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Veja 5 clássicos esportivos batizados com nomes de pistas de corrida famosas

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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy
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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy

É fato que muitas das tecnologias dos automóveis de hoje vem dos carros de Fórmula 1. São exemplos disso o sistema de freios ABS, controle de tração, suspensão ativa, entre outros itens. O esporte além de arrecadar muito dinheiro, funciona como uma espécie de “laboratório a céu aberto” cuja aprovação acaba indo parar nos modelos de rua, sobretudo nos superesportivos.

Por conta disso, seja por estratégia de marketing ou por puro sentido emocional, a verdade é que algumas marcas premium acabam homenageando seus esportivos com o nome dos circuitos automobilísticos como uma forma de intimidade entre o motorista e o piloto.

Confira a seguir alguns dos cinco principais exemplos dessa “homenagem ao pódio”.

1 – MASERATI INDY

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw
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O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw

A primeira aparição do esportivo italiano ocorreu em 1968 – sobre a forma de conceito – durante o Salão do Automóvel de Turim cujo desenho era assinado por Alfredo Vignale, autor de obras como o 3500 GT, México e Sebring. Já no ano seguinte, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy.

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw, até então o único a obter vitória ao lado da equipe Dallara, na lendária 500 Milhas de Indianápolis em 1939 e 1940.

2 – DODGE CHARGER DAYTONA

Dodge Daytona  é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura
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Dodge Daytona é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura

O Daytona surgiu em 1969, cujo nome homenageava o primeiro circuito onde um carro com motor Hemi , um V8 426 de 7,0 litros e 425 cv competiu. Em 1974, o Charger Daytona vencia pela quinta vez consecutiva as 500 Milhas de Daytona (EUA) , pilotado por Richard Petty.

Apesar de não oficial, a Ferrari 365 GTB/4 também era conhecida como Daytona , após a vitória na tradicional prova 24 Horas de Daytona , ocupando os três primeiros lugares, em 1963.

3 – PONTIAC LE MANS

Você viu?

O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura
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O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura “Le Mans”

A Pontiac tem tradição em batizar seus carros com nomes alusivos às corridas. O Tempest Le Mans de 1961 é um exemplo. O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram versões, como a esportiva GTO na década de 70, e até em carrocerias hatch (o nosso Kadett ) fabricado na Coréia do Sul pela Daewoo Motors de 1986 e 1994.

Porém para o mercado norte-americano o modelo foi importado até 1993. A Audi aproveitaria o mesmo nome para apresentar o conceito Le Mans Quatro , em 2003, depois de três sucessivas vitórias com um R8 na prova de longa duração das 24 horas de Le Mans, em 2000, 2001 e 2002.

4 – DE TOMASO VALLELUNGA

O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália
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O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália

O primeiro carro de rua da De Tomaso , o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim , na Itália, ainda como carro-conceito, mas em 1965, ganhou a versão definitiva. Era equipado com motor de 1,5 litro emprestado do Ford Cortina que desempenhava 105 cv e torque máximo de 17,7 kgfm que o levava a 200 km/h de velocidade final.

O nome do esportivo vem do circuito romano, onde seu fundador, Alejandro DeTomaso , obtivera grande sucesso em corridas e, como era de se esperar testaria os próximos protótipos no mesmo traçado.

5- MASERATI 3500 GTiS SEBRING

O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring
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O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring

Com uma tacada certeira de marketing cujo alvo principal e importante era o mercado norte-americano, a Maserati apresentou durante o Salão de Genebra , em 1962, o 3200 GTiS “Sebring” , em homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring , na Flórida (EUA), em 1957.

Em 1968, o Sebring seria exibido em um evento, na cidade de Turim, na Itália repetindo o mesmo sucesso de público. Quem também adotaria o nome, em 1971, seria a divisão da Chrysler com o Plymouth Satellite e mais tarde, 1995, com o Chrysler Sebring em versões coupé e no ano seguinte um conversível.

