relação a 2021
  7. Uber – 11% – estável em relação a 2021
  8. Google Chrome – 9% – estável em relação a 2021
  9. Caixa – 9% – estável em relação a 2021
  10. Banco do Brasil – 9% – estável em relação a 2021

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Instagram quer transformar em Reels todos os vídeos da rede social

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Instagram foca nos Reels para competir com TikTok
Unsplash/Kate Torline

Instagram foca nos Reels para competir com TikTok

O Instagram quer que todos os vídeos da plataforma sejam Reels. Para competir com o TikTok, a rede social da Meta tem planos de simplificar a publicação e visualização de vídeos curtos no aplicativo. Por enquanto, o recurso está em fase de testes, e apenas alguns usuários selecionados podem experimentar a função.

No Twitter, o consultor de mídias sociais Matt Navarra publicou uma foto que mostra o anúncio da novidade. A imagem diz que “publicações em vídeo agora são compartilhadas como Reels”. Isso significa que até mesmo gravações na horizontal serão classificadas como Reels de agora em diante.

O anúncio ainda indica que, se a conta do usuário for pública, qualquer pessoa pode encontrar os Reels pela ferramenta de busca. Assim, é possível utilizar o áudio do vídeo para criar outro Reels com a função de remix. O Instagram, contudo, oferece uma opção para mudar a privacidade dos conteúdos.

Se o perfil for configurado como privado, somente os seguidores irão conseguir ver os Reels. Nesse caso, nem mesmo os seguidores podem fazer remix dos vídeos, já que todos os conteúdos ficam privados.

Vale destacar que essa novidade do Instagram ainda está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral. A rede social ainda precisa lidar com algumas questões, como a conversão de vídeos gravados na horizontal em Reels.

Também não sabemos se a mudança irá afetar vídeos já publicados na plataforma. É importante lembrar que nem todos os testes do Instagram são lançados de forma definitiva, então é preciso aguardar os próximos passos da empresa.

Instragram quer competir com TikTok e YouTube

A Meta tem incentivado cada vez mais a publicação de Reels em suas redes sociais. No relatório financeiro do primeiro trimestre de 2022, a empresa destacou que os usuários do Instagram passam 20% do tempo assistindo aos vídeos curtos na plataforma.

O investimento em Reels é uma forma de competir com gigantes do mercado de redes sociais focadas em vídeos, como TikTok e YouTube. Desde o ano passado, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse que a plataforma “deixou de ser um aplicativo de compartilhamento de fotos”, valorizando os vídeos.

Além disso, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que os Reels são o conteúdo do Facebook que mais cresce entre as plataformas.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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