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Economia

Veja as vagas mais ofertadas nos editais públicos de 2022

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De acordo com especialista, as áreas fiscal, policial e de tribunais são as que mais oferecem posições
Reprodução: ACidade ON

De acordo com especialista, as áreas fiscal, policial e de tribunais são as que mais oferecem posições

Os editais públicos estão em uma crescente desde o segundo semestre de 2021. A expectativa do Estratégia, grupo de aprendizagem referência em cursos online preparatórios para concursos, é que essa tendência continue até o fim do ano. Dentro desse movimento, algumas áreas passaram a ter mais espaço e demanda do que outras e prometem ainda mais concorrentes na disputa das funções para os próximos meses. 

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O Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) 2022 aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro e, posteriormente, sancionado, previu 43.192 vagas para concursos públicos neste ano, sendo 4.263 por criação e 38.929 de provimento. De acordo com Victor Tanaka, especialista em concursos do Estratégia, alguns fatores específicos mobilizaram os setores mais procurados. “No período de restrição de editais devido à pandemia de Covid-19, os segmentos essenciais prevaleceram, como segurança pública, saúde e educação”, explica. “Atualmente, é possível identificar uma nova tendência com a retomada do mercado em diversas áreas impulsionada pelo represamento da pandemia, além de outras razões, como, por exemplo, as eleições em âmbito federal e estadual que estão por vir”, completa Tanaka. 

O Estratégia elencou quais foram as carreiras que mais apareceram nos editais públicos até abril de 2022. Confira:

Área fiscal:

Entre o final de 2021 e o atual período, houve uma crescente de concursos na área fiscal e de controle. Observa-se esse aumento no próprio público do Estratégia, resultando na aprovação de mais de 80% dos alunos nos concursos dessas áreas. “Há uma grande expectativa para a área fiscal e de controle nos próximos meses. Editais de fiscos estaduais e municipais devem seguir fortes. O próprio concurso da Receita Federal pode se tornar uma grata surpresa. Em paralelo, os tribunais de contas seguem autorizando novos concursos”, destaca Tanaka.

Segundo o especialista, os fiscos municipais também devem ganhar notoriedade nos próximos meses. “Como teremos eleições municipais em dois anos, o ciclo de concursos municipais está previsto para se fortalecer de 2023 em diante. Além disso, o próximo processo eleitoral também vem gerando uma escalada de concursos nos âmbitos estadual e federal”, afirma.

Um dos concursos da área fiscal mais aguardados é o da Receita Federal. A previsão é de 600 vagas para as funções de auditor e analista, quantidade que foi solicitada pelo órgão ao governo federal.

Tribunais, Defensorias e Ministério Público:

A área de tribunais é mais uma em que o Estratégia aprova diversos alunos, com um índice acima de 70%. Tanaka ressalta que os editais do ramo voltaram a se intensificar no início deste ano e não devem parar de aumentar. “O crescimento de concursos de Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) e Tribunais de Justiça (TJs) tem alavancado a abertura de editais nessa área. Era uma movimentação pouco esperada, mas que surpreendeu e vem gerando uma euforia entre os concurseiros da área de tribunais”, reforça.

Área policial e segurança:

Os concursos na área policial continuam em alta, com mais de 9 mil vagas oferecidas em todo o país. A demanda na área foi maior durante a época de restrições derivadas da pandemia por se tratar de serviço essencial. O Estratégia segue líder de aprovações também na área policial, com um índice superior a 60%. 

“A área policial teve uma leve redução de editais nos últimos meses justamente por conta de muitos terem saído recentemente. Porém, a demanda segue alta, assim como o número de vagas ofertadas. É um segmento que sempre domina as primeiras posições no ranking de concursos públicos mais almejados”, finaliza o especialista.

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Economia

PT prevê Auxílio Brasil de R$ 600 definitivo com nome Bolsa Família

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Lula em ato de pré-campanha em Aracaju
Ricardo Stuckert/Divulgação

Lula em ato de pré-campanha em Aracaju

Após a aprovação da PEC Eleitoral, o PT estima que o pagamento do Auxílio Brasil mínimo de R$ 600 por benefício, que pela proposta será somente até dezembro deste ano, acabará se tornando definitivo. De acordo com o deputado Alexandre Padilha (PT-SP), um dos interlocutores da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva com o setor empresarial e financeiro, uma vez instituído o valor, não será possível reduzi-lo, o que gera um desafio fiscal para 2023.

A proposta de Emenda à Constituição  foi aprovada pelo Senado nesta quinta-feira (30) com apenas um voto contrário — portanto, com apoio do PT e dos demais partidos de oposição. Senadores do partido se manifestaram contra a decretação do estado de emergência previsto na PEC e desenhado para driblar a lei eleitoral, mas acabaram votando a favor do texto depois da proposta se tornar mais restritiva.