Fonte: IG CARROS

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Honda Biz da linha 2022 ganha cores e atualizações estéticas

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Honda Biz 125 e Biz 110i 2022 ganha atualizações estéticas e novas cores entre as principais mudanças
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Honda Biz 125 e Biz 110i 2022 ganha atualizações estéticas e novas cores entre as principais mudanças

A Honda lança a linha 2022 de suas motocicletas Biz 125 e Biz 110i, modelos que tem como origem o modelo C100 Dream, feita de 1992 até 1997 e que representou no mercado nacional as pioneiras CUB – Category Upper Basic, em produção desde o final dos anos 1950.

Em produção desde 1998, a Honda Biz já conta com 4 milhões de unidades produzidas em 23 anos consecutivos e para o ano de 2022 chega com novos grafismos e cores.

Para a Biz 125 serão duas as novas cores: a bicolor branca e azul, e a vermelha, de nova tonalidade. Permanecem as cores branco perolizado e marrom perolizado. Na Biz 110i as novas cores são o vermelho e prata metálico, sendo mantida a branca.

Na parte da motorização, enquanto a Biz 125 conta com um monocilindro OHC arrefecido a ar de 124,9 cc de 9,2 cv de potência e 1,04 kgfm de torque que pode ser abastecida tanto com gasolina quanto etanol em proporções variadas.

Já na Biz 110i o motor é o mesmo, mas só pode ser usado com gasolina. De acordo com a marca, tem 8,33 cv e 0,89 kgfm de torque . Ambos os modelos vêm com câmbio semiautomático, que dispensa o acionamento de embreagem.

Esteticamente, a principal diferença entre elas está no tipo de rodas e sistema de frenagem. Na Biz 125 as rodas são de liga leve (17 polegadas na dianteira e 14 polegadas na traseira) e a frenagem CBS – Combined Brake System – atua em disco na dianteira e tambor na traseira. Já a Biz 110i usa rodas raiadas, com freios a tambor também dotados de CBS.

Disponíveis na rede de concessionários Honda a partir de outubro, as Honda Biz 125 e Biz 110i modelo 2022 tem preço público sugerido base Distrito Federal, que não inclui despesas com frete ou seguro de R$ 11.590 (Honda Biz 125) e R$ 9.260 (Honda Biz 110i).

Fonte: IG CARROS

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VW Taos Comfortline: versão mais em conta do SUV vale a pena?

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VW Taos Comfortline: rodas são de aro 18 polegadas como na versão Highline, mas sem acabamento diamantado
VW Taos Comfortline

VW Taos Comfortline: rodas são de aro 18 polegadas como na versão Highline, mas sem acabamento diamantado

A VW demorou para entrar na briga entre os SUVs e, agora, procura tirar o atraso. Umas das novidades que passa a oferecer no Brasil é a versão Comfortine do Taos (R$ 159.785), que é R$ 27.500 mais em conta que a topo de linha Highline (R$ 187.285).

As principais diferenças entre ambos estão apenas na ausência de alguns itens mais sofisticados e em alguns detalhes estéticos, como as rodas sem acabamento diamantado e o filete de led na grade frontal.

A bordo do VW Taos Comfortline você ainda terá um bom pacote de equipamentos que inclui volante multifuncional revestido de couro com hastes para trocas sequenciais do câmbio automático de seis marchas, multimídia VW Play com tela de 10 polegadas e espelhamento sem fio, controles eletrônicos de estabilidade e tração, carregador de celular por indução e painel digital com tela de 8″.

Mas ficará sem o cluster configurável de 10,25″ ( o que significa que não terá muitas escolhas de como deseja que fique o contagiros e o velocímetro). Além disso, vai precisar ficar mais atento no trânsito sem o alerta de ponto cego . E o controlador de velocidade (“piloto automático”) não será adaptativo, ou seja, sem a função de manter o carro a uma distância do que segue a frente.

