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Veja 5 modelos seminovos que podem te deixar com cara de rico até R$ 60 mil

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Em entrevista ao iG, o presidente da plataforma de vendas de carros online Volanty, Maurício Feldman, disse que o automóvel ainda está ligado ao status na consciência do brasileiro. “Este costuma ser um dos maiores investimentos que uma família faz, atrás apenas da aquisição de um imóvel”, aponta o executivo.

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Neste ponto, existem aqueles que sempre querem desfilar de carrão. Mas em tempos de crise e orçamento enxuto, gastar muito para comprar um modelo premium está fora de cogitação para a maioria dos consumidores. Para ajudar, a reportagem do iG Carros lista cinco modelos seminovos até R$ 60 mil que vão te deixar com cara de rico. Mas é bom lembrar que por trás dos preços convidativos estão custos de manutenção (e de seguro) bem salgados. 

1 – Jeep Cherokee 3.7 V6 Limited 2012 – R$ 55 mil

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Fique atento ao recall para unidades 2012 do Jeep Cherokee, por conta de possível falha no airbag

Uma coisa é certa: você sempre passará a impressão de imponência no seu Cherokee Limited. O modelo aposta no design de “jipão”, com linhas quadradas, robustas e primitivas. Fora isso, os grandes para-lamas são projetados para “fora” da carroceria, adicionando um visual ainda mais aventureiro. O modelo já aparece nos classificados online por valores entre R$ 55 mil e R$ 59 mil.

O modelo tinha um grande 3.7 V6 de origem Chrysler, que era capaz de desenvolver 205 cv de potência  e bons 32 kgfm de torque a 4.000 rpm. O câmbio automático de apenas quatro marchas era um pênalti, proporcionando números elevados de consumo: 5,9 km/l na cidade e 8 km/l na estrada, segundo o Inmetro.

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2 – Audi A1 1.4 Attraction 2014 – R$ 59 mil

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Audi A1 pode ser uma boa escolha para solteiros ou casais sem filhos

Poucos carros passam mais personalidade que o Audi A1. O compacto alemão que era importado da Hungria apostava em linhas descoladas e conjunto mecânico maduro para conquistar possíveis clientes do Mini Cooper S. Como brasileiros preferem carros maiores, acabava perdendo expressão diante do irmão A3, mas continua sendo uma boa opção de seminovo por R$ 59 mil.

O motor é um velho conhecido: 1.4 turbo de 122 cv de potência e 20,4 kgfm de torque. O câmbio automatizado de sete marchas proporciona agilidade ao A1, que pode acelerar de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos. Com apenas 3,9 metros de comprimento, é um carro bem dinâmico para as grandes cidades.

3 -VW Passat 2.0 TSI 2012 – Entre R$ 57 mil e R$ 60 mil

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O VW Passat é um modelo de luxo com linhas discretas, mas o coração é de Golf GTI

Símbolo de status e uma carteira bem abastada, o VW Passat é um dos queridinhos da classe alta que ainda não se rendeu aos SUVs. O estilo é bem conservador, com linhas sóbrias e clássicas – quase como se não quisesse chamar atenção. Abaixo do capô, por outro lado, traz o mesmo motor do intrépido Golf GTI. O sedã já surge entre R$ 57 mil e R$ 60 mil nos principais classificados online.

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O motor 2.0 entrega 211 cv de potência e 28,5 kgfm de torque, sempre com câmbio automatizado, de seis marchas e dupla embreagem DSG. Graças ao conjunto mecânico, há fôlego suficiente para atingir 100 km/h em 7,6 segundos, além de aferir bons números de consumo: 9,1 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada, segundo o Inmetro. Um bom carro para a família, mas prepare-se para a facada no seguro.

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4 – Volvo V40 2.0 Dynamic 2013 – R$ 57 mil

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O Volvo V40 foi um dos primeiros carros do Brasil a contar com sistema eletrônico de frenagem

O hatchback sueco é tão bonito e refinado que nem aparenta custar R$ 57 mil. O V40 traz uma silhueta diferenciada, já que a área envidraçada fica mais estreita nas proximidades da traseira – quase como um cupê. A tampa do porta-malas com acabamento escurecido acrescenta um ar mais descolado ao hatch da Volvo, que sempre teve uma pegada mais conservadora.