A PEC faz parte da estratégia eleitoral do presidente Jair Bolsonaro e custará R$ 41,2 bilhões até o fim do ano.

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“O PT foi o primeiro a defender o valor de R$ 600. O Bolsonaro foi contra. Não permitiu a aprovação. Então, Bolsonaro tem que se explicar porquê ele foi contra lá atrás e agora monta uma operação boca de urna, às vésperas das eleições, acreditando que pode comprar o voto de quem está sofrendo pela fome, pela insegurança alimentar”, disse Padilha.

A proposta também permite zerar a fila do programa, hoje composta por 1,6 milhão de famílias que atendem aos critérios para receber o benefício, mas não estão incluídas no programa por falta de recursos. O orçamento do Auxílio Brasil em 2022 é de R$ 61,2 bilhões, e o programa atende a 18 milhões de família. Com a PEC, esse gasto subirá R$ 26 bilhões em 2022.

Para Padilha, o tamanho da fatura que está sendo criada agora, além de outras medidas tomadas pelo governo, dificulta ao PT apresentar um plano concreto para a área fiscal. Lula já deixou claro que quer rever o teto de gastos (a norma que trava as despesas federais e é considerada a principal regra fiscal do país), mas não apresentou uma proposta sobre qual regra colocar no lugar.

Os gastos previstos com a PEC serão pagos fora do teto e das demais regras fiscais, com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Essas incertezas e responsabilidades geradas por Bolsonaro e Guedes só reforçam que a deterioração econômica e social do país pode se agravar nesses últimos meses do governo fracassado por Bolsonaro, dificultando ainda mais qualquer tipo de detalhamento de uma proposta de um novo regime fiscal do país”, disse o deputado.

Além dos gastos, o governo Bolsonaro zerou impostos federais sobre a gasolina e o diesel até o fim do ano, com aval do Congresso Nacional. Ou seja, se nada for alterado, o Brasil começa o próximo ano com aumento de impostos.

Esse cenário, diz Padilha, reforça a dificuldade de se apresentar um plano concreto para as contas públicas, como cobra o mercado. Ele compara a situação com o início do governo Michel Temer, que criou o teto de gatos para sinalizar uma melhora na trajetória fiscal, depois do governo Dilma Rousseff.

“Os construtores do regime fiscal do teto de gastos do governo Temer não o detalharam antes de assumir o governo, e só o fizeram quando começaram o governo, tinham as contas mas mãos. Passaram a detalhar o quando, a partir da presença do governo podiam coordenar o diálogo com os atores econômicos, com o Congresso Nacional e com a sociedade”, afirmou.

Padilha ainda diz que, caso o PT de fato volte ao governo federal, deve retomar o nome Bolsa Família, aposentando o Auxílio Brasil criado por Bolsonaro. O Bolsa Família foi criado por Lula no primeiro mandato e é uma das suas principais marcas. Foi pensando nisso que Bolsonaro decidiu trocar o nome, incluindo o desenho dos cartões. O governo quis associar o nome do programa ao auxílio emergencial criado durante a pandemia e que ajudou, à época, a popularidade de Bolsonaro — esse é o mesmo desejo da campanha de Bolsonaro agora, com o mesmo valor do auxílio e com novo nome.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Rio de Janeiro reduz para 18% alíquota do ICMS sobre combustíveis

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O governo do Rio de Janeiro reduziu a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 32% para 18%. A medida está no Decreto 48.145, publicado hoje (1º) em edição extra do Diário Oficial do estado.

“Fica fixada em 18% (dezoito por cento) a alíquota máxima do ICMS para operações e prestações internas com combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, preservadas as alíquotas inferiores estabelecidas na Lei nº.2.657/1996, para as mesmas operações e prestações”, diz o decreto.

Segundo o governador Cláudio Castro, a redução no preço da gasolina será, em média, de R$ 1,19.

Ele ressaltou que a redução está saindo por decreto, mas que vai como projeto de lei para a Assembleia Legislativa. “O preço médio [do litro] da gasolina no Rio de Janeiro hoje é R$ 7,8. Acreditamos que, com essa redução, haverá uma diminuição de R$ 1,19, fazendo com que o preço médio seja de R$ 6,61”, disse Castro.

O governador informou que o Procon-RJ inicia segunda-feira (4) a Operação Lupa na Bomba, para verificar se a redução foi repassada para os consumidores. A ação terá apoio das forças policiais civis e militares. “Quem não estiver segunda-feira com o preço novo, será multado”, afirmou Castro.

Estima-se que o estado deixe de arrecadar R$ 3,9 bilhões apenas neste ano com a redução do imposto.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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