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Veja 5 maneiras de gastar menos com a manutenção e o seguro do seu carro

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O dinheiro continua curto neste País em crise. Num cenário em que o emprego informal está cada vez mais em alta, muitas pessoas acabam recorrendo aos aplicativos de corrida para complementar a renda do mês. Gastar pouco se torna uma estratégia, tanto para profissionais quanto quem usa o carro apenas para passear ou ir ao trabalho. A reportagem do iG carros sugere como gastar menos com seguro e serviços de manutenção do seu carro.  

LEIA MAIS: Veja 5 surpresas que vão te dar prejuízo na manutenção do seu veículo

1 – Funilaria e pintura express

Reparos arrow-options
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Algumas empresas já oferecem os novos “reparos express”, que podem ser acionados em qualquer lugar

Batidas e arranhões podem acontecer até mesmo com os motoristas mais experientes. Mas ficar sem o carro por um dia apenas para arrumar esses detalhes está fora de cogitação, principalmente se você dirige para aplicativos de corrida. Deixar o veículo na oficina requer tempo, por isso, muitas empresas se especializam no reparo rápido .

A DiskReparo tem um “box móvel” e faz serviços rápidos em domicílio. Basta contratar por telefone ou site, receber o orçamento na hora e aguardar a chegada do especialista. O serviço conta com ajuste de cores (são mais de 50 mil tonalidades), e fica pronto em poucos instantes.

2 – Pneus de marcas secundárias

Troca de pneus arrow-options
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Acha que Michelin e Pirelli são marcas caras? Aposte nas fabricantes secundárias de boa qualidade

Pneus remoldados e sem procedência representam perigo para o motorista, passageiros e pedestres. Por isso, recomendamos que você fique longe dos modelos mais baratos e de menor qualidade. Em uma busca rápida, foi possível encontrar unidades remoldadas (185/55R 15) de até R$ 178,56, mas o barato pode sair – muito – caro.

Se quer economizar, aposte na “segunda linha” das grandes marcas de pneus. Fabricantes como Firestone, Goodyear, Pirelli, Michelin e Continental já contam com linhas secundárias que podem caber no orçamento de qualquer um. Recomendamos marcas como Tigar (da Michelin), Formula (da Pirelli), Seiberling (da Bridgestone) e Kelly (Goodyear), que são confiáveis e mais em conta.  No caso da medida 175/64R 14, um modelo da Pirelli sai por R$ 250 e o Formula por R$ 190, ou seja, 25% mais em conta.

3 – Seguro mais em conta

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Seguradoras oferecem condições para quem pretende economizar. Busque pelo melhor pacote

Se a grana estiver muito curta, recomendamos os planos de seguro de baixo custo. A Ituran oferece cobertura de roubo, furto e assistência 24 horas. O cliente também poderá adicionar outros serviços, como prevenção de alagamento, colisão e vidros. 

LEIA MAIS: Conheça os 5 compactos mais baratos e fáceis de consertar, conforme o CESVI

A Suhai trabalha com os veículos mais roubados, oferecendo plano de proteção contra sinistralidade mais em conta. Enfim, basta pesquisar e contratar o serviço que corresponda ao seu perfil. A diferença entre as seguradoras mais em conta fica por conta da retirada de algumas coberturas extras e serviços, como carro reserva. 

Para citar um exemplo, o seguro de um VW Gol 1.0 2017, de acordo com a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), pela Azul Seguros, sai por R$ 1.266 enquanto que pela Porto Seguros, o mesmo carro fica por R$ 1.816, ou cerca de 30% a menos. Vale lembrar que o perfil utilizado é de um homem de 30 anos, casado, sem filhos. 

4 – Peças paralelas

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Bateu? Saiba que peças paralelas são mais baratas que as originais vendidas nas concessionárias

Encomendar peças na concessionária exige tempo e dinheiro. Se a sua cidade conta com um grande distribuidor como o MercadoCar, vale apostar em componentes paralelos que são praticamente idênticos aos que são oferecidos nas lojas oficiais. As coisas ficam ainda mais fáceis se o seu carro teve um bom volume de vendas ao longo dos anos. 

Um farol de Chevrolet Prisma/Onix original sai por volta de R$ 300 e um do mercado paralelo em torno de R$ 180, segundo pesquisamos, ou seja uma diferença de aproximadamente 40%. A diferença é que a peça original tem aval da fabricante do veículo, o que implica em todas as condições para manter a garantia do carro. 

5 – Manutenção preventiva

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Deixar o carro em ordem pode te livrar de gastar uma boa quantidade de dinheiro no futuro

Pode parecer obviedade, mas fazer a manutenção preventiva do seu veículo reduz as chances de abrir a carteira no futuro. Trocar o óleo, conferir se o reservatório de água está cheio e se atentar ao estado das pastilhas de freio são gastos pequenos quando comparados a danos maiores que podem ocorrer com a má conservação.