O V40 tem motor 2.0 de 180 cv e 30,6 kgfm de torque a 2.700 rpm, com câmbio automático de seis marchas. Apesar de não ser econômico para um hatch (marcando 7,1 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada), pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 8 segundos. Destaque para o pacote de equipamentos, que já contava com alerta de colisão frontal.

5 – Mercedes-Benz C180 Classic 2012 – entre R$ 57 mil e R$ 60 mil

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O Mercedes-Benz C180 foi um carro com volume expressivo de vendas no Brasil

Finalizamos a lista com um “best-seller”. Entre os sedãs premium de sua geração, o C180 da Mercedes-Benz foi um dos mais bem-sucedidos no mercado brasileiro. Chamava muita atenção por conta do design refinado, inspirado em carros mais caros da marca alemã. Há quem diga que essa geração era mais estilosa tinha mais personalidade que a versão atual. Surge por valores entre R$ 57 mil e R$ 60 mil nos classificados.

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O C180 está entre os bons carros seminovos e conta com motor 1.8 de 156 cv e 25,5 kgfm de torque a 1.600 rpm, com câmbio automático de sete marchas. Além do bom espaço no porta-malas (470 litros), podemos destacar o bom pacote de equipamentos, com distribuição eletrônica de frenagem e computador de bordo.

Fonte: IG Carros
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Fim de linha para o Chevrolet Cobalt, o sedã da ex-nova classe média

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Cobalt 2019: as últimas versões já refletiam uma nova realidade e vinham mais bem equipadas

O Chevrolet Cobalt é o próximo carro a sumir das ruas brasileiras. A General Motors não confirma que vai tirá-lo de linha, mas uma coisa é certa: suas vendas nunca mais serão as mesmas. Na verdade, o Cobalt parece ter dobrado o Cabo da Boa Esperança, como se diz popularmente. Ou, para quem conhece geografia, ele passou pelo Cabo das Tormentas, que era o nome dado pelos portugueses àquele ponto no extremo sul da África, na época das grandes navegações.

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Em setembro, o Chevrolet Cobalt teve sua melhor venda no ano: 1.416 unidades. Em outubro caiu para 831. Em setembro, se chegar a 450 vai ser muito. Que diferença para os mais de 66.000 emplacamentos que registrou em 2012. Naquele ano, o Cobalt foi o 11º automóvel de passeio mais vendido do Brasil.

Tudo bem que faz sete anos que isso aconteceu, mas a culpa não é do Cobalt e muito menos da GM. A montadora até melhorou bastante o carro nesse período, dotando-o de tecnologias de conectividade e caprichando em seu conforto. O Cobalt também cumpriu seu papel, servindo às famílias (mais tarde aos taxistas) como um sedã espaçoso e confortável.

O que mudou foi o Brasil. Hoje não existe mais o sonho da nova classe média, a classe C que emergiu das classes D e E para dar um impulso histórico nas vendas da indústria automobilística. Pelo contrário, muitos voltaram para as classes D e E. Pior: alguns que nunca estiveram abaixo da classe C, também empobreceram. E multidões que habitavam as classe A e B, rainhas do consumo antes da era Cobalt, também perderam renda e hoje povoam a classe média brasileira.

Em 2011, o PIB per capita do Brasil era de US$ 13,3 mil. Em 2019, foi inferior a US$ 8.900. Segundo um estudo da Tendências Consultoria, nesse ritmo só em 2028 o pico do PIB per capita voltará ao nível de 2011. Em 2012, a classe média alta tinha uma renda entre R$ 641 e R$ 1.109. Em 2017, cinco anos depois, o pico dessa renda era de R$ 1.008, segundo o Bradesco. E quase 1 milhão de brasileiros havia caído das classes A e B para a classe C.

Portanto, faz sentido o fim do Cobalt. Esse carro foi pensado para a classe média emergente do início da década. Era um carro sem muito luxo, mas com duas propostas de motores: 1.4 de 97/102 cv (g/e) e 1.8 de 106/108 cv (g/e). Mais tarde, a potência do 1.4 subiu para 106 cv e do 1.8 foi para 111 cv (ambos com etanol). Para se ter uma ideia, a campanha de lançamento do Cobalt foi toda feita no Carrefour, um supermercado popular.