E daí? Bem, se é essa sua reação, vamos em frente. Melhor economizar a diferença em relação ao Taos topo de linha, até porque o conjunto mecânico é o mesmo.

Porém, é bom saber que, mesmo mais em conta que o Highline, o Taos Conforline custa mais que a versão básica do seu principal concorrente, o Jeep Compass . Estamos falando do Sport 1.3 turboflex, que tem preço sugerido de R$ 151.181 e vem com motor de 185 cv e uma lista de itens de série bem recheada com multiídia de 8,4 polegadas, câmera de ré, sensor de chuva, freio de estacionamento eletrônico, entre outros.

No Taos o motor é o bem conhecido 1.4 turboflex, de 150 cv e 25,5 kgfm a 1.500 rpm, números que são apenas razoáveis para conseguir alguma agilidade, com uma relação entre peso e potência de 9,5 kg/cv (ante 8,1 kg/cv do Compass).

O câmbio automático de seis marchas Aisin também não ajuda muito a dar fôlego ao SUV, sendo mais voltado à economizar combustível e a manter a conforto, com relações longas.

VW Taos Comfortline tem interior espaçoso e algumas diferenças em relação ao topo de linha, como o cluster
VW Taos Comfortline

VW Taos Comfortline tem interior espaçoso e algumas diferenças em relação ao topo de linha, como o cluster

De fato, não há do que reclamar do silêncio a bordo do VW Taos Comforline , que conta com bom isolamento acústico e um rodar confortável, mesmo com rodas de aro 18 montadas em pneus 215/55R. O volante e a alavanca de câmbio são iguais aos do compacto T-Cross , o que é um fator que pode ser interpretado como uma maneira de reduzir custos.

Mas no caso do VW Taos ,  existem outros itens exclusivos, como o painel, o desenho dos bancos e as laterais das portas. Além disso, o espaço interno é maior, não apenas que no T-Cross , mas também na comparação com os principais rivais.

A distância entre-eixos de 2,68 metros do VW é mais larga que a do Jeep Compass e do Toyota Corolla Cross (2,64 m em ambos). Significativa mesmo é a diferença de volume no porta-malas do VW, de 498 litros, ante 440 l do Corolla Cross e 410 do Compass.

Se o Taos não é um estouro ao acelerar, por outro lado, acaba sendo um SUV médio econômico . Conforme dados do Inmetro consegue fazer 7 km/l na etanol na cidade e 9 km/l na estrada, números que passam para 10,2 km/l e 12,5 km/l com gasolina, respectivamente.

O que complica mais a vida do VW Taos na briga com o Jeep Compass é a autonomia , também segundo o Inmetro. Na cidade, com gasolina, o primeiro pode rodar 520 km, ante 612 km do rival. E na estrada, o VW anda 638 km com tanque de 47 litros e o Jeep 702 km com o de 60 l. Com etanol, a vantagem do Compass continua, com 432 km na cidade e 498 na estrada, ante 357 km e 459 do Taos.

Conclusão

Se você quer um SUV médio espaçoso e não faz questão de itens muito sofisticados, o VW Taos é uma boa pedida. Além do espaço interno também entre os destaques a economia de combustível. Mas não espere um desempenho de tirar o fôlego.

Na comparação com a versão topo de linha, a mais em conta Comfortline também não conta com detalhes estéticos que não fazem tanta falta, como as rodas de acabamento diamantado e o filete de led na grade frontal.

Ficha técnica Motor: 1.4, quatro cilindros, turboflex Potência: 150 cv a 5.000 rpm Torque: 25,5 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: Automático, 6 marchas, tração dianteira Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço na traseira Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira Pneus: 215/55 R18 Dimensões: 4,46 m (comprimento) / 1,84 m (largura) / 1,63 m (altura), 2,68 m (entre-eixos) Tanque : 51 litros Porta-malas: 498 litros Consumo: 10,2 km/l (cidade) /12,5 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 9,3 segundos Vel. Max: 194 km

Fonte: IG CARROS

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