LEIA MAIS: Veja os sedãs médios com o valor de seguro mais em conta do Brasil

Neste tópico, vale lembrar que a manutenção em oficina secundária é muito mais barata que na concessionária, mas você corre o risco de perder a garantia. Mas se o prazo já tiver esgotado e você conhecer um mecânico de confiança, não há motivos para retornar à loja.

Fonte: IG Carros
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Coronavírus: VW, Audi e Citroën mudam logo temporariamente pelo afastamento

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Com o alastramento da COVID-19 , doença causada pelo novo coronavírus , campanhas de conscientização criativas começam a surgir em todo o mundo. Em alguns países, o tradicional logo de duas esferas em intersecção da Mastercard foi substituído pelas mesmas afastadas uma da outra. Da mesma forma, a simpática sereia do logotipo da rede de cafeterias Starbucks ganhou uma máscara no estudo proposto por um designer.

LEIA MAIS: Saiba como deixar o carro parado no período de quarentena

O mesmo já está acontecendo na indústria automotiva, onde algumas fabricantes se mobilizam para substituir seus logos temporariamente. Confira o que já foi feito abaixo:

1 – Audi

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Argolas da Audi se afastam uma das outras para estimular a quarentena

Talvez você não saiba, mas cada argola da Audi representa uma das empresas que compõem a Auto Union: Audi , DKW (lembra dela?), Horch e Wanderer. Os primeiros registros do logo datam de 1932, quando a parceria entre as montadoras ainda não havia sido comprometida pela Segunda Guerra Mundial e a separação da Alemanha ao fim dela.

Na campanha de conscientização, as argolas da Audi se separaram temporariamente, fazendo uma alusão clara ao afastamento proposto pela Organização Mundial de Saúde e diversas autoridades mundiais. Interessante, não?

2 – Citroën

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Concessionária brasileira afastou os “chevrons” em campanha divulgada nos stories

Além de ter nomeado a marca com seu sobrenome, o engenheiro francês André Citroën também criou o logo da marca. Em 1900, ele adquiriu a patente para o desenvolvimento de engrenagens que tinham um “chevron” (formato de V) em seu acoplamento. Entre 1919 e 1921, o logo da Citroën surgia nas cores amarela e azul, disposição usada (com modificações) até 1984. 

LEIA MAIS: Saiba o que mudou na legislação e serviços com a pandemia

Em 1985, surgiu o logo com os “double-chevrons” vazados em um quadrado vermelho. Apenas em 2009, a marca decidiu focar mais nos “chevrons”, onde eles ganharam acabamento “metalizado”. Uma concessionária brasileira fez um post nos stories do Instagram, onde os “chevrons” se afastam temporariamente.

3 – Volkswagen

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O clássico simbolo da Volkswagen sofreu mais uma alteração temporária pelo afastamento

O logo da Volkswagen é tão simples que chega a ser autoexplicativo. Trata-se de um V e um W, unidos em suas arestas dentro de um círculo. Talvez você já esteja cansado de saber, mas o nome da marca é traduzido como “carro do povo”. (Volks significa povo; Wagen é carro).

LEIA MAIS: GM do Brasil vai consertar respiradores do SUS contra COVID-19

Ao longo de sua história, o logo sofreu algumas variações, como as engrenagens que apareceram nos arredores do círculo durante a Segunda Guerra Mundial. O símbolo como conhecemos hoje veio após o fim da guerra, ganhando a coloração azul característica em meados dos anos 70. Unidos desde o início da marca, o V e o W se separaram na campanha de conscientização contra o COVID-19. Bela iniciativa.

O novo coronavírus, causador da doença COVID-19, saltou recentemente de animais para seres humanos. Apesar de ter seus sintomas constantemente relacionados com a gripe (nos casos mais leves), está mais próximo de uma pneumonia. Confira todas as informações sobre a pandemia que parou o mundo no iG Saúde

Fonte: IG Carros
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O novo coronavírus vai mudar os paradigmas da mobilidade?

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Novo coronavírus já contaminou mais de 520 mil no mundo, deixando 23 mil mortos até o momento da publicação desta matéria

A indústria automotiva brasileira ainda está para sentir os impactos do que será a quarentena causada pelo novo coronavírus. A nova síndrome respiratória promete deixar os cidadãos de várias cidades do mundo em confinamento por tempo indeterminado. Conforme o pronunciamento do Ministério da Saúde, a rede do SUS deverá colapsar em meados de abril, com rápida ascensão dos casos de COVID-19 no país.

LEIA MAIS: Veja o que muda na legislação e serviços com o surto de COVID-19

Todos os países olham com esperança para a China, já que o gigante asiático conseguiu conter o alastramento em Wuhan após medidas muito duras de “lockdown”. Enquanto a economia do país volta a girar aos poucos, as pessoas já retomam os debates sobre o controle de doenças. 