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Na verdade, o Cobalt havia nascido no EUA, na década anterior. Porém, quando ele foi substituído pelo Cruze no mercado americano, a GM do Brasil aproveitou para lançá-lo aqui. Mas não com a mesma base — a GM aproveitou apenas o nome, pois o Cobalt brasileiro usou a plataforma do Sonic (que não deu certo no mercado brasileiro) e da primeira geração do Onix/Prisma . Cobalt dava dignidade à classe média

Chevrolet Cobalt dava dignidade à classe média

Com um design simples, mas com suspensão macia, um motor razoável e outro mais potente, um porta-malas enorme (563 litros) e bom espaço interno (entre-eixos de 2,620 metros), o Cobalt era um carro que dava dignidade à nova classe média. Era possível ter um carro zero km maior sem ter que pagar uma fortuna.

Portanto, a trajetória do Chevrolet Cobalt foi honrosa, pois ele teve um sentido social, coisa que poucos carros têm. Lógico que, no fim das contas, o que todas as montadoras querem é ganhar dinheiro, mas são poucos os modelos que buscam atender às necessidades do povão. O Cobalt teve esse mérito.

Ao contrário do Cobalt, sua versão station wagon (ou monovolume, como prefere a GM), continua tendo vendas razoáveis. É verdade que em três meses elas caíram caíram de 3.100 para 2.300, mas a queda do Spin tem sido mais lenta. Também está marcado para morrer, mas ele nunca teve o papel social do Cobalt.

O que importa agora é que, num Brasil em que mais de 60 milhões de pessoas estão com o “nome sujo”, é impossível pensar em vender certos carros de forma financiada. Hoje, só quem tem dinheiro sobrando compra um carro zero km. Por isso, as ofertas de carros bons a preços populares são praticamente inexistentes. Por “bons” eu nem me refiro a carros com grandes qualidades técnicas, mas simplesmente àqueles que são espaçosos, razoavelmente confortáveis, com porta-malas grande e motor potente.

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Nessa realidade, faz muito mais sentido à GM investir no Onix Plus, seu novo sedã, que subiu de categoria, em relação ao Prisma, justamente para ocupar um lugar que era dignamente defendido pelo Chevrolet Cobalt . Um carro que não deixará uma legião de fãs, mas que teve uma vida significativa.

Fonte: IG Carros
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Troller T4 2020 estreia com poucas novidades

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Troller T4 2020 passa a ter detalhes pintados de preto brilhante entre as principais mudanças

As novas cores no exterior e interior são as únicas novidades da linha 2020 do Troller T4, que chega com preço de R$ 140.900 (pintura sólida) e R$ 141.778 (pintura metálica ou perolizada).

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Na exterior, a o Troller T4  da linha 2020 ganhou a tonalidade Cinza Londres Escuro aplicada na grade dianteira, para-choque, teto, estribos, tampa de porta-malas e molduras. A mesma cor está presente no interior, no painel, console central, apoios de braços e molduras dos alto-falantes. Já as rodas de 17″ agora são pintadas em Preto Ebony.

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Trollet T4 vem com central multimídia com tela sensível ao toque e ar-condicionado digital com regulagem independente


O conjunto mecânico segue sem novidades. O motor é o 3.2 Duratorq diesel de cinco cilindros e 200 cv, enquanto o câmbio é manual de seis marchas. A tração é 4×4 com comando eletrônico e reduzida e o diferencial traseiro é do tipo autoblocante.

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Na lista de equipamentos, o Troller T4 2020 traz preparação para snorkel, teto solar de vidro, lanternas traseiras de LED, bagageiro de teto, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia JBL com tela de 6,75″ e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, alarme e preparação para navegador off-road .

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O Troller T4 da linha 2020 segue sem airbags ou freios ABS, já que está enquadrado como um veículo off-road e está isento de sair de fábrica com os itens de segurança.

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Troller T4 2020 mantém o mesmo aspecto da linha anterior, exceto pelas novas cores adotadas a partir de agora


Fonte: IG Carros
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