Com exceção da MERS – síndrome respiratória do Oriente Médio, também causada por um coronavírus – todas as outras epidemias recentes surgiram na China. Este é o caso da SARS , em meados de 2003, e da H1N1 , pandemia que se alastrou em 2009.

Eis a razão pela qual é tão normal ver pessoas de máscaras em países asiáticos, mesmo quando não há um surto em andamento. No continente, é comum que algumas nações tenham até ministérios voltados à prevenção de doenças. Cingapura e Coreia do Sul, países em que SARS e MERS se tornaram enfermidades problemáticas, estão se dando bem contra a COVID-19 . Afinal, são mais preparados.

Mudança nos paradigmas da mobilidade?

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Ao menos na China, interesse pelo transporte público se mostra em queda pelo medo de novas contaminações

Uma pesquisa feita pelo Instituto Ipsos na China após a queda na curva de contaminações pelo novo coronavírus mostra que a população já dá preferência ao automóvel, e não o transporte público. Dos mais de 1,6 mil entrevistados, 72% se mostram dispostos a comprar um carro para reduzir o risco de contaminações.

Em tempos de car-sharing, Uber e de estímulos para utilizar o transporte alternativo, os chineses se mostram assustados com a possibilidade de contrair uma nova doença. Será que este fenômeno terá reflexo no mercado brasileiro?

O vírus veio para ficar

Antes de tudo, é importante dizer que o coronavírus dificilmente será erradicado no mundo. Trata-se de mais uma espécie, assim como a H1N1, que veio para ficar. Especialistas já antecipam que, nos próximos anos, teremos que tomar vacinas anuais que estejam adaptadas às suas mutações. 

Neste cenário, você entraria no veículo que outro usuário acabou de deixar estacionado na rua por um aplicativo de compartilhamento de carros? A empresa que disponibiliza o serviço terá funcionários suficientes para fazer a higienização dos veículos após o uso, ou isso é uma tarefa do usuário que já paga caro pelo serviço?

LEIA MAIS: COVID-19: Fabricantes aumentam prazos de garantias e revisões

O doutor Daniel Berliner, da plataforma de avaliações médicas online PlushCare, afirma que, enquanto a pandemia durar, tocar em qualquer coisa que tenha sido utilizada por muitas pessoas é perigoso. O mais importante é lavar bem as mãos e utilizar álcool gel quando isso não for possível.

O que está sendo feito no Brasil?

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BeepBeep disponibiliza frota de veículos elétricos na zona sul de São Paulo; confira as novas medidas

A beepbeep, principal plataforma de car-sharing de São Paulo, publicou em seu Instagram que novos procedimentos de higiene estão sendo tomados. “Aumentamos a frequência de limpeza de nossos veículos nas regiões de maior contato com álcool”, diz a nota oficial da empresa, que também orienta hábitos de higiene por parte dos usuários. “Antes de depois de utilizar nossos veículos, lave muito bem as mãos com sabonete líquido e/ou utilize álcool em gel. Não toque os olhos, nariz e boca”.

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Uber anuncia novas medidas de higiene para a proteção do usuário e do motorista parceiro

A ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, ressalta que os serviços para a locação de carros continuam ativos, com agendamento online. Paulo Miguel, presidente do órgão, ressalta que novos procedimentos de higiene estão sendo tomados para proteger o cliente e os colaboradores em todas as locadoras.

Pelo Instagram, o Uber também divulga novas diretrizes de higiene, recomendando que os passageiros sentem no banco traseiro. Lavar as mãos antes e depois de utilizar o app, cobrir a boca e nariz com o braço ao tossir e andar com as janelas abertas são ações recomendadas.

A Grin, plataforma de patinetes elétricos compartilhados, não revelou qualquer procedimento de higiene novo, mas orientou que seus usuários fiquem em casa durante a quarentena. “Nós sempre encorajamos nossos usuários a descobrirem seus bairros, suas ruas, para andar de um jeito diferente e divertido”, informa o app pelo Instagram. “Em nosso caminho, temos desafios que nunca imaginamos enfrentar. Hoje, encorajamos você a viver no seu próprio lar. Vamos diminuir a curva”. 

COVID-19: assunto sério

Independentemente da decisão sobre o compartilhamento de veículos e as diretrizes de higiene, é muito importante que a quarentena seja respeitada. “Dizer que a COVID-19 é uma gripezinha que só mata idosos é falácia”, afirma Felipe Bueno, médico linha de frente de Curitiba (PR). “O isolamento social, neste momento, nos prepara para a guerra. Faz com que as perdas sejam menores”.

LEIA MAIS: Saiba como fazer a higienização do seu carro, por dentro e por fora

Acompanhe a cobertura completa sobre a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, no iG Saúde .

Fonte: IG Carros